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Grande Artista e Goleador

As primeiras notas da pré-época leonina

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Dos trinta jogadores presentes no estágio a decorrer na Suiça, sete deles têm tido uma utilização residual. Bem sei que nem só em jogo os jogadores são observados mas julgo não ter ainda percebido as intenções de Peseiro.

Vejo as coisas equilibradas no sector defensivo, onde tudo parece definido. O quarteto de defesas-centrais estará fechado, com Coates a juntar-se aos três mais utilizados e, nas laterais, um ou dois dos seis disponíveis acabarão por sair.

 

No meio-campo parece-me haver uma grande indefinição, com a parca utilização de parte das opções e a insistência noutras. Não entendo se a utilização mais acentuada de Petrovic, Misic e Wendel pretende criar rotinas ou definir dispensas, evidenciando carências. Sabendo que Chico Geraldes não foi utilizado no primeiro encontro por gestão de esforço, fica a expectativa por ver mais dele. Para Gauld, parece que ainda não é este ano...

 

Nas posições mais avançadas, são Raphinha, Matheus Pereira e Montero os mais utilizados, sendo que sobretudo os dois extremos têm confirmado as expectativas sobre eles criadas. Jovane tem deixado alguns sinais positivos mas parece-me que Peseiro continua à espera de mais alguma coisa para além de Nani.

Para já, ficam latentes as carências de qualidade e/ou profundidade do meio-campo (inclusive) para a frente. É cedo para tirar conclusões acerca de uma possível constituição final do plantel mas podem bastar duas ou três mexidas para resolver o problema.

 

Por fim, algo que tem de ser invertido e me preocupa. Os clubes com equipa B são obrigadas a inscrever dez jogadores formados localmente (entendem-se desta forma jogadores com três épocas desportivas completas ou 36 meses, entre os 15 e os 21 anos de idade, inclusive, bem como o jogador com idade entre os 15 e os 18 anos, inclusive, que nunca tenha sido inscrito por outra federação nacional). O Sporting tem neste momento treze jogadores na equipa principal nessa condição, sendo que quatro deles são estrangeiros. Não é preocupante mas é revelador das mudanças na política desportiva adoptadas desde há duas épocas para cá e dos efeitos que o final da época passada tiveram neste capítulo.

O plantel tem apenas nove jogadores portugueses (a segunda nacionalidade mais representada é o Brasil, com sete) em trinta e três e apenas oito com passagem pelos nossos escalões de formação.

As rescisões tiveram forte influência nestes números e era importante recuperar Rafael Leão para menorizar os estragos e recuperar alguma esperança na formação, depois da saída de cinco dos seus maiores valores.

Todos os candidatos à presidência do Sporting têm dado ênfase à aposta na formação e parece-me que temos um caminho longo a percorrer para que a influência desta no plantel e, sobretudo no onze, se manifeste novamente de forma indelével.

 

O jogo de preparação de hoje com o Fenerbahçe foi cancelado e deu lugar a um encontro à porta fechada com uma equipa menos cotada. Teremos de esperar para voltar a ver os leões em acção. Quanto aos emigrantes, acho que mereciam uma última oportunidade para ver ao vivo o nosso grande amor.

 

Edit: Afinal parece que há esperança quanto à transmissão televisiva do jogo de hoje. O mesmo não se pode dizer relativamente à possível presença de adeptos do Sporting.

 

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Agenda Leonina

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CICLISMO (Troféu Joaquim Agostinho) - TV Ciclismo (Resumos às 23h na SportTV 5)

 

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Os sinais do primeiro teste

Apesar do resultado negativo, nem tudo o foi no primeiro jogo oficial de preparação do Sporting, versão 2018/19. Com um grupo extenso, José Peseiro utilizou aqueles que achou mais adequados para a fase de preparação em que o plantel se encontra.

Salin foi o guarda-redes titular, com o quarteto defensivo a ser composto por Piccini, André Pinto, Marcelo e Jefferson. Petrovic, Misic e Wendel formaram o trio de meio-campo, enquanto que Matheus Pereira e Raphinha se encarregaram de municiar o avançado e capitão de equipa, Fredy Montero.

O jogo até começou bem para os leões, com Montero a aproveitar as sobras de um livre muito bem executado por Jefferson mas os suíços rapidamente repuseram a igualdade, num lance em que Salin saiu intempestivamente da baliza, deixando-a desguarnecida.

Foi uma partida com algumas boas indicações, tanto individuais como colectivas mas com as habituais dificuldades associadas a um início de época, duro na preparação e com uma carga de trabalho muito elevada. Foram evidentes as pernas pesadas em alguns dos jogadores, sobretudo do sector defensivo e intermediário, pelo que não há grande ilações a tirar desta derrota.

