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Grande Artista e Goleador

Pensamento do dia

É público, já o manifestei diversas vezes, que não gosto da Liga Europa enquanto competição. Não a considero com grande visibilidade nem grande impacto mediático, será sempre o parente pobre das competições europeias e acaba por causar nas equipas que a disputam um maior desgaste físico que a Liga dos Campeões.

Por todos estes motivos e mais uns quantos, devem imaginar-me pouco entusiasmado com a possibilidade (ainda não garantida) de vir a disputar a prova. Ainda assim, tenho noção que o ranking europeu do Sporting é baixo e nada consentâneo com aquilo que pretendemos ser enquanto Clube.

Se nos queremos afirmar na Europa, teremos de garantir a presença nesta Liga Europa e fazer uma prestação que nos honre e amealhe uns pontos para o nosso pobre ranking da UEFA.

 

Mas, assim de repente, salta-me à vista algo que pode tornar a competição mais atraente para os adeptos e talvez até para os próprios jogadores. O fracasso dos rivais na Champions levaria cada um deles para a Liga Europa, onde esperamos também marcar presença.

Atacar esta competição com a pressão extra de ter nela inserida os nossos rivais internos seria um aliciante para mim e, mais importante que isso, colocaria em pé de igualdade os três rivais no que à gestão do plantel entre competições europeias e nacionais diz respeito. Poderão até ser quatro as equipas portuguesas presentes, pois o Braga está em condições de se qualificar para a fase seguinte da prova.

 

Dentro daquilo que é a desilusão de não seguir em frente na Liga milionária e a possibilidade de ter de encarar uma Liga Europa, este seria talvez o maior factor motivacional que encontro.

Veremos como correm as coisas a Porto e Benfica que, no mínimo, têm a Liga Europa garantida e espero que, na 4ª feira, não nos deixemos surpreender em Varsóvia, onde vai estar um gelo descomunal, nada condizente com aquilo que estamos habituados em Portugal.

 

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2015/16: A Onda Verde

Terminada que está a época, é tempo de fazer também o rescaldo da Onda Verde. É sabido que os Sportinguistas bateram todos os recordes de assistência em casa e que não pouparam esforços na hora de apoiar a equipa fora mas falta quantificar e comparar com o passado recente.

Apesar do Sporting ter noticiado uma média superior a 40 mil adeptos por jogo, tal não corresponde à realidade e confesso não saber como se chegou aos 40017 espectadores veiculados pelos nossos meios de comunicação oficiais.

A média foi de 39988 espectadores por jogo (a 2ª da nossa Liga, atrás do Benfica - 50322) e a taxa de ocupação de 80% (a 2ª da nossa Liga, atrás do Marítimo - 85%).

Os maior parte das equipas da 1ª Liga subiram este ano as suas médias de assistência e só dois pioraram os seus registos de 2014/15. Um bom indicador que deverá fazer a Liga pensar em formas de melhorar ainda mais estes números (talvez com maior transparência e melhores espectáculos a coisa possa atingir outros patamares).

Vamos aos números:

Média em casa.png

Média em casa sem grandes.png

Percentagem ocupação em casa.png

Percentagem ocupação em casa sem grandes.png

Percentagem ocupação fora.png

Percentagem ocupação fora sem grandes.png

 

COMPARATIVO COM A ÉPOCA ANTERIOR

Comparativo assistências Liga.png

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Mais uma final

Num momento em que a máquina de propaganda lampiã funciona a todo o vapor e Bruno de Carvalho dispara em todas as direcções, há quem nem se lembre que amanhã há mais uma final, um jogo importante que, mais uma vez, pode definir o nosso futuro na competição.

 

Naturalmente, esperamos que nada fique decidido. Só uma vitória do Sporting adia as decisões por, pelo menos, mais uma semana e, para que isso aconteça, Jorge Jesus e os nossos jogadores terão de matar (mais) um 'borrego'.

 

O Sporting não vence no Porto desde que Rodrigo Tello silenciou o Dragão e relançou então a Liga 2006/07, que o Porto haveria de acabar por vencer.

Pior que isso, nas últimas 40 épocas o Sporting tem apenas 3 vitórias em casa do Porto:

1975/76 - 2-3, com golos de Chico Faria, Manuel Fernandes e Baltasar;

1996/97 - 1-2, com golos de Beto e Pedro Barbosa;

2006/07 - 0-1, com um golo de Rodrigo Tello.

Pelo meio, 25 derrotas e 12 empates.

Há 8 épocas que não vencemos para o Campeonato e há 6 que perdemos de forma consecutiva, perfazendo a pior série de derrotas da história só igualada entre 1985/86 e 1990/91.

