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Grande Artista e Goleador

Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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Notas soltas do fim-de-semana

Começando pelo futebol; não estamos na fase da época em que me preocupem as exibições. É importante ganhar, com maior ou menor dificuldade.

Estamos na fase decisiva e já passou há muito o tempo de exigir boas exibições com resultados a condizer. É tempo de nos contentarmos com o resultado, sabendo que a equipa está muito desgastada, deu tudo e conseguiu, mesmo que a custo, o objectivo.

Impressionante a capacidade de Bruno Fernandes, que resolveu o encontro com dois golos de excelente execução, não ao alcance de qualquer um.

O fim-de-semana futebolístico quase esteve para ser muito bom, não fosse aquele golo de Marega no final do encontro na Madeira. Seja como for, temos o segundo lugar na nossa mão e compete-nos garantir essa posição, ganhando os dois encontros que restam do campeonato, que estará entregue. Parabéns ao Porto que, a confirmar-se, será um justo campeão.

 

As vitórias no futsal, andebol, hóquei em patins e futebol feminino mantêm as equipas na frente e na luta pelos títulos nacionais, enquanto que a derrota do voleibol adiou a decisão para amanhã, no Pavilhão João Rocha.

Prestação meritória, embora inglória dos nossos judocas no Europeu de Judo, em Tel Aviv, com resultados interessantes mas que certamente não deixaram alguns dos atletas satisfeitos. Podemos fazer melhor mas a concorrência é sempre forte neste tipo de eventos.

 

Tentarei fazer o post com os resultados até final do dia. Este fim-de-semana foi puxadinho e a família, desta vez, teve mesmo de estar primeiro.

 

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Foi há três anos, a maior alegria que o Sporting me deu

Vivi aquela semana intensamente. O Sporting passava por um período de clara afirmação mas ainda longe da pujança de hoje. A forma heróica como o grupo se entregou a esta prova, a paixão do treinador e o empenho de todos fez da conquista da taça CERS o momento mais emocionante que vivi enquanto adepto deste fantástico Clube.

Não, não foi a taça de Portugal em 1995, 2007 ou 2008, nenhum dos campeonatos nacionais de 2000 ou 2002 e muito menos a taça de Portugal de 2015, que até tive o prazer de ver ao vivo.

Quando se diz que o Sporting não é só futebol, não é da boca para fora. Somos muito mais do que futebol e as maiores conquistas das nossas modalidades equiparam-se a qualquer conquista no futebol.

Claro que eu era um jovem, em 2002. Hoje certamente viverei uma conquista de um campeonato nacional de futebol mais intensamente, porque o Sporting vai-se entranhando cada vez mais em nós, com o passar dos anos. 

Seja como for, porque o futuro está por descobrir, recordemos hoje aquilo que há três anos me fez chorar de alegria.

 

 

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Sporting CP está na final-four da Liga Europeia

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Agregado de 6-4, no conjunto das duas mãos. O Porto, o Barcelona e o Reus serão os adversários da derradeira fase da prova, onde portugueses e espanhóis se defrontarão entre si nas meias-finais.

 

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Queremos a glória europeia

Duas finais e uma vitoria em cinco presenças nas meias finais da Liga Europeia (à época denominada "Taça dos Campeões Europeus"); é este o registo do Sporting na fase mais adiantada da maior competição de clubes do hóquei em patins europeu.

Entre 1975 e 1979 o Sporting esteve presente em três meias-finais da Taça dos Campeões Europeus (na altura disputadas em duas mãos). Venceu a prova em 1976/1977, naquela que é a única vitória na competição, e foi eliminado em 1975/1976 e 1978/1979 pelas equipas que viriam a vencer a prova (Voltergà e Barcelona).

Em 1982/83 voltaríamos a cair aos pés do Barça (que voltaria a sagrar-se campeão da Europa) e a nossa última presença nas meias-finais culminou numa derrota na final, frente ao Noia.

 

Extinta, em 1994/1995, a equipa de hóquei em patins do Sporting nunca viveu a intensidade de uma final-four, fase que a prova maior do CERH só estreou em 1996/97, com o Barcelona a vencer em casa a primeira fase final disputada neste formato.

Curioso que as equipas portuguesas disputaram muito mais finais desde a implementação das final-four, mas ganharam muito menos troféus nas 21 edições assim decididas do que nas 31 edições anteriores, disputadas em duas mãos (casa e fora).

Em dez finais, entre 1966 e 1996, três equipas portuguesas arrecadaram o troféu por quatro vezes (Sporting, Barcelos e Porto, em duas ocasiões).

Entre 1997 e 2017, foram treze as vezes que a final teve um representante português, sendo que apenas em duas ocasiões uma equipa portuguesa saiu vitoriosa (o Benfica, em ambas, qualquer delas jogadas com adversários também portugueses).

Passámos de quatro finais ganhas em dez, para duas em onze. Jogar uma final-four não é bom sinal para os lusos na Liga Europeia, a não ser que joguem entre si (onde é inevitável que um ganhe).

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O Sporting começou ontem a discutir o acesso às meias-finais da Liga Europeia desta temporada. Em Oliveira de Azeméis o jogo foi difícil, como se esperava.

Aos quinze minutos o Sporting perdia por 2-0, com ambos os golos a surgirem em power-play, fruto da exclusão de dois jogadores leoninos com cartão azul (Toni Pérez e Matías Platero). Ângelo Girão defendeu ambos os livres directos daí resultantes mas o Sporting não conseguiu evitar o golo dos da casa, jogando (e sofrendo) depois em inferioridade numérica.

Paulo Freitas pediu imediatamente timeout e Caio ainda viria a reduzir para 2-1, minutos depois, resultado com que se chegou ao intervalo.

