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Grande Artista e Goleador

Eu aceito!

 

Frederico Varandas é o novo Presidente do Sporting!

Durante a campanha eleitoral propôs-se a unir o Sporting e deixou ontem no ar um desafio a todos nós.

É hora de trabalhar e a tarefa de unir a família leonina será nossa. De facto, só nós podemos unir-nos em torno do Clube.

Cabe a cada um assumir esse compromisso, assumindo diferenças e esquecendo-as na hora de apoiar e defender o Sporting Clube de Portugal.

Naturalmente, trataremos de nos unir sem perder o espírito crítico e a exigência que nos caracteriza. Só assim o Presidente sentirá que não pode vacilar no caminho escolhido e maioritariamente sufragado.

Saibamos todos colocar o Sporting acima de tudo e seremos mais fortes, mais rápidos e mais certeiros em tudo.

Eu aceito o desafio! E tu?

 

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Dia De Sporting

Não deixando de reafirmar o meu voto (já enviado por correspondência) em Frederico Varandas, afirmo hoje a vontade de ver mais um grande Dia De Sporting.

Um dia como já tantos temos dedicado ao nosso Clube, exclusivamente a ele e ao seu futuro.

Não é hoje o dia de unir finalmente o Sporting mas é o dia de manifestarmos a nossa opinião e respeitar a da maioria.

No final do dia, seja quem for o escolhido, será o Presidente de todos nós. É aí que teremos de começar a unir-nos, aceitando e apoiando quem quer que seja o vencedor destas eleições. Não será um acto imediato mas algo que teremos de trabalhar, juntos, a curto/médio prazo.

Não deverá faltar, para além do apoio, a exigência que nos caracteriza. Mas exigir não é passar os dias a comparar com os anteriores nem a projectar o que seria com uma escolha diferente.

O que passou, passou e tudo o que o novo Presidente não precisa de fazer nem que lhe façam são caças às bruxas.

Saibamos ser exigentes com aquilo que é o cumprimento das propostas da lista eleita e aquilo que são os verdadeiros desígnios do nosso Sporting; vencer está no nosso ADN e temos também de ser nós a contribuir para isso, com a união possível.

Viva o Sporting!

 

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Eu voto D

Apesar da minha expectativa por uma candidatura de João Benedito à presidência do Sporting, acabou por não recair nele a minha preferência.

A maior identificação com o modelo (sobretudo para o futebol) de Frederico Varandas e o facto deste se ter disponibilizado imediatamente como uma alternativa fez-me olhar para a sua candidatura com seriedade.

Confesso que esperei que durante a campanha eleitoral Benedito conquistasse o meu voto, sobretudo pelo seu carisma. Mas nem só de carisma e paixão (que nem sempre identifiquei, como esperava) vive um candidato.

O aprofundado conhecimento de Varandas do futebol e uma equipa bem planeada e com extenso currículo nunca deixaram que vacilasse na minha escolha.

Assumo que sempre fui admirador da competência de Frederico Varandas e sempre lhe reconheci enorme paixão e entrega na defesa dos interesses do Clube.

Ao contrário de muitos, vejo-o como um lutador e não como um desertor. Em vez de fugir alinhou-se e afirmou-se como solução imediata e isso é de líder.

Apesar do meu voto convicto (já enviado por correspondência), tenho confiança também nas capacidades de João Benedito mas, mais do que isso, nas suas boas intenções. Falo apenas nestes dois por me parecerem claramente as duas opções viáveis para o futuro do Sporting e espero que, caso não vença Frederico Varandas, a escolha recaia numa das maiores lendas do futsal do Sporting.

Acima de tudo, espero um Sporting novamente no rumo certo a todos os níveis.

Sporting Sempre!

 

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A comissão de gestão e o mercado

Praticamente terminada que está a tarefa da Comissão de Gestão, é tempo de fazer um balanço.

Na minha opinião, Torres Pereira e Sousa Cintra, líderes temporários do Clube e da SAD, fizeram um trabalho globalmente positivo. Não vou escalpelizar todos os actos de gestão por considerar que apesar de não concordar com a totalidade, nenhum passou os limites do razoável ou da gestão corrente.

