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Grande Artista e Goleador

O prato forte é o derby

Já depois de Anri Egutidze mostrar a força do leão na Alemanha (se bater o pé ao nº 3 do Mundo, tudo poderá acontecer...), será a vez do futsal, com quatro campeões da Europa de cada lado, nos oferecer o prato forte do dia; o derby eterno, o jogo de todas as emoções, aquele que todos querem ganhar. 

Depois, o goalball regressará à Sporting TV, o hóquei aquecerá o João Rocha, o voleibol enfrentará o Espinho na Nave (que não é a saudosa), o andebol voltará a preencher as bancadas da nossa "Nave" futurista e as miúdas da bola espalharão magia na quadra e no relvado.

(Este é um bom momento para consultares a Agenda Leonina e veres aquilo que não queres perder num dia tão cheio, que não vais saber para onde te virar - LINK)

 

Voltemos ao petisco do dia, que pode ser gourmet ou até vegan, consoante o gosto de cada um.

Em 30 jogos oficiais esta temporada, o Sporting de Nuno Dias só perdeu um jogo, tendo ganho os outros 29. Essa derrota significou um troféu perdido e por aqui se vê a exigência que reina na secção de futsal. Uma derrota que significou a perda de um título para o rival e um balão de oxigénio para os seus jogadores, à época algo descrentes das suas capacidades.

 

Desde que Nuno Dias chegou ao Sporting, em 2012, temos sido hegemónicos, muitas vezes demolidores. 

A nossa superioridade é de tal maneira evidente (e palpável) que seria de esperar um desnível maior nos embates com o eterno rival, no entanto, desde 2012 o Sporting tem apenas mais cinco vitórias que o Benfica. Dos oito empates, quatro resultaram em vitórias para os encarnados nas grandes penalidades e o Sporting apenas foi feliz por uma vez em ocasião idêntica. As vitórias nas penalidades equilibram a contenda, tendo o Sporting uma vantagem de duas vitórias sobre as águias (16 vs 14).

 

Três destas vitórias foram esta temporada (os encarnados perderam quatro jogos no total) e permitiram a Nuno Dias passar finalmente para a frente de Joel Rocha nos confrontos directos (se contarmos com os desempates nas penalidades, Joel Rocha continua a ter vantagem). Desde que o treinador do Benfica trocou o Fundão por Lisboa que o Sporting de Nuno Dias deixou de ser avassalador nos derbies (6 vitórias, 1 empate e 2 derrotas nas duas épocas anteriores) e tem mostrado algumas dificuldades em ultrapassar o rival, mesmo tendo sempre mais qualidade individual e colectiva.

Os jogos são sempre "taco-a-taco" e geralmente decididos nos detalhes, acabando com um empate ou uma vitória pela margem mínima. Foi assim em 18 dos 24 jogos, sinal do equilíbrio de forças que têm sido os embates com o Benfica desde então.

 

Joel Rocha, tenho de o dizer, é um homem inteligente na abordagem aos jogos connosco. Sabe que é inferior, não arrisca, explora o erro e entrega as despesas do jogo ao Sporting, que se sente confortável a assumir o jogo mas, perante adversários mais capazes que os habituais (como o Benfica), a exposição ao erro que um jogo de domínio constante provoca faz com que o Benfica aproveite melhor os nossos erros, nunca se expondo da mesma forma que nós.

O senhor do pullover é um borrado e nunca saberemos se arriscaria tentar dominar o Sporting durante a maior parte dos 40 minutos. Eu acredito que ele nunca teria essa ousadia, nem que os jogadores de um lado e outro trocassem de camisolas por um dia e, também por isso, acho que Nuno Dias deveria ter um plano B, que deixasse mais a nu as fragilidades dos encarnados, que são bastantes mais e mais evidentes que as nossas.

 

Há muito tempo que defendo a oferta do mesmo veneno ao nosso adversário, em períodos mais largos do jogo e não apenas por força do Benfica, aqui e ali, se conseguir colocar "por cima" no jogo.

Dar a bola aos encarnados é um renegar da nossa matriz de jogo, daquilo que Nuno Dias trouxe desde o início para este Sporting, um verdadeiro contra-senso mas não estará na hora de provocar mais o erro e deixar o Benfica mais desconfortável no jogo? Eu acho que sim.

Se conseguirmos alternar o nosso jogo habitual com períodos de maior iniciativa ofensiva do Benfica, acredito que estaremos mais perto de vincar a nossa superioridade, consubstanciando-a em números mais expressivos.

O Benfica não gosta de assumir o jogo nos encontros com equipas superiores. Não se sente confortável nesse registo. Pelo contrário, nota-se uma certa tranquilidade quando assume uma postura expectante e defensiva, explorando sobretudo o ataque rápido, nos momentos de desequilíbrio do adversário.