No segundo tempo os golos só surgiram já dentro dos dez minutos finais. Pedro Gil empatou e Ferran Font assegurou uma importante vitória, que pode ser fundamental para carimbar em casa a passagem à final-four da Liga Europeia.

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Paulo Freitas falou, no final, num resultado justo e em decisões duvidosas da equipa de arbitragem. Quarta-feira regressa o campeonato e o Sporting recebe no João Rocha o HC Valença. A segunda mão da Liga Europeia está marcada para o dia 7 de Abril.

 

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Grandes? Enormes!

Ninguém duvida que é o futebol que move multidões, que é o grande motor do nosso Clube mas, no fim de contas, é apenas uma pequena (embora significativa) percentagem daquilo que é o Mundo Sporting.

O nosso grande Clube tem 55 modalidades, 13 delas de desporto adaptado. Temos um gabinete olímpico que apoia e integra mais de 70 atletas em 10 modalidades distintas. Um projecto ambicioso que tem melhorado as condições dos nossos "olímpicos" com vista à obtenção de melhores resultados desportivos que preencham o currículo dos atletas e orgulhem e prestigiem toda uma nação leonina.

 

Temos atletas top 10, 20, 30 mundial. Todos sentem o Sporting, todos o vivem dia após dia. A maior parte dá ao clube mais títulos do que aqueles que temos festejado no futebol mas, ainda assim, nem sempre se sentirão apoiados e acalorados pela nossa massa adepta, que é fantástica mas pode sempre fazer melhor.

Temos na nossa história, no futebol e nas modalidades atletas que são autênticas lendas, exemplos de competidores natos que ainda hoje inspiram gerações, umas a seguir às outras.

 

Temos neste momento a competir pelo clube alguns atletas de topo mundial nas suas disciplinas. Pessoas que se esforçam e dedicam, obtendo resultados mesmo que defrontem os melhores do Mundo em cada prova que disputam.

Muitos deles não têm a sorte de apanhar uns "clubes pequenos" pelo caminho, não disputam provas de regularidade, não têm margem de erro, é sempre ganhar ou perder. Mesmo assim, obtêm resultados.

 

Exemplos como temos no atletismo, no judo, como a nossa equipa de futsal, ténis de mesa ou goalball, entre outros.

Aos que acompanham sobretudo o futebol, experimentem ver algumas competições de outros atletas, de outras modalidades. Vejam as dificuldades que enfrentam e os bons resultados que obtêm, mesmo que estejam sempre no fio da navalha.

No atletismo, excepto nas provas de fundo, são escassos os minutos (por vezes segundos) que um atleta tem para mostrar o que vale e o mesmo vale para a natação ou para a canoagem. No judo tudo se pode ganhar ou perder em apenas quatro minutos...

 

Bem sei que a indústria paga aos seus intervenientes algo equivalente àquilo que o espectáculo gera. É inevitável que no futebol os jogadores ganhem mais dinheiro. Talvez por isso, seja também inevitável a pressão extra a que estão sujeitos, a exigência. Por outro lado, disputam as competições sob olhar atento de milhares (milhões, através da televisão).

Não é isso que acontece nas restantes modalidades e, no entanto, continuamos a ganhar medalhas em competições ao mais alto nível nas várias modalidades já mencionadas e não só. Temos atletas que estão entre os melhores do Mundo e se batem com outros do mesmo nível em cada competição.

 

Só no judo temos o Fonseca, o Anri, o Sergiu, a Joana, a Taciana e a Siderot. Temos o Évora, a Mamona, Jessica e a Sara (atletismo), o Emanuel e a Francisca (canoagem), o João Costa (tiro), o Monteiro e o Quadri (ténis de mesa), o Diogo Abreu (ginástica - trampolins), o Alexis (natação) e é natural que muitos outros me faltem com estatuto semelhante (as minhas desculpas a todos eles).

Temos o atletismo, actual campeão da Europa de clubes feminino ao ar livre e já este ano campeão da Europa de clubes em corta-mato (em ambos os géneros).

O goalball, com uma jornada por disputar, é já campeão europeu de clubes e judo masculino foi, pelo segundo ano consecutivo, medalha de bronze na Golden League (a maior competição de clubes a nível europeu).

O futsal está na meia-final da UEFA Futsal Cup, o ténis de mesa na meia-final da Champions League,  o hóquei em patins nos quartos-de-final da Liga Europeia, o futebol disputa hoje o acesso aos quartos-de-final da Liga Europa e o andebol é, por enquanto, o detentor da taça Challenge em andebol.

 

Motivos mais do que suficientes para que levemos a sério a frase; "o Sporting é muito mais do que um clube de futebol". Na verdade, o Sporting é um Clube desportivo que tem futebol, num país onde reina a bola no pé e onde somos campeões da Europa de selecções em futebol e futsal, tendo nas nossas equipas vários dos intervenientes nessas conquistas.

No entanto, como se pode constatar, há muito mais para além do futebol de que nos devamos orgulhar e que devemos seguir, acompanhar e apoiar.

 

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Enquanto nos chateamos com o futebol...

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Um orgulho ser sócio do Sporting Clube de Portugal (com quotas pagas até dezembro) e poder contribuir para o sucesso destes profissionais. Obrigado! Que continuem no bom caminho.

E estou apenas a evidenciar as quatro modalidades colectivas mais relevantes mas não esqueço as vitórias do atletismo, judo, ténis de mesa, goalball, râguebi, tiro com arco, entre tantas outras.