 

No segundo tempo Peseiro lançou, em diferentes períodos, outros onze jogadores; Viviano estreou-se na baliza, com Ristovski, Domingos Duarte, Demiral e Lumor a comporem o quarteto defensivo. João Palhinha e Ryan Gauld foram utilizados no meio-campo, enquanto que as alas ofensivas foram entregues a dois laterais de raiz (Jonathan Silva e Bruno Gaspar). Na frente, Jovane Cabral foi apoio directo a Luc Castaignos.

O Neuchâtel acabaria por completar a reviravolta no marcador neste período, num lance onde médios e defesas centrais não ficaram bem na fotografia.

Retirem-se por isso alguns comportamentos interessantes da equipa, tanto em processo ofensivo como defensivo e um ou outro apontamento de qualidade individual que aguça o apetite para o que aí vem.

Amanhã há novo teste, mais exigente, com o Nice e é de esperar outros jogadores que não alinharam ontem o possam fazer. 

 

 

Aproveito para referir também que a equipa sub-23 recebeu ontem na Academia Sporting o Mafra, no primeiro jogo de pré-temporada. Os leões empataram a uma bola com os recém-promovidos à Ledman LigaPro e Mama Baldé foi o marcador do único golo leonino.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois de um encontro à porta fechada, onde Jovane (2), Piccini, Montero, Matheus e Gauld consubstanciaram uma vitória por meia dúzia sem resposta (frente ao Lancy), hoje é a vez do primeiro jogo oficial de pré-temporada, frente aos suíços do Neuchâtel Xamax, campeões da Challenge League e, por isso, recém promovidos ao principal escalão helvético.

Neste estágio em Nyon estarei com a curiosidade do costume a observar os jogadores e as ideias iniciais do treinador, ciente que nada está ainda definido nem é ainda definitivo.

Naturalmente, é melhor evoluir sobre vitórias e espero que possamos construir um grupo forte com essa base ganhadora.

Acredito e espero que Peseiro opte por dar minutos àqueles jogadores que lhe suscitam dúvidas quanto à sua capacidade para integrar o plantel. São também esses que tenho mais curiosidade em ver jogar, esperando que alguns deles se assumam como peças integrantes do grupo final.

Tenho fé que a abordagem ao mercado possa ser efectivamente cirúrgica e acredito na capacidade da maior parte dos 33 que, por agora, compõem o plantel (apenas 30 integram neste momento o estágio, estando Bruno Fernandes, Coates e Acuña de férias).

Que role a bola e seja o início de uma época em que as nossas expectativas sejam largamente ultrapassadas. Seria bom sinal.

 

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Há os que prometem...

...e há os que cumprem!
Nani regressa ao Sporting pela segunda vez, depois de ter saído em 2007. 

Não chega no seu melhor momento mas, não só continua a ser um grande jogador como vejo desvalorizadas as suas últimas temporadas, mesmo a que fez no Sporting, em 2014/2015.

Da minha parte, Nani é muito bem-vindo!

Por tudo. Pelo seu valor, pela sua experiência, pelo currículo riquíssimo, pela influência que terá no Clube e porque, desengane-se quem o pensar, não está acabado.

Obrigado pelo regresso, leão! 

 

 

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Cumpridas todas as premissas

«Integrem-se os que desejem regressar desde que se retratem e, para isso, o Sporting não tenha de fazer qualquer "esforço financeiro". Os jogadores tinham contratos de longa duração, a maior parte deles negociados recentemente e as rescisões não lhes dão qualquer direito de negociação. O que deve ser-lhes apresentado é, sem alterar uma vírgula, os mesmos contratos que antes vigoravam.»
(Aqui, a 4/7/2018)

 

Assim sendo, bem-vindo de volta, Bruno Fernandes!

 

 

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Uma reflexão sobre as modalidades

Ecletismo e formação são as pedras basilares do nosso Clube. A maior parte das nossas modalidades mais representativas são hoje alvo de um forte investimento que tantas vitórias nos têm dado mas esse investimento tem algo mais para além do retorno positivo das vitórias; há também o reverso da medalha, que se reflecte na maior dificuldade em integrar os atletas da formação nas nossas equipas seniores.

 

Há que avaliar duas vertentes; será o investimento (e consequente aumento de qualidade) que trava a afirmação dos nossos atletas mais jovens ou somos nós que não os preparámos suficientemente bem para que cheguem ao topo com maiores capacidades para se imporem?

Ambas as coisas estão, a meu ver, interligadas e acho que o investimento nas modalidades, do qual sou defensor, se deve reflectir no seu todo e não apenas no topo da pirâmide.

 

Vem esta reflexão a propósito de algumas situações pontuais que verifico, enquanto sócio atento às nossas modalidades.

Não acho sustentável que o projecto do voleibol continue a ignorar a vertente formativa. O projecto faz sentido, veio enriquecer o universo das modalidades e, felizmente, o Museu do Sporting, mas não podemos pensar apenas no presente.

Tanto no feminino como no masculino, o Sporting tem de apostar na formação de atletas que possam no futuro abastecer as suas equipas seniores.