É por isto que Nuno Dias, enquanto treinador do Sporting, só tem mais uma vitória que o Benfica de Joel Rocha. Está na hora de os obrigar a, aqui e ali, provar do próprio veneno e isso vai deixá-los tão "atarantados" que estaremos mais próximos de ganhar os jogos folgadamente.

 

Teremos jogadores experientes e mais do que habituados a estes jogos de ambos os lados e aqueles que melhor explorarem os detalhes, as debilidades do conjunto oposto, estarão mais perto de ser felizes.

Hoje espero que volte a cair para o nosso lado e, se querem uma estatística positiva, em sete jogos na Luz desde que é Joel Rocha o treinador, o Sporting ganhou mais vezes do que perdeu (3 vs 2), tendo empatado por duas ocasiões.

Que seja uma boa forma de começar a tarde, que se estenderá até à noite com muitos motivos de interesse no universo leonino. O difícil vai ser acompanhar tudo.

 

SPOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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Hoje joga o Sporting

Hoje, pela primeira vez desde a construção do Pavilhão João Rocha, teremos um dia de Sporting à antiga.

Um dia de Sportinguismo, de união, de solidariedade e de prevenção.

Dia de ajudar os bombeiros...

...e dia de relembrar o quão importante é a prevenção do cancro da mama.

 

Ah...e tão importante quanto as causas solidárias ou de prevenção são as vitórias nos jogos a disputar, tanto no Pavilhão João Rocha, onde o futsal recebe o Desportivo das Aves, como no Estádio José Alvalade, onde o futebol recebe o Desportivo de Chaves.

Vamos, grande Sporting! Vence por nós!

 

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FUTSAL / SPORTING CP 5-2 Benfica: Superioridade total

Desde há muitos anos para cá que o Sporting é claramente superior ao Benfica em futsal. Nas últimas oito edições do campeonato nacional, o Sporting venceu seis e, mesmo nas duas em que não venceu, foi sempre a equipa dominante, que assumiu o jogo sem abdicar daquilo que são as suas ideias e o tipo de futsal praticado.

 

Hoje, pese embora o facto do Benfica ser uma equipa em construção, com um treinador que me parece cada vez mais "espremido", o Sporting voltou a ser superior ao eterno rival e somou a terceira vitória de temporada em três jogos, dois deles com direito a festejos na Supertaça e na Taça de Honra.

 

Finalmente o Sporting conseguiu materializar em campo a diferença entre os dois conjuntos, que já não vem de hoje e que muitas vezes, mesmo vencendo, não conseguimos traduzir na quadra.

Foram três golos de diferença mas podiam (e deviam) ter sido mais, tal foi a superioridade leonina em todos os parâmetros do jogo.

 

Entrámos a perder, demos a volta antes do intervalo e avolumámos no segundo tempo. Tudo normal, como se de um jogo com qualquer outra equipa candidata ao playoff da nossa Liga se tratasse.

Isto, como é evidente, com todo o lado emocional que um dérbi acarreta e que o Sporting dominou muito melhor que o Benfica.

 

Quem não soube controlar as emoções do jogo foi a equipa de arbitragem que, pese embora a sua experiência, deixou que os jogadores do Benfica, no primeiro tempo, abusassem do jogo faltoso, nem sempre sancionado, fruto de um critério "largo" (como diria o outro).

Robinho, claramente o jogador tecnicamente mais evoluído dos encarnados, depois de um bom golo que abriu as hostilidades, levou um amarelo mas escapou a, pelo menos, mais duas sanções ainda na primeira parte. Depois de já ter podido ter visto o segundo amarelo, conseguiu evitá-lo mais uma vez, num lance em que até podia ter visto o vermelho directo. Repito; tudo isto nos primeiros 20 minutos. A verdade é que não voltou a ser sancionado e voltaria a marcar no segundo tempo, novamente numa boa finalização.

 

Da nossa parte, Dieguinho marcou o 1-1 aos 11 minutos e parece estar este ano muito mais entrosado e confiante das suas capacidades. Ele e Pany Varela, sendo que vão para a segunda época de leão ao peito, mais parecem dois bons reforços para a nossa equipa, tal a superioridade das suas performances relativamente às da temporada passada.

Antes do intervalo Cary colocou o Sporting em vantagem para depois, no segundo tempo e de baliza a baliza, Merlim colocar o resultado em dois golos de diferença (3-1).

Robinho reduziu mas rapidamente o Sporting voltou à carga e Caio Japa fez o 4-2, num momento em que o adversário jogava com menos um, fruto da expulsão (acertada) do guarda-redes encarnado, após falta dura sobre Déo, que seguia isolado.

João Matos viria a fechar as contas, com um verdadeiro festejo de leão.

 

Atmosfera incrível num João Rocha quase lotado, que foi enchendo aos poucos, terminando num vulcão tremendo que impressionou Nuno Dias.