Naturalmente que a ida para a tribuna no estádio do Benfica é reprovável mas não é algo que possamos associar à gestão pura e dura do Clube nem relacionar com quaisquer outros acontecimentos, como uma das listas candidatas às eleições já quis fazer ver (com insinuações despropositadas à mistura).

 

Posto isto, vou analisar mais a fundo aquilo que foi o mercado de transferências e o resultado final de um plantel que inicialmente se apresentava desfalcado de alguns dos seus maiores activos, fruto das conhecidas e mais que faladas rescisões unilaterais de contrato levadas a cabo por nove dos jogadores do plantel do ano passado.

O Sporting foi para estágio na Suíça com 29 jogadores. A esses acresciam Acuña e Coates, em período de férias devido à presença no Campeonato do Mundo.

Dos 29 jogadores presentes no estágio, apenas 19 viriam efectivamente a fazer parte do plantel:
- Cristiano Piccini e Seydou Doumbia saíram em definitivo;
- Jonathan Silva, Domingos Duarte, Merih Demiral, Matheus Pereira, Francisco Geraldes, Ryan Gauld, João Palhinha e Mattheus Oliveira saíram por empréstimo.

Aos 21 jogadores que restaram no plantel foram acrescidos os regressos de Bruno Fernandes, Bas Dost e Rodrigo Battaglia, em condições financeiras ainda a confirmar mas que se espera (e fazendo fé nas palavras de Sousa Cintra) que não tenham implicado esforços financeiros incomportáveis ou irresponsáveis.

Nani (ex-Valência) regressou a casa e, como ele, em definitivo, veio Abdoulay Diaby (ex-Club Brugge). Renan Ribeiro (ex-Estoril) e Nemanja Gudelj (ex-Guangzhou Evergrande) vieram por empréstimo e, nas mesmas condições, chegará Stefano Sturaro (ex-Juventus), ainda a recuperar de uma lesão em Itália. Com este estará assim completo o plantel que actualmente contempla 29 jogadores.

Emiliano Viviano (ex-Sampdoria), Marcelo (ex-Rio Ave), Raphinha (ex-Vitória SC) e Bruno Gaspar (Fiorentina) estavam já contratados pela anterior direcção e integraram o plantel desde o primeiro dia.

 

Parece-me inegável que a comissão de gestão não se prestou a grandes loucuras no mercado, como eu acho que lhes competia. Dessa forma, conseguiram dotar a equipa de mais valor do que aquele que o plantel tinha no início da temporada. Na minha opinião, não se poderia pedir muito mais. Todos queríamos que tivessem chegado a Alvalade mais craques da craveira de Nani mas a nossa situação financeira não permitiria captar outros valores, até porque nem todos viriam por amor e/ou gratidão, como acho que veio o nosso "Nanaca" (apesar de naturalmente bem e justamente pago).

Há ainda os casos das dispensas (por empréstimo) dos jogadores da formação mas aí já acho que se limitaram a satisfazer os desejos de José Peseiro, que terá notado em alguns jogadores falta de compromisso e entrega. Se assim foi, embora não concordando com a dispensa de tamanho potencial futebolístico, terei de aceitar a decisão de quem gere os recursos que nos terão de defender em campo e lutar pela conquista de pontos e títulos.

 

Por fim, abordo a situação dos jogadores que rescindiram. Os regressos de Bas Dost e Bruno Fernandes eram, a par de Rui Patrício, para mim, os mais importantes. A comissão de gestão conseguiu garantir a integração de Fernandes e Dost, juntando-se depois Battaglia. 

William Carvalho foi o único dos nove que rescindiram que a comissão de gestão vendeu. As condições acordadas com o Betis não foram ao encontro daquilo que, em condições normais, William valeria mas acho que se fez o negócio possível, dadas as circunstâncias.

Rui Patrício, Daniel Podence, Rafael Leão, Gelson Martins saíram para Wolves, Olympiacos, Lille e Atlético de Madrid respectivamente, enquanto que Rúben Ribeiro continua sem clube.