 

Comecei pelo voleibol mas este "apontamento" vem a reboque de uma situação que me tem preocupado, desde há uns dois/três anos e que até acho que já antes aflorei; a formação do nosso atletismo, que é a modalidade do Sporting mais titulada e, entre as históricas, uma das mais queridas dos sócios e adeptos.

Entendo os constrangimentos da formação até aos sub-18. Não sendo um expert na matéria, arrogo-me a descortinar um dos motivos que levam a que o Sporting não tenha um único representante nos campeonatos da Europa de sub-18; os atletas praticam a modalidade sobretudo a nível local e, na maior parte dos casos, só chegam ao radar dos "grandes" quando os atletas ingressam na universidade. Claro que isto não impede que, em Lisboa, hajam talentos com potencial que o Sporting possa integrar desde cedo mas continua a parecer-me que meios menos populosos potenciam mais a prática da modalidade que o meio urbano.

 

Entendo que, hoje, a representatividade do atletismo não seja a mesma de há uns anos, fruto da evolução de algumas modalidades, do aparecimento de outras e do menor espaço mediático do atletismo em Portugal. Assim sendo, vemos a modalidade fora do top 10 de federados no país, num momento em que a vertente amadora até se tem alastrado pelo país.

Há que reforçar o scouting, descobrir talento o mais cedo possível e tentar potenciá-lo, fazendo do atletismo uma modalidade de referência no nosso país, como já foi no passado.

 

Depois de divagar um pouco sobre as causas, chego à consequência que me parece mais preocupante. O Sporting, para além de não estar representado nos europeus de sub-18, não tem também um único atleta em representação de Portugal nos campeonatos do Mundo de sub-20.

É nesta idade que devemos, também, investir. Trazer para junto de nós os melhores do país, permitir que cresçam com o nosso "know-how" e evoluam num ambiente de treino de maior competitividade.

É nesta faixa etária que devemos aperfeiçoar as lacunas que, dentro dos meus conhecimentos, me parecem as maiores. Projectar parcerias ou protocolos com as universidades pode ser um ponto a favor na hora de decidir entre nós e o nosso maior rival. Tudo deve ser ponderado na hora de captar potencial. Não é negligenciável o valor humano e a experiência adquirida de grandes nomes da modalidade, como Carlos Lopes, Fernando Mamede, Francis Obikwelu ou Naide Gomes mas temos de dar tudo na hora de recrutar os melhores.

 

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O plantel 2018/19

 

Tenho acompanhado apenas os resumos dos treinos nos noticiários mas toda a gente parece empenhada em ganhar o seu lugar.

O Sporting tem neste momento mais de 30 jogadores disponíveis e sujeitos à avaliação de José Peseiro. Pese embora as baixas de peso, o plantel continua a estar recheado de qualidade e tenho ainda a esperança que o novo treinador olhe com atenção os treinos dos sub-23 e, quem sabe, não nos surpreende, tal como em 2004/05.

 

Na primeira passagem de Peseiro pelo Sporting, o plantel ficou desfalcado de dois "pesos-pesados" do meio-campo. Paulo Bento e Rui Bento terminaram as respectivas carreiras e Peseiro não teve problemas em apostar num jovem de dezoito anos. O nome hoje não nos é tão simpático como na altura; João Moutinho foi o escolhido para substituir jogadores experientes e internacionais portugueses. O regresso, por empréstimo, de Hugo Viana (então com 22 anos) completou o meio-campo leonino numa equipa que viria, mesmo que não tenha sido bem sucedida, a lutar pelas mais importantes provas até ao último suspiro.

 

O Sporting tem neste momento duas lacunas mais evidentes a preencher; o médio mais recuado e o ponta-de-lança. É possível que tenhamos de esperar pelos desenvolvimentos que envolvem os jogadores que rescindiram para atacarmos o mercado mas eu, antes disso, testava um jogador no meio-campo. Pelas características únicas e distintas de Palhinha e Petrovic, falo de Daniel Bragança. Não estou a dizer que lhe dava o lugar que era de William mas, enquanto se podem fazer experiências, esta era a minha aposta maior. Tenho confiança que Bragança surpreenderia Peseiro e, com Tiago Fernandes na equipa técnica, acho até estranho que não o tenha ainda sugerido.

 

Para substituir Bas Dost, é difícil olhar para Doumbia ou Dala e ver ali o substituto do holandês mas vamos ver se, até termos capacidade para nos reforçar, sobretudo o costa-marfinense dá sinais de poder oferecer mais do que aquilo que nos deu no ano passado. Há muitos jogadores que podem ser potenciados como não foram no passado.

 

Seja como for, acho que se está a desvalorizar em demasia este grupo de jogadores. Eu acredito neles! Não penas por terem mantido confiança e lealdade ao Sporting mas porque têm qualidades óbvias que em muito nos podem ser úteis.

 

Vamos lá, malta! Eu acredito em vocês!