 

Quanto ao senhor do pullover, voltou a elogiar o carácter dos seus jogadores e a entrega dos mesmos. Mais uma vez não foi suficiente e quem dá o que tem, a mais não é obrigado. Que assim continue...

 

Segue-se a fase principal da UEFA Futsal Cup, onde o Sporting é favorito a carimbar a presença na ronda de elite. Para já, apesar das lesões (hoje foi Divanei), estamos em grande forma e temos um plantel recheado de qualidade e soluções para suprir as ausências.

 

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O campeão bisou

O Sporting sagrou-se bi-campeão de futsal e solidificou a sua hegemonia na modalidade, totalizando agora 14 campeonatos nacionais, 6 deles nos últimos 8 anos.

Desde que o Benfica entrou na modalidade, em 2001, só agora o Sporting conseguiu ultrapassar o rival em número de títulos nacionais durante o período em coincidiram na modalidade (8 títulos para o Sporting, 7 para o Benfica e 1 para o Freixieiro).

 

Com a chegada de Nuno Dias o Sporting vive um período de hegemonia pelo qual não passava desde os primórdios da competição. São 4 campeonatos nacionais em 5 épocas e, no total, 13 títulos em 22 possíveis.

 

Esta foi a temporada mais longa de sempre, com um total de 53 jogos (o máximo anterior eram 50, em 2010/11). Na "era playoff" foi repetido o feito de 2005/06 e 2012/13, onde apenas perdemos um jogo a contar para o campeonato nacional, sendo que nessas duas épocas o Sporting teve uma carga de jogos muito inferior, disputando apenas duas competições (campeonato e taça de Portugal).

Tivemos também uma das maiores percentagens de vitórias desde que o campeonato contempla o playoff, apenas suplantada pela da temporada passada (por centésimas) e a de 2012/13.

 

João Matos foi o mais utilizado, participando em 47 dos 53 jogos da temporada.

Diego Cavinato voltou a ser o melhor marcador da fase regular e, este ano, não perdeu o título de melhor marcador do campeonato na fase a eliminar, onde voltou a ser o melhor marcador da equipa, mesmo sem ter marcado em nenhum dos 4 jogos da final. Abanou as redes por 47 vezes, mais 6 que no ano passado e, desta vez, com uma média superior a 1 golo por jogo (1.12).

Alex Merlim, o único dos nossos jogadores nomeado entre os melhores jogadores de futsal do Mundo, esteve este ano mais ao nível esperado nos jogos decisivos, onde marcou 6 golos nos 6 jogos entre a meia-final e a final (no ano passado tinha marcado apenas 2 nos 7 últimos jogos da nossa Liga).

 

Para além do campeonato, vencemos também a taça da Liga e fomos vice-campeões europeus (à terceira será de vez).

 

Ao Nuno Dias e a toda a sua equipa técnica, ao Miguel Albuquerque e restante estrutura directiva do futsal e principalmente aos jogadores, o meu muito obrigado!

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Assim, sim! Foi à Sporting!

Intensidade, discernimento, concentração e eficácia.

Tudo o que havia faltado em Braga tivémos em doses suficientes ontem à noite, em Odivelas.

 

Depois, bem se diz que os grandes aparecem nos momentos importantes. Foi isso que fez Merlim em Braga e repetiu ontem. Está no ponto e a mostrar porque é um dos melhores do Mundo.

 

Jogo praticamente resolvido ao intervalo, com 3-0, e arrumado ao reentrar para o segundo tempo, com o 4-0 em poucos segundos.

Depois foi gerir o jogo e defender o 5x4 do Braga, sempre pouco perigoso e algo desorganizado.

 

Terça-feira, às 19:30h, em Braga, há mais, e é para fechar a temporada com mais um título nacional. Este grupo merece.

 

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O primeiro já está

Os comandados de Nuno Dias resolveram sem grandes problemas o primeiro jogo a final da Liga SportZone. Numa primeira parte muito boa, que levava a acreditar até num resultado mais folgado, o Sporting não deu chances ao Braga e o resultado pecava até por escasso no final dos primeiros 20 minutos.

 

Na segunda parte o Braga criou mais dificuldades mas o Sporting, mesmo sem precisar de se apresentar em grande nível, controlou sempre a partida, terminando o jogo com um 3-1 favorável, com sinais positivos para o jogo em Braga, na próxima quarta-feira.

 

Nota final: Que golão do Diogo!

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O primeiro jogo de um título que pode resolver-se em três actos

Eis que chega um dos momentos da temporada. O Sporting inicia hoje a disputa do título nacional de futsal. A final da Liga SportZone começa a jogar-se às 21 horas e o adversário, não sendo o que se esperava, chegou à decisão final por mérito, eliminando o Benfica por 2-0.