Todas as modalidades do Sporting, pelas vitórias mas não só, são um enorme motivo de orgulho para mim e, acredito, para a maioria dos Sportinguistas.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois das vitórias de ontem do hóquei em patins (1-3, em Tomar) e do andebol (17-36, em Santo Tirso, para a Taça de Portugal) e do empate da equipa de pool português (bilhar) na segunda jornada do apuramento de campeão (8-8, frente ao Orange Pool Club) é hoje a vez do futebol jogar para a Liga Europa.

 

Já ontem tinha dado a minha opinião (link) acerca do que faria para hoje mas duvido que Jorge Jesus me faça a vontade.

Acredito num onze mais próximo do habitual e com menos poupanças do que as que eu faria.

Os cazaques virão certamente com vontade de entrar bem na partida e só um golo cedo lhes devolverá esperanças na luta pela passagem à fase seguinte.

 

Ao Sporting basta um jogo seguro defensivamente para estar nos oitavos-de-final da Liga Europa, fase da prova onde o Sporting não marca presença desde 2012, ano em que só parámos nas meias-finais, eliminados em Bilbao.

Reitero mais uma vez a enorme vontade de assistir à estreia europeia a titular de Rafael Leão, não só pela oportunidade ao jovem da nossa Academia mas também porque acho que é jogo para o miúdo "partir a loiça".

Acredito em mais uma vitória e mais um salto no ranking de clubes da UEFA.

SPOOOOOOOOOORTING!

 

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Resposta de campeão

Antes de mais, há que recordar que o Sporting não vinha de uma derrota com uma equipa qualquer, num pavilhão qualquer. O Porto é o actual detentor das três competições nacionais e há 20 jogos consecutivos que vence em casa em jogos a contar para o campeonato, competição na qual não perde há 38 jogos. O Benfica foi a última equipa a vencer no Dragão Caixa, a 17 de dezembro de 2014. Sim, há mais de três anos que os dragões não perdem em casa para o campeonato e, pelo meio, apenas perderam pontos com o Valongo (dois empates), ganhando os confrontos a todos os adversários directos.

 

Para nós, o jogo com o Porto encerrou com a primeira derrota da temporada em competições nacionais e a pressão extra para o jogo de ontem esteve até mais relacionada com a sequência de duas derrotas, contando com o jogo da Liga Europeia, em Itália.

Ora, depois de um adversário como o Porto, frente ao qual dominámos o encontro no seu terreno e perdemos pela margem mínima, acabando o jogo a atacar sem guarda-redes, seguiu-se a Oliveirense.

 

A equipa de Oliveira de Azeméis, presente nas últimas duas final-four da Liga Europeia e que, apesar de crónico candidato ao título desde às uns anos para cá, nunca levantou o troféu máximo nacional apresentava-se no Pavilhão João Rocha com a pressão de ter de vencer para não perder, mais uma vez, o comboio do título.

 

Os comandados de Tó Neves até entraram bem no encontro mas, praticamente no primeiro remate da partida, João Pinto inaugurou o marcador, num lance que as imagens televisivas não conseguiram esclarecer mas que um dos árbitros, bem colocado, validou.

Estava aberto o caminho para uma vitória esmagadora e para uma resposta contundente, frente a um dos candidatos ao título, que também é uma das equipas mais fortes da Europa.

O resultado ao intervalo era de 5-1 e haveria de terminar num arrasador 9-1, com grande eficácia e enorme qualidade em boa parte das execuções e situações de finalização, mesmo as que não terminaram em golo.

O Sporting foi uma equipa dominadora, voraz, insaciável. Nem por um segundo os jogadores se contentaram com o que tinham e foram sempre à procura de mais, aproveitando e "cavalgando" a onda que atropelava completamente a equipa da Oliveirense.

 

O resultado no final do encontro não só demonstrou uma resposta cabal como uma vontade enorme de ser campeão por parte do plantel leonino.

Paulo Freitas demonstrou-se, naturalmente, satisfeito e orgulhoso da prestação dos seus atletas, que voltaram a demonstrar que são um grupo forte e coeso, digno de envergar as nossas cores e preparado para lutar por títulos.

 

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Jogo decisivo no fecho da primeira volta

O jogo de hoje da equipa de hóquei em patins, a contar para a 13ª jornada do campeonato nacional da 1ª divisão, é decisivo, mesmo que faltem outros 13 jogos por disputar.

A recepção à Oliveirense, quarto classificado, deixar-nos-á com três confrontos directos guardados para o final do campeonato, com deslocações à Luz e a Oliveira de Azeméis (o Porto visitará o Pavilhão João Rocha).

Este jogo, também por ser em casa, é de vitória obrigatória para a manutenção das nossas ambições, rumo ao título nacional.

Benfica e Porto já venceram os seus jogos desta jornada e colocaram ainda mais pressão sobre Sporting e Oliveirense.

Uma vitória da nossa equipa mantém-nos em 2º lugar, no qual iniciámos a jornada, a apenas um ponto do Benfica e com mais um que o Porto, sendo que a Oliveirense ficará a ver o título como uma miragem.

Uma derrota recolocará a Oliveirense na luta e, não comprometendo os nossos objectivos, deixa-nos sem margem de erro (que em nada nos convém), dado o ciclo infernal que enfrentaremos no final da época (o pior entre todos os candidatos).

 

É tempo de afirmação e de vencer. O adversário, como sempre, dará luta e só perdeu uma das últimas quatro deslocações ao reduto leonino (uma vitória para cada lado e dois empates).

Paulo Freitas e a sua equipa têm hoje uma excelente oportunidade para reafirmar que podem e vão contar com o Sporting até ao fim, na luta pelo título de campeão nacional de hóquei em patins.

 

Força, leões!

