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Grande Artista e Goleador

Hoje joga o Sporting

Depois dos sucessos do rugby feminino (conquista da supertaça), do ténis de mesa (conquista da supertaça e top 12 jovem, por Francisco Silva) e do apuramento do futsal para a ronda de elite da UEFA futsal champions league, segue-se hoje mais um dis de Sporting em cheio.

 

Começamos às 11 horas, com o derby de futebol, em juniores e a final da eurockey cup 2018, em juvenis, onde também teremos direito a um derby pelo bi-campeonato europeu da categoria.

Às 15 horas, Sporting e Porto disputam a supertaça António Livarmento, em hóquei em patins, para o dia terminar em Portimão, com a realização de mais uma jornada da Liga NOS.

Entre estes eventos, muitos mais motivos de interesse para acompanhar. Fiquem com a Agenda Leonina para hoje (link).

 

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Os problemas de afirmação e amadorismo do hóquei em patins

Apesar da evolução táctica e técnica do hóquei em patins, protagonizada pelos seus treinadores e intérpretes, a modalidade continua a perder espaço mediático e com dificuldades em recuperar um lugar que já foi seu, em Portugal e na Europa.

Foi possível ver a falta de público no recente campeonato da Europa, disputado em Espanha.

Em Portugal o hóquei em patins ainda enche pavilhões mas, institucionalmente, trata-se uma estrutura amadora.

 

Ouvi ontem o secretário técnico do Sporting referir que os clubes tinham aprovado a alteração do quadro competitivo português, com a intenção de disputar a 1ª divisão em duas fases, com duas voltas cada uma. Tal alteração previa um aumento do volume competitivo e da própria competitividade (já, de si, enorme) daquela que é hoje considerada por quase todos como a mais forte liga mundial.

Acontece que a federação portuguesa da patinagem resolveu não levar avante essa alteração, abolindo apenas o sorteio condicionado, que obrigava os primeiros quatro classificados da época anterior a defrontarem-se nas jornadas finais da época seguinte. Assim, exceptuando o término desta condicionante, o campeonato disputar-se-á nos mesmos moldes, ignorando o investimento das equipas, a fazer conta com um calendário mais "apertado".

 

Portugal e Espanha, como duas potências mundiais da modalidade, têm uma responsabilidade acrescida na promoção e evolução do hóquei em patins a nível global.

São os principais criadores e potenciadores de talento mas teimam em não preconizar o avanço tecnológico que a modalidade precisa bem como a monopolizar o conhecimento.

O interesse de outros países já é reduzido e, se continuamos a viver o hóquei apenas para nós, sem disponibilizar recursos que potenciem o crescimento de outros países, continuaremos a viver apenas em quatro ou cinco países uma modalidade que se queria olímpica e que não o é precisamente porque a sua introdução nas olimpíadas foi um tremendo falhanço.

 

Salvo uma ou outra possível alteração, as regras potenciam o espectáculo. Falta que as instâncias internacionais, onde Portugal tem responsabilidades, parem de ignorar o problema e façam do hóquei uma modalidade de massas, com transmissões televisivas de qualidade, sobretudo nas mais importantes competições (o campeonato português é uma delas) e partilha de conhecimento que possibilite o alastrar da qualidade e quantidade de praticantes (que em Portugal, pese embora a predominância, está prestes a sair do top 15 das mais praticadas em termos federados).

Fica, mais uma vez, para reflexão.

 

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Ainda sobre o pleno das modalidades de pavilhão...

Mais do que uma tábua de salvação, algo a que nos agarramos para amenizar as frustrações do futebol masculino, estas e outras conquistas nas modalidades devem ser, acima de tudo, motivo de orgulho.

Não nos esqueçamos disso. Muito do que é o Sporting está assente na mística das modalidades.

 

 

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Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco, ambição...e glória!

Foto de Marcelo Santos.

 

Não sou mais do que ninguém por isso mas nunca duvidei de nenhum dos nossos homens do hóquei em patins. Desde o treinador e restante staff técnico e directivo a cada um dos jogadores.

Procurei por aqui palavras de desânimo da minha parte para com eles. Não encontrei.

Relembrei conversas com amigos. Nem uma dúvida.

Se os adversários eram fortes e de respeito? Com certeza.

Se tinham mais "calo" e mais talento? Admito.

Mas não tinham o nosso compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição. Não tinham a fé desmedida na sua qualidade e capacidade de superação. Não estavam como nós, sedentos de glória.

 

Os grandes ataques ganham jogos. As grandes defesas arrebatam os campeonatos. 

Sempre o ouvi dizer e, salvo raras excepções, acredito que a velha máxima se mantém.

A equipa liderada por Paulo Freitas sofreu apenas 44 golos em 25 jogos. Menos 20 que o Benfica, até ao momento a segunda melhor defesa do campeonato.

