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Grande Artista e Goleador

Hoje joga o Sporting

Diz que é um dia de Sporting à antiga. Infelizmente temos de usar esta expressão, tal é a distância no tempo que temos de recuar para nos lembrar-mos destes dias de Sporting, da Nave ao velhinho José Alvalade. Já o sentimos este ano, mas queremos mais.

Hoje a nave é mais moderna e o José Alvalade diferente. Ambos procuram construir a aura de sucesso dos antecessores.

Muitos dos que viveram, em tempos, esses dias de Sporting vão hoje com filhos e netos e vislumbram o regresso do Sporting pujante dos anos 80 e início dos anos 90, que ganhava em todas as modalidades, cá e lá fora.

O "crónico", como lhe chamam alguns, disputará partidas em voleibol e futsal, antes do futebol. Ontem já o hóquei entrou a vencer na Liga Europeia e o voleibol venceu mais um jogo do campeonato, num dia em que Montpellier sentiu um "cheirinho" do poder e valor do Sporting.

Passo a passo, retomamos o nosso lugar entre os melhores da Europa, sabendo que o topo não nos é facilmente acessível mas sentindo que aos poucos nos aproximamos dele.

Precisamos de todos para sermos ainda mais fortes.

 

Esperam-se vitórias fáceis em ambos os jogos no João Rocha. O voleibol recebe o Clube K e o futsal o Burinhosa. 

Um bom aperitivo para o prato forte do dia. No Estádio José Alvalade o Sporting recebe o Sporting de Braga e só os três pontos interessam, num momento em que o Porto se distanciou, fruto de dois golos marcados e dois penaltis não assinalados a favor dos azuis do Restelo. Caso para perguntar: "Onde estava o VAR?"

 

Jorge Jesus confirmou o regresso de Alan Ruiz aos convocados mas espera-se que seja Podence a voltar a fazer companhia a Bas Dost na frente de ataque.

Jogue quem jogar, o foco nos três pontos tem de ser total, num dia de regressos a Alvalade da parte dos bracarenses.

O treinador, Abel Ferreira, regressa após ter jogado no Clube e ter treinado os juniores e a equipa B, João Carlos Teixeira regressa após ter saído antes de tempo e Ricardo Esgaio virá matar saudades de tempos recentes. Desejo sorte para as carreiras de todos, sobretudo os dois últimos, mas hoje só pode dar Sporting, só vai dar Sporting.

 

Depois do jogo de hoje, o campeonato só regressará lá para o final do mês e, também por isso, manter distâncias é imperativo, por forma a facilitar o foco nos próximos objectivos: a fase seguinte da Taça de Portugal e a continuidade na Europa do futebol.

Espera-se Alvalade a rebentar pelas costuras e um ambiente efervescente, num jogo em que normalmente somos felizes.

Apesar da derrota no ano passado, já com Abel no comando técnico dos bracarenses, são apenas sete as derrotas do Sporting em casa em 61 jogos para o campeonato.

Bas Dost ainda não se estreou a marcar ao Braga em Alvalade mas já mostrou na cidade dos arcebispos que é temível. Está a chegar aquela fase da época em que o holandês não passará mais de um jogo sem marcar. Hoje vai voltar a "picar o ponto".

 

Ganhar, ganhar, ganhar e depois preparar bem os jogos com o Famalicão (em casa para a Taça) e com o Olympiacos (também em casa, para a Champions).

A eles, leões!

 

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Quase dois meses de Pavilhão João Rocha e um balanço da Gamebox Modalidades

Na época 2015/16 a Gamebox Modalidades custava 30€ por modalidade (futsal, andebol e hóquei em patins) e 75€ caso o sócio optasse por adquirir as três em conjunto.

O futsal vinha de uma época em que tinha falhado todos os objectivos mas continuava a ser a nossa modalidade mais competitiva, o andebol sofria mudanças, com a vinda de um treinador ex-campeão europeu, que se esperava que nos levasse ao título e o hóquei vinha de uma época formidável, que culminou com uma conquista europeia no ano de estreia como modalidade oficial.

Vivia-se a época do orgulho restituído. O Sporting recomeçava a reerguer-se.

Nada mais viria a ser "pedido" em troca aos sócios, que prestaram um excelente apoio a todas as modalidades durante a temporada. O preço da Gamebox manteve-se inalterado em relação à época anterior, onde tinha aumentado 5€ por modalidade (em 2013/14, custavam 25€ cada, sendo que não havia para o hóquei, que ainda não competia oficialmente pelo Clube).