 

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Ainda sobre o pleno das modalidades de pavilhão...

Mais do que uma tábua de salvação, algo a que nos agarramos para amenizar as frustrações do futebol masculino, estas e outras conquistas nas modalidades devem ser, acima de tudo, motivo de orgulho.

Não nos esqueçamos disso. Muito do que é o Sporting está assente na mística das modalidades.

 

 

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O círculo completo de Peseiro

Não sei se por opção ou necessidade, José Peseiro passou a maior parte do período pós-Sporting no médio-oriente. Em doze temporadas apenas treinou na Europa por cinco ocasiões.

Após a saída do Sporting, treinou na Arábia Saudita (curiosamente no mesmo clube que Jesus escolheu para prosseguir carreira) e regressou um ano depois à Europa, onde assumiu o comando do Panathinaikos.

Na Grécia, Peseiro foi 3º no campeonato, tendo depois ganho o playoff de acesso às provas europeias (disputado entre 2º, 3º, 4º e 5º classificados da Liga), colocando o "Pana" na Liga dos Campeões. Foi eliminado da taça pelo Olympiacos e chegou aos 16avos-de-final da Liga Europa. 

 

Seguiu-se uma experiência na Roménia, onde o Rapid Bucareste o despediu após onze jogos (só venceu quatro) sem que lhe tenha pagado um único salário. A coisa resolveu-se em tribunal, com os romenos a terem de vender um jogador para pagar ao treinador português, que depois esteve três anos na selecção da Arábia Saudita, sem resultados de relevo, quer na taça asiática, quer no apuramento (que falhou) para o Mundial 2010.

 

Foi o escolhido para suceder a Leonardo Jardim no Braga, em 2012/13, e ficou em 4º lugar, atrás do Paços de Ferreira de Paulo Fonseca (que viria a substituí-lo na época seguinte). Foi o ano do 7º lugar do Sporting. Porém, apesar da prestação pouco satisfatória na Liga (alicerçada no ano atípico de Jardim, pois Peseiro fez a pontuação normal no Braga), venceu a taça da Liga ao Porto, o único troféu do Braga desde 1966 até então.

 

Seguiram-se dois anos nos Emirados e uns meses no Egipto, onde deixou o Al Ahly na liderança do campeonato para assumir o Porto, que era 3º classificado, a cinco pontos do Sporting de Jesus. Nos dragões, venceu dez jogos em quinze para a Liga e chegou à final da Taça de Portugal, que haveria de perder para o Braga de Paulo Fonseca, nos penaltis.

 

Peseiro acaba por não convencer no Dragão e António Salvador promove o seu regresso a Braga na época seguinte. Em treze jornadas na Liga, venceu oito jogos (tantos quanto Sporting e Porto) e estava a apenas dois pontos do segundo lugar. Foram as prestações na Liga Europa (eliminado na fase de grupos) e na taça de Portugal que precipitaram a sua saída, pois acredito que teria feito melhor do que fez Abel no que restou dessa temporada (acabou em 5º e só venceu sete jogos em vinte e um para o campeonato). Em dezembro o Covilhã eliminou os bracarenses da taça de Portugal e Peseiro regressou aos Emirados, até voltar a receber uma chamada de Portugal.

 

O Vitória Sport Clube, em 9º lugar no campeonato, apostou nele para substituir Pedro Martins mas Peseiro só levou os vimaranenses a quatro vitórias em dez jogos. Acabou em 9º, exactamente a posição onde havia encontrado a equipa, e não mereceu um voto de confiança, chegando assim ao Sporting nas circunstâncias conhecidas.

 

Peseiro é um bom treinador. Não se deu bem nas últimas três experiências em Portugal mas, em duas delas, apanhou o barco em andamento e em circunstâncias desportivamente complicadas. Em Braga foi vítima sobretudo da eliminação na taça. Como se pode ver, as prestações não foram más, como tantas vezes pareceram.

Esta será uma prova de fogo para o ribatejano, que tem aqui uma oportunidade de ouro para contrariar a fama de "pé-frio" e provar a qualidade que muitos lhe reconhecem.

 

Apenas por curiosidade, estas são as percentagens de vitórias na carreira de Peseiro na Europa e das últimas duas escolhas de Bruno de Carvalho para a liderança técnica do Sporting:

José Peseiro - 49,15% (Liga Portuguesa, Liga Grega, Liga Romena e Provas da UEFA)

Siniša Mihajlović - 34,33% (Liga Italiana)

Jorge Jesus - 53,77% (Liga Portuguesa e Provas da UEFA)

 

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José Peseiro é o novo "mister"

Primeiro que tudo, é importante entender o contexto em que o Sporting contrata o treinador.

Gerido por uma comissão de gestão que daqui a pouco mais de dois meses não estará no Clube e após a dispensa dos serviços de Siniša Mihajlović, contratado pelo conselho directivo destituído a apenas cinco dias da Assembleia Geral que viria a mudar o rumo do Sporting, o contexto de estabilidade não seria o ideal para quem quer que fosse o escolhido (ou, melhor, para quem quer que aceitasse o convite).