 

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Um clássico para fazer mais um "teste do algodão"

2013/14 - Porto 11-2 SPORTING CP
2014/15 - Porto 5-2 SPORTING CP
2015/16 - Porto 8-0 SPORTING CP
2016/17 - Porto 4-3 SPORTING CP
2016/17 - Porto 8-3 SPORTING CP

 

Estes foram os últimos cinco resultados do Sporting no Dragão Caixa, casa do Porto. 10 golos marcados / 36 golos sofridos / 5 derrotas.

 

Este ano, em que o Sporting parece finalmente ter equiparado o nível dos seus rivais, todos os confrontos com adversários directos na luta pelo título colocarão à prova a capacidade da nossa equipa.

Provámos com o Benfica que temos capacidade para ombrear com os melhores. Aliás, provámos que somos dos melhores mas, mesmo os melhores, têm de o provar a cada jogo e a derrota em Itália, para a Liga Europeia, coloca uma pressão extra sobre o jogo desta noite e na obtenção de um resultado satisfatório..

 

Ainda assim, é o Porto quem tem mais a perder no encontro de hoje. O Sporting é líder e um empate não colocará em causa esse estatuto, que passaria a ser repartido caso o Benfica confirme o favoritismo perante o Infante Sagres. Tendo em conta o nosso histórico em casa do Porto e as circunstâncias, seria um resultado que eu assinaria já por baixo.

Apesar de tudo, não tenho dúvidas que lutaremos pelos três pontos. Uma vitória do Sporting deixará o Porto a sete pontos de distância e esse é um cenário com que temos de saber jogar. Se levarmos o jogo equilibrado até final, o estado emocional dos nortenhos poderá fazer a balança pender para o nosso lado.

 

Vamos lá inverter esta série negativa!

 

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Candidatos em tudo

A tarde de ontem veio mostrar que, desta vez, parece mesmo que seremos candidatos a ganhar tudo, em todas as modalidades.

 

O empate com o Benfica em hóquei em patins soube a pouco mas foi bom de ver a segurança e ambição dos nossos jogadores no controlo do jogo e na vontade de o vencer.

O cenário mudou. Já não vamos como "tomba-gigantes" ou como underdog. Estamos na luta com as mesmas armas e isso viu-se na atitude de ambas as equipas ao abordar o último minuto. O Benfica respeitou-nos e guardou um ponto, adiando o "assalto" ao primeiro lugar para a próxima oportunidade e o Sporting mostrou que estava até disposto a correr riscos para ganhar os três pontos que, de resto, merecia.

Seguimos na liderança, permanecemos invictos e perdemos ontem os primeiros pontos da época. Não há drama e confio que, se dividirmos pontos na maior parte dos confrontos directos, não haverá grande mal nisso.

Disputamos o título com grandes equipas e não tenho dúvidas que, em Portugal, moram quatro dos mais fortes conjuntos europeus. Não será um empate com o actual vencedor da Taça Intercontinental que abalará a nossa união e nos desviará do nosso foco.

Este grupo parece-me fortissímo e com mentalidade e capacidade de sofrimento que só os campeões têm. Segue-se uma visita ao Dragão Caixa, com um Porto que ainda jogará hoje com a Oliveirense.

 

Na Luz, o voleibol começou primeiro mas acabou imediatamente depois do apito final no Pavilhão João Rocha.

Destaco também aqui a ambição e determinação que este grupo revela. Só uma equipa, na verdadeira acepção da palavra sairia do Pavilhão do Benfica com a vitória depois de perder os dois primeiros parciais.

O nosso principal rival venceu os dois primeiros sets de forma segura, demonstrando superioridade na fase decisiva de ambos.

O terceiro set foi equilibrado até final, com incerteza no marcador e chegou a pairar na Luz o espectro de uma vitória tranquila e um regresso à liderança do campeonato. 

Só que não... os pupilos de Hugo Silva (que me parece um excelente líder) mostraram que são verdadeiros leões e agarraram o jogo "pelos tomates". Viraram o texto no final do parcial e mostraram que estavam vivos e de saúde.

Os dois últimos sets foram ganhos com a mesma segurança com que o adversário nos venceu os dois primeiros, sendo que a pressão acrescida de lutar duas vezes contra o final do encontro nunca pesou nas costas dos nossos jogadores.

A vitória mantém-nos líderes, ainda que hoje o Benfica possa passar para a frente, visto que disputará mais um jogo, enquanto que nós descansamos.

 

Hoje à tarde, o futsal tem um teste de fogo que será apenas isso; uma boa oportunidade para pôr à prova o líder invicto da Liga SportZone. A liderança não está em causa e o Benfica, 2º classificado, até perdeu ontem em Belém mas são estes jogos que nos acordam para uma realidade em que queríamos estar mais vezes. Esta equipa precisa de desafios constantes e mais exigentes dos habituais para estar no nível que se pretende nas decisões mais importantes da época.

Inter Movistar e Barcelona, dois dos adversários que teremos pela frente em Abril, na final-four da UEFA Futsal Cup empataram ontem em casa e o Barça não venceu três dos últimos cinco jogos.

Nós temos de nos motivar com pequenos objectivos, algo que nos puxe até um limite que só um adversário verdadeiramente forte e competitivo consegue.

O Braga, finalista do ano passado na nossa Liga, é um bom adversário para colocar à prova a nossa invencibilidade. 

Em mais um dia de casa cheia, antes de mais um jogo de futebol no Estádio José Alvalade, prevê-se um excelente espectáculo de futsal e um bom teste à melhor equipa de Portugal.

Vamos a isso!

 

Aproveitem para consultar a Agenda Leonina, onde podem encontrar muitos motivos de interesse (link).