A nossa solidariedade e rigor em campo valem a segunda melhor defesa das ligas top 3 da Europa, apenas atrás do Barcelona (sofreu 47 golos em 30 jogos), campeão espanhol, vencedor da copa do Rey e campeão europeu em título.

Estes números valem um dos melhores registos defensivos da história da competição, provavelmente até um novo recorde.

 

Nunca tive dúvidas que tínhamos capacidade para enfrentar este ciclo final do campeonato. Nunca tive dúvidas que todos os atributos já trás enumerados nos aproximariam da vitória frente a adversários ofensivamente melhor apetrechados que nós.

Disse-o há uns meses: Paulo Freitas e a estrutura directiva do hóquei do Sporting foram muito inteligentes na preparação da temporada e na forma como apetrecharam a equipa, com vista à conquista do título. Fizeram-no com a consciência que a defesa era o sector a reforçar, dotando a equipa de elementos muito fortes na organização defensiva e com índices competitivos e de concentração acima da média. Exactamente o necessário para travar o fortíssimo poder ofensivo dos rivais directos. Alicerçou tudo isto com uma dinâmica de grupo muito forte.

 

A segurança defensiva de Girão, Platero e Magalhães, o talento de Font, Gil e João Pinto, a experiência e competência de Toni Pérez, Caio e Vítor Hugo (que também não faltava noutros elementos) e o contributo valiosíssimo do Zé Diogo que, na minha opinião, tem sido fundamental no crescimento do Girão, pelo que o obriga a trabalhar, pela forma como o motiva e pela cumplicidade evidente entre ambos.

Foi tudo isto e muito mais; alma, coração, orgulho próprio, sangue, suor, lágrimas e a estrelinha...a sempre necessária estrelinha de campeão, mais ainda quando partes para uma competição em que tens quatro equipas de nível muito semelhante.

A época completamente falhada da Oliveirense acabou por dificultar a tarefa do campeão que, se vencer a última jornada, fará a pontuação mais elevada dos últimos três campeonatos nacionais, sendo que este será o único onde 2º e 3º classificados ficarão ambos acima dos 60 pontos (este ano, tanto Benfica como Porto superaram os pontos do campeão da época passada).

Todas as particularidades da competição deste ano valorizam ainda mais a nossa conquista, de tal forma que até parece impossível que ainda falte disputar uma jornada.

 

É tempo de celebrar! É tempo de dar a todos os parabéns! É tempo de desejar um bom e merecido descanso! É tempo de lembrar que o peso e a responsabilidade de defender um campeonato exigirá de nós ainda mais de tudo o que tivemos este ano. Acabem o campeonato em grande, não se estraguem nas férias e cá nos encontramos para o ano. Obrigado!

 

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Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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ANDEBOL

SENIORES

 

HÓQUEI EM PATINS

SENIORES (Resumo)

SENIORES (Jogo Completo)

 

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Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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Notas soltas do fim-de-semana

Começando pelo futebol; não estamos na fase da época em que me preocupem as exibições. É importante ganhar, com maior ou menor dificuldade.

Estamos na fase decisiva e já passou há muito o tempo de exigir boas exibições com resultados a condizer. É tempo de nos contentarmos com o resultado, sabendo que a equipa está muito desgastada, deu tudo e conseguiu, mesmo que a custo, o objectivo.

Impressionante a capacidade de Bruno Fernandes, que resolveu o encontro com dois golos de excelente execução, não ao alcance de qualquer um.

O fim-de-semana futebolístico quase esteve para ser muito bom, não fosse aquele golo de Marega no final do encontro na Madeira. Seja como for, temos o segundo lugar na nossa mão e compete-nos garantir essa posição, ganhando os dois encontros que restam do campeonato, que estará entregue. Parabéns ao Porto que, a confirmar-se, será um justo campeão.

 

As vitórias no futsal, andebol, hóquei em patins e futebol feminino mantêm as equipas na frente e na luta pelos títulos nacionais, enquanto que a derrota do voleibol adiou a decisão para amanhã, no Pavilhão João Rocha.

Prestação meritória, embora inglória dos nossos judocas no Europeu de Judo, em Tel Aviv, com resultados interessantes mas que certamente não deixaram alguns dos atletas satisfeitos. Podemos fazer melhor mas a concorrência é sempre forte neste tipo de eventos.

 

Tentarei fazer o post com os resultados até final do dia. Este fim-de-semana foi puxadinho e a família, desta vez, teve mesmo de estar primeiro.

 

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Foi há três anos, a maior alegria que o Sporting me deu

Vivi aquela semana intensamente. O Sporting passava por um período de clara afirmação mas ainda longe da pujança de hoje. A forma heróica como o grupo se entregou a esta prova, a paixão do treinador e o empenho de todos fez da conquista da taça CERS o momento mais emocionante que vivi enquanto adepto deste fantástico Clube.

Não, não foi a taça de Portugal em 1995, 2007 ou 2008, nenhum dos campeonatos nacionais de 2000 ou 2002 e muito menos a taça de Portugal de 2015, que até tive o prazer de ver ao vivo.