O Sporting de Braga marcará assim presença, juntamente com o Sporting, na UEFA Futsal Cup da próxima temporada mas, antes disso, falta apurar o campeão nacional da época 2016/17.

 

O Sporting chega à final do campeonato sem qualquer derrota na Liga SportZone e com apenas duas derrotas em toda a temporada (a Supertaça e a final da UEFA Futsal Cup).

Vencida a fase regular com extrema facilidade e tendo chegado à final sem sobressaltos, o Sporting tem do seu lado o favoritismo teórico. 

Temos melhor equipa, melhores jogadores, melhor treinador e melhores adeptos e o Braga, que na temporada passada vendeu bem cara cada derrota averbada connosco (duas pela margem mínima e uma no prolongamento, para além de um empate na fase regular e uma derrota por penaltis no playoff), não conseguiu este ano colocar-nos as mesmas dificuldades da temporada passada. Após o empate a quatro bolas em Braga, seguiram-se duas vitórias inequívocas. 5-2 na segunda volta da fase regular da Liga e 6-1 nos quartos-de-final da Taça da Liga, que viríamos a vencer.

 

Não quero com isto dizer que será fácil ou que o Braga não criará dificuldades mas não posso também ignorar o nosso claro favoritismo bem como a maior profundidade do plantel que, mesmo não podendo ser usado na sua totalidade em cada jogo, permite a Nuno Dias manter a equipa mais fresca numa semana em que se jogarão três jogos muito intensos.

O facto de termos de deixar de fora três jogadores não formados localmente em cada encontro tem como ponto negativo a qualidade que fica na bancada mas não deixa de ser uma vantagem, não só por estarem mais frescos para ser usados no jogo seguinte como pelas nuances técnico-tácticas que estas mudanças podem introduzir na dinâmica da equipa, baralhando assim um Braga que estaria mais "encaixado" caso soubesse sempre o que esperar.

 

Para além disto, não duvido que Nuno Dias estudou exaustivamente os últimos jogos do Braga, sobretudo os da meia-final do playoff, e terá certamente na manga algumas surpresas para resolver esta final em três jogos.

Hoje, em Odivelas, teremos a primeira de três finais e, pese embora a hora adiantada, teremos um pavilhão cheio e fervoroso no apoio aos rapazes de verde-e-branco.

 

Vamos, Sporting!

 

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O sonho está vivo

Sem surpresas, o Sporting marcará presença na Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup. Nuno Dias incutiu no grupo um sentido de responsabilidade que permitiu que nos apresentássemos ao nosso melhor nível (que teria sido suficiente para ter feito melhor na Supertaça) e os jogadores trataram de marcar em campo as reais diferenças entre nós e as restantes três equipas.

De facto, qualquer das três equipas com que nos defrontámos no grupo 5 desta Ronda Principal poderia marcar presença na Ronda de Elite. Eram equipas de valor semelhante, com o Sarajevo uns furinhos abaixo de belgas e italianos. 

O Sporting acabou por vencer por margem folgada cada um dos três jogos, deixando que os restantes decidissem entre eles a segunda vaga de apuramento. O Rieti acompanhar-nos-á para a próxima fase, passando pela diferença de golos e em igualdade pontual com o Halle-Gooik, que ficou a três golos do apuramento.

No final, e sem ponta de sobranceria, foi um bom torneio de pré-época e uma boa forma de preparar a equipa para o início da Liga SportZone.

 

Relativamente ao sorteio da Ronda de Elite, a realizar na próxima sexta-feira, dia 21, partimos com natural optimismo mas sabendo das dificuldades desta fase da prova e como o sorteio e o local onde se realizarão os jogos podem fazer pender o favoritismo das equipas.

Estas são as equipas apuradas:

Qualificados (vencedores dos grupos em primeiro lugar):

Grupo 1: Győri ETO (HUN), Brezje Maribor (SVN)

Grupo 2: Araz Naxçıvan (AZE), FC Feniks (KOS)

Grupo 3: Nikars Riga (LVA), Hamburg Panthers (GER)

Grupo 4: Ekonomac Kragujevac (SRB), Nacional Zagreb (CRO)

Grupo 5: Sporting CP (POR), Real Rieti (ITA)

Grupo 6: EP Chrudim (CZE), City'US Târgu Mureş (ROU)

Apurados directamente (e cabeças-de-série mo sorteio): Ugra Yugorsk (RUS, detentor do troféu), Kairat Almaty (KAZ), Inter FS (ESP), FC Dynamo (RUS)

É importante garantir que partimos como organizadores do nosso grupo na Ronda de Elite, de preferência apanhando um dos dois grupos onde poderemos ser emparelhados com dois segundos classificados da Ronda Principal e um cabeça-de-série (os outros dois grupos terão um cabeça-de-série, dois vencedores da Ronda Principal e um segundo classificado dessa mesma fase).