Queria contribuir mais para as modalidades e, na impossibilidade de comprar Gamebox para as três, visto que tinha Gamebox para o futebol e as deslocações Porto / Lisboa já eram, por si só, dispendiosas, comprei apenas a do futsal, mesmo sabendo que não veria a maioria dos jogos ao vivo.

Recordo que, no total, e por serem contas muito badaladas agora, cada jogo custaria aos sócios apenas 1.50€.

Acabei por ver um jogo da meia-final e outro da final do futsal enquanto que, no restante da época, a Gamebox rodou por amigos com maior disponibilidade do que eu para ir aos jogos.

 

Com a perspectiva de um novo Pavilhão, então em construção, a época seguinte não trouxe alteração dos preços mas tinha uma particularidade. Com inauguração do Pavilhão João Rocha prevista para Março, os 75€ de custo total das Gamebox davam apenas para pouco mais de metade dos jogos em relação à temporada anterior.

O Pavilhão acabou por demorar mais tempo a ficar pronto e quem adquiriu a Gamebox viu todos os jogos da época sem custos acrescidos, apesar de algumas confusões nas bilheteiras dos mais diversos pavilhões. Acabou,assim, por ficar novamente cada jogo a cerca de 1.50€.

 

Em todo este período, os sócios cresceram de forma sustentada, ao ponto de hoje o Sporting ser um dos 5 clubes do Mundo com mais associados.

 

Não sei quais os custos operacionais do Pavilhão João Rocha e admito até que sejam superiores aos custos suportados anteriormente com os mais variados pavilhões utilizados para as diversas modalidades. Seria lógico que o Sporting tivesse calculado todos esses custos, acrescidos ou não, e confesso que não esperava um aumento desproporcionado do custo da Gamebox, que hoje contempla mais uma modalidade, o voleibol.

Um produto que poderia potencialmente custar 120€ (ignorando o desconto que existia para a compra da Gamebox para todas as modalidades) passou a custar 250€, com uma campanha que parecia apenas destinar-se a novos compradores, apresentando como "benefício" o custo de 3.10€ por jogo.

 

Naturalmente que isto não "premiava" a lealdade de quem, ano após ano, comprou a Gamebox modalidades, independentemente de saber antecipadamente que nem sempre havia um pavilhão certo para cada modalidade, visto que os jogos estavam sujeitos a alterações pontuais de recinto.

Até mesmo para os novos compradores o preço não era aliciante para uma adesão em massa ao produto. 3€ por jogo seria mais ou menos o que se pagava na compra jogo a jogo em temporadas anteriores.

O que pareceu foi que, depois da ajuda na construção do Pavilhão, da ajuda no reforço das modalidades, teríamos também de ajudar a financiar os custos operacionais do Pavilhão João Rocha.

 

Para mim, como para tantos outros, mais este "esforço" pedido era demasiado para a minha capacidade de dizer "presente".

O preço apresentado, mais do que uma falta de respeito para com os 696 sócios portadores de Gamebox Modalidades desde 2009/10, bem como mais alguns que apenas compraram depois e que não foram abrangidos na 1ª fase de vendas, era uma desilusão e um freio no entusiasmo dos Sportinguistas, ansiosos por frequentar o maior número de vezes possíveis o Pavilhão João Rocha.

 

Não sei quais eram as expectativas dos responsáveis do Clube mas sei que, tirando os jogos de estreia em competições oficiais de todas as modalidades, os jogos de maior cartaz ou em dias em que jogou o futebol (apenas aconteceu uma vez, até à data), a assistência terá ficado bastante aquém das expectativas, sobretudo no passado sábado, onde o hóquei em patis e voleibol não terão ido além de um terço da lotação do recinto.

Não sei qual a conclusão retirada deste primeiros tempos mas eu já tirei a minha.

Foi-se com demasiada sede ao pote do entusiasmo leonino e, tendo em conta que há umas centenas de bilhetes oferecidos às claques e mais uns quantos a elementos ligados à direcção, arrisco dizer que a adesão à Gamebox terá ficado abaixo do expectável, bem como a venda jogo a jogo, sobretudo pela (fraca) amostra do passado sábado.