Quando se diz que o Sporting não é só futebol, não é da boca para fora. Somos muito mais do que futebol e as maiores conquistas das nossas modalidades equiparam-se a qualquer conquista no futebol.

Claro que eu era um jovem, em 2002. Hoje certamente viverei uma conquista de um campeonato nacional de futebol mais intensamente, porque o Sporting vai-se entranhando cada vez mais em nós, com o passar dos anos. 

Seja como for, porque o futuro está por descobrir, recordemos hoje aquilo que há três anos me fez chorar de alegria.

 

 

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Sporting CP está na final-four da Liga Europeia

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Agregado de 6-4, no conjunto das duas mãos. O Porto, o Barcelona e o Reus serão os adversários da derradeira fase da prova, onde portugueses e espanhóis se defrontarão entre si nas meias-finais.

 

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Queremos a glória europeia

Duas finais e uma vitoria em cinco presenças nas meias finais da Liga Europeia (à época denominada "Taça dos Campeões Europeus"); é este o registo do Sporting na fase mais adiantada da maior competição de clubes do hóquei em patins europeu.

Entre 1975 e 1979 o Sporting esteve presente em três meias-finais da Taça dos Campeões Europeus (na altura disputadas em duas mãos). Venceu a prova em 1976/1977, naquela que é a única vitória na competição, e foi eliminado em 1975/1976 e 1978/1979 pelas equipas que viriam a vencer a prova (Voltergà e Barcelona).

Em 1982/83 voltaríamos a cair aos pés do Barça (que voltaria a sagrar-se campeão da Europa) e a nossa última presença nas meias-finais culminou numa derrota na final, frente ao Noia.

 

Extinta, em 1994/1995, a equipa de hóquei em patins do Sporting nunca viveu a intensidade de uma final-four, fase que a prova maior do CERH só estreou em 1996/97, com o Barcelona a vencer em casa a primeira fase final disputada neste formato.

Curioso que as equipas portuguesas disputaram muito mais finais desde a implementação das final-four, mas ganharam muito menos troféus nas 21 edições assim decididas do que nas 31 edições anteriores, disputadas em duas mãos (casa e fora).

Em dez finais, entre 1966 e 1996, três equipas portuguesas arrecadaram o troféu por quatro vezes (Sporting, Barcelos e Porto, em duas ocasiões).

Entre 1997 e 2017, foram treze as vezes que a final teve um representante português, sendo que apenas em duas ocasiões uma equipa portuguesa saiu vitoriosa (o Benfica, em ambas, qualquer delas jogadas com adversários também portugueses).

Passámos de quatro finais ganhas em dez, para duas em onze. Jogar uma final-four não é bom sinal para os lusos na Liga Europeia, a não ser que joguem entre si (onde é inevitável que um ganhe).

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O Sporting começou ontem a discutir o acesso às meias-finais da Liga Europeia desta temporada. Em Oliveira de Azeméis o jogo foi difícil, como se esperava.

Aos quinze minutos o Sporting perdia por 2-0, com ambos os golos a surgirem em power-play, fruto da exclusão de dois jogadores leoninos com cartão azul (Toni Pérez e Matías Platero). Ângelo Girão defendeu ambos os livres directos daí resultantes mas o Sporting não conseguiu evitar o golo dos da casa, jogando (e sofrendo) depois em inferioridade numérica.

Paulo Freitas pediu imediatamente timeout e Caio ainda viria a reduzir para 2-1, minutos depois, resultado com que se chegou ao intervalo.

No segundo tempo os golos só surgiram já dentro dos dez minutos finais. Pedro Gil empatou e Ferran Font assegurou uma importante vitória, que pode ser fundamental para carimbar em casa a passagem à final-four da Liga Europeia.

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Paulo Freitas falou, no final, num resultado justo e em decisões duvidosas da equipa de arbitragem. Quarta-feira regressa o campeonato e o Sporting recebe no João Rocha o HC Valença. A segunda mão da Liga Europeia está marcada para o dia 7 de Abril.

 

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Grandes? Enormes!

Ninguém duvida que é o futebol que move multidões, que é o grande motor do nosso Clube mas, no fim de contas, é apenas uma pequena (embora significativa) percentagem daquilo que é o Mundo Sporting.

O nosso grande Clube tem 55 modalidades, 13 delas de desporto adaptado. Temos um gabinete olímpico que apoia e integra mais de 70 atletas em 10 modalidades distintas. Um projecto ambicioso que tem melhorado as condições dos nossos "olímpicos" com vista à obtenção de melhores resultados desportivos que preencham o currículo dos atletas e orgulhem e prestigiem toda uma nação leonina.

 

Temos atletas top 10, 20, 30 mundial. Todos sentem o Sporting, todos o vivem dia após dia. A maior parte dá ao clube mais títulos do que aqueles que temos festejado no futebol mas, ainda assim, nem sempre se sentirão apoiados e acalorados pela nossa massa adepta, que é fantástica mas pode sempre fazer melhor.

