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Grande Artista e Goleador

Esmagador

Bruno de Carvalho - 86,13%;
Pedro Madeira Rodrigues - 9,49%;
Brancos - 4,38%

 

Escolhemos inequivocamente o caminho que queremos seguir. A vitória de Bruno de Carvalho foi esmagadora e Madeira Rodrigues nem 10% do eleitorado conseguiu captar.

Estes números dão confiança ao Presidente mas devem também trazer uma responsabilidade acrescida. O Clube está em boas mãos mas continua a ser nosso.

Que sejam quatro anos de glória, mas sobretudo quatro anos em que nunca abandonemos e nosso ADN e os nossos valores.

Se assim for, daqui a quatro anos Bruno de Carvalho terá mais quatro pela frente.

 

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A campanha chegou ao fim

Tenho evitado o assunto eleições, por querer comentar apenas com a big picture em pano de fundo. Aqui vão as minhas considerações sobre a campanha eleitoral, o balanço do mandato de Bruno de Carvalho e a projecção das votações de amanhã.

 

Pedro Madeira Rodrigues, candidato adversário do actual Presidente Bruno de Carvalho, teve a sorte de se apresentar a eleições precisamente no momento de maior fraqueza do Presidente em fim de mandato.

Podia e devia ter aproveitado para fazer campanha para os Sportinguistas e devia ter centrado as suas intervenções nisso mesmo.

Pelo contrário, desde o início que centrou a sua campanha num ataque a Bruno de Carvalho, ao Presidente e ao cidadão.

Isto seria "normal" se esse ataque não tivesse tido por base algumas mentiras facilmente desmentíveis e isso contribuiu, a meu ver, em muito, para o descrédito do candidato.

Como já disse, Bruno de Carvalho apresenta-se a eleições na pior altura. Com uma época desportiva para esquecer no futebol profissional, com uma política de comunicação inexistente em que, inclusive, se trocou de director de comunicação como quem muda de cuecas e com uma ou outra situação menos esclarecida por onde pegar, Madeira Rodrigues nem nestas pontas soltas soube agarrar para ganhar a atenção dos Sportinguistas, sobretudo dos indecisos.

Para além da péssima campanha, o debate (única oportunidade do candidato para confrontar Bruno de Carvalho) foi pessimamente estudado e "conduzido" por Madeira Rodrigues, aflorando ao de leve um ou outro ponto negativo do mandato do actual Presidente mas nunca ao ponto de o colocar em cheque ou em posição delicada.

Bruno de Carvalho esquivou-se sem dificuldades, graças a um oponente cego e de discurso disperso, fruto do aparente ódio ao Presidente do Sporting.

Uma campanha carregada de tiros nos pés onde, a meu ver, se assistiu a um declínio e ridicularização da sua pessoa a cada dia que passou. Nem os anúncios de Bolöni ou Juande Ramos para a estrutura do futebol causaram impacto, tal o vazio de ideias e de conteúdo relevante para os sócios do Sporting. Tirando pessoas, não há praticamente nada em que votar na Lista A e isso é triste.

 

Nunca tive dúvidas da minha intenção de voto. Bruno de Carvalho, por tudo o que fez nos últimos quatro anos, merece um segundo mandato.

Conseguiu negociar e assinar o acordo de reestruturação financeira com a banca. 

Devolveu a esperança e mobilizou os Sportinguistas.

Dinamizou, potenciou e aumentou o número de modalidades, com ênfase no movimento Olímpico e na criação de um gabinete de apoio próprio.

A mobilização dos Sportinguistas significou um aumento de sócios em 60 mil (mesmo com uma recontagem pelo meio).

As receitas mais do que duplicaram e a competitividade e grau de profissionalismo de todas as nossas modalidades subiu exponencialmente, ao ponto do Sporting ter voltado às conquistas europeias em duas modalidades, sendo que obteve resultados relevantes noutras.

Finalmente o Sporting conseguiu realizar mais valias financeiras com jogadores, quer da formação, quer contratados.

A saúde financeira do Clube é hoje incomparável à de 2013 e o equilíbrio financeiro um facto.

Teremos finalmente um Pavilhão e temos uma Academia ainda mais moderna e apetrechada, bem como um Multidesportivo renovado.

 

Claro que houve pontos negativos, essencialmente alocados a questões do foro comunicacional. A política de comunicação foi sempre errática e sem aparente estratégia de longo prazo. Demasiado centrada na luta contra o sistema implementado pelo Benfica mas nem sempre combatendo da melhor forma. Nem me alongarei mais neste ponto, pois o próprio Bruno de Carvalho assumiu os erros ao nível da comunicação e as necessidades de melhoria deste departamento.

Depois, a má planificação da época do futebol profissional 2016/17 (equipa principal e B), que foi fundamental para que cheguemos a este ponto com grandes possibilidades de não vencer nada nem de garantir os mínimos (o apuramento directo para a Champions). O excesso de investimento (ainda por cima mau, como se veio a verificar) no plantel principal, desajustado com as directrizes comunicadas anteriormente pelo próprio Bruno de Carvalho.

No centro destes erros está o erro maior; dar a Jorge Jesus o poder de construir a tal estrutura, quando este foi contratado para ser treinador, em vez de acumular a função com a de manager, observador e director desportivo, entre outras. 

Há mais um ou outro ponto sensível, como o negócio Bruno Paulista que, a bem da habitual transparência nos negócios, devia ter sido esclarecido mas continua um mistério.

 

A campanha é, a meu ver, claramente favorável a Bruno de Carvalho, já que o próprio Madeira Rodrigues não se soube promover nem capitalizar a seu favor o pior ano do futebol no mandato do actual Presidente.