 

Em média, os bilhetes têm sido vendidos a 5€ / jogo. O valor é lógico e justo, tendo em conta a valorização do produto "major". Se a Gamebox Modalidades foi avaliada em 3.10€ por jogo, nenhum jogo poderá, individualmente, custar menos do que isso. Por isso, é lógico que os preços se tenham, até agora, cifrado entre os 4 e os 6€ por forma a não desvalorizar o produto principal.

Não me interessa minimamente qual o valor que os rivais cobram por produtos semelhantes. Não há que ter problemas em assumir que se esticou demais a corda e que os 250€ são um valor abusivo para a nossa realidade, mesmo para um clube que, como o nosso, faz do ecletismo bandeira.

 

Como já disse antes, adicionando o voleibol, o produto anterior teria um custo de 30€ por modalidade, sendo que a Gamebox para todas as modalidades teria um custo hipotético de 120€.

O facto de se centrarem os jogos num único pavilhão, de passar a ser possível conciliar as idas ao futebol com os jogos das modalidades e a comodidade e modernismo do novo espaço valeriam, na minha opinião, nesta fase inicial, 25% de valorização (isto já ignorando o desconto que era aplicado antes à venda em "pacote").

Significaria isto que 150€ me parecia um preço justo a pagar pela Gamebox que, no ano passado, custou metade a quem a comprou (com o tal desconto).

Aplicando uma lógica económica nisto, diria que devia ter sido seguida a linha de actuação da Gamebox do futebol, que tem aumentado gradualmente de preço, seguindo a lei da oferta e da procura, tendo assim estabilizado no número de vendas, aumentado a receita e mantendo uma taxa de ocupação superior a 85%.

A valorização de 25% proposta permitiria futuros aumentos no futuro projectando, por exemplo, uma chegada aos valores actuais em 2020, já com um produto estabelecido no mercado e familiar para a muitos dos sócios do Sporting (algo que não acontece hoje).

 

Assim, será difícil para os responsáveis valorizar o produto futuramente, eventualmente tendo mesmo de o desvalorizar para aumentar a procura. Isto não só vai contra toda a lógica económica como seria um péssimo sinal a dar ao público alvo.

Acho importante que o apoio às modalidades seja reforçado. Atingir os 85% de ocupação média no Pavilhão João Rocha, tal como acontece no Estádio José Alvalade é importante não só para a motivação como também para a responsabilização dos atletas e equipas técnicas.

O apoio massivo potencia a performance desportiva porque aumenta o sentido de compromisso e responsabilidade. Não é normal as modalidades em Portugal jogarem de forma consistente para uma plateia entre as 2500 / 3000 pessoas. Dar esse passo é importante para a evolução da mentalidade vencedora que se quer definitivamente implementada no Sporting mas não vamos lá só com exigências aos adeptos, que tanto têm feito pelo Clube nos últimos anos.

 

Os Sportinguistas estão gratos à actual direcção pelo fantástico trabalho de crescimento do Clube em todas as suas vertentes, sabemos reconhecer mérito e apontar os erros. Admitimos o erro como normal mas gostamos de o ver assumido e corrigido assim que possível. Espero que a Gamebox Modalidades possa ser repensada na próxima época, pensando mais nos adeptos e no apoio aos atletas do que na fonte de receita imediata.

 

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Andebol do Sporting luta pelo regresso às vitórias

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Se a lógica imperar e os índices anímicos e competitivos estiverem au point, o Sporting confirmará hoje o favoritismo perante os russos do Chekhovskie Medvedi.

Caso o mesmo aconteça nos restantes pavilhões, no próximo domingo, ficaremos com o terceiro lugar à mercê.

Mas não há lirismos. Neste grupo, duas equipas são claramente mais fortes que as restantes e, realisticamente, não me parece que possamos almejar mais do que o terceiro lugar, que não chegará para avançar para a fase seguinte.

A acontecer, não deixará de ser meritório e não sei se, com as cargas competitivas e as lesões que temos sofrido, não seria um milagre alcançar mais do que isso.

 

Não menos importante que uma vitória hoje é o apoio dos Sportinguistas e, numa véspera de feriado, é de esperar um Pavilhão João Rocha bem composto para empurrar a equipa rumo à vitória.

 

Já que falo no Pavilhão, aproveito para falar em algo que detectei no fim-de-semana passado e que acho que deve ser alterado; para as pessoas de Lisboa talvez não seja um problema que as bilheteiras sejam no Estádio José Alvalade mas para quem vem de fora de Lisboa (sobretudo quem vem de longe), caso não chegue com muita antecedência para ver um jogo no Pavilhão, terá uma incómoda ida ao Estádio para comprar bilhete, voltando depois ao Pavilhão.