 

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Dér(bi)

Hoje é dia de dérbi...a dobrar. O voleibol desloca-se à Luz para defender a liderança e o hóquei em patins recebe o Benfica também com o propósito de manter a liderança e a invencibilidade na prova.

Os jogos vão sobrepor-se e obrigarão todos nós a manter o PC, tablet ou telemóvel em funcionamento, ao mesmo tempo que acompanharemos, na Sporting TV, o hóquei (18h). O voleibol tem transmissão às 17h, na BTV.

 

No voleibol, Hugo Silva, treinador do Sporting, frisou que a equipa tem crescido e que a receita para hoje passa por continuar a fazer o jogo que tem feito nos restantes encontros, ressalvando que foi alguma ingenuidade nos momentos de maior stress competitivo que levaram o último dérbi a cair para o lado do Benfica.

Até agora, e após o regresso do Sporting à modalidade, foram dois os dérbis que se realizaram entre águias e leões. O primeiro no Pavilhão João Rocha, a abrir o campeonato, que caiu para o Sporting, e o segundo, no Pavilhão da Luz, para os oitavos de final da Taça de Portugal, que caiu para o Benfica.

Nestes dois jogos, três curiosidades que saltam à vista. Ambos os jogos terminaram 3x1, ambos caíram para a equipa visitada e ambos tiveram um set decidido nas vantagens, acima dos 30 pontos.

Agora, no Dia de Reis, Benfica e Sporting jogam o desempate e a liderança no Pavilhão da Luz. Liderança essa que passou para o poder dos leões antes do Natal, quando acertou calendário com o São Mamede. O Sporting leva uma derrota na prova (com o Espinho) e o Benfica leva duas, numa diferença que está fixada num ponto.

Os dados estão lançados e há, pelo menos, uma certeza. Este será um embate entre dois históricos emblemas do panorama desportivo nacional, de onde apenas um sairá vencedor... e líder.

 

No hóquei, invicto, o Sporting recebe o Benfica que, não esqueçamos, é uma equipa mais habituada a momentos de decisão e grande pressão, tendo recentemente vencido a Taça Intercontinental, frente ao actual campeão europeu, o Reus, de Espanha.

«Se não nos permitirmos sonhar é porque estamos a fazer qualquer coisa mal. Mas o título é mais do que um sonho. É trabalho, qualidade, responsabilidade, compromisso e atitude. Um conjunto de argumentos que temos demonstrado. No sábado vamos disputar o dérbi dos dérbis. Ainda assim, se pensarmos de forma pragmática, que é a forma como gosto de pensar, este é um encontro que vale três pontos. Trabalhar em cima de vitórias é diferente. Até agora, não conhecemos outro resultado, daí o facto de haver boa disposição, pese embora a responsabilidade esteja sempre presente»

Estas foram as declarações de Paulo Freitas, treinador do Sporting, na antevisão ao dérbi.

O Sporting só sabe vencer mas ainda não encontrou pela frente nenhuma das verdadeiras dificuldades deste campeonato, enquanto que o Benfica terminará hoje o ciclo de confrontos entre os principais candidatos ao título sendo que, até ao momento, empatou com Oliveirense e venceu o Porto, actual campeão nacional e vencedor, já esta época, da Supertaça.

Tenho expectativas elevadas para este encontro e para esta equipa de hóquei em patins, que me parece finalmente equilibrada e construída com maior realismo. Sendo que a maior parte dos melhores atacantes a nível mundial alinham nos rivais, o Sporting apostou mais forte na defesa, com jogadores de grande valia e sentido de compromisso.

A equipa de Paulo Freitas é a melhor defesa do hóquei em patins europeu e está na hora de colocar verdadeiramente à prova esse estatuto, frente a uma equipa que não se tem apresentado tão poderosa no ataque como em épocas anteriores.

Há, no entanto, que ter em atenção o tridente ofensivo composto por João Rodrigues, o espanhol Adroher e o argentino Nicolía sendo que, no caso do último, teremos ainda de contar com elaborados números de ilusionismo, nos quais algumas duplas de árbitros nacionais continuam a cair ou a participar (não se percebe bem).

Seja como for, acredito muito na nossa coesão e capacidade de sofrer a defender, confiando em cada um dos intervenientes.

Se há modalidade que vivo com a mesma intensidade do futebol, é o hóquei em patins. Estou com um nervoso miudinho idêntico (talvez até superior) ao da passada quarta-feira.

 

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Se quiserem consultar a Agenda Leonina completa para o dia de hoje (e seguintes), podem fazê-lo AQUI.

Bom fim-de-semana!

 

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Uma quarta-feira perfeita

Jesus apresentou um onze quase totalmente diferente do que defrontou o Boavista e apenas Bruno César repetiu a titularidade, embora à esquerda, ao contrário do que tinha acontecido no fim-de-semana.

A equipa demorou a encontrar-se e a primeira parte viveu de fogachos, sendo que os mais contundentes vieram dos pés de Iuri Medeiros (que, mesmo assim, não fez metade do que sabe), sempre ajudado por Ristovski.

Acabou por ser Alan Ruiz (que continua a irritar toda a nação leonina) a descobrir o homónimo Bryan no coração da área, que desviou para defesa difícil do guardião de Vila Verde. A bola ficou a centímetros da linha de baliza, à mercê de Doumbia, que encostou para o 1-0 mesmo em cima do intervalo.

Importa realçar que o Vilaverdense ainda conseguiu esticar o jogo e visar a baliza de Salin um par de vezes, algo que não voltou a acontecer durante os segundos 45 minutos.