Temos na nossa história, no futebol e nas modalidades atletas que são autênticas lendas, exemplos de competidores natos que ainda hoje inspiram gerações, umas a seguir às outras.

 

Temos neste momento a competir pelo clube alguns atletas de topo mundial nas suas disciplinas. Pessoas que se esforçam e dedicam, obtendo resultados mesmo que defrontem os melhores do Mundo em cada prova que disputam.

Muitos deles não têm a sorte de apanhar uns "clubes pequenos" pelo caminho, não disputam provas de regularidade, não têm margem de erro, é sempre ganhar ou perder. Mesmo assim, obtêm resultados.

 

Exemplos como temos no atletismo, no judo, como a nossa equipa de futsal, ténis de mesa ou goalball, entre outros.

Aos que acompanham sobretudo o futebol, experimentem ver algumas competições de outros atletas, de outras modalidades. Vejam as dificuldades que enfrentam e os bons resultados que obtêm, mesmo que estejam sempre no fio da navalha.

No atletismo, excepto nas provas de fundo, são escassos os minutos (por vezes segundos) que um atleta tem para mostrar o que vale e o mesmo vale para a natação ou para a canoagem. No judo tudo se pode ganhar ou perder em apenas quatro minutos...

 

Bem sei que a indústria paga aos seus intervenientes algo equivalente àquilo que o espectáculo gera. É inevitável que no futebol os jogadores ganhem mais dinheiro. Talvez por isso, seja também inevitável a pressão extra a que estão sujeitos, a exigência. Por outro lado, disputam as competições sob olhar atento de milhares (milhões, através da televisão).

Não é isso que acontece nas restantes modalidades e, no entanto, continuamos a ganhar medalhas em competições ao mais alto nível nas várias modalidades já mencionadas e não só. Temos atletas que estão entre os melhores do Mundo e se batem com outros do mesmo nível em cada competição.

 

Só no judo temos o Fonseca, o Anri, o Sergiu, a Joana, a Taciana e a Siderot. Temos o Évora, a Mamona, Jessica e a Sara (atletismo), o Emanuel e a Francisca (canoagem), o João Costa (tiro), o Monteiro e o Quadri (ténis de mesa), o Diogo Abreu (ginástica - trampolins), o Alexis (natação) e é natural que muitos outros me faltem com estatuto semelhante (as minhas desculpas a todos eles).

Temos o atletismo, actual campeão da Europa de clubes feminino ao ar livre e já este ano campeão da Europa de clubes em corta-mato (em ambos os géneros).

O goalball, com uma jornada por disputar, é já campeão europeu de clubes e judo masculino foi, pelo segundo ano consecutivo, medalha de bronze na Golden League (a maior competição de clubes a nível europeu).

O futsal está na meia-final da UEFA Futsal Cup, o ténis de mesa na meia-final da Champions League,  o hóquei em patins nos quartos-de-final da Liga Europeia, o futebol disputa hoje o acesso aos quartos-de-final da Liga Europa e o andebol é, por enquanto, o detentor da taça Challenge em andebol.

 

Motivos mais do que suficientes para que levemos a sério a frase; "o Sporting é muito mais do que um clube de futebol". Na verdade, o Sporting é um Clube desportivo que tem futebol, num país onde reina a bola no pé e onde somos campeões da Europa de selecções em futebol e futsal, tendo nas nossas equipas vários dos intervenientes nessas conquistas.

No entanto, como se pode constatar, há muito mais para além do futebol de que nos devamos orgulhar e que devemos seguir, acompanhar e apoiar.

 

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Enquanto nos chateamos com o futebol...

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Um orgulho ser sócio do Sporting Clube de Portugal (com quotas pagas até dezembro) e poder contribuir para o sucesso destes profissionais. Obrigado! Que continuem no bom caminho.

E estou apenas a evidenciar as quatro modalidades colectivas mais relevantes mas não esqueço as vitórias do atletismo, judo, ténis de mesa, goalball, râguebi, tiro com arco, entre tantas outras.

Todas as modalidades do Sporting, pelas vitórias mas não só, são um enorme motivo de orgulho para mim e, acredito, para a maioria dos Sportinguistas.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois das vitórias de ontem do hóquei em patins (1-3, em Tomar) e do andebol (17-36, em Santo Tirso, para a Taça de Portugal) e do empate da equipa de pool português (bilhar) na segunda jornada do apuramento de campeão (8-8, frente ao Orange Pool Club) é hoje a vez do futebol jogar para a Liga Europa.

 

Já ontem tinha dado a minha opinião (link) acerca do que faria para hoje mas duvido que Jorge Jesus me faça a vontade.

Acredito num onze mais próximo do habitual e com menos poupanças do que as que eu faria.