Ora, as bilheteiras do Estádio não são propriamente ao lado do Pavilhão, obrigando quem necessite de comprar um bilhete à última da hora a contornar metade do Estádio para depois fazer o caminho inverso. Isto facilmente pode demorar uns 20 minutos que, com filas ou apenas uma ligeira demora, certamente inviabiliza quem chegue a menos de meia hora de um jogo de o ver começar.

 

Isto aconteceu-me no jogo de apresentação do hóquei. Cheguei atrasado e a segunda parte já tinha começado. Teria comprado um bilhete e entrado caso houvessem bilheteiras no Pavilhão. Assim não perdi 20 minutos que fariam com que, quando chegasse ao Pavilhão, provavelmente já só visse o apito final do árbitro da partida.

Acho que, sem dúvida, é uma situação a rever e que, a par do modernismo do novo espaço, o Sporting se modernize também e pense em fazer a venda antecipada também através do site já que, com torniquetes, não há qualquer entrave a que isso aconteça.

 

Hoje, cheguem a horas se querem ver uma vitória dos leões de Hugo Canela.

SPOOOOOOOOOOORTING!

 

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Agora sim, jogamos em casa

 

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Festa, o primeiro "O Mundo Sabe Que...", o primeiro golo, a primeira defesa, a primeira vitória...

A partir daqui, tudo será mais um mas não deixará de ser especial. Mais um "O Mundo Sabe Que...", mais um golo, mais uma defesa, mais uma vitória e...mais um título.

É isto que esperamos que o Pavilhão João Rocha nos traga; títulos que advenham de um sentido de responsabilidade igual ou ainda maior que, com esforço, dedicação e devoção tornem a glória algo cada vez mais natural.

Num ano em que três das modalidades de pavilhão disputarão a respectiva Liga dos Campeões, a vontade de mostrar um Sporting ao mais alto nível tem de ser ainda maior.

Viva o Sporting!

 

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Está aí o baluarte do crescimento do Sporting

"O Sporting é um clube de modalidades que tem futebol enquanto os outros são clubes de futebol com modalidades"

 

A frase é de Paulo Faria, ex-jogador de andebol do Sporting, campeão na "Nave" e treinador da equipa vencedora da primeira Taça Challenge da nossa história.

Faria puxa a brasa à sua sardinha mas, se há clubes onde na maior parte das vezes as modalidades são vistas como os parentes pobres da instituição, muitas vezes pelos próprios atletas, é bom saber que nem só de fora se sente a importância do ecletismo do Sporting.

 

O ecletismo é bandeira, convicção mas tem sido também, nas últimas décadas, a tábua de salvação de uma franja de adeptos, muitos deles até que nunca meteram os pés num pavilhão no tempo da "casa às costas". Os constantes fracassos do futebol fizeram das modalidades um refúgio e uma parte ainda mais importante da alma do Clube.

A frase de Paulo Faria mostra que, lá dentro, mesmo sem pavilhão, jogadores e treinadores sentem-se acompanhados e acarinhados pelos Sportinguistas.

O Pavilhão está aí para acender o rastilho que o próprio João Rocha fez questão de atiçar entre 1973 a 1986.

Avizinham-se tempos de prosperidade para os lados de Alvalade (agora sim, faz sentido dizer isto, relativamente às modalidades).

Tempos em que a nossa tábua de salvação ameaça ser mais do que isso e deve mesmo assustar os "meninos" do futebol.

Os Sportinguistas têm uma nova "menina dos olhos" (ou menino, neste caso) e, sobretudo nestes primeiros tempos, as modalidades serão ainda mais comparadas ao futebol.

 

A responsabilidade aumenta para o futsal, andebol, hóquei em patins e o regressado andebol, enquanto o basquetebol continua a caminhar de forma segura para um regresso, também ele vigoroso.

O facto de haver neste momento uma casa com condições de topo, obriga a que o rendimento acompanhe essa melhoria de condições de trabalho.

Da nossa parte, resta apoiar ainda mais e mostrar que o Pavilhão fazia mesmo falta, que os dias de Sporting, vividos de manhã à noite, eram algo de que o nosso Clube precisava como de pão para a boca.

 

O Grande Sporting está de volta mas, para que isso seja evidente aos olhos de todos, sobretudo aos daqueles que não poderão ser presença assídua no Pavilhão João Rocha, o papel da Sporting TV ganha ainda maior relevância.