 

À hora de jogo Jesus tirou a dupla de "Ruizes" e a coisa começou a ganhar jeitos de goleada, com perfume de bom futebol, sobretudo graças a Gelson Martins (entrou junto com Daniel Podence), que fez aquilo que fazem os grandes jogadores. Não olhou para o adversário, respeitou-o e tratou de marcar as reais diferenças entre ambos os conjuntos. Quatro minutos volvidos e à segunda bola de golo oferecida aos colegas, Doumbia bisa, numa jogada que começa em Podence.

Outra vez Gelson. Bola em Ristovski e hat-trick de Doumbia, que haveria de assistir Gelson para o fecho de contas, após uma "cavalgada" que vincou bem a diferença de andamento entre os dois conjuntos.

Houve festa da Taça mas não houve tomba-gigantes. O Sporting segue para os quartos-de-final, ao contrário do Benfica, que tratou de nos dar a última alegria da noite, graças à eliminação aos pés do Rio Ave, com o nosso Chico em bom plano.

Com dois jogos por realizar, são já conhecidos cinco dos possíveis adversários: Rio Ave, Moreirense, Desp. Aves, Cova da Piedade e Farense.

 

Mas o Sporting não é só futebol e em Braga jogavam-se hoje dois jogos também importantes.

No Pavilhão Flávio Sá Leite, casa do ABC, o Sporting apresentava-se com a certeza que pelo menos um dos rivais directos perderia pontos.

O Sporting derrotou os bracarenses por contundentes 25-33, enquanto que o Porto derrotou, também de forma confortável, o Benfica (30-23).

Assim sendo, o Sporting assume a liderança isolada, com Porto e Benfica a dois pontos de distância.

 

Também em Braga mas com stick e patins, a equipa de Paulo Freitas derrotou sem grandes sobressaltos o Hóquei Clube de Braga.

O resultado final cifrou-se em 2-6, sendo que o Sporting beneficiou da derrota do Porto em Barcelos (3-2) e do empate da Oliveirense em Viana do Castelo (4-4).

A liderança é agora repartida apenas com o Benfica, que também venceu mas ocupa a segunda posição dada a menor diferença entre os golos marcados e sofridos. O Sporting continua a ser, de longe, a melhor defesa da prova, com apenas oito golos sofridos em outros tantos jogos.

 

Para o quadro de resultados do dia ficar completo, realço a vitória dos juvenis B em andebol, na recepção ao Colégio São João de Brito (27-22), enquanto que a equipa de seniores B de hóquei em patins perdeu em Alverca com o Alenquer e Benfica por 2-3, em jogo antecipado da jornada 7.

A equipa B de pool português, derrotou em casa o SS CGD por 9-4 e aproxima-se assim da liderança da zona sul da 2ª divisão. 

No primeiro evento de ontem, os sub-12 venceram, na Malásia, o FF South Australia por 4-0. Depois, João Vital não foi além de um 32º lugar nos 400m livres dos Europeus de piscina curta, a disputar em Copenhaga.

 

Hoje, de manhã, entram em acção Alexis Santos, nos 200m livres e João Vital, desta vez os 400m estilos e à hora de almoço é a vez da equipa de futebol de praia se estrear no Mundialito de Clubes, frente ao Lokomotiv Moscow, no Brasil.

 

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Agenda Leonina (4ª feira)

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NATAÇÃO (Europeus Piscina Curta) - LINK

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A melhor defesa da Europa mora no João Rocha

Ontem, antes do jogo de hóquei em patins, elogiei aqui (link) a equipa e aquilo que me parece um grupo mais equilibrado, capaz, unido e comprometido.

Este grupo de trabalho, liderado por Paulo Freitas tem-se mostrado "obcecado" pelo processo defensivo e esse foco na união e entreajuda vale, neste momento, o "título" de melhor defesa dos principais campeonatos europeus.

Não há em Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha ou Suíça outra defesa tão capaz e eficaz.

E se noutros anos era fácil entregar a maior parte dos méritos a Ângelo Girão, este ano é mesmo o trabalho colectivo que tem permitido esta assinalável performance defensiva.

O Sporting é a melhor defesa entre o universo referido e a única entre 76 equipas que sofre menos de um golo por jogo.

Segue o top 3 das melhores defesas:

 

SPORTING CP (Por) - 0.90 golos sofridos por jogo

Barcelona (Esp) - 1 golo sofrido por jogo

Benfica (Por) - 1.6 golos sofridos por jogo

 Saint Omer (Fra) - 1.6 golos sofridos por jogo

 

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Os segredos da fortaleza do Sporting de Paulo Freitas

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Se tivesse de definir cinco pilares que definam a nossa equipa de hóquei deste ano, escolheria os enumerados.

Paulo Freitas fez bem análise dos pontos menos fortes da equipa, reforçou-a com elementos válidos, que acrescentam qualidade e tem tentado dotá-la de ferramentas que permitam potencializar a performance desportiva do grupo.

Este grupo mostra uma certa obsessão pelo trabalho e um compromisso evidente em fazer aquilo que o Sporting foi o primeiro a fazer mas não faz desde 1987/88.

 

O Sporting foi o primeiro campeão nacional de hóquei em patins, em 1939 e, no Clube, é uma modalidade com uma história rica, recheada de conquistas nacionais e internacionais, ainda que tenha sofrido com os vários reinícios provocados pelas quebras da prática da modalidade. 

Começado a praticar na década de 20, a modalidade foi obrigada a ressurgir após interrupções da actividade em 1936, 1956, 1995 e 2014, neste caso, após um período em que funcionou de forma independente durante pouco mais de uma década, sob a égide do Engenheiro Gilberto Dias Borges, que liderou um importante processo com base na formação, culminado com a criação do escalão sénior, campeão da 3ª divisão nacional em 2010/11 e de regresso ao convívio dos grades em 2012/13, após mais um título de campeão na 2ª divisão nacional. 