 

Por muito que estejamos num momento extraordinário de forma e que o Porto ande errático à espera da final da Taça de Portugal que, não salvando a época do maior investimento de sempre, pode dar um título que o Porto não vence desde a Taça de Portugal de 2012/13, não há como negar que, independentemente dos momentos de forma das duas equipas ou da classificação, jogar no estádio do Porto é historicamente dificílimo e os 16% de vitórias em toda a história comprovam-no.

 

Pior...apenas por 5 vezes o Sporting foi ao Porto nas últimas 3 jornadas e perdeu sempre.

Dessas 5 vezes só numa o Sporting foi campeão. O jogo realizou-se na última jornada, com o título já garantido (1981/82).

Também apenas numa das restantes 4 vezes o Sporting se apresentou no Porto ainda com possibilidades de disputar o título, em 1970/71. Perdemos e deixámos fugir o Benfica, que viria a sagrar-se campeão.

Nas três vezes que restam, o Sporting foi ao Porto cumprir calendário, visto que se encontrava já fora da luta pelo título.

 

Por todos estes motivos, Jorge Jesus e a sua equipa têm pela frente um dos maiores 'borregos' da história e a possibilidade de fazer algo nunca antes feito, mantendo assim acesa a chama do título.

Só uma equipa no máximo das suas capacidades, concentrada e focada alcançará o desejado objectivo, os três pontos e nós, adeptos, temos a nossa parte a fazer.

Eu acredito e vou lá estar para ajudar.

 

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Ponto da situação da Onda Verde

A quatro jornadas do final, parece-me pertinente fazer um ponto de situação da Onda Verde, comparando-a com a dos rivais.

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Tal como no último update, mantemo-nos líderes em percentagem de ocupação no próprio estádio, embora os adeptos benfiquistas tenham começado nas últimas semanas a subir este percentil.O Porto encontra-se em queda livre, tanto nos jogos em casa, como nos jogos fora. Fora, tanto Sporting como Benfica viram a percentagens de ocupação subir, mantendo essa tendência.

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Em casa, há três jogos consecutivos que Sporting e Benfica vêm as suas médias subir. Em contraponto, a média de assistência do Porto desce há 10 jogos consecutivos, situação que sofrerá inversão dentro em breve, assim que o Sporting visite o Estádio do Dragão. O Benfica lidera sem surpresa neste parâmetro.

Onda Verde 2.png

As médias decrescem em 2 mil espectadores se excluirmos da contagem os jogos grandes. Há 7 jogos consecutivos que a média cresce em Alvalade. Na Luz, há 5 jogos que a tendência é crescente. No Dragão, há 11 jogos consecutivos que a média cai.

Onda Verde 3.png

Depois de na 1ª metade da época o Porto ter sido o clube que mais encheu o seu estádio, o Sporting assumiu a liderança deste dado estatístico, que mantêm há 7 jogos em sua casa. O Benfica nunca teve uma percentagem de ocupação do seu estádio superior aos dois rivais em toda a temporada.

Onda Verde 4.png

Mesmo excluído os jogos grandes da equação, a tendência mantêm-se. O Porto foi 'rei' na 1ª metade da temporada, para depois passar o 'trono' ao Sporting.

Onda Verde 5.png

Sporting e Benfica têm-se mantido a uma distância mais ou menos constante na ocupação dos estádios dos adversários. O Porto vem-se afastando dos rivais. Neste ponto, de realçar apenas que o Benfica não foi a Arouca, tendo sido deslocado o jogo para Aveiro (o que não significa que não preenchesse 78% do Estádio Municipal de Arouca, como fez em Aveiro).

Onda Verde 6.png

Excluído as deslocações ao campo dos outros grandes, o Benfica perde 3 pontos percentuais, o Sporting 2 e o Porto 6, facto que mostra que são os Sportinguistas quem menos oscila na sua falange de apoio.

 

Já pouco se alterará até final da temporada. Espera-se que Sporting, Benfica e Porto acabem por subir as suas médias em casa. Os dois primeiros pela disputa pelo título, o Porto porque recebe o Sporting. Fora, parece que a Onda Vermelha vai bater a verde em todos os aspectos, excepto no qualitativo.

 

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Meritocracia ou propaganda

Foi já sem qualquer espanto que se assistiu à estreia de Renato Sanches na selecção nacional. Tem sido frequente esta tentativa de valorizar os poucos talentos nacionais emergentes na equipa do Benfica e, não discutindo o valor do jogador, é discutível a diferença de tratamento para jogadores do Sporting com rendimento ou utilização semelhantes.

O caso de Renato Sanches, de todos, nem é o mais escandaloso. Não podemos ignorar o facto do jogador se ter imposto em definitivo na equipa principal dos encarnados e de ser inclusive uma peça importante no onze.