É para ver jogos que a maioria passa pelo nosso canal de televisão e, um pavilhão do mais moderno que existe em Portugal, exige mais e melhores transmissões televisivas. É para ver os nossos jogar que os Sportinguistas querem ligar a Sporting TV e não apenas para ver programas de entretenimento ou blocos informativos com demasiada opinião.

A Sporting TV deve servir cada vez mais para dar a ver os nossos atletas e para informar e documentar tudo o que eles fazem, joguem no João Rocha, na Escola Secundária do Lumiar ou no Pavilhão do Livramento.

Sim, porque continuaremos a necessitar de alugar pavilhões para os demais escalões de formação e porque, também esses atletas gostam de sentir o apoio, o carinho e o reconhecimento da nossa parte.

Por isso, fica aqui mais um reparo à Sporting TV;

"O Sporting é um clube de modalidades que tem futebol" e, por isso, não queremos um fim-de-semana sem jogos na TV quando, no hóquei, tivemos três clássicos em nossa casa (sub-17, sub-15 e sub-13) e o futsal arrecadou o seu primeiro título nacional feminino (juniores).

Os Sportinguistas querem acompanhar as nossas equipas, mesmo as mais jovens e os nossos atletas gostam desse reconhecimento dado pelo nosso canal e também se sentem mais motivados por isso.

Que o Pavilhão João Rocha seja palco de muitas alegrias e ajude a que o nosso canal de televisão preste um serviço ainda melhor aos Sportinguistas.

 

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Começa hoje um ano crucial para o nosso andebol

Será o nosso andebol a ter o privilégio de iniciar a época das nossas modalidades. Hoje, o Sporting recebe o Águas Santas numa época de grandes expectativas, em que o foco máximo é recuperar o título que o Sporting não vence desde 2000/2001.

 

Aproveito para relembrar que o Sporting é a segunda equipa com mais títulos nacionais em Portugal (17, a três do Porto), mesmo não tendo participado na prova organizada pela Liga entre 2002 e 2008. Um diferendo entre a Liga e a Federação levou à criação de dois campeonatos (o da Liga e a divisão de Elite, organizada pela FPA) e o Sporting foi a único, entre os clubes mais importantes, a escolher integrar o campeonato organizado pela Federação, prova que venceu por três ocasiões.

 

Ultrapassado o diferendo, o Sporting voltou à Liga mas não voltou a conquistar o título mais desejado. São já 15 temporadas em que não conseguimos o troféu mais importante (mesmo que tenhamos conquistado os 3 da FPA neste período) e este ano, Zupo, com um plantel à sua imagem, tem sobre si uma enorme pressão para obter resultados.

 

Fazendo nova referência histórica, o Sporting foi o primeiro campeão nacional de andebol de 7 em Portugal. Numa competição realizada após o campeonato regional (que o Sporting também venceu) e sob a forma de eliminatórias, o Sporting bateu o Belenenses e o Glória e levantou assim o primeiro troféu nacional.

 

É este feito que devemos repetir, com os olhos nos últimos campeões nacionais (2000/2001) e nos vencedores da Taça Challenge (2009/2010).

 

O campeonato de 2000/2001 tem, de certa forma, alguns elos de ligação ao presente. Ricardo Andorinho, estrela maior dessa equipa, viria a encontrar Zupo em Espanha, 3 anos depois, e Hugo Canela, hoje adjunto de Zupo no Sporting, fazia também parte do último plantel campeão. Espero que essa união entre Zupo e Canela (que já vem do ano passado) deixe que ambos fiquem na história do Sporting. Uma curiosidade: esta equipa teve o condão de colocar fim a uma série de 15 anos sem vencer o campeonato, precisamente o número de anos que nos encontramos novamente sem vencer. Que seja um bom prenúncio.

 

2009/2010 está ainda muito presente, até mesmo no plantel do Sporting. Pedro Solha, Pedro Portela, João Paulo Pinto e Bosko Bjelanovic faziam parte do plantel que venceu a primeira competição europeia de clubes em Portugal (feito igualado pelo ABC em 2015/2016), competição essa que o Sporting certamente atacará também este ano. A Taça Challenge de 2009/2010 foi um dos marcos mais importantes da história do andebol do Sporting, numa época em que as coisas voltaram a não correr bem internamente, e em que é difícil não recordar o ambiente fantástico criado no Pavilhão de Almada, no jogo da 2ª mão da final. Bruno Moreira, capitão da época passada, que este ano deixou o Clube, marcou o último golo dessa final, feito que seria fabuloso repetir este ano.