 

Como não me pronunciei sobre isso, aproveito para dizer que acho bem que Mihajlović tenha visto revogado o seu contrato dentro do período experimental. Os quatro milhões de euros de salário bruto anual e os três anos de contrato, aliados ao seu perfil de treinador e currículo eram uma completa loucura. Inacreditável o contexto em que tudo isto aconteceu, com Bruno de Carvalho a "vender" ao sérvio uma estabilidade ilusória quando tinha à porta uma AG onde seria votada a destituição do conselho directivo ao qual presidia.

 

Ultrapassado este problema, a comissão de gestão presidida na SAD por José Sousa Cintra teria de encontrar uma solução que, sendo temporária (há eleições marcadas para 8 de setembro), reunisse o mínimo de condições para ser bem sucedida.

Assim sendo, acho bem que se tenha optado por um treinador português, identificado com o passado recente do clube e já com uma passagem por Alvalade.

Haveriam personalidades mais adequadas ou apenas mais consensuais mas José Peseiro reúne os requisitos mínimos para a tarefa a que o futuro treinador do Sporting terá de se propor.

 

Não nos iludamos. Não era qualquer treinador que aceitaria treinar o Sporting neste contexto de total incerteza. Teria de ser alguém sem medo, confiante e com "tomates".

Peseiro teve-os. Talvez aqueles que lhe terão faltado na primeira passagem pelo Sporting e que agora se mostram fundamentais para aceitar voltar a Alvalade, com um contrato de curta duração e um possível cenário de despedimento daqui a dois meses.

A verdade é que nenhum bom treinador em funções trocava a sua situação por esta e não é menos verdade que mesmo os bons treinadores que neste momento não têm clube dificilmente o fariam, preferindo esperar por um passo mais seguro para as suas carreiras.

Uma solução interina poderia ter sido tentada mas não sabemos até que ponto isso foi ou não equacionado.

 

José Peseiro é, desde ontem, o treinador do Sporting e, por isso, como não podia deixar de ser, será o meu treinador. É alguém que aprecio como pessoa e a quem reconheço qualidades como treinador de futebol. Fez um bom trabalho na primeira passagem no Sporting, que por pouco não foi bem sucedido e tem uma matriz de jogo virada para o espectáculo, que encaixa na perfeição naquilo que é a identidade do nosso Clube.

Não, Peseiro provavelmente não seria a escolha de nenhum presidente do Sporting (nem a minha) numa situação normal mas pode revelar-se a melhor para o contexto actual. Digo isto sem o mínimo menosprezo pelo novo treinador do Sporting, ciente da sua qualidade mas consciente que o seu passado recente como treinador não abona a favor da sua entrada num clube com as ambições do Sporting.

 

No entanto, nada disto significa que estará, à partida, fragilizado. Não está. Terá apenas pouco tempo para mostrar serviço. Peseiro tem um ano de contrato, com mais um de opção, a exercer, caso assim o deseje o Sporting Clube de Portugal.

Se tudo correr bem (tomara que sim), acredito que possa até vir a tornar-se numa solução a médio prazo, dando a instabilidade inicial lugar a um período onde também o Sporting colha frutos com a sua passagem pelo Clube.

 

Nós só queremos o sucesso do Sporting. Peseiro não o quererá menos que nós. Tem a cabeça no cêpo mas não se escondeu nem teve vergonha de nos representar a todos no campeonato nacional de futebol e na Europa.

Merece crédito por isso e, como tal, terá da minha parte a paciência que pediu na sua apresentação. Não, não serei condescendente. Paciência e condescendência não são sinónimos. Serei exigente com ele mas não deixarei de enquadrar a exigência no contexto.

O Sporting tem um grupo de qualidade, com ou sem os jogadores que rescindiram e tenho a certeza que não será isso que servirá de desculpa na possibilidade das coisas não correrem bem.

Bem-vindo de volta, "mister" José Peseiro! Há trabalho a acabar no Sporting e você certamente encontrará os seus líderes no balneário e a juventude necessária para pincelar o quadro que, desta vez, tenho a esperança que não saia esborratado, depois de parecer que tínhamos ali uma bela obra de arte. Este quadro é para expor, não para guardar na garagem.

 

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Um triplete para os tri-campeões

 

Supertaça, taça de Portugal e Liga SportZone. Três dos quatro títulos nacionais numa época que começou com a conquista da taça de Honra da Associação de Futebol de Lisboa.

Eu tinha dito que as lágrimas seriam de alegria. Que haveria "sangue" e suor. Os jogadores deram tudo, até ao limite das suas forças.

 

Poucas equipas responderiam com esta força a tantas adversidades. Castigos, lesões, desgaste e fadiga extrema, fruto de uma época longa e muito intensa.