Mas é fácil identificar aqui um padrão. Nélson Oliveira, Ivan Cavaleiro, Nélson Semedo, Gonçalo Guedes e Renato Sanches. Por esta ordem os vimos estrear na principal equipa nacional. Todos com um propósito propagandístico de valorização no mercado ou 'justificação' a futuros investidores. Todos incluídos num complot financeiro que tem privilegiado nos últimos anos o Benfica e que conta com a missão propagandística da comunicação social, sobretudo a escrita que, "silenciosamente", vai montando o circo mediático com capas de jornais sucessivas como que na tentativa de justificar estas chamadas.

Ivan Cavaleiro foi vendido por 15M€ (mesmo que sejam dos da treta) depois duas internacionalizações incompreensíveis.

Nélson Oliveira foi convocado sem quase passar pelos sub-21, depois de "meia-dúzia" de jogos em competições secundárias e com um número de golos marcados ridículo para a posição que ocupa.

Nélson Semedo, Gonçalo Guedes e Renato Sanches fazem parte da vaga que tenta vender a ideia de aposta na formação para os lados da Luz (mesmo que Semedo não tenha sido lá formado). Todos foram chamados sem reservas e, nos casos de Semedo e Guedes, sem qualquer motivos que o justificassem.

Semedo não passou por nenhum dos escalões jovens nacionais. Bastou o agenciamento de Jorge Mendes (algo comum a todos estes casos) para lhe valer uma chamada.

Guedes tem quase tantas internacionalizações "A" como pelos sub-21 quando nada provou que justificasse queimar etapas, prova disso, são as poucas internacionalizações sub-21, onde sai maioritariamente do banco.

Renato Sanches foi convocado para justificar o alto valor pelo qual será vendido no final desta época (até porque as coisas estão complicadas em termos de finanças para os lados da Luz) e nem passou ainda pelos sub-21. Diria que estamos em frente de um fora de série...ou talvez não.

Volto a dizer, aceito até a chamada do Renato mas critico o tratamento diferenciado para com os jovens do Sporting na última década.

Vejam quantos jogos e minutos tiveram de fazer os jogadores do Benfica para se estrearem na selecção e a idade com que o fizeram:

Meritocracia vs Propaganda.png

Tal como no Benfica, também o Porto tem apostado muito pouco em jogadores portugueses nos últimos anos e, por isso, são poucos os exemplos de chamadas à selecção. Também aqui há casos paradigmáticos de valorização espontânea. 

Bastou a Licá aparecer no Porto para merecer uma internacionalização. Fenómeno idêntico para Josué, que acumulou 4 presenças na selecção nacional e até deu para Miguel Lopes também ser chamado.

Rúben Neves, fenómeno idêntico a Renato Sanches (ambos com qualidade e potencial imenso), precisou de participar em quase o dobro dos jogos para merecer uma chamada à selecção.

Vejam um quadro idêntico para os jogadores do Porto citados:

Meritocracia vs Propaganda 1.png

Depois, como é lógico, não posso criticar a falta de "renovação" da selecção (como já fiz) e castrar a entrada de todos os jovens só porque estes não jogam no Sporting. Não é isso que pretendo fazer.

Têm é de haver critérios claros. Principalmente qualidade, potencial. minutos e influência nas equipas onde actuam.

Assim sendo, assumo as chamadas de Renato Sanches e Rúben Neves como normais e naturais. Preenchem todos os requisitos e, embora tenham ainda imensos defeitos, não deixam de merecer uma chamada para um particular da selecção, até como forma de integração futura e motivação extra.

Curiosamente, parece que para os jogadores do Sporting há sempre algo mais a provar. E para sustentar esta "teoria" analisemos mais de duas dezenas de casos distintos.

Começo pelos que, embora não tenham justificado uma chamada, não fizeram no Sporting menos do que alguns supracitados nem apresentavam qualidade ou rendimento muito distintos dos mesmos (estes nunca chegaram a estrear-se na selecção):

Meritocracia vs Propaganda 2.png

Claro que podemos também alegar a maior competitividade e qualidade de selecções anteriores, que possam ter dificultado a entrada de algum dos que acabo de mencionar mas, recordo, só reclamo da chamada para um amigável, como foi concedido a outros, ressalvando que nenhum deles terá feito o suficiente para uma chamada.

No entanto, era Abel menos fiável que Miguel Lopes? Que terá faltado a Esgaio (titular em todo o Euro sub-21) para ser ultrapassado por Nélson Semedo? O que não tinha Mané que Cavaleiro mostrava? O que viram em Licá que Wilson não fazia? Comparem o rendimento de Saleiro com o de Nélson Oliveira (embora neste caso a concorrência que enfrentava o jogador do Sporting e os seus fracos atributos nem o considerem como equacionável na altura).

...

Sigo com alguns que são internacionais mas nunca foram chamados enquanto jogaram no Sporting:

Meritocracia vs Propaganda 3.png

Daniel Carriço mereceu amplamente uma chamada enquanto jogador do Sporting e Cristiano Ronaldo, pese embora o imenso talento para a sua posição quando apareceu em 2002/03, só foi chamado imediatamente depois de se transferir para Manchesterem 31 presenças na equipa do Sporting serviram para marcar presença num amigável. Olhem para cima e riam...