Todos estes casos seguiram os trâmites legais para que o Sporting possa ser ressarcido pelas suas perdas. Em todos eles estou convicto que ganharemos, embora isso possa não resultar numa compensação financeira justa.

 

Em traços gerais, sem desvarios e loucuras, a comissão de gestão dotou o Sporting de um plantel bem mais competitivo do que aquele que encontrou e, em conjunto com José Peseiro, elaborou o grupo que todos desejamos que levante o troféu da Liga NOS no final da temporada.

Concordo com Dias Ferreira (foi a sua lista que se pronunciou nos últimos dias); a política de gestão e aquisição de jogadores deve mudar, independentemente da candidatura que vença as eleições de sábado, acrescento eu. Concordo que os atletas da formação (desde que motivados e comprometidos - e esta é uma ressalva importante) deverão ser parte integrante e fundamental do futuro do Sporting, desenvolvendo todo o seu potencial e o colocando-o em prol dos objectivos do Clube. Não concordo que a comissão de gestão seja colocada no mesmo saco da anterior direcção, no que concerne à política de contratações adoptada, como facilmente se percebe nas linhas que atrás escrevi.

Posto isto, que o próximo presidente pegue naquilo hoje existe e o torne ainda melhor. Que o Sporting possa finalmente ter alguma estabilidade e glória na modalidade em que esta nos tem faltado e na qual todos ansiamos voltar a ser felizes.

 

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Esmagador

Bruno de Carvalho - 86,13%;
Pedro Madeira Rodrigues - 9,49%;
Brancos - 4,38%

 

Escolhemos inequivocamente o caminho que queremos seguir. A vitória de Bruno de Carvalho foi esmagadora e Madeira Rodrigues nem 10% do eleitorado conseguiu captar.

Estes números dão confiança ao Presidente mas devem também trazer uma responsabilidade acrescida. O Clube está em boas mãos mas continua a ser nosso.

Que sejam quatro anos de glória, mas sobretudo quatro anos em que nunca abandonemos e nosso ADN e os nossos valores.

Se assim for, daqui a quatro anos Bruno de Carvalho terá mais quatro pela frente.

 

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Dever cumprido

Demonstração enorme de paixão, entrega, amor e vitalidade do Sporting Clube de Portugal e dos seus sócios.

Estar a caminho do Pavilhão, para fazer uma visita e ver a fila dar uma volta completa ao Estádio foi brutal. 

18755 pessoas votaram oficialmente e, não fossem os votos por correspondência em não conformidade, teríamos ultrapassado o número de 20000 sócios votantes.

Viva o Sporting!

 

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A campanha chegou ao fim

Tenho evitado o assunto eleições, por querer comentar apenas com a big picture em pano de fundo. Aqui vão as minhas considerações sobre a campanha eleitoral, o balanço do mandato de Bruno de Carvalho e a projecção das votações de amanhã.

 

Pedro Madeira Rodrigues, candidato adversário do actual Presidente Bruno de Carvalho, teve a sorte de se apresentar a eleições precisamente no momento de maior fraqueza do Presidente em fim de mandato.

Podia e devia ter aproveitado para fazer campanha para os Sportinguistas e devia ter centrado as suas intervenções nisso mesmo.

Pelo contrário, desde o início que centrou a sua campanha num ataque a Bruno de Carvalho, ao Presidente e ao cidadão.

Isto seria "normal" se esse ataque não tivesse tido por base algumas mentiras facilmente desmentíveis e isso contribuiu, a meu ver, em muito, para o descrédito do candidato.

Como já disse, Bruno de Carvalho apresenta-se a eleições na pior altura. Com uma época desportiva para esquecer no futebol profissional, com uma política de comunicação inexistente em que, inclusive, se trocou de director de comunicação como quem muda de cuecas e com uma ou outra situação menos esclarecida por onde pegar, Madeira Rodrigues nem nestas pontas soltas soube agarrar para ganhar a atenção dos Sportinguistas, sobretudo dos indecisos.

Para além da péssima campanha, o debate (única oportunidade do candidato para confrontar Bruno de Carvalho) foi pessimamente estudado e "conduzido" por Madeira Rodrigues, aflorando ao de leve um ou outro ponto negativo do mandato do actual Presidente mas nunca ao ponto de o colocar em cheque ou em posição delicada.