A única coisa certa é que não voltaremos a defrontar os italianos do Real Rieti, visto já os termos defrontado na fase anterior.

Acrescento que todos os vencedores dos grupos da Fase Principal venceram os 3 jogos do seu grupo, facto que reforça a importância de um sorteio favorável, dado o presumível equilíbrio entre 10 das 16 equipas presentes na fase que antecede a final-four.

 

Esta é a quinta participação do Sporting numa prova que, nunca tendo ganho, marcou presença na final-four em 3 das 4 participações anteriores.

Um 2ª lugar (2010/11, derrota por 2-5 com o Montesilvano), um 3º lugar (2014/15, vitória por 8-3 sobre o Dina Moskva após derrota com o Barcelona por 5-3), um 4º lugar (2011/12, com duas derrotas na final-four, uma delas por penaltis na atribuição dos 3º e 4º lugares) e uma presença na Ronda de Elite (eliminados pelo Araz, que viria a ser 3º classificado).

Em 23 jogos na UEFA Futsal Cup, o Sporting perdeu apenas 4. Dois com o Barcelona, a nossa besta-negra, ambas em meias-finais (o facto de não estarem presentes este ano pode ser um bom sinal), um com o Araz (na Ronda de Elite) e a final de 2010/11 com o Montesilvano.

São 16 vitórias, 3 empates e 4 derrotas, com 96 golos marcados e 58 sofridos. Números que demonstram o nosso poderio Europeu, infelizmente ainda por traduzir em títulos.

 

Termino dizendo que a Ronda de Elite se realizará entre 22 e 27 de novembro e, naturalmente, até lá, há 6 jogos do campeonato para vencer, o primeiro dos quais frente ao Belenenses, fora, no próximo dia 22.

 

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Jogo 4: Eu quero o Sporting campeão

Sim, pode acabar hoje. A fantástica época da nossa equipa sénior de futsal pode hoje terminar em glória com uma vitória no pavilhão da Luz.

 

O adversário entrará pressionado pela necessidade imperiosa de vencer e, sobretudo nos primeiros minutos do jogo, isso jogará a nosso favor. É nesse período que devemos arriscar e assaltar a baliza de Juanjo para marcar primeiro. Um golo nos primeiros minutos seria um duro golpe na moral dos encarnados.

 

Seja como for, espera-se um jogo idêntico aos três anteriores. Tenso, equilibrado e em que, mais uma vez, serão os detalhes a fazer a diferença. Jogar com o estado emocional do adversário e manter o nosso equilibrado é meio caminho para festejar em casa do rival pela 3ª vez, desde que o título se decide nos playoff.

 

Força leões! Eu acredito!

 

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A tradição ainda é o que era

Tinha aludindo ontem à história para dar o mote para o jogo 3 da final do playoff da Liga SportZone de futsal...bateu tudo certo.

Pela terceira vez o jogo 3 (primeiro da série em casa do rival) voltou a dar vitória aos rapazes de verde-e-branco.

Cumpra-se a tradição na totalidade e domingo será mesmo o último jogo. Se não se cumprir, há histórias diferentes por escrever.

 

O jogo nem começou bem. O Benfica entrou mais forte e agressivo (abusando menos da agressividade, relativamente ao jogo anterior) mas, sobretudo mais seguro. Melhor no ataque organizado e mais coeso na defesa, algo completamente anormal, tendo em conta o modelo de jogo de ambas as equipas.

O empate registado ao intervalo teve mérito (mais uma jogada de laboratório) mas também aquela pontinha de sorte que acompanha os campeões. Até ali, o resultado era melhor que a exibição, mesmo que a superioridade do adversário não tenha sido mais do que mínima. Sobretudo, fomos nós que acusámos um pouco o peso do jogo.

O empate, no momento em que apareceu, foi o melhor que nos podia ter acontecido.

 

Nem entrámos muito bem na 2ª parte mas o talento de Merlim teve o condão de estabilizar os níveis emocionais da equipa e devolver a confiança e segurança no nosso jogo. O golo logo no reinicio do jogo foi um tónico extra, algo que só uma reviravolta num jogo complicado e equilibrado tem a capacidade de dar.

A partir daqui sentiu-se uma mudança de atitude na equipa. Mais confiante, segura, autoritária e perigosa. Foram nossas as melhores oportunidades da 2ª parte e, não fosse Junjo, o resultado ter-se-ia avolumado.

 

Entrados nos minutos finais, chegou a hora de puxar pela união, coesão e entreajuda de todos. Excelentes a defender o 5x4 do rival, fomos felizes como eles já haviam sido em nossa casa. Pelo mesmo resultado e num jogo igualmente equilibrado.

Domingo há mais um jogo e só há uma certeza. O Benfica não sairá desse jogo campeão.