O regresso a título oficial em 2014/15, com a épica conquista da Taça CERS era um objectivo de Gilberto Dias Borges que apostou em Nuno Lopes para liderar um projecto com alguns jogadores da formação e valores seguros do hóquei nacional.

No entanto, em três anos, o Sporting não conseguiu ainda a aproximação definitiva aos candidatos ao título, sendo que este ano a aposta foi mais forte mas também mais segura em seguir o caminho que, se tudo correr bem, nos levará de novo aos títulos.

 

Paulo Freitas tem trabalhado muito nas dinâmicas que fomentam o espírito de grupo, algo fundamental num plantel tão curto como os que se verificam nesta modalidade.

Os dez bravos leões com a responsabilidade de lutar pelo título estão evidentemente empenhados em alcançá-lo e têm usado da melhor forma as ferramentas que lhes foram colocadas ao dispor.

A época começou com uma acção de team building no Parque Aventura Sniper de Bucelas, onde durante 24 horas o grupo, sem contacto com a equipa técnica, foi posto à prova com o intuito de fomentar a união e espírito de grupo.

No passado dia 19 foi a vez de ajudar quem mais precisa e o plantel do Sporting uniu esforços na ajuda à Comunidade Vida e Paz, colocando-se ao dispor da mesma para ajudar na distribuição de bens essenciais aos sem abrigo, mais uma vez fomentando a união e solidariedade do grupo.

 

Todas estas acções, em conjunto com o trabalho técnico e táctico produzido semanalmente têm-se reflectido em campo.

O Sporting conta por vitórias todos os jogos disputados e apresenta um registo defensivo ímpar e inigualável em qualquer das últimas três épocas.

Os cinco golos sofridos em seis jogos são um registo inédito no campeonato nacional da 1ª divisão em qualquer das últimas três temporadas, num sinal evidente que o trabalho desenvolvido se tem reflectido em campo.

 

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Agora fica mais evidente o porquê de ter escolhido estas cinco características como as mais importantes e evidentes nesta equipa, que mostra a cada dia vontade de quebrar barreiras e tocar o céu.

 

Hoje é dia de mais uma batalha, frente à sempre perigosa equipa do Valongo, a única que nos últimos anos furou a hegemonia de Porto e Benfica.

O Valongo chega à sexta jornada já tendo defrontado quatro das cinco melhores equipas do campeonato. As derrotas com Oliveirense, Barcelos, Benfica e Porto foram todas vendidas a um preço bem alto, com o ex-leão Poka em destaque (marcou em todas as jornadas e leva já sete golos no campeonato). De realçar que o Valongo marcou três golos a cada uma destas equipas, factor indicativo de que a nossa solidez defensiva será hoje colocada à prova.

O jogo tem início marcado para as 15 horas no Pavilhão João Rocha, com transmissão em directo e em exclusivo na Sporting TV.

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Quase dois meses de Pavilhão João Rocha e um balanço da Gamebox Modalidades

Na época 2015/16 a Gamebox Modalidades custava 30€ por modalidade (futsal, andebol e hóquei em patins) e 75€ caso o sócio optasse por adquirir as três em conjunto.

O futsal vinha de uma época em que tinha falhado todos os objectivos mas continuava a ser a nossa modalidade mais competitiva, o andebol sofria mudanças, com a vinda de um treinador ex-campeão europeu, que se esperava que nos levasse ao título e o hóquei vinha de uma época formidável, que culminou com uma conquista europeia no ano de estreia como modalidade oficial.

Vivia-se a época do orgulho restituído. O Sporting recomeçava a reerguer-se.

Nada mais viria a ser "pedido" em troca aos sócios, que prestaram um excelente apoio a todas as modalidades durante a temporada. O preço da Gamebox manteve-se inalterado em relação à época anterior, onde tinha aumentado 5€ por modalidade (em 2013/14, custavam 25€ cada, sendo que não havia para o hóquei, que ainda não competia oficialmente pelo Clube).

Queria contribuir mais para as modalidades e, na impossibilidade de comprar Gamebox para as três, visto que tinha Gamebox para o futebol e as deslocações Porto / Lisboa já eram, por si só, dispendiosas, comprei apenas a do futsal, mesmo sabendo que não veria a maioria dos jogos ao vivo.

Recordo que, no total, e por serem contas muito badaladas agora, cada jogo custaria aos sócios apenas 1.50€.

Acabei por ver um jogo da meia-final e outro da final do futsal enquanto que, no restante da época, a Gamebox rodou por amigos com maior disponibilidade do que eu para ir aos jogos.

 

Com a perspectiva de um novo Pavilhão, então em construção, a época seguinte não trouxe alteração dos preços mas tinha uma particularidade. Com inauguração do Pavilhão João Rocha prevista para Março, os 75€ de custo total das Gamebox davam apenas para pouco mais de metade dos jogos em relação à temporada anterior.

O Pavilhão acabou por demorar mais tempo a ficar pronto e quem adquiriu a Gamebox viu todos os jogos da época sem custos acrescidos, apesar de algumas confusões nas bilheteiras dos mais diversos pavilhões. Acabou,assim, por ficar novamente cada jogo a cerca de 1.50€.

 

Em todo este período, os sócios cresceram de forma sustentada, ao ponto de hoje o Sporting ser um dos 5 clubes do Mundo com mais associados.

 

Não sei quais os custos operacionais do Pavilhão João Rocha e admito até que sejam superiores aos custos suportados anteriormente com os mais variados pavilhões utilizados para as diversas modalidades. Seria lógico que o Sporting tivesse calculado todos esses custos, acrescidos ou não, e confesso que não esperava um aumento desproporcionado do custo da Gamebox, que hoje contempla mais uma modalidade, o voleibol.