Bruno de Carvalho esquivou-se sem dificuldades, graças a um oponente cego e de discurso disperso, fruto do aparente ódio ao Presidente do Sporting.

Uma campanha carregada de tiros nos pés onde, a meu ver, se assistiu a um declínio e ridicularização da sua pessoa a cada dia que passou. Nem os anúncios de Bolöni ou Juande Ramos para a estrutura do futebol causaram impacto, tal o vazio de ideias e de conteúdo relevante para os sócios do Sporting. Tirando pessoas, não há praticamente nada em que votar na Lista A e isso é triste.

 

Nunca tive dúvidas da minha intenção de voto. Bruno de Carvalho, por tudo o que fez nos últimos quatro anos, merece um segundo mandato.

Conseguiu negociar e assinar o acordo de reestruturação financeira com a banca. 

Devolveu a esperança e mobilizou os Sportinguistas.

Dinamizou, potenciou e aumentou o número de modalidades, com ênfase no movimento Olímpico e na criação de um gabinete de apoio próprio.

A mobilização dos Sportinguistas significou um aumento de sócios em 60 mil (mesmo com uma recontagem pelo meio).

As receitas mais do que duplicaram e a competitividade e grau de profissionalismo de todas as nossas modalidades subiu exponencialmente, ao ponto do Sporting ter voltado às conquistas europeias em duas modalidades, sendo que obteve resultados relevantes noutras.

Finalmente o Sporting conseguiu realizar mais valias financeiras com jogadores, quer da formação, quer contratados.

A saúde financeira do Clube é hoje incomparável à de 2013 e o equilíbrio financeiro um facto.

Teremos finalmente um Pavilhão e temos uma Academia ainda mais moderna e apetrechada, bem como um Multidesportivo renovado.

 

Claro que houve pontos negativos, essencialmente alocados a questões do foro comunicacional. A política de comunicação foi sempre errática e sem aparente estratégia de longo prazo. Demasiado centrada na luta contra o sistema implementado pelo Benfica mas nem sempre combatendo da melhor forma. Nem me alongarei mais neste ponto, pois o próprio Bruno de Carvalho assumiu os erros ao nível da comunicação e as necessidades de melhoria deste departamento.

Depois, a má planificação da época do futebol profissional 2016/17 (equipa principal e B), que foi fundamental para que cheguemos a este ponto com grandes possibilidades de não vencer nada nem de garantir os mínimos (o apuramento directo para a Champions). O excesso de investimento (ainda por cima mau, como se veio a verificar) no plantel principal, desajustado com as directrizes comunicadas anteriormente pelo próprio Bruno de Carvalho.

No centro destes erros está o erro maior; dar a Jorge Jesus o poder de construir a tal estrutura, quando este foi contratado para ser treinador, em vez de acumular a função com a de manager, observador e director desportivo, entre outras. 

Há mais um ou outro ponto sensível, como o negócio Bruno Paulista que, a bem da habitual transparência nos negócios, devia ter sido esclarecido mas continua um mistério.

 

A campanha é, a meu ver, claramente favorável a Bruno de Carvalho, já que o próprio Madeira Rodrigues não se soube promover nem capitalizar a seu favor o pior ano do futebol no mandato do actual Presidente.

Numa perspectiva muito optimista, creio que Madeira Rodrigues não ultrapassará os 15/20% de votos, sendo que o maior adversário de Bruno de Carvalho será a abstenção, que pode até ter um papel importante, na medida em que enviará a Bruno de Carvalho uma mensagem importante acerca da satisfação dos sócios com o seu mandato.

 

Em 2021, espero que concorrência à altura, o meu escrutínio e exigência para com todos os actos e medidas implementadas por Bruno de Carvalho será necessariamente maior.

Para já, confiança em quem reergueu o Sporting e nos devolveu a esperança, na expectativa que o próximo mandato supere o actual em larga escala.