Eu acredito que pode acabar já. Temos qualidade para isso e merecemos ser felizes.

 

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Vamos ao Jogo 3

Com a final empatada a 1, é imperioso para qualquer das equipas vencer este jogo. Será o jogo mais tenso entre os jogados até agora e aquele em que o factor emocional pesará mais.

A nós, interessa-nos manter a concentração no limite e aguentar as provocações e a violência que já começaram no jogo 2, em Odivelas.

Depois, será fundamental a eficácia. Coesão a defender e acutilância a atacar.

A manter-se a tradição em finais a 5 jogos, este é nosso.

Sempre que começámos uma final à melhor de 5 em casa (duas vezes), vencemos o primeiro jogo, perdemos o segundo e ganhamos o terceiro.

Que a tradição se mantenha.

SPOOOOOOOOOOORTING!

 

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Foi nos detalhes

O Benfica foi mais concentrado, mais agressivo (às vezes em excesso e com alguma passividade da equipa de arbitragem), mais eficaz e, no final, empatou com justiça a final do playoff da Liga SportZone de futsal.

A entrada forte do adversário surpreendeu-nos e colocou-nos em posição de maior expectativa. Não fomos tão seguros a assumir o domínio do encontro nem tão assertivos a construir o nosso jogo. Mesmo assim, foi sempre um jogo de equilíbrio embora, como já esperava, o adversário tenha criado mais perigo que no primeiro jogo.

 

Demérito nosso, porque falhámos a mais clara oportunidade de golo da 1ª parte. Mérito do adversário, que acabou por chegar ao golo, dando-nos a provar do veneno que havíamos oferecido na tarde anterior. O golo surge de um lançamento lateral onde nos atrasámos a sair ao homem da bola que remata colocado e nos colocava pela primeira vez em desvantagem nesta final. 

 

Num grande lance de Merlim, Cavinato empata o jogo que chegaria assim ao intervalo. Resultado perfeitamente ajustado ao rendimento de ambas as equipas.

 

A segunda parte voltou a surgir com a mesma toada. Oportunidades em ambas as balizas e com o Sporting a demonstrar uma maior fragilidade defensiva, em contraste com a união e coesão do dia anterior. As oportunidades sucediam-se e foi uma questão de tempo até o Benfica voltar a adiantar-se. Boa desmarcação de Ré, atraso no acompanhamento da nossa marcação e estava criado o desequilíbrio. Mérito para o adversário e uma pontinha de sorte (que já tinha dito ser necessária nestes jogos) no ressalto.

 

Logo a seguir, não empatámos porque fomos nós a defender o próprio remate. Cavinato, em cima da linha de golo, tira o golo saído dos pés de Fortino. A sorte não estava connosco e nem no 5x4 fizemos a diferença, aí muito mais por mérito de Juanjo que apareceu finalmente (e infelizmente) nesta final.

 

Bom jogo de futsal, final empatada e vamos para a Luz como começámos...iguais. Será mais um bom jogo de futsal, voltará a não ser fundamental o factor casa e voltaremos a ser excelentes no apoio à equipa. Seremos menos mas pereceremos mais.

 

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O primeiro já está

A vitória de ontem foi categórica. 3-0, nos detalhes, tal como havia previsto.

Claro que a diferença entre as equipas não foi tão acentuada como o resultado demonstra mas a nossa abordagem, concentração, entreajuda, rigor e eficácia roçaram a perfeição.

 

Naturalmente, são os jogadores que resolvem mas muito do mérito vai também para Nuno Dias. Surpreendeu nas bolas paradas, colocando na quadra, por vezes, os mais improváveis, de modo a surpreender o adversário.

Para além disso, a equipa esteve praticamente irrepreensível em termos defensivos. Concentração máxima, coberturas perfeitas e ocupação de espaços brilhante. Não se viu uma hesitação em trocas de marcação. Confiança total entre os jogadores e competência, muita competência.

 

A eficácia na finalização foi fundamental para desmoralizar o adversário, facto bem demonstrado quando, com pouco mais de 7 minutos para jogar, Joel Rocha nem o 5x4 arriscou. Quando o fez, já com menos de 5 minutos por jogar, a convicção era pouca e a qualidade também. O Sporting contrariou muito bem a inferioridade numérica e teve mesmo a melhor oportunidade para marcar.

 

Hoje é outro jogo. O de ontem já passou. Há que ter a mesma competência de ontem para colocar a final em 2-0 pois, se falharmos nos detalhes, podemos ser penalizados com uma derrota, mais não seja porque as individualidades do Benfica não vão estar sempre tão apagadas como ontem.

Seja como for, segue mais um dado estatístico: entre Sporting e Benfica, a equipa que venceu o 1º jogo foi sempre campeã nacional. Esperemos que a tradição se mantenha.