A última lista mostra os jogadores que justificadamente se estrearam na selecção enquanto serviam as cores do Sporting e vejam as diferenças:

Meritocracia vs Propaganda 4.png

Só João Mário e William Carvalho foram precoces mas ambos justificaram plenamente a aposta.

João Moutinho e Nani são os casos mais semelhante ao de Renato Sanches ou Rúben Neves, até pelas semelhanças na idade com que se estrearam.

André Martins, André Santos e Paulo Oliveira são casos de afirmação já em idade sub-23, pelo que me parece que as chamadas terão surgido na altura certa.

Tonel chegou ao Sporting mais velho, justificou a chamada, e foi chamado também ele quando foi possível, até porque sempre estivemos bem servidos de defesas centrais.

Todos os restantes casos demonstram jogadores que demoraram demasiado tempo a receber a merecida chamada à equipa que cada vez menos é a de todos nós.

Os casos de Adrien e Cédric são um escândalo. Adrien precisou mesmo de duas convocatórias para se estrear, visto que na 1ª não foi utilizado em ambos os jogos. Miguel Veloso precisou de quase o dobro dos jogos pelo Sporting do que os que Sanches fez pelo Benfica. Yannick era no mínimo idêntico a Licá, Cavaleiro ou Guedes e basta ver as diferenças nos números apresentados. Procurem quanto precisou de jogar Anthony Lopes para se estrear e comparem com Rui Patrício.

Sim, em jeito de conclusão (até porque isto já vai mais longo do que esperava) parece-me óbvio que é mais difícil ser chamado à selecção jogando no Sporting ou não sendo agenciado pelo Mendes.

A Onda Verde: Podemos e devemos fazer mais e melhor

Resolvi fazer um ponto da situação relativamente às médias de assistências dos 3 grandes nas várias competições.

A média, na Liga Portuguesa, foi dividida entre os totais absolutos e os jogos com as equipas ditas pequenas, tanto em casa, como fora.

Faz mais sentido, tendo em conta que nem todos os embates entre os grandes estão realizados e estes inflacionam positivamente as médias.

Comparar as médias dos jogos com os ditos pequenos dá uma perspectiva mais realista da verdadeira militância de cada um dos clubes e parece-me ser essa a bitola de onde devemos partir para melhorar.

Acrescentei também a taxa de ocupação média em todas as categorias pois, sobretudo nos jogos fora, dá uma ideia mais realista devido às diferenças de lotação entre os estádios dos oponentes.

Assistências.png

CONCLUSÕES

LIGA PORTUGUESA (Em casa)

- Não é surpreendente que seja o Benfica a deter uma média de assistências superior às dos rivais. Tem uma massa adepta maior (14 milhões em todo o mundo, não é?) e um estádio de maiores dimensões.
- Curiosamente, a percentagem de ocupação dos estádios, tanto na totalidade dos jogos como apenas nos jogos frente às equipas ditas pequenas, é favorável ao Porto e bastante semelhante entre os três clubes.
- Estamos atrás dos rivais tanto em média de espectadores como em taxa de ocupação e, mesmo que tenhamos menos dois jogos em casa que os rivais e possamos melhorar os nossos números (convém lembrar que, entre os três, o Sporting é o único que ainda não teve jogos grandes em sua casa), parece-me cada vez mais importante apelar à mobilização dos Sportinguistas.

LIGA PORTUGUESA (Fora)

Pelos motivos já enumerados acima, vou centrar-me mais nas taxas de ocupação, devido às discrepâncias na lotação dos estádios onde cada um já jogou.
- Sporting e Benfica apresentam exactamente a mesma taxa de ocupação nos jogos fora (70%) e bem longe da capacidade mobilizadora do Porto (apenas 40%, ressalvando o facto do Porto ainda não se ter deslocado ao estádio de nenhum dos rivais, ao contrário de Sporting e Benfica).
- Excluindo os jogos grandes, voltam a destacar-se Benfica (59%) e Sporting (56%) relativamente ao Porto (40%).

COMPETIÇÕES EUROPEIAS

Aqui vou centrar-me apenas nos jogos em casa.
- O Sporting parece sair prejudicado por jogar uma competição menos apelativa que os rivais. A Liga Europa não tem a capacidade de mobilizar adeptos como a Champions e, depois de mais de 40 mil terem assistido à pré-eliminatória frente ao CSKA, a média decresceu drasticamente.
- O Benfica apresenta a melhor média de espectadores, apenas ligeiramente acima do Porto (que apresenta uma taxa de ocupação superior).

TAÇA DE PORTUGAL

Deixei os dados mais por curiosidade, pois não me parecem relevantes. Os jogos têm impacto muito diferente nos adeptos e, regra geral, são menos apelativos e interessantes.