Os cazaques virão certamente com vontade de entrar bem na partida e só um golo cedo lhes devolverá esperanças na luta pela passagem à fase seguinte.

 

Ao Sporting basta um jogo seguro defensivamente para estar nos oitavos-de-final da Liga Europa, fase da prova onde o Sporting não marca presença desde 2012, ano em que só parámos nas meias-finais, eliminados em Bilbao.

Reitero mais uma vez a enorme vontade de assistir à estreia europeia a titular de Rafael Leão, não só pela oportunidade ao jovem da nossa Academia mas também porque acho que é jogo para o miúdo "partir a loiça".

Acredito em mais uma vitória e mais um salto no ranking de clubes da UEFA.

SPOOOOOOOOOORTING!

 

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Resposta de campeão

Antes de mais, há que recordar que o Sporting não vinha de uma derrota com uma equipa qualquer, num pavilhão qualquer. O Porto é o actual detentor das três competições nacionais e há 20 jogos consecutivos que vence em casa em jogos a contar para o campeonato, competição na qual não perde há 38 jogos. O Benfica foi a última equipa a vencer no Dragão Caixa, a 17 de dezembro de 2014. Sim, há mais de três anos que os dragões não perdem em casa para o campeonato e, pelo meio, apenas perderam pontos com o Valongo (dois empates), ganhando os confrontos a todos os adversários directos.

 

Para nós, o jogo com o Porto encerrou com a primeira derrota da temporada em competições nacionais e a pressão extra para o jogo de ontem esteve até mais relacionada com a sequência de duas derrotas, contando com o jogo da Liga Europeia, em Itália.

Ora, depois de um adversário como o Porto, frente ao qual dominámos o encontro no seu terreno e perdemos pela margem mínima, acabando o jogo a atacar sem guarda-redes, seguiu-se a Oliveirense.

 

A equipa de Oliveira de Azeméis, presente nas últimas duas final-four da Liga Europeia e que, apesar de crónico candidato ao título desde às uns anos para cá, nunca levantou o troféu máximo nacional apresentava-se no Pavilhão João Rocha com a pressão de ter de vencer para não perder, mais uma vez, o comboio do título.

 

Os comandados de Tó Neves até entraram bem no encontro mas, praticamente no primeiro remate da partida, João Pinto inaugurou o marcador, num lance que as imagens televisivas não conseguiram esclarecer mas que um dos árbitros, bem colocado, validou.

Estava aberto o caminho para uma vitória esmagadora e para uma resposta contundente, frente a um dos candidatos ao título, que também é uma das equipas mais fortes da Europa.

O resultado ao intervalo era de 5-1 e haveria de terminar num arrasador 9-1, com grande eficácia e enorme qualidade em boa parte das execuções e situações de finalização, mesmo as que não terminaram em golo.

O Sporting foi uma equipa dominadora, voraz, insaciável. Nem por um segundo os jogadores se contentaram com o que tinham e foram sempre à procura de mais, aproveitando e "cavalgando" a onda que atropelava completamente a equipa da Oliveirense.

 

O resultado no final do encontro não só demonstrou uma resposta cabal como uma vontade enorme de ser campeão por parte do plantel leonino.

Paulo Freitas demonstrou-se, naturalmente, satisfeito e orgulhoso da prestação dos seus atletas, que voltaram a demonstrar que são um grupo forte e coeso, digno de envergar as nossas cores e preparado para lutar por títulos.

 

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Jogo decisivo no fecho da primeira volta

O jogo de hoje da equipa de hóquei em patins, a contar para a 13ª jornada do campeonato nacional da 1ª divisão, é decisivo, mesmo que faltem outros 13 jogos por disputar.

A recepção à Oliveirense, quarto classificado, deixar-nos-á com três confrontos directos guardados para o final do campeonato, com deslocações à Luz e a Oliveira de Azeméis (o Porto visitará o Pavilhão João Rocha).

Este jogo, também por ser em casa, é de vitória obrigatória para a manutenção das nossas ambições, rumo ao título nacional.

Benfica e Porto já venceram os seus jogos desta jornada e colocaram ainda mais pressão sobre Sporting e Oliveirense.

Uma vitória da nossa equipa mantém-nos em 2º lugar, no qual iniciámos a jornada, a apenas um ponto do Benfica e com mais um que o Porto, sendo que a Oliveirense ficará a ver o título como uma miragem.

Uma derrota recolocará a Oliveirense na luta e, não comprometendo os nossos objectivos, deixa-nos sem margem de erro (que em nada nos convém), dado o ciclo infernal que enfrentaremos no final da época (o pior entre todos os candidatos).

 

É tempo de afirmação e de vencer. O adversário, como sempre, dará luta e só perdeu uma das últimas quatro deslocações ao reduto leonino (uma vitória para cada lado e dois empates).

Paulo Freitas e a sua equipa têm hoje uma excelente oportunidade para reafirmar que podem e vão contar com o Sporting até ao fim, na luta pelo título de campeão nacional de hóquei em patins.