Um produto que poderia potencialmente custar 120€ (ignorando o desconto que existia para a compra da Gamebox para todas as modalidades) passou a custar 250€, com uma campanha que parecia apenas destinar-se a novos compradores, apresentando como "benefício" o custo de 3.10€ por jogo.

 

Naturalmente que isto não "premiava" a lealdade de quem, ano após ano, comprou a Gamebox modalidades, independentemente de saber antecipadamente que nem sempre havia um pavilhão certo para cada modalidade, visto que os jogos estavam sujeitos a alterações pontuais de recinto.

Até mesmo para os novos compradores o preço não era aliciante para uma adesão em massa ao produto. 3€ por jogo seria mais ou menos o que se pagava na compra jogo a jogo em temporadas anteriores.

O que pareceu foi que, depois da ajuda na construção do Pavilhão, da ajuda no reforço das modalidades, teríamos também de ajudar a financiar os custos operacionais do Pavilhão João Rocha.

 

Para mim, como para tantos outros, mais este "esforço" pedido era demasiado para a minha capacidade de dizer "presente".

O preço apresentado, mais do que uma falta de respeito para com os 696 sócios portadores de Gamebox Modalidades desde 2009/10, bem como mais alguns que apenas compraram depois e que não foram abrangidos na 1ª fase de vendas, era uma desilusão e um freio no entusiasmo dos Sportinguistas, ansiosos por frequentar o maior número de vezes possíveis o Pavilhão João Rocha.

 

Não sei quais eram as expectativas dos responsáveis do Clube mas sei que, tirando os jogos de estreia em competições oficiais de todas as modalidades, os jogos de maior cartaz ou em dias em que jogou o futebol (apenas aconteceu uma vez, até à data), a assistência terá ficado bastante aquém das expectativas, sobretudo no passado sábado, onde o hóquei em patis e voleibol não terão ido além de um terço da lotação do recinto.

Não sei qual a conclusão retirada deste primeiros tempos mas eu já tirei a minha.

Foi-se com demasiada sede ao pote do entusiasmo leonino e, tendo em conta que há umas centenas de bilhetes oferecidos às claques e mais uns quantos a elementos ligados à direcção, arrisco dizer que a adesão à Gamebox terá ficado abaixo do expectável, bem como a venda jogo a jogo, sobretudo pela (fraca) amostra do passado sábado.

 

Em média, os bilhetes têm sido vendidos a 5€ / jogo. O valor é lógico e justo, tendo em conta a valorização do produto "major". Se a Gamebox Modalidades foi avaliada em 3.10€ por jogo, nenhum jogo poderá, individualmente, custar menos do que isso. Por isso, é lógico que os preços se tenham, até agora, cifrado entre os 4 e os 6€ por forma a não desvalorizar o produto principal.

Não me interessa minimamente qual o valor que os rivais cobram por produtos semelhantes. Não há que ter problemas em assumir que se esticou demais a corda e que os 250€ são um valor abusivo para a nossa realidade, mesmo para um clube que, como o nosso, faz do ecletismo bandeira.

 

Como já disse antes, adicionando o voleibol, o produto anterior teria um custo de 30€ por modalidade, sendo que a Gamebox para todas as modalidades teria um custo hipotético de 120€.

O facto de se centrarem os jogos num único pavilhão, de passar a ser possível conciliar as idas ao futebol com os jogos das modalidades e a comodidade e modernismo do novo espaço valeriam, na minha opinião, nesta fase inicial, 25% de valorização (isto já ignorando o desconto que era aplicado antes à venda em "pacote").

Significaria isto que 150€ me parecia um preço justo a pagar pela Gamebox que, no ano passado, custou metade a quem a comprou (com o tal desconto).

Aplicando uma lógica económica nisto, diria que devia ter sido seguida a linha de actuação da Gamebox do futebol, que tem aumentado gradualmente de preço, seguindo a lei da oferta e da procura, tendo assim estabilizado no número de vendas, aumentado a receita e mantendo uma taxa de ocupação superior a 85%.

A valorização de 25% proposta permitiria futuros aumentos no futuro projectando, por exemplo, uma chegada aos valores actuais em 2020, já com um produto estabelecido no mercado e familiar para a muitos dos sócios do Sporting (algo que não acontece hoje).

 

Assim, será difícil para os responsáveis valorizar o produto futuramente, eventualmente tendo mesmo de o desvalorizar para aumentar a procura. Isto não só vai contra toda a lógica económica como seria um péssimo sinal a dar ao público alvo.

Acho importante que o apoio às modalidades seja reforçado. Atingir os 85% de ocupação média no Pavilhão João Rocha, tal como acontece no Estádio José Alvalade é importante não só para a motivação como também para a responsabilização dos atletas e equipas técnicas.

O apoio massivo potencia a performance desportiva porque aumenta o sentido de compromisso e responsabilidade. Não é normal as modalidades em Portugal jogarem de forma consistente para uma plateia entre as 2500 / 3000 pessoas. Dar esse passo é importante para a evolução da mentalidade vencedora que se quer definitivamente implementada no Sporting mas não vamos lá só com exigências aos adeptos, que tanto têm feito pelo Clube nos últimos anos.

 

Os Sportinguistas estão gratos à actual direcção pelo fantástico trabalho de crescimento do Clube em todas as suas vertentes, sabemos reconhecer mérito e apontar os erros. Admitimos o erro como normal mas gostamos de o ver assumido e corrigido assim que possível. Espero que a Gamebox Modalidades possa ser repensada na próxima época, pensando mais nos adeptos e no apoio aos atletas do que na fonte de receita imediata.

 

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