Leitura recomendada

Análise aos Relatórios & Contas dos 3 grandes por: O Artista do Dia

Parte 1 - O endividamento

Parte 2 - Os custos com o pessoal

Parte 3 - Os proveitos e custos operacionais

Uma proibição que nada proíbe

Porto Doyen.png

Mas a Doyen não é um fundo?
Os fundos não estão proibidos?
Sim, eu sei que não vão ficar com uma percentagem do passe mas ficarão com uma percentagem da venda.
E isso não é a mesma coisa?!

O cerco começa a apertar

"A transferência recorde de 54 milhões de euros do defesa Eliaquim Mangala do Porto para o líder da Premier League, Manchester City pode ter explicitamente violado uma regra de longa data do futebol mundial."

(...)

"Documentos analisados pela Bloomberg incluem uma carta entre os dirigentes do Porto e a Doyen, em que o clube de futebol cedeu ao fundo o poder de negociar a sua percentagem do passe de Mangala. Esse acordo parece saltar as regras da FIFA à data, que proibiu terceiros de influenciar as negociações das transferências entre clubes."

(...)

"Se o comité da FIFA decidir que o Porto quebrou as regras, o clube pode ser multado ou impedido de contratar jogadores"

(...)

"O timing da investigação da FIFA vem num momento sensível para a Doyen, que espera uma decisão do Tribunal Arbitral do Desporto sobre outra transferência de perfil elevado. O Sporting recusou pagar ao fundo a sua percentagem da transferência de 20 milhões de euros de Marcos Rojo para o Manchester United, alegando que este pressionou o clube a transferir o jogador apesar deste o querer manter."

"A Doyen desafiou também a mais recente proibição da FIFA de investir na contratação de jogadores e o desfecho do caso Rojo e este novo inquérito pode influenciar os processos desse tribunal. A prática começou na América do Sul e espalhou-se por várias partes da Europa, com os clubes a usar o dinheiro de investidores para pagar jogadores que dizem não poder pagar."


Tentei traduzir o melhor possível e cingi-me às partes que me parecem mais importantes mas o artigo original, publicado no Bloomberg, pode ser consultado AQUI.

10 anos de formação nos 3 grandes

Já fiz este exercício no ano passado e podem consultá-lo aqui. Voltei a não contabilizar jogadores com menos de 450 minutos jogados (5 jogos completos) pela primeira equipa por não considerar verdadeiramente uma aposta num jogador que jogue menos que isto (tendo em conta que uma época nunca tem menos de 40 jogos, parece-me razoável).

Claro que a bandeira da aposta na formação é algo que nós, Sportinguistas, muito nos orgulhamos e bem sei que isso só por si não quer dizer nada de especial. O facto de apostarmos nos jovens não nos trouxe mais títulos que aos rivais mas isto é mais uma questão de convicção do que outra coisa. Apostamos neles porque têm qualidade, mesmo que essa qualidade ainda não seja suficiente para suplantar rivais mais apetrechados com talento vindo de outros lados do globo.

Temos tentado inverter essa tendência de vitórias e, a verdade, é que numa época vencemos dois títulos (no caso da Supertaça, parece-me lógico contabilizar o jogo correspondente à época em questão, mesmo que estes sejam jogados na temporada seguinte) e vimos o Benfica aproximar-se do Porto no número de títulos totais na última década.

Para entrarem na contagem, é necessário que os jogadores tenham passado pelo menos uma temporada nos escalões de formação do clube em questão.

Assim sendo, vamos aos números:

SPORTING

30 jogadores da formação, utilizados com regularidade nas últimas 10 épocas. A saber: Marco Caneira, Miguel Garcia, Paíto, Beto, Carlos Martins, Nani, Custódio, João Moutinho, Silvestre Varela, Miguel Veloso, Yannick Djaló, Rui Patrício, Adrien Silva, Bruno Pereirinha, Daniel Carriço, André Marques, Carlos Saleiro, André Santos, Renato Neto, André Martins, Diego Rubio, Tiago Ilori, Cédric Soares, Eric Dier, Bruma, William Carvalho, Wilson Eduardo, Carlos Mané, Tobias Figueiredo e João Mário.

O Sporting utiliza com regularidade, em média, 8 jogadores da formação por temporada.

Total de 157146 minutos. Rui Patrício é o mais utilizado, com 27445 minutos em oito épocas (média aproximada de 3431 minutos por temporada).

A época de 2014/2015, foi aquela em que mais minutos foram dados aos jogadores formados no clube (25799).

No total, os 30 jogadores utilizados acumulam nas seleções principais dos respectivos países 415 internacionalizações (média aproximada de 14 internacionalizações por jogador), sendo Nani o mais internacional, com 88 presenças pela selecção portuguesa.