 

Força, leões!

 

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Um clássico para fazer mais um "teste do algodão"

2013/14 - Porto 11-2 SPORTING CP
2014/15 - Porto 5-2 SPORTING CP
2015/16 - Porto 8-0 SPORTING CP
2016/17 - Porto 4-3 SPORTING CP
2016/17 - Porto 8-3 SPORTING CP

 

Estes foram os últimos cinco resultados do Sporting no Dragão Caixa, casa do Porto. 10 golos marcados / 36 golos sofridos / 5 derrotas.

 

Este ano, em que o Sporting parece finalmente ter equiparado o nível dos seus rivais, todos os confrontos com adversários directos na luta pelo título colocarão à prova a capacidade da nossa equipa.

Provámos com o Benfica que temos capacidade para ombrear com os melhores. Aliás, provámos que somos dos melhores mas, mesmo os melhores, têm de o provar a cada jogo e a derrota em Itália, para a Liga Europeia, coloca uma pressão extra sobre o jogo desta noite e na obtenção de um resultado satisfatório..

 

Ainda assim, é o Porto quem tem mais a perder no encontro de hoje. O Sporting é líder e um empate não colocará em causa esse estatuto, que passaria a ser repartido caso o Benfica confirme o favoritismo perante o Infante Sagres. Tendo em conta o nosso histórico em casa do Porto e as circunstâncias, seria um resultado que eu assinaria já por baixo.

Apesar de tudo, não tenho dúvidas que lutaremos pelos três pontos. Uma vitória do Sporting deixará o Porto a sete pontos de distância e esse é um cenário com que temos de saber jogar. Se levarmos o jogo equilibrado até final, o estado emocional dos nortenhos poderá fazer a balança pender para o nosso lado.

 

Vamos lá inverter esta série negativa!

 

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Candidatos em tudo

A tarde de ontem veio mostrar que, desta vez, parece mesmo que seremos candidatos a ganhar tudo, em todas as modalidades.

 

O empate com o Benfica em hóquei em patins soube a pouco mas foi bom de ver a segurança e ambição dos nossos jogadores no controlo do jogo e na vontade de o vencer.

O cenário mudou. Já não vamos como "tomba-gigantes" ou como underdog. Estamos na luta com as mesmas armas e isso viu-se na atitude de ambas as equipas ao abordar o último minuto. O Benfica respeitou-nos e guardou um ponto, adiando o "assalto" ao primeiro lugar para a próxima oportunidade e o Sporting mostrou que estava até disposto a correr riscos para ganhar os três pontos que, de resto, merecia.

Seguimos na liderança, permanecemos invictos e perdemos ontem os primeiros pontos da época. Não há drama e confio que, se dividirmos pontos na maior parte dos confrontos directos, não haverá grande mal nisso.

Disputamos o título com grandes equipas e não tenho dúvidas que, em Portugal, moram quatro dos mais fortes conjuntos europeus. Não será um empate com o actual vencedor da Taça Intercontinental que abalará a nossa união e nos desviará do nosso foco.

Este grupo parece-me fortissímo e com mentalidade e capacidade de sofrimento que só os campeões têm. Segue-se uma visita ao Dragão Caixa, com um Porto que ainda jogará hoje com a Oliveirense.

 

Na Luz, o voleibol começou primeiro mas acabou imediatamente depois do apito final no Pavilhão João Rocha.

Destaco também aqui a ambição e determinação que este grupo revela. Só uma equipa, na verdadeira acepção da palavra sairia do Pavilhão do Benfica com a vitória depois de perder os dois primeiros parciais.

O nosso principal rival venceu os dois primeiros sets de forma segura, demonstrando superioridade na fase decisiva de ambos.

O terceiro set foi equilibrado até final, com incerteza no marcador e chegou a pairar na Luz o espectro de uma vitória tranquila e um regresso à liderança do campeonato. 

Só que não... os pupilos de Hugo Silva (que me parece um excelente líder) mostraram que são verdadeiros leões e agarraram o jogo "pelos tomates". Viraram o texto no final do parcial e mostraram que estavam vivos e de saúde.

Os dois últimos sets foram ganhos com a mesma segurança com que o adversário nos venceu os dois primeiros, sendo que a pressão acrescida de lutar duas vezes contra o final do encontro nunca pesou nas costas dos nossos jogadores.

A vitória mantém-nos líderes, ainda que hoje o Benfica possa passar para a frente, visto que disputará mais um jogo, enquanto que nós descansamos.

 

Hoje à tarde, o futsal tem um teste de fogo que será apenas isso; uma boa oportunidade para pôr à prova o líder invicto da Liga SportZone. A liderança não está em causa e o Benfica, 2º classificado, até perdeu ontem em Belém mas são estes jogos que nos acordam para uma realidade em que queríamos estar mais vezes. Esta equipa precisa de desafios constantes e mais exigentes dos habituais para estar no nível que se pretende nas decisões mais importantes da época.