 

Uma nota final para o "ar fresco" que se respira por mérito da Lista C, que me parece ter um projecto bem interessante para remodelar e dar relevo e responsabilidade ao Conselho Leonino. O facto de se proporem a alterar ou extinguir o órgão consultivo diz bem daquilo que ele representa hoje e que tem representado nos últimos anos.

 

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Sobre o encontro de ontem...

A relação com o nosso Clube permite-nos algo que na nossa vida privada não é bem aceite pela sociedade.

A cada quadriénio, é-nos permitido escolher uma "miúda" (a partir daqui será apresentado sem aspas) com quem namoraremos e enfrentaremos os quatro anos seguintes, na esperança que ela ajude a fortalecer o nosso amor, sempre com o receio e a incerteza que cada relação acarreta.

Se a minha mulher ler isto, que fique sabendo que só neste contexto me dá para a libertinagem. Talvez este escape faça com que atitudes condenáveis como a de ontem nunca aconteçam na minha vida privada.

 

Confesso, não tinha grandes expectativas quanto à miúda nova e tinha a certeza que não me envolveria com ela mas, mesmo assim, quis ver o que tinha ela para oferecer. Vai na volta e tinha "trunfos" para me convencer e, a verdade, é que os quase 4 anos de namoro actual têm causado algum desgaste e nem tudo é perfeito. Tem sido difícil lidar com alguns defeitos dela mas, a verdade, é que temos tido bons momentos, também.

 

Para me convencer a terminar esta relação, a miúda tinha de ser mesmo boa. Muito melhor que a minha. 

Percebendo que era algo brejeira, como a actual, esperei que mostrasse algo que verdadeiramente a distinguisse pela positiva.

A miúda há semanas que se insinua. Veste um top decotado decotado e umas calças push-up e anda ali a aliciar-me. Pena que as mamas sejam pequenas e falta-lhe mais anca.

A minha esperança é que mostre inteligência, alguma cultura e, para testar isso, resolvi marcar um encontro a três. Disse à actual que seria como um teste à nossa relação. Seria melhor fazer as coisas às claras do que pelas costas. Assim como assim, ela sabia que já tinha feito merda e que, mesmo assim, eu me havia dedicado a cem por cento ao nosso amor.

 

A miúda nova veio em trajes decentes. Sabia que tinha poucos atributos para mostrar. E eu à espera que ela mostrasse que me podia fazer feliz de outra forma. A nossa procura pela perfeição nunca acaba e nunca se sabe onde encontramos a felicidade plena.

Sabendo que a perfeição não existe, pois os namoros recentes pouco feliz me fizeram, segui expectante mas sempre desconfiado, até porque a actual me fazia, de certa forma, feliz. Não a trocaria por qualquer uma, mesmo que tivesse ali uns defeitos que me irritam com'ó caraças.

 

Os trajes decentes não lhe travaram a língua. Em vez de me galar, tratou de atacar a minha miúda e isso não me caiu bem. Claro que a minha não se ficou, pois também lhe falta tento na língua e, como diz o ditado, "quem não se sente...". Aquilo deixou-me ainda mais de pé atrás mas esperei que me surpreendesse. Disse-me que era excelente dona de casa, que cozinhava lindamente, que era boa na cama...enfim...nada havia que não fizesse bem mas insistia em dizer que fazia melhor que a minha. Como se fazer melhor que a minha bastasse para me fazer feliz...

Continuei reticente. Tudo aquilo me havia dito a minha há quatro anos e eu bem sabia que era para impressionar.

Tentei perceber se todo aquele show-off tinha ponta por onde pegar. Seria bom que fosse aquilo tudo mas faltava realismo no discurso. Impressionava mas não cativava.

 

Embora goste de ir aos chineses comprar bugigangas, a minha até é poupada. Já não me impressiona como antes mas ainda me satisfaz. Descobri-lhe defeitos que ela havia inicialmente mascarado mas ainda é mais o que nos une do que os que nos separa. É trabalhadora e ainda temos bons momentos juntos. Além disso mantenho a esperança que as coisas melhorem e quatro anos mais ou menos felizes não se deitam fora por promessas ocas.

Assim como assim, para ir para pior, fico com a minha e, no próximo dia 4 lá estarei, no nosso templo, para renovar os votos.