É importante dizer que a esmagadora maioria destes 30 jogadores eram/são jovens em início de carreira e os que não eram tiveram a oportunidade de jogar no Sporting enquanto jovens (Caneira e Beto).

Durante as últimas 10 temporadas, o Sporting conquistou 6 títulos nacionais (3 taças de Portugal e 3 supertaças).

BENFICA

11 jogadores da formação, utilizados com regularidade nas últimas 10 épocas. A saber: Rui Nereu, Manuel Fernandes, João Pereira, Rui Costa, Miguel Vítor, Rúben Amorim, Roderick Miranda, Nélson Oliveira, André Gomes, Sílvio e Ivan Cavaleiro.

O Benfica utiliza com regularidade, em média, 2 jogadores da formação por temporada.

Total de 24679 minutos. Rúben Amorim é o mais utilizado, com 7677 minutos em cinco épocas (média aproximada de 1535 minutos por temporada).

A época de 2013/2014, foi aquela em que mais minutos foram dados aos jogadores formados no clube (4676).

No total, os 11 jogadores acumulam nas seleções principais dos respectivos países 192 internacionalizações (média aproximada de 17 internacionalizações por jogador), sendo Rui Costa o mais internacional, com 95 presenças pela selecção portuguesa.

Rúben Amorim e Sílvio foram contratados após se afirmarem ao serviço de outros clubes, ao contrários dos restantes, a quem foram dadas oportunidades enquanto jovens em início de carreira.

Durante as últimas 10 temporadas, o Benfica conquistou 11 títulos nacionais (3 campeonatos, 1 taça de Portugual, 1 supertaça e 6 taças da Liga).

PORTO

12 jogadores da formação, utilizados com regularidade nas últimas 10 épocas. A saber: Vítor Baía, Ricardo Costa, Bruno Alves, Ivanildo, Hugo Almeida, Hélder Postiga, Nuno André Coelho, Abdoulaye, André Castro, Christian Atsu, Josué e Rúben Neves.

O Porto utiliza com regularidade, em média, 2 jogadores da formação por temporada.

Total de 32476 minutos. Bruno Alves é o mais utilizado, com 14313 minutos em cinco épocas (média aproximada de 2863 minutos por temporada).

A época de 2005/2006, foi aquela em que mais minutos foram dados aos jogadores formados no clube (6796).

No total, os 12 jogadores utilizados acumulam nas seleções principais dos respectivos países 374 internacionalizações (média aproximada de 31 internacionalizações por jogador), sendo Vítor Baía e Bruno Alves os mais internacionais, com 80 presenças cada pela selecção portuguesa.

Destes 10 jogadores, apenas Vítor Baía não era um jovem em início de carreira mas havia começado no Porto.

Durante as últimas 10 temporadas, o Porto conquistou 17 títulos nacionais (7 campeonatos, 4 taças de Portugal e 6 supertaças) e uma Liga Europa.

CURIOSIDADES

Nas únicas 3 temporadas em que alguma das equipas não lançou de forma mais ou menos consistente nenhum jogador da formação (Porto, em 2010/2011 e 2011/2012 e Benfica em 2014/2015), foi essa mesma equipa a vencer a mais importante competição nacional.

5 é o mínimo de jogadores da formação que o Sporting utilizou regularmente (2010/2011) e o máximo do Porto (2005/2006). O máximo que o Benfica conseguiu utilizar é inferior ao mínimo do Sporting (4, em 2013/2014).

Só o Porto formou pontas-de-lança que chegaram a internacionais (Hugo Almeida e Hélder Postiga) e a tendência parece manter-se, com Gonçalo Paciência e André Silva na antecâmara da selecção principal portuguesa.

Todos os clubes formaram jogadores que acabaram por jogar em rivais. Sporting (5), Porto (2) e Benfica (1).


Nota: Caso hajam dados que considerem pertinentes sobre o tema, posso tentar acrescentá-los.

Balanço final da onda verde

Evolução da onda verde.png

No que a nós, Sportinguistas, diz respeito, pode dizer-se que foi uma época positiva, em que a onda verde cresceu em Alvalade mas decresceu (embora muito ligeiramente) fora de casa.

Na verdade, os números são semelhantes aos da temporada passada e será necessário que sejamos nós, que vamos frequentemente ao estádio, consigamos arrastar mais um amigo ou familiar connosco.

Espero também que a conquista da Taça de Portugal e um bom início de época possam ajudar a dar maior dimensão a estes números.

Quanto ao comparativo com os rivais, como seria de prever, os bons resultados desportivos afastaram o Benfica para números difíceis de atingir.

Após uma época desolante, o Porto melhorou e os adeptos responderam positivamente, aproximando-se dos números do Sporting mas ainda assim abaixo daquilo que a onda verde produziu.