 

Regressando ao presente, Zupo reforçou-se com atletas de nível elevado, habituados a jogar com regularidade ao mais alto nível internacional, desde a Champions às mais importantes competições de selecções. 

O plantel passou por uma profunda reestruturação e, assim, às saídas de Ricardo Correia, Pedro Spínola, Bruno Moreira, Sérgio Barros, Fábio Magalhães, Luís Oliveira, Daniel Svensson, Samvel Aslanyan, João Antunes e Diogo Domingos, sucederam-se as entradas de Matej Asanin, vindo do HBW Balingen-Weilstetten (Alemanha), Carlos Ruesga, do FC Barcelona (Espanha), Michal Kopco, do Tatran Prešov (Eslováquia), Igor Zabic, do Orosházi FKSE (Hungria), Cláudio Pedroso, do Madeira SAD, Janko Bozovic, do RK Metalurg Skopje (Macedónia) e Ivan Nikcevic, do SPR Wisła Płock (Polónia).

Um plantel de luxo que demonstrou na pré-época um nível elevado, que certamente pretende levar para patamares superiores ao longo da época, onde regressam os campeonatos decididos a pontos (em duas fases), depois da decisão de acabar com os play-off.

 

Hoje é o primeiro dia de uma época importantíssima para as nossas modalidades, que todos queremos que culmine com várias festas de campeão no novo Pavilhão João Rocha, a inaugurar em Março de 2017.

 

Obrigado ao Wiki Sporting

 

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O novo Pavilhão João Rocha

Espaço do futuro campo de futebol de sete

Acesso à rampa para entrada dos veículos no Pavilhão

Espaço destinado a edifícios provavelmente habitacionais

Caixas para guardar as tabelasretráteis

A bancada dos adeptos visitantes no topo norte

A bancada das claques do Sporting cortada pela porta dos veículos

A entrada para os balneários na bancada nascente

A bancada poente com espaço para a tribuna presidencial no topo

No topo norte, entre duas bancadas, o espaço da segunda Loja Verde do clube

O piso inferior do restaurante no topo sul da bancada poente

Um dos quatro pilares de sete metros do pavilhão

Teto do Pavilhão será revestido com uma película e terá caixa de ar

O cubo do topo do Pavilhão João Rocha

O revestimento exterior do pavilhão

 

Podem ver mais alguns pormenores na reportagem do Mais Futebol (AQUI)

 

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Missão cumprida

Não me perdoaria se chegasse ao dia de hoje e não tivesse o orgulho e a consciência tranquila de ver o meu nome eternizado.

Quando a 18 de maio de 2015 fiz o meu donativo, só pensei em ajudar ao sonho de termos, finalmente, um pavilhão nosso.

Hoje, cumprida a missão por mais de 22 mil Sportinguistas, o orgulho é ainda maior.

Com a obra a crescer a olhos vistos e cada vez mais próxima de, efectivamente, ser a nossa nova casa das modalidades, agradeço a todos vós, que acreditaram nos nossos atletas e dirigentes de todas as modalidades e lhes deram a oportunidade de ter, finalmente, uma casa que possam dizer sua - e que também será nossa.

Naturalmente, o maior agradecimento vai para toda a estrutura directiva e, em última instância, para o Presidente Bruno de Carvalho que prometeu, pediu ajuda e vai cumprir mais uma promessa.

Só espero ter a sorte de ser um dos felizardos a estar na inauguração.

 

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Sobre a Assembleia Geral Extraordinária

Já era mais ou menos público o conteúdo dos resultados da auditoria, o ponto mais sensível da AG de ontem.

Não estive presente e, por isso, não vou escrutinar sobre isso.

É óbvio que os antigos dirigentes lesaram, e muito, o Clube, como se pode verificar neste artigo publicado no Observador e ontem confirmado durante a Assembleia Geral.

Resta saber se o fizeram em benefício próprio, embora o mais importante a reter é que estes senhores, que nos lideraram durante década e meia, quase acabaram com o Sporting e foi Bruno de Carvalho e toda a sua equipa que se encarregaram de limpar o Clube da merda que estes lá deixaram.

Haverão consequências para os próprios ou talvez não mas o exorcismo está feito e, acredito, estamos livres do demónio.