Inter Movistar e Barcelona, dois dos adversários que teremos pela frente em Abril, na final-four da UEFA Futsal Cup empataram ontem em casa e o Barça não venceu três dos últimos cinco jogos.

Nós temos de nos motivar com pequenos objectivos, algo que nos puxe até um limite que só um adversário verdadeiramente forte e competitivo consegue.

O Braga, finalista do ano passado na nossa Liga, é um bom adversário para colocar à prova a nossa invencibilidade. 

Em mais um dia de casa cheia, antes de mais um jogo de futebol no Estádio José Alvalade, prevê-se um excelente espectáculo de futsal e um bom teste à melhor equipa de Portugal.

Vamos a isso!

 

Aproveitem para consultar a Agenda Leonina, onde podem encontrar muitos motivos de interesse (link).

 

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Dér(bi)

Hoje é dia de dérbi...a dobrar. O voleibol desloca-se à Luz para defender a liderança e o hóquei em patins recebe o Benfica também com o propósito de manter a liderança e a invencibilidade na prova.

Os jogos vão sobrepor-se e obrigarão todos nós a manter o PC, tablet ou telemóvel em funcionamento, ao mesmo tempo que acompanharemos, na Sporting TV, o hóquei (18h). O voleibol tem transmissão às 17h, na BTV.

 

No voleibol, Hugo Silva, treinador do Sporting, frisou que a equipa tem crescido e que a receita para hoje passa por continuar a fazer o jogo que tem feito nos restantes encontros, ressalvando que foi alguma ingenuidade nos momentos de maior stress competitivo que levaram o último dérbi a cair para o lado do Benfica.

Até agora, e após o regresso do Sporting à modalidade, foram dois os dérbis que se realizaram entre águias e leões. O primeiro no Pavilhão João Rocha, a abrir o campeonato, que caiu para o Sporting, e o segundo, no Pavilhão da Luz, para os oitavos de final da Taça de Portugal, que caiu para o Benfica.

Nestes dois jogos, três curiosidades que saltam à vista. Ambos os jogos terminaram 3x1, ambos caíram para a equipa visitada e ambos tiveram um set decidido nas vantagens, acima dos 30 pontos.

Agora, no Dia de Reis, Benfica e Sporting jogam o desempate e a liderança no Pavilhão da Luz. Liderança essa que passou para o poder dos leões antes do Natal, quando acertou calendário com o São Mamede. O Sporting leva uma derrota na prova (com o Espinho) e o Benfica leva duas, numa diferença que está fixada num ponto.

Os dados estão lançados e há, pelo menos, uma certeza. Este será um embate entre dois históricos emblemas do panorama desportivo nacional, de onde apenas um sairá vencedor... e líder.

 

No hóquei, invicto, o Sporting recebe o Benfica que, não esqueçamos, é uma equipa mais habituada a momentos de decisão e grande pressão, tendo recentemente vencido a Taça Intercontinental, frente ao actual campeão europeu, o Reus, de Espanha.

«Se não nos permitirmos sonhar é porque estamos a fazer qualquer coisa mal. Mas o título é mais do que um sonho. É trabalho, qualidade, responsabilidade, compromisso e atitude. Um conjunto de argumentos que temos demonstrado. No sábado vamos disputar o dérbi dos dérbis. Ainda assim, se pensarmos de forma pragmática, que é a forma como gosto de pensar, este é um encontro que vale três pontos. Trabalhar em cima de vitórias é diferente. Até agora, não conhecemos outro resultado, daí o facto de haver boa disposição, pese embora a responsabilidade esteja sempre presente»

Estas foram as declarações de Paulo Freitas, treinador do Sporting, na antevisão ao dérbi.

O Sporting só sabe vencer mas ainda não encontrou pela frente nenhuma das verdadeiras dificuldades deste campeonato, enquanto que o Benfica terminará hoje o ciclo de confrontos entre os principais candidatos ao título sendo que, até ao momento, empatou com Oliveirense e venceu o Porto, actual campeão nacional e vencedor, já esta época, da Supertaça.

Tenho expectativas elevadas para este encontro e para esta equipa de hóquei em patins, que me parece finalmente equilibrada e construída com maior realismo. Sendo que a maior parte dos melhores atacantes a nível mundial alinham nos rivais, o Sporting apostou mais forte na defesa, com jogadores de grande valia e sentido de compromisso.

A equipa de Paulo Freitas é a melhor defesa do hóquei em patins europeu e está na hora de colocar verdadeiramente à prova esse estatuto, frente a uma equipa que não se tem apresentado tão poderosa no ataque como em épocas anteriores.

Há, no entanto, que ter em atenção o tridente ofensivo composto por João Rodrigues, o espanhol Adroher e o argentino Nicolía sendo que, no caso do último, teremos ainda de contar com elaborados números de ilusionismo, nos quais algumas duplas de árbitros nacionais continuam a cair ou a participar (não se percebe bem).