No final de época, já sem objectivos palpáveis e com as perspectivas de um Benfica campeão, acabámos por perder o primeiro lugar no que às assistências em jogos fora diz respeito.

A verdade é que a onda vermelha foi este ano praticamente avassaladora, mesmo que alavancada pelo #colinho.

Resta esperar que, para o ano, os resultados possam dar um impulso forte que eleve estes números para algo mais consentâneo com o nosso estatuto. Será importante, tanto para a nossa reafirmação como para que os rivais sintam a nossa força.

Portugal é verde

Seguem o número de jogadores chamados para as várias selecções nacionais que competiram ou vão competir este mês:

SELECÇÃO A

SPORTING - Rui Patrício; Cédric; William; João Mário; Nani; Adrien Silva (6)

BENFICA - Eliseu; André Almeida; Pizzi (3)

PORTO - Ricardo Quaresma (1)

SUB 21

SPORTING - Paulo Oliveira; Tobias Figueiredo; Carlos Mané (3)

BENFICA - (0)

PORTO - Rafa Soares; Rúben Neves; Gonçalo Paciência; Ricardo Pereira (4)

SUB-20

SPORTING - Guilherme Oliveira; Domingos Duarte; Mauro Riquicho; Francisco Geraldes; João Palhinha; Gelson Martins (6)

BENFICA - João Nunes; Rebocho; Gonçalo Guedes; Nuno Santos (4)

PORTO - Francisco Ramos; Tomás Podstawski; André Silva (3)

SUB 19

SPORTING - Ivanildo Fernandes; Jorge Silva (2)

BENFICA - Gilson Costa; Hildeberto; João Lima; Pedro Rodrigues; Renato Sanches; Rúben Dias (6)

PORTO - Fernando; João Costa; Macedo; Rui Moreira (4)

SUB 17

SPORTING - Abdu Conte; Bruno Paz; Gonçalo Vieira; João Mendes; Pedro Ferreira (5)

BENFICA - Bruno Lourenço; Fábio Duarte; Gedson Fernandes; Jorge Pereira; José Gomes; Pedro Pereira (6)

PORTO - Bruno Pereira; Generoso; Idrisa Sambu; Moreto Cassamá; Rui Pedro; Rui Pires (6)

SUB 16

SPORTING - Luís Maximiano; Thierry Correia; João Oliveira; Rúben Vinagre; Miguel Luís; Rafael Leão; Elves Baldé (7)

BENFICA - Luís Silva; Florentino; Filipe Soares; João Filipe; Nuno Santos; Mesaque Dju (6)

PORTO - Diogo Costa; Diogo Leite; Diogo Queirós (3)

TOTAL

SPORTING - 29

BENFICA - 25

PORTO - 21

Estes números não só comprovam que a crise na formação do Sporting é um mito como evidenciam que nos escalões seniores o Sporting domina as convocatórias.

As claques - outros cânticos

Ontem, por acaso, enquanto esperava por uma consulta para o meu puto dei com o Record na sala de espera, misturado com umas quantas revistas 'cor-de-rosa'.

O jornal estava dobrado numa das páginas interiores e evidenciava uma reportagem sobre as claques dos três grandes portugueses, que me prendeu a atenção.

Peguei no jornal e comecei a ler a reportagem. 

É um tema sensível que me causa um misto de sentimentos. Acho fundamental o apoio das claques, que em muito contribuem para o espectáculo, tanto ao vivo como pela TV, mas repugna-me a impunidade de que muitos gozam, os interesses movidos e a criminalidade, pontos de contacto nas três referidas frentes de apoio.

Faltam alguns incidentes recentes, que não foram mencionados mas no geral, achei interessante.

Pelo interesse do tema, resolvi ir à procura da dita na internet para partilhar convosco.

Aqui vai...

Claques 1.png

Claques 2.png

Claques 3.png

Claques 4.png

 

E não se preocupem...depois de folhear o jornal, lavei bem as mãos...várias vezes!

A onda verde e a bazófia do costume

Tenho vindo a registar as assistências dos três grandes nas várias competições. Não era suposto fazer este balanço agora mas...
Farei a média com e sem os jogos grandes, pois Porto e Sporting beneficiam nos jogos fora do facto do Estádio da Luz ter uma lotação superior aos Estádios José Alvalade e do Dragão.

Vou limitar a análise aos jogos da liga, depois de já ter feito o mesmo no final da fase de grupos da Liga dos Campeões, onde o Sporting foi o líder em assistências no seu próprio estádio.