Quanto às medidas tomadas relativamente aos processos disciplinares instaurados aos sócios Luís Filipe Fernandes David Godinho Lopes, Luís José Vieira Duque, Carlos Manuel Rodrigues de Freitas e José Filipe de Mello e Castro Guedes, transcrevo as palavras de Jaime Marta Soares, presidente da Assembleia Geral, em entrevista à Sporting TV, dada após a AG: "Dos quatro Associados em questão, dois não foi preciso agir porque pediram a exoneração; a Luís Duque foi dada a suspensão de um ano; e a Godinho Lopes, numa situação que é sempre desagradável, foi apontada a expulsão. Godinho Lopes teve as oportunidades para responder à nota de culpa. Não o fez e só a si o deve, à sua consciência. Poderá agora recorrer à Assembleia Geral ou para os tribunais comuns pois, felizmente, em Portugal todos se podem defender".

Após o retrocesso que implicou a quebra do contrato com a Somague para a construção do pavilhão, foi apresentado o projecto da Ferreira Build Power, este sim definitivo.

Seguem as fotos, dadas a conhecer durante a tarde de ontem no Facebook Oficial do Sporting Clube de Portugal:

Já me imagino lá

Numa altura em que dou comigo a imaginar o ambiente que se viverá no interior do Pavilhão João Rocha, imagino também a quantidade de Sportinguistas que, como eu, passarão a ser espectadores frequentes das nossas modalidades.

Imagino o pavilhão frequentemente lotado pois calculo que a maioria das 12627 pessoas que já contribuíram com o seu donativo para a Missão Pavilhão o tenham feito com o intuito de ajudar o Sporting mas também com a ânsia de poder ter uma casa com que se identifiquem e onde possam marcar presença com maior frequência.

Penso depois na Gamebox Modalidades e imagino o impulso que o novo pavilhão dará à mesma.

Hoje, não sabendo números exactos, imagino que serão muito poucas as Gameboxes vendidas. O pavilhões situam-se na periferia de Lisboa e não ajudam à movimentação em massa dos Sportinguistas. Os próprios horários, por vezes, coincidem, muitas vezes por indisponibilidade das próprias infra-estruturas, que não são de uso exclusivo do Sporting.

Dou comigo a pensar que 3000 lugares poderão ser pouco para o frenesim Sportinguista que se viverá a partir de Dezembro de 2016.

O ecletismo voltará em força e o misticismo de outrora voltará às imediações do Estádio de Alvalade, onde está já incluído o Multidesportivo, espaço onde se vive e respira Sporting.

Voltando à Gamebox Modalidades. Não sei se dará para manter os actuais moldes do produto, vendido em pack para futsal, hóquei em patins e andebol ou individualmente para cada uma das três modalidades citadas mas tenho a certeza que Bruno de Carvalho e as áreas de marketing e financeira do Sporting já estarão a pensar neste assunto.

Arrisco dizer que a adesão vai ser tal que o produto terá mesmo de ser apenas vendido individualmente para cada modalidade. Não sei se será possível manter os actuais 30€ época (é previsível que o valor suba ligeiramente - digo eu) mas, se for, arrisco dizer que esgotaremos a lotação do pavilhão apenas com os lugares anuais.

Felizmente poderei viver o início desta nova era de perto e não vou deixar de comprar o meu lugar, nem no Estádio José Alvalade nem no Pavilhão João Rocha.

Eu vou lá estar, para assistir em primeiro plano ao ressurgimento do Sporting, ecléctico e vencedor!

A primeira pedra do futuro pavilhão

João Rocha deixou-nos há pouco mais de dois anos e partiu com a mágoa de não ver um Sporting como aquele que nos tinha deixado, após 13 anos de presidência. O Sporting ecléctico estava moribundo e condenado a penar de casa às costas, tal qual caracol.

Hoje fez-se história e começou a escrever-se um novo capítulo na história do Sporting Clube de Portugal.

Com o lançamento da primeira pedra, Bruno de Carvalho, em conjunto com milhares de Sportinguistas, devolverá às modalidades a casa que há mais de uma década não têm.

João Rocha estará, com certeza, orgulhoso. Não só por ver voltar o 'seu' Sporting, ecléctico e pujante mas também por ver o seu nome associado (merecidamente) a esta grande obra que engrandecerá o Clube e dignificará as modalidades que terão o prazer de disputar títulos no Pavilhão João Rocha.