 

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Presidente e candidato

Bruno de Carvalho confirmou ontem que se candidataria a um novo mandato como Presidente do Sporting Clube de Portugal.

"Muito há ainda por fazer. E, neste tempo de reflexão, fui capaz de identificar não apenas o que correu bem, mas também aquilo que fizemos menos bem e que carece, naturalmente, de ser melhorado", disse Bruno de Carvalho.

Muito foi feito, acrescento eu e, mais do que continuar a olhar para o passado e a comparar o antes e pós Bruno de Carvalho é tempo de olhar em frente e construir obra desportiva.

 

O segundo mandato que, acredito, será uma realidade terá o importante aliciante de cimentar os projectos desportivos de todas as modalidades, com vista ao efectivo enriquecimento do nosso palmarés.

É isso que falta ao Sporting pós-Bruno de Carvalho, mais títulos no Museu que permitam a reafirmação do Sporting como um dos maiores da Europa, algo que efectivamente somos em algumas modalidades.

Deste modo, como apoiante de Bruno de Carvalho e da sua continuidade, mais do que saber quais são as propostas da oposição e do que podem aportar ao debate pré-eleições, é o programa do próprio Bruno de Carvalho que mais curiosidade me suscita. Sabendo da sua ambição e da sua constante insatisfação, é nas suas medidas para o novo mandato que deposito toda a minha curiosidade, sabendo que temos alguns objectivos a atingir do mandato em curso.

 

Não esqueço a reestruturação financeira, a reposição do orgulho, o regresso aos títulos no futebol, o aumento exponencial do número de sócios, o Pavilhão João Rocha, entre muitas outras coisas positivas mas, como adeptos atentos, participativos, exigentes e focados que devemos ser (nas palavras do próprio Bruno de Carvalho), é no presente e no futuro que estão o meu foco e as minhas expectativas.

Espero sinceramente que as arestas a limar o sejam e que, no futuro, haja ainda mais ambição, mais trabalho e mais alegrias para todos nós.

Força, Presidente Bruno de Carvalho!

 

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Sobre as eleições e a candidatura de PMR

Bruno de Carvalho esteve excelente ao colocar o Sporting à disposição de todos os que venham a candidatar-se às próximas eleições.

Pedro Madeira Rodrigues apresentou ontem a sua candidatura e o que posso dizer é que não foi minimamente entusiasmante.

Garantiu elevação mas baseou a sua intervenção em ataques à gestão da actual presidência cometendo o erro de, imagine-se, a colar aos sucessos do rival.

Com esta intervenção, Pedro Madeira Rodrigues fez diminuir em mim a curiosidade sobre o seu programa eleitoral.

 

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Eu, céptico, me confesso

Pedro Proença é o novo presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional. O candidato que o Sporting apoiou venceu e, espero, que efectivamente o futebol português tenha vencido também.

Aquilo a que Proença se propõe no seu programa eleitoral e aquilo que é para nós conhecido de Luís Duque indicia que, de facto, possamos esperar melhorias mas eu continuo prudente.

O Porto também apoiou o mesmo candidato e não sabemos que jogos de bastidores estão acordados.

Quero muito acreditar e partilhar do optimismo do Presidente do Sporting Clube de Portugal, que conhece Proença e deposita nele as esperanças evolutivas do futebol nacional mas continuo céptico.

Já são 30 anos deste nosso futebol e, fruto disso, não me é fácil acreditar em ventos de mudança.

Espero que, enquanto vice-presidente da FPF, Pedro Proença (cargo acumulativo e consequente da vitória nas eleições da LPFP) consiga mudar mentalidades e promover alterações necessárias à 'limpeza' do nosso futebol, onde os cargos federativos são sobretudo 'tachos' e 'fazedores' de favores.

Para já, Proença tem da minha parte o benefício da dúvida. Espero que cumpra todas as promessas eleitorais (mesmo que muitas pareçam vagas e careçam de medidas concretas) e que possamos evoluir, tornando a nossa Liga mais competitiva, transparente e atractiva para quem a vê cá e fora deste cantinho à beira-mar plantado.

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