Junte-se a isto um adversário forte, que este ano reforçou a equipa com jogadores de muita qualidade que mudaram por completo a abordagem do Benfica a muitos dos jogos no confronto directo connosco e tínhamos a receita perfeita para nos tirarem a possibilidade de fazer aquilo que ainda não tínhamos feito.

 

Mas os nossos foram bravos, estóicos. Esforçaram-se, dedicaram-se e juraram amor e devoção a um clube. Assumiram um compromisso com tal humildade e união que o desfecho só podia ser inédito.

O Sporting é tri-campeão nacional de futsal, vencendo assim o décimo quinto título em menos de trinta anos de campeonato nacional. A hegemonia é de tal forma acentuada que o Sporting venceu o sétimo título nas últimas nove temporadas.

 

Ao contrário da maioria das vezes, concordo com o que ontem disse o treinador do Benfica. Não me lembro de um jogo nos últimos anos em que o rival tenha assumido o controlo e o domínio do jogo durante tanto tempo, frente ao Sporting. Ao contrário do que eu pensava, sobretudo devido às condicionantes que já acima enumerei, o Sporting sentiu-se desconfortável com esse domínio do rival e não conseguiu jogar no erro.

A chegada de Robinho ao Benfica trouxe aos derbies uma variável nova mas, felizmente, o resultado final foi o mesmo. O Sporting soube reagir às adversidades, ao desconforto e veio à tona a raça à qual, na maior parte das vezes, nem precisamos de recorrer.

 

Sem João Matos, sem Cavinato, sem Deo e sem Djô. Com Cardinal, Diogo e Merlim condicionados num ou mais jogos da final. Sem Nuno Dias no banco nos últimos dois jogos e com o rival a precisar apenas de uma vitória em duas oportunidades. 

Só uma verdadeira equipa ultrapassava tudo isto. Só o Sporting poderia ser feliz nestas condições. Porque temos um grupo com qualidade, união e a experiência necessária para não tremer onde a maioria soçobraria.

 

Escolher um MVP de uma final com tantas incidências é complicado mas, pelas condições em que apareceu e sem ter jogado um único minuto em jogo corrido, tenho de escolher Gonçalo Portugal. O guarda-redes leonino foi chamado a intervir em situações de grande pressão, a "frio" e com grande competência e qualidade.

Nos últimos dois jogos da final, evitou dois golos de livre directo e quatro penaltis. Algo verdadeiramente improvável para qualquer guarda-redes do Mundo, muito menos nestas circunstâncias e frente a jogadores de grande qualidade.

 

Termino agradecendo a todos o empenho, dedicação e ambição demonstrados. Aos que ficam e aos que vão, que serão sempre parte do nosso Clube, imortalizados na sua história. As lágrimas que vi na maior parte de vocês, alguns ainda durante o jogo, tocaram-me. Não que eu não soubesse da vossa dedicação, do amor ao clube ou respeito pelos sócios e adeptos mas por poder constatar isso mesmo, sem filtros.

Um homem chora e ontem foram muitos os que o fizeram...de alegria, como eu tinha perspectivado.

Parabéns a todos!

 

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Queremos o tri

Foto de Sporting Clube de Portugal - Futsal.

 

Hoje à tarde, a equipa de futsal do Sporting fará o 52º jogo oficial da temporada. As 45 vitórias averbadas nos 51 jogos anteriores podem culminar hoje no terceiro título da temporada, lembrando que o Sporting foi novamente vice-campeão europeu.

Os playoff foram introduzidos em Portugal na temporada 2004/2005 e, desde então, o Sporting juntou sete títulos aos sete que já tinha antes. Hoje poderemos atingir o 15º título nacional em 27 temporadas no topo do futsal português.

 

Sempre que saiu vencedor da fase regular, o Sporting foi campeão nacional mas nunca conseguiu vencer uma final a 5 jogos.

Curiosamente, na única ocasião em que disputou uma final até ao derradeiro encontro, perdeu o título para o Benfica depois de ter estado na frente da final por 2-1 e de um jogo 4 em que os encarnados venceram em casa do Sporting no desempate através de pontapés de penalti.

Hoje a história pode inverter-se, com o Sporting a manter a tradição de vencer sempre que ganha a fase regular, quebrando a "malapata" de ter saído derrotado na única final disputada a 5 jogos (o Benfica havia ganhado outra em 5 encontros, ao Belenenses).

 

Em 2011/2012, na tal final perdida no jogo 5, o título decidiu-se em casa do rival, com uma vantagem tangencial no prolongamento.

Hoje temos um trunfo importante que se tem revelado talismã. O Pavilhão João Rocha tem sido casa de vitórias e todos quantos lá jogaram foram campeões nacionais.

Juntando a isso a qualidade, entrega e união dos nossos jogadores e a simbiose perfeita com os adeptos, temos a fórmula perfeita para mais uma tarde de glória que pode fechar a temporada da melhor forma para os comandados de Nuno Dias, que não poderá hoje estar no banco, devido a castigo.