Seja como for, acredito muito na nossa coesão e capacidade de sofrer a defender, confiando em cada um dos intervenientes.

Se há modalidade que vivo com a mesma intensidade do futebol, é o hóquei em patins. Estou com um nervoso miudinho idêntico (talvez até superior) ao da passada quarta-feira.

 

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Se quiserem consultar a Agenda Leonina completa para o dia de hoje (e seguintes), podem fazê-lo AQUI.

Bom fim-de-semana!

 

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Uma quarta-feira perfeita

Jesus apresentou um onze quase totalmente diferente do que defrontou o Boavista e apenas Bruno César repetiu a titularidade, embora à esquerda, ao contrário do que tinha acontecido no fim-de-semana.

A equipa demorou a encontrar-se e a primeira parte viveu de fogachos, sendo que os mais contundentes vieram dos pés de Iuri Medeiros (que, mesmo assim, não fez metade do que sabe), sempre ajudado por Ristovski.

Acabou por ser Alan Ruiz (que continua a irritar toda a nação leonina) a descobrir o homónimo Bryan no coração da área, que desviou para defesa difícil do guardião de Vila Verde. A bola ficou a centímetros da linha de baliza, à mercê de Doumbia, que encostou para o 1-0 mesmo em cima do intervalo.

Importa realçar que o Vilaverdense ainda conseguiu esticar o jogo e visar a baliza de Salin um par de vezes, algo que não voltou a acontecer durante os segundos 45 minutos.

 

À hora de jogo Jesus tirou a dupla de "Ruizes" e a coisa começou a ganhar jeitos de goleada, com perfume de bom futebol, sobretudo graças a Gelson Martins (entrou junto com Daniel Podence), que fez aquilo que fazem os grandes jogadores. Não olhou para o adversário, respeitou-o e tratou de marcar as reais diferenças entre ambos os conjuntos. Quatro minutos volvidos e à segunda bola de golo oferecida aos colegas, Doumbia bisa, numa jogada que começa em Podence.

Outra vez Gelson. Bola em Ristovski e hat-trick de Doumbia, que haveria de assistir Gelson para o fecho de contas, após uma "cavalgada" que vincou bem a diferença de andamento entre os dois conjuntos.

Houve festa da Taça mas não houve tomba-gigantes. O Sporting segue para os quartos-de-final, ao contrário do Benfica, que tratou de nos dar a última alegria da noite, graças à eliminação aos pés do Rio Ave, com o nosso Chico em bom plano.

Com dois jogos por realizar, são já conhecidos cinco dos possíveis adversários: Rio Ave, Moreirense, Desp. Aves, Cova da Piedade e Farense.

 

Mas o Sporting não é só futebol e em Braga jogavam-se hoje dois jogos também importantes.

No Pavilhão Flávio Sá Leite, casa do ABC, o Sporting apresentava-se com a certeza que pelo menos um dos rivais directos perderia pontos.

O Sporting derrotou os bracarenses por contundentes 25-33, enquanto que o Porto derrotou, também de forma confortável, o Benfica (30-23).

Assim sendo, o Sporting assume a liderança isolada, com Porto e Benfica a dois pontos de distância.

 

Também em Braga mas com stick e patins, a equipa de Paulo Freitas derrotou sem grandes sobressaltos o Hóquei Clube de Braga.

O resultado final cifrou-se em 2-6, sendo que o Sporting beneficiou da derrota do Porto em Barcelos (3-2) e do empate da Oliveirense em Viana do Castelo (4-4).

A liderança é agora repartida apenas com o Benfica, que também venceu mas ocupa a segunda posição dada a menor diferença entre os golos marcados e sofridos. O Sporting continua a ser, de longe, a melhor defesa da prova, com apenas oito golos sofridos em outros tantos jogos.

 

Para o quadro de resultados do dia ficar completo, realço a vitória dos juvenis B em andebol, na recepção ao Colégio São João de Brito (27-22), enquanto que a equipa de seniores B de hóquei em patins perdeu em Alverca com o Alenquer e Benfica por 2-3, em jogo antecipado da jornada 7.

A equipa B de pool português, derrotou em casa o SS CGD por 9-4 e aproxima-se assim da liderança da zona sul da 2ª divisão. 

No primeiro evento de ontem, os sub-12 venceram, na Malásia, o FF South Australia por 4-0. Depois, João Vital não foi além de um 32º lugar nos 400m livres dos Europeus de piscina curta, a disputar em Copenhaga.

 

Hoje, de manhã, entram em acção Alexis Santos, nos 200m livres e João Vital, desta vez os 400m estilos e à hora de almoço é a vez da equipa de futebol de praia se estrear no Mundialito de Clubes, frente ao Lokomotiv Moscow, no Brasil.

 

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Agenda Leonina (4ª feira)

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