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Grande Artista e Goleador

Vamos, Rinaldo! Vamos, Sporting / Tavira!

É hoje o grande dia da Volta a Portugal. Não é o decisivo, apenas porque amanhã se corre a derradeira etapa, em Viseu, onde o contra-relógio revelará em definitivo o nome do vencedor da Volta deste ano.

 

Rinaldo Nocentini apresenta-se como o único homem do Sporting / Tavira com aspirações na classificação geral e, neste momento, com apenas 19 segundos a separá-lo de Raul Alarcón, da W52 / FCPorto, tudo é possível.

Alejandro Marque é o segundo leão melhor classificado. Fecha o top 10, a 2.08 minutos do líder da prova e, embora aparentemente afastado dos lugares da frente, espera-se que seja hoje um importante apoio ao italiano, 3º da geral e chafe-de-fila da equipa leonina de Tavira.

 

Estes dois poderão contar com a forte oposição do "comboio" da W52 / FCPorto (que tem quatro ciclistas entre os primeiros sete homens da geral individual), com Vicente de Mateos (em excelente momento de forma) e Rui Sousa (em despedida do ciclismo), entre outros, especialmente da EFAPEL.

 

Hoje era o dia em que o ausente Joni Brandão seria mais importante no apoio a Nocentini. Esta seria a etapa em que Brandão levaria consigo o italiano serra acima, para depois ambos discutirem a etapa na Guarda, deixando o contra-relógio final a cargo de Alejandro Marque e esperando que Nocentini se defendesse o melhor possível num terreno onde sabe fazê-lo.

As expectativas para o contra-relógio mantêm-se e a dúvida prende-se com o facto de não sabermos se Marque terá hoje capacidade ou indicações para levar Nocentini fresco até à subida final, onde só um restrito grupo de ciclistas chegará na frente.

 

O italiano já mostrou que pode andar sempre junto dos melhores mas, caso tenha de o fazer sozinho, sobretudo na Torre, não sei se terá capacidade para aguentar o desgaste que os azuis-e-brancos implicarão aos mais directos adversários.

Para os mais esquecidos recordo que, no ano passado, embora a etapa tivesse contornos e circunstâncias diferentes (com duas passagens na Torre), Nocentini perdeu na Guarda a possibilidade de lutar por algo, atrasando-se na segunda subida à Torre e terminando a etapa a perder para cima de 20 minutos.

 

Certo que o Nocentini deste ano não é o do ano passado. Não teve quedas, fez uma temporada com resultados interessantes e apresenta-se em boa forma para os dias decisivos da prova mais importante do calendário nacional.

Estes factores ajudam a alimentar a esperança numa surpresa que, ainda assim, se afigura como pouco provável para a maioria dos conhecedores da modalidade, sobretudo do panorama nacional.

Resta-nos a nossa fé e a moral deNocentini, que parece estar em alta.

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Força, Noce! Vence por nós!

 

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