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Um dia histórico

"Há dois anos iniciámos uma verdadeira revolução no nosso Clube.

Uma revolução que começou por uma importante recuperação financeira. Desde então ajudámos a levantar um Clube que caminha agora pelo seu próprio pé, rumo a um destino triunfante onde nos esperam mais de três milhões de Sportinguistas.

Os mesmos que sempre nos acompanharam e é por eles que trabalhamos. É por eles que batalhamos, é por eles e para eles, que nos confiaram esta difícil missão, que estamos a construir um futuro vencedor. Depois de reerguer o Clube, é altura de o fazer crescer.

E o próximo passo, a próxima pedra, é já no dia 27 de Março. A nova Cidade Sporting será a casa de todos os Sportinguistas e da maior potência desportiva nacional:

o Sporting Clube de Portugal."
Retirado do Jornal Sporting do dia 26-03-2015


Hoje, simbolicamente, Bruno de Carvalho plantará a primeira pedra daquele que será o Pavilhão João Rocha, a inaugurar em Dezembro de 2016.

Sem o saber, arrisco dizer que será para o nosso Presidente, como ver nascer um filho. Um filho com milhares de pais, que o ajudaram a erigir, como já no passado outros tinham feito com o seu antecessor.

As modalidades do Sporting voltarão a ter casa própria e, daqui a cerca de um ano e meio, a pujança do Sporting fará sentir-se ainda com mais força.

Até lá, os nossos olhos brilharão com orgulho ao ver nascer a obra e o nosso coração baterá mais depressa, pensando nos momentos de glória que nos esperam na nova 'nave'.

Alvalade renascerá no verdadeiro espírito do Sporting e eu terei o prazer de viver tudo isto!

Obrigado Bruno de Carvalho e obrigado a todos os Sportinguistas! Isto só é possível graças a todos nós!

E no fim, ganhou o Sporting

Foi um sábado em grande para o Sporting!

Em dia de Assembleia Geral os Sportinguistas disseram ‘presente’ e deslocaram-se até ao Multidesportivo de Alvalade para participar em mais uma Assembleia Geral Extraordinária do Clube. Foram mais de 730 Sócios, que equivaleram a cerca de 5000 votos, numa tarde repleta de Sportinguismo e algumas novidades.

Entretanto, e porque se jogava em várias frentes, o dia começou com uma derrota do râguebi em Santarém por 17-6 num jogo a contar para a 11.ª jornada da fase regular do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão.

O leão 'arregaçou as mangas e foram só vitórias até ao final do dia.

Já com a AG em andamento, os nossos juniores, comandados por Luís Boa Morte, aproveitaram os deslizes dos mais directos adversários e venceram no terreno do Casa Pia por 1-0, carimbando assim o passaporte para a 2ª Fase do Nacional de Juniores. Luís Elói apontou o golo da vitória. À mesma hora, jogava-se o apuramento para a fase seguinte da Taça de Portugal de Andebol: mais uma vitória. 31-24 foi o resultado final, perante o Madeira SAD num jogo em que Fábio Magalhães se destacou com sete golos.

No basquetebol, as nossas seniores deslocavam-se ao pavilhão do líder, a Ovarense e de 'garras afiadas', sacaram uma excelente vitória, fechando um ciclo de três vitórias seguidas em 2015. 58-60 foi o resultado final.

O hóquei em patins leonino deslocou-se à Suíça e trouxe para Lisboa uma importante vitória na 1ª mão dos Oitavos-de-Final da Taça CERS. Depois do Basileia se adiantar no marcador, foi a vez do Sporting mostrar ao que ia e 'virar' o resultado para um brilhante 1-4. Já nos instantes finais do encontro, dois golos 'de rajada' tiraram-nos uma vantagem confortável mas deixaram-nos com um importante resultado obtido fora, tal como ontem tinha perspectivado. Vitória por 3-4 e decisão da eliminatória nas nossas mãos (João Pinto e Tiago Losna bisaram).

Mas o melhor estava guardado para o fim...

Na AG (sim, não me esqueci da AG!) soube-se entretanto que já há projecto para edificar o Pavilhão das Modalidades João Rocha. A construção, a iniciar-se ainda este ano, terá o seu ponto alto quando, em Dezembro de 2016, se proceder à inauguração do recinto que, certamente, muitas vitorias testemunhará. 

Segue um aperitivo, abrindo o apetite para o que aí virá...

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