Numa perspectiva muito optimista, creio que Madeira Rodrigues não ultrapassará os 15/20% de votos, sendo que o maior adversário de Bruno de Carvalho será a abstenção, que pode até ter um papel importante, na medida em que enviará a Bruno de Carvalho uma mensagem importante acerca da satisfação dos sócios com o seu mandato.

 

Em 2021, espero que concorrência à altura, o meu escrutínio e exigência para com todos os actos e medidas implementadas por Bruno de Carvalho será necessariamente maior.

Para já, confiança em quem reergueu o Sporting e nos devolveu a esperança, na expectativa que o próximo mandato supere o actual em larga escala.

 

Uma nota final para o "ar fresco" que se respira por mérito da Lista C, que me parece ter um projecto bem interessante para remodelar e dar relevo e responsabilidade ao Conselho Leonino. O facto de se proporem a alterar ou extinguir o órgão consultivo diz bem daquilo que ele representa hoje e que tem representado nos últimos anos.

 

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Sobre o encontro de ontem...

A relação com o nosso Clube permite-nos algo que na nossa vida privada não é bem aceite pela sociedade.

A cada quadriénio, é-nos permitido escolher uma "miúda" (a partir daqui será apresentado sem aspas) com quem namoraremos e enfrentaremos os quatro anos seguintes, na esperança que ela ajude a fortalecer o nosso amor, sempre com o receio e a incerteza que cada relação acarreta.

Se a minha mulher ler isto, que fique sabendo que só neste contexto me dá para a libertinagem. Talvez este escape faça com que atitudes condenáveis como a de ontem nunca aconteçam na minha vida privada.

 

Confesso, não tinha grandes expectativas quanto à miúda nova e tinha a certeza que não me envolveria com ela mas, mesmo assim, quis ver o que tinha ela para oferecer. Vai na volta e tinha "trunfos" para me convencer e, a verdade, é que os quase 4 anos de namoro actual têm causado algum desgaste e nem tudo é perfeito. Tem sido difícil lidar com alguns defeitos dela mas, a verdade, é que temos tido bons momentos, também.

 

Para me convencer a terminar esta relação, a miúda tinha de ser mesmo boa. Muito melhor que a minha. 

Percebendo que era algo brejeira, como a actual, esperei que mostrasse algo que verdadeiramente a distinguisse pela positiva.

A miúda há semanas que se insinua. Veste um top decotado decotado e umas calças push-up e anda ali a aliciar-me. Pena que as mamas sejam pequenas e falta-lhe mais anca.

A minha esperança é que mostre inteligência, alguma cultura e, para testar isso, resolvi marcar um encontro a três. Disse à actual que seria como um teste à nossa relação. Seria melhor fazer as coisas às claras do que pelas costas. Assim como assim, ela sabia que já tinha feito merda e que, mesmo assim, eu me havia dedicado a cem por cento ao nosso amor.

 

A miúda nova veio em trajes decentes. Sabia que tinha poucos atributos para mostrar. E eu à espera que ela mostrasse que me podia fazer feliz de outra forma. A nossa procura pela perfeição nunca acaba e nunca se sabe onde encontramos a felicidade plena.

Sabendo que a perfeição não existe, pois os namoros recentes pouco feliz me fizeram, segui expectante mas sempre desconfiado, até porque a actual me fazia, de certa forma, feliz. Não a trocaria por qualquer uma, mesmo que tivesse ali uns defeitos que me irritam com'ó caraças.

 

Os trajes decentes não lhe travaram a língua. Em vez de me galar, tratou de atacar a minha miúda e isso não me caiu bem. Claro que a minha não se ficou, pois também lhe falta tento na língua e, como diz o ditado, "quem não se sente...". Aquilo deixou-me ainda mais de pé atrás mas esperei que me surpreendesse. Disse-me que era excelente dona de casa, que cozinhava lindamente, que era boa na cama...enfim...nada havia que não fizesse bem mas insistia em dizer que fazia melhor que a minha. Como se fazer melhor que a minha bastasse para me fazer feliz...

Continuei reticente. Tudo aquilo me havia dito a minha há quatro anos e eu bem sabia que era para impressionar.

Tentei perceber se todo aquele show-off tinha ponta por onde pegar. Seria bom que fosse aquilo tudo mas faltava realismo no discurso. Impressionava mas não cativava.

 

Embora goste de ir aos chineses comprar bugigangas, a minha até é poupada. Já não me impressiona como antes mas ainda me satisfaz. Descobri-lhe defeitos que ela havia inicialmente mascarado mas ainda é mais o que nos une do que os que nos separa. É trabalhadora e ainda temos bons momentos juntos. Além disso mantenho a esperança que as coisas melhorem e quatro anos mais ou menos felizes não se deitam fora por promessas ocas.

Assim como assim, para ir para pior, fico com a minha e, no próximo dia 4 lá estarei, no nosso templo, para renovar os votos.

 

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Sobre as eleições e a candidatura de PMR

Bruno de Carvalho esteve excelente ao colocar o Sporting à disposição de todos os que venham a candidatar-se às próximas eleições.

Pedro Madeira Rodrigues apresentou ontem a sua candidatura e o que posso dizer é que não foi minimamente entusiasmante.

Garantiu elevação mas baseou a sua intervenção em ataques à gestão da actual presidência cometendo o erro de, imagine-se, a colar aos sucessos do rival.

Com esta intervenção, Pedro Madeira Rodrigues fez diminuir em mim a curiosidade sobre o seu programa eleitoral.

 

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