SPORTING

Nº total de jogos: 20

Jogos em casa: 11

Jogos fora: 9

Média de espectadores em casa: 35268

Média de espectadores fora: 16291

Média de espectadores em casa, excepto grandes: 33431

Média de espectadores fora, excepto grandes: 10590

 

PORTO

Nº total de jogos: 20

Jogos em casa: 10

Jogos fora: 10

Média de espectadores em casa: 33152

Média de espectadores fora: 9988

Média de espectadores em casa, excepto grandes: 31490

Média de espectadores fora, excepto grandes: 6876

BENFICA

Nº total de jogos: 20

Jogos em casa: 9

Jogos fora: 11

Média de espectadores em casa: 43451

Média de espectadores fora: 16541

Média de espectadores em casa, excepto grandes: 41146

Média de espectadores fora, excepto grandes: 9419


Confirma-se, mais uma vez que a onda verde percorre o país. O Sporting é, até ao momento, a equipa que mais adeptos leva aos jogos fora de casa se excluirmos os jogos entre os grandes, onde o Benfica beneficia do facto de já se ter deslocado ao Dragão e a Alvalade.

Incluí as médias sem os jogos grandes, pois é aí que se verifica a verdadeira militância e não nos jogos de grande cartaz. Aí, não só ultrapassamos a média registada pelo Porto, como nos aproximamos daquela que regista o Benfica.

Espero que seja possível manter até ao final da temporada esta média superior a 35000 espectadores, nos jogos em casa.

NOTA: Apenas porque me fartei de ouvir durante a semana a bazófia habitual por parte dos lampiões, com bocas do género, "Só enchem o estádio quando jogam contra nós", aqui vão uns dados estatísticos irrefutáveis.

Apenas uma vez o Benfica conseguiu pôr no seu próprio estádio mais do que os 49076 espectadores que se deslocaram a Alvalade e...adivinhem com quem foi?! Para além disso, o estádio José Alvalade, no derby, registou uma taxa de ocupação superior ao derby jogado na Luz na primeira volta (98.07%, contra 95.75%).

Haja vergonha

Numa semana em que os três grandes têm lances que os beneficiam e tendo em conta que o Sporting já jogou no sábado, é engraçado ver a capa de hoje do Record.

Haja vergonha.png

- Não vejo uma única referência ao golo irregular de Luisão, que dá o segundo golo ao Benfica

- Não vejo qualquer nota para um penalti por assinalar a favor do Rio Ave, com o resultado em 1-0

- Mas vejo uma interessante chamada de atenção para o lance em que William Carvalho acaba por marcar um livre a dois toques, que está no início do primeiro golo do Sporting

O ridículo chega-me quando vejo que o Vitória FC decide hoje se protesta o jogo (?!?!?!?!). Pois acho muito bem que o façam! E já agora que lhes dêem razão (era só o que faltava!) para que eles voltem a Alvalade e levem os 6 ou 7 que deviam ter levado no sábado.

Vamos ao estádio

Atendendo ao facto de ternos percorrido as dez primeiras jornadas da Liga Portuguesa, parece-me oportuno fazer um apanhado das assistências dos jogos dos três grandes.

Assistências 10J.png

Sendo certo que este tipo de análise é passível de várias interpretações e que os estádios dos 3 clubes têm lotações diferentes (nos casos de Sporting e Porto nem tanto) divulgo mais uns dados que não detalhei no quadro acima.

SPORTING
Nos jogos em casa a média de assistências é de 35353 espectadores.
Nos jogos fora de casa a média de assistências é de 25467 espectadores.

PORTO
Nos jogos em casa a média de assistências é de 36412 espectadores.
Nos jogos fora de casa a média de assistências é de 15357 espectadores.

BENFICA
Nos jogos em casa a média de assistências é de 43964 espectadores.
Nos jogos fora de casa a média de assistências é de 10921 espectadores.

Isto só por si nem quer dizer nada de específico, no entanto, é interessante ver que os jogos do Sporting, que neste momento é o oitavo classificado da Liga são os que mais público atraiu aos estádios (não me esquecendo que um dos jogos foi frente a um rival, no estádio com maior lotação do país).
Sendo o Benfica o clube com o estádio maior e com o maior número de adeptos (e sócios, embora os alemães desconfiem!) devo dizer que, após uma época de sonho em que ganharam quase tudo a média de espectadores me parece francamente desapontante.
Sporting e Porto têm médias de assistência semelhantes em casa, embora os dragões ainda não tenham recebido qualquer dos rivais (ao contrário do Sporting).
Excluído os jogos entre os grandes na contabilidade dos jogos fora de casa, confirma-se que a onda verde supera a dos rivais. Os jogos fora do Sporting não disputados frente a rivais directos perfazem uma média de 12859 espectadores, enquanto as de Porto e Benfica são de 9697 e 10921 espectadores.

Quanto a nós, adeptos do Sporting Clube de Portugal, podemos orgulhar-nos do espectáculo que temos dado em todos os campos em que o Sporting tem jogado, no entanto há trabalho a fazer e será importante aumentar a mobilização de adeptos nos jogos em nossa casa (esperando que em campo a equipa corresponda com vitórias).

No final da primeira volta, talvez faça novamente este exercício.

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