 

Deo e Djô são também baixas confirmadas para o encontro, por castigos decorrentes dos jogos 3 e 4 e João Matos, lesionado, também não fará parte das contas para o jogo decisivo. Espera-se que Cavinato regresse, após não ter alinhado no jogo da Luz e espera-se um Pavilhão João Rocha em ebulição, a empurrar os rapazes de verde-e-branco, rumo à vitória.

Com o trio de pivots novamente disponível, é um Sporting mais perto da máxima força, o que se apresentará hoje. Divanei tem mostrado que quer mais uma saída em grande e tem elevado o seu nível nos jogos da final, onde apontou 2 dos seus 5 golos na Liga SportZone.

Espera-se sangue, suor e lágrimas...de alegria.

Força, Sporting! Que possamos dedicar este título ao nosso capitão.

 

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Agenda Leonina

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Toda a informação relativa aos Jogos do Mediterrâneo está alojada em post específico (link)

 

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Resultados dos atletas do Sporting nos Jogos do Mediterrâneo (em actualização)

 ANDEBOL (Manuel Gaspar e Nuno Reis) 

Grupo B | Espanha 34-22 Portugal
Grupo B | Grécia 28-28 Portugal
1/4 Final | Turquia 31-29 Portugal
5º-8º Lugares | Argélia 32-33 Portugal
5º/6º Lugares | Portugal 25-31 Eslovénia / 5º Lugar

 

 ATLETISMO 

4x100m M | 3º Ancuiam Lopes -  MEDALHA DE PRATA 
Comprimento M | Miguel Marques qualificou-se para a final mas não alinhou no dia decisivo -  RECORDE PESSOAL (7,75m) 
200m F | 11º Filipa Martins
400m F | 5º Cátia Azevedo
5000m F | 2º Inês Monteiro -  MEDALHA DE PRATA 
400m barreiras F | 5º Andreia Crespo
4x400m F |
 5º Filipa Martins / Andreia Crespo / Cátia Azevedo
Disco F | 4º Irina Rodrigues
Comprimento F | 5º Evelise Veiga -  RECORDE PESSOAL (6,61m)  / MÍNIMOS EUROPEU SENIORES  / RECORDE NACIONAL SUB-23 
Vara F | 7º Marta Onofre
              7º Maria Leonor Tavares 
Triplo F | 6º Patrícia Mamona

 

 CICLISMO 

Prova de Fundo | 5º Mario Gonzalez m.t
                              6º Joni Brandão m.t
                              9º Frederico Figueiredo m.t
                            11º Alvaro Trueba m.t

 

 JUDO 

-81Kg / Quartos-de-Final | Anri Egutidze foi derrotado (ippon) pelo grego Alexios Ntanatsidis
-81Kg / Repescagem 1 | Anri Egutidze venceu Aristos Michael (Chipre) por ippon.
-81Kg / Repescagem 1 | Anri Egutidze venceu Ashraf Moutii (Marrocos) por ippon.
-81Kg / Combate Bronze | Anri Egutidze venceu Alfonso Solana (Espanha) por waza-ari -  MEDALHA DE BRONZE 

 

 NATAÇÃO 

200m livres M | 16º João Vital
1500m livres M | 6º Guilherme Pina
50m bruços M | 7º Alexis Santos
100m bruços M | 17º Alexis Santos
50m costas M | 7º Alexis Santos
100m costas M | 12º Francisco Santos 
200m costas M | 13º Francisco Santos
                            15º João Vital
200m estilos M | 3º Alexis Santos -  MEDALHA DE BRONZE 
400m estilos M | 3º João Vital -  MEDALHA DE BRONZE 
50m livres F | 22º Inês Fernandes
50m costas F | 12º Inês Fernandes
50m mariposa F | 17º Inês Fernandes
100m mariposa F | 14º Inês Fernandes
200m estilos F | 10º Inês Fernandes

 

 REMO 

LM 1x / Qualificação | Pedro Fraga apurado para as meias-finais
LM 1x / Meias-Finais | Pedro Fraga apurado para a final A
LM 1x / Final A | 2º Pedro Fraga -  MEDALHA DE PRATA 

 

 TÉNIS DE MESA 

Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 0-4 Alexandre Robinot (7-11; 4-11; 15-17; 8-11)
Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 4-0 Sadush Tosuni (11-8; 11-4; 11-7; 11-3)
Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 4-0 Kreshnik Mahmuti (11-5; 11-3; 11-6; 11-5)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 1-4 Omar Assar (7-11; 6-11; 7-11; 13-11; 5-11)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 4-1 Ibrahim Gunduz (6-11; 11-9; 11-8; 11-8; 11-9)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 4-2 Marios Yiangou (11-7; 9-11; 6-11; 12-10; 11-9; 13-11)
Individual - Quartos-de-Final | Diogo Carvalho 1-4 Alexandre Robinot (6-11; 5-11; 11-8; 6-11; 4-11)