 

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Sporting vs Benfica: Os Playoff

Um Sporting - Benfica é jogo de tripla. Passamos a vida a ouvir isto. A verdade é que não é apenas uma frase feita ou um lugar comum...muito menos no futsal.

 

No campeonato nacional da 1ª divisão (hoje Liga SportZone) são 60 os jogos entre ambos. 30 deles em playoff, 27 dos quais em finais. 22 vitórias, 14 empates e 22 derrotas. 173 golos marcados para ambos os lados. Não há favoritos em jogo nenhum, nem o factor casa se revela determinante.

 

Em 8 finais discutidas nos playoff, temos 4 títulos nacionais para cada lado. Nos 30 jogos em playoff (3 em meias-finais e 27 em finais) a sorte sorriu-nos 16 vezes e 14 ao rival (15-12, se contarmos apenas as finais). Perdemos em casa mais do que ganhamos e o oposto acontece fora. É impossível prever o que acontecerá nos próximos 3 jogos, que podem vir a ser 5.

 

Só por duas vezes a final se discutiu na 'negra' e sempre que isso aconteceu, perdemos. Só uma vez uma final à melhor de 5 jogos acabou ao fim de 3 e fomos nós que vencemos. Desde que há playoff, o Sporting só venceu a fase regular 4 vezes (contabilizando já a deste ano) e nas três anteriores acabou sempre campeão nos playoff.

 

Há dois jogos que o Sporting não vence o Benfica em playoff (a pior série de sempre, igualada por outras 3 ocasiões). A melhor série leonina foram 5 vitórias consecutivas (4 delas fora de casa).

 

Seja como for, vencer os 2 jogos em casa será meio caminho andado para recuperar o título nacional, colocando toda a pressão em cima do adversário, mesmo sabendo que nunca a equipa que iniciou em casa a final a 5 jogos, venceu ambos.

 

Tal como disse Nuno Dias, esta semana, na antevisão aos jogos 1 e 2, não há segredos. As equipas conhecem-se profundamente, tanto em termos colectivos, como individuais. Serão os detalhes e a sorte a resolver o resto. Sobretudo, é importante que os jogadores saibam manter o equilíbrio emocional pois, muitas vezes, são as questões mentais e não as tecnico/tácticas que resolvem este tipo de jogos.

 

Seguem as estatísticas:

Playoff SCP vs SLB.png

Playoff SCP vs SLB 1.png

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Estamos na final

Sangue (do Caio), suor (de todos, inclusive dos adeptos) e lágrimas (do Cavinato quando empatou a partida).

E coragem, atitude, crer, confiança no valor próprio e qualidade.

Não pude ver o jogo em directo. Então, toca de desligar a internet para chegar a casa e puxar a box atrás.

Valeu a pena. Venham os lampiões.

Estamos na final.

 

Nota: Grande flash de Nuno Dias!

Nota 2: Acreditando no que disse o treinador do Braga, também eu repudio a atitude dos meus irmãos leoninos que cuspiram em cima dos adversários. Isto não é o Sporting!

 

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SPORTING CP 5-1 Arouca: Com nota artística

Depois do futsal ter vencido com inteira justiça um derby intenso e bem jogado, era tempo de 'aviar' o Arouca e garantir mais 3 pontos.

Em Odivelas foi Fortino que num excelente golpe de cabeça deixou o Sporting na liderança da Liga SportZone, mesmo com um jogo a menos que o rival da Luz.

No José Alvalade foi o regresso de Teo Gutierrez aos golos que marcou a noite e a vitória 'larga' do Sporting num jogo em que nem Slimani precisou de marcar.

O Sporting nem entrou muito bem no jogo. Foi mesmo o Arouca que tomou as rédeas do encontro nos primeiros minutos.

É o golo de Teo Gutierrez, aos 15 minutos, que dá em definitivo o domínio do encontro ao Sporting. 

Foi meia hora perfeita que culminou com 4-0 ao intervalo, num duplo-bis com assinatura de Teo e João Mário.

Na 2ª parte voltaram a ser os de Arouca a entrar melhor mas o tempo foi-se encarregando de devolver o domínio do encontro aos leões.

Faltava um golaço de Ruiz, que pode ser importante para a sua confiança.

Era tempo de dar mais minutos a Barcos (Aquilani também entrou) e de Slimani amuar (não me chocam nada as declarações de Jorge Jesus, no final do encontro).

Infelizmente o golo do Arouca travou a boa onda (até a hola mexicana esteve em Alvalade) da equipa, que só voltou para a recta final do encontro, já com Gelson em campo.

Golo esse que, para não variar, foi obtido em posição irregular (já devem ser perto de uma dezena, os golos irregulares sofridos).

No fim, fechou-se mais um dia de leão, em que os adeptos quase lotaram Odivelas e Alvalade em espaço de horas (46 mil leões é obra).