Colectivo - 1ª Fase / Grupo B | Portugal 0-3 Eslovénia
                                                 Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 0-3 Jorgic / Tokic (5-11; 7-11; 9-11)
Colectivo - 1ª Fase / Grupo B | Portugal 3-1 Grécia
                                         Singulares | Diogo Carvalho 1-3 Konstantinos Angelakis (4-11; 10-12; 11-9; 6-11)
                                                 Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 3-1 Konstantinopoulos / Sgouropoulos (11-4; 4-11; 11-9; 11-7)
                                         Singulares | Diogo Carvalho 3-1 Sgouropoulos (9-11; 11-8; 11-8; 11-6)
Colectivo - Quartos-de-Final | Portugal 3-1 Itália

Colectivo - 3º / 4º Lugares | Portugal 3-2 Espanha -  MEDALHA DE BRONZE 
                                   Singulares | Diogo Carvalho 1-3 Machado Sobrados (11-5; 8-11; 10-12; 6-11)
                                           Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 3-1 Franco Medina / Machado Sobrados (7-11; 11-4; 11-8; 11-3)
                                   Singulares | Diogo Carvalho 0-1 Cantero Juncal (6-11; 11-7; 7-11; 11-7; 11-6)

 

 TIRO 

P10m | 3º João Costa -  MEDALHA DE BRONZE 

 

 TIRO COM ARCO 

Individual | 17º Jorge Alves (Eliminado nos 16avos-de-final por 0-6, frente ao esloveno Rok Bizjak)
Colectivo | 5º Portugal (Jorge Alves) - Eliminado nos Quartos-de-Final por 4-5, por um ponto, frente à Eslovénia, que viria a vencer a medalha de prata

 

 VOLEIBOL DE PRAIA 

1ª Fase / Grupo A | Kibinho / Roberto Reis 2-0 Berisha / Mustafa (21-11; 21-12)
1ª Fase / Grupo A | Kibinho / Roberto Reis 0-2 Rossi / Caminati (15-21; 13-21)
Oitavos-de-Final | Kibinho / Roberto Reis 0-2 Gauthier / Thiercy (14-21; 19-21)

 

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É Sporting! É Portugal!

O Sporting vence na Luz (5-5 / 0-2 g.p) e é no João Rocha que tudo se vai decidir...

 

 

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Tudo sobre a Gamebox 2018/19

Gamebox 2018-19.png

 

A Gamebox deste ano reflecte ainda aquilo que era a política idealizada pela anterior direcção, que resolveu manter o preço na maior parte dos sectores do estádio.

Importa relevar que estes preços não sofrerão qualquer alteração com a mudança de conselho directivo, visto que o período de renovação já se iniciou no passado dia 20, estendendo-se até dia 4 de julho. A partir de 7 de julho e após libertados os lugares dos sócios que não renovarem o seu lugar, seguirão as vendas para novos compradores.

A Gamebox deste ano inclui menos um jogo do que a da temporada passada mas tem a particularidade de poder dar acesso a mais dois (que poderão fazer com que acabe por ter mais um jogo do que em 2017/18). Refiro-me a jogos da Liga Europa, que estarão incluídos até aos oitavos-de-final, em caso de qualificação.

Os únicos sócios que terão de pagar mais em relação à temporada passada serão aqueles que tiverem os seus lugares na bancada B, nos sectores laterais ou superiores. A central (A e B), lateral A e Superior A mantêm exactamente o mesmo preço. Desta forma, ainda que hajam sócios de categoria A com lugar nestes sectores, julgo que a ideia seria que a maioria de sócios de categoria B suportassem esse aumento, visto que pagam uma quota inferior e só podem ocupar a bancada B do Estádio José Alvalade sendo, por isso, os principais interessados nesses lugares (as mais elevadas e afastadas do relvado).

 

Assim sendo, a Gamebox 2018/19 inclui:

- Jogo de Apresentação;
- Troféu “Cinco Violinos”;
- 17 Liga NOS;
- 2 Taça da Liga;
- Fase de Grupos Liga Europa;
- 16-Avos e Oitavos Liga Europa; *em caso de sucesso

 

Aos adeptos que apoiam incondicionalmente o Sporting não devem deixar de mostrar a sua vontade, comprando a Gamebox e mantendo assim as excelentes médias de assistência no nosso estádio nas últimas temporadas.

Quanto a mim, depois de dois anos em que o nascimento de mais um filho me impediu de ir a Alvalade com regularidade devido aos constrangimentos familiares que daí advêm, estarei de regresso esta temporada ao convívio dos nossos e ao apoio à nossa equipa.

 

Qualquer dúvida, não hesitem em consultar a página para o efeito, no site oficial do Sporting Clube de Portugal (link). Para o caso de quererem uma análise comparativa mais detalhada, relativamente à temporada passada, fica aqui o link do post respectivo.

 

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