Regresso à liderança e mais logo saberemos se por horas ou para ficar.

Hoje joga o Sporting

O dia hoje começa em Odivelas, com um sempre escaldante derby em futsal. Em disputa está o primeiro lugar, que pode revelar-se importante no playoff, pois dá-nos a possibilidade de disputar a 'negra' sempre em nossa casa.

Seja como for, nada se decide hoje mas, se há jogo que gostamos de vencer, é este.

 

Sigo para o José Alvalade e o adversário é a sensação do campeonato, o Arouca do 'mergulhador' Lito.

O pedido é o mesmo do que para qualquer jogo em que entre o Sporting: a vitória.

Há que ter cuidado pois, entre os 'autocarros' que habitualmente visitam a nossa casa, o de Arouca é dos mais fiáveis e bem apetrechados.

O 'mergulhador' sabe montar as equipas defensivamente e tem arte para, pela certa, procurar ser feliz (ou ter uma vaca do caraças).

O cliché já se vai gastando: "Há que entrar forte", dizemos nós quase sempre. Mas, mais do que uma entrada forte com golos cedo (que nunca é de enjeitar), vai ser necessário que saibamos variar o estilo de jogo, afim de baralhar a estratégia defensiva dos arouquenses.

Quando falo em variar o estilo de jogo estou a ser muito directo. Todos nós percebemos a ideia do 'mister' e o modelo de jogo implementado mas, contra 'autocarros', há que tentar tudo, variar...há que surpreender.

Ataquemos muito e bem. Pela direita, pela esquerda, apoiado, longo, cruzemos da linha de fundo e antes ainda da grande área e, por favor, joguemos com as probabilidades.

O que quero dizer com isto?!

Que rematem à baliza. Dentro e de fora da área. Quanto mais rematarmos, maiores são as probabilidades de fazer golo, de provocar o erro.

Uma das coisas que mais me irrita é o número reduzido de tentativas de remate de média e longa distância.

Seja como for, seremos nós a mandar no jogo, a ter a posse de bola e o mais importante é saber como a usar, de forma rápida e o mais imprevisível possível.

Porque os adversários nos estudam e também já sabem cada vez melhor como contrariar o nosso jogo.

Depois, é estar atento aos contra-ataques e às bolas paradas. O habitual.

É a primeira de 8 finais e tudo o que peço é que a joguemos como se fosse a última.

 

SPOOOOOOOOOOOOORTING!

Estamos preparados!

As palavras são de Nuno Dias mas bem que podiam ser de Pedro Nobre.

Hoje, em Odivelas, há um final de tarde e início de noite cheio de futsal.

Às 17 horas a equipa sénior masculina inicia a sua participação na Liga SportZone, frente ao Gualtar, uma das equipas promovidas. À semelhança do que aconteceu ontem como andebol, é proibido relaxar.

A pré-época foi intensa e proveitosa para aquilo que Nuno Dias perspectivou. Na fase mais intensa só os espanhóis tiveram capacidade para nos derrotar, sempre por detalhes.

A inclusão do Marcão, Gonçalo Portugal, Cavinato, Fortino e Merlim dão mais garantias e dotam a equipa de uma maior capacidade de improviso, bem como uma maior variabilidade táctica.

Desde Cardinal que o Sporting não joga com pivot e Fortino promete ser muito importante para dar à equipa um estilo de jogo diferente do habitual, menos desgastante e mais seguro.

Merlin promete ser o Déo ou o Dinavei que tanta falta nos fizeram no ano passado. É um fantasista e aquele a quem todos passam a bola na hora de resolver as coisas individualmente.

Cavinato, não sendo nem um finalizador, nem um tecnicista, promete ser importante para o colectivo. É intenso, agressivo na defesa, tem na mobilidade uma das grandes armas, bem como um excelente pé esquerdo.

Além disso, o entendimento entre os três reforços é perfeito (são, todos eles, internacionais italianos e campeões da Europa em título) e o entrosamento com os restantes companheiros parece já ser muito bom.

Nuno Dias fez questão de agradecer à direcção do Clube que, desta vez, e após um ano de desinvestimento, investiu forte, não olhando tanto aos números e focando-se única e exclusivamente no incremento de qualidade.

Agora, basta que todos correspondam em campo e façam regressar o título de campeões nacionais a nossa casa.

Ao início da noite (20 horas), também em Odivelas, e não menos importante, a nossa equipa sénior de futsal feminino decide para onde vai a Taça de Honra da AFL neste início de época.

As jogadoras leoninas, comandadas por Pedro Nobre, apresentam um espírito de união notório e já têm uma qualidade de jogo e intensidade interessante para um plantel totalmente renovado.

Adivinho uma grande época também para as nossas 'meninas' e, para isso, nada como começar bem, com o primeiro título da época.

SPOOOOOOOOOOOORTING!

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