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Grande Artista e Goleador

Ainda sobre o pleno das modalidades de pavilhão...

Mais do que uma tábua de salvação, algo a que nos agarramos para amenizar as frustrações do futebol masculino, estas e outras conquistas nas modalidades devem ser, acima de tudo, motivo de orgulho.

Não nos esqueçamos disso. Muito do que é o Sporting está assente na mística das modalidades.

 

 

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Resultados dos atletas do Sporting nos Jogos do Mediterrâneo (em actualização)

 ANDEBOL (Manuel Gaspar e Nuno Reis) 

Grupo B | Espanha 34-22 Portugal
Grupo B | Grécia 28-28 Portugal
1/4 Final | Turquia 31-29 Portugal
5º-8º Lugares | Argélia 32-33 Portugal
5º/6º Lugares | Portugal 25-31 Eslovénia / 5º Lugar

 

 ATLETISMO 

4x100m M | 3º Ancuiam Lopes -  MEDALHA DE PRATA 
Comprimento M | Miguel Marques qualificou-se para a final mas não alinhou no dia decisivo -  RECORDE PESSOAL (7,75m) 
200m F | 11º Filipa Martins
400m F | 5º Cátia Azevedo
5000m F | 2º Inês Monteiro -  MEDALHA DE PRATA 
400m barreiras F | 5º Andreia Crespo
4x400m F |
 5º Filipa Martins / Andreia Crespo / Cátia Azevedo
Disco F | 4º Irina Rodrigues
Comprimento F | 5º Evelise Veiga -  RECORDE PESSOAL (6,61m)  / MÍNIMOS EUROPEU SENIORES  / RECORDE NACIONAL SUB-23 
Vara F | 7º Marta Onofre
              7º Maria Leonor Tavares 
Triplo F | 6º Patrícia Mamona

 

 CICLISMO 

Prova de Fundo | 5º Mario Gonzalez m.t
                              6º Joni Brandão m.t
                              9º Frederico Figueiredo m.t
                            11º Alvaro Trueba m.t

 

 JUDO 

-81Kg / Quartos-de-Final | Anri Egutidze foi derrotado (ippon) pelo grego Alexios Ntanatsidis
-81Kg / Repescagem 1 | Anri Egutidze venceu Aristos Michael (Chipre) por ippon.
-81Kg / Repescagem 1 | Anri Egutidze venceu Ashraf Moutii (Marrocos) por ippon.
-81Kg / Combate Bronze | Anri Egutidze venceu Alfonso Solana (Espanha) por waza-ari -  MEDALHA DE BRONZE 

 

 NATAÇÃO 

200m livres M | 16º João Vital
1500m livres M | 6º Guilherme Pina
50m bruços M | 7º Alexis Santos
100m bruços M | 17º Alexis Santos
50m costas M | 7º Alexis Santos
100m costas M | 12º Francisco Santos 
200m costas M | 13º Francisco Santos
                            15º João Vital
200m estilos M | 3º Alexis Santos -  MEDALHA DE BRONZE 
400m estilos M | 3º João Vital -  MEDALHA DE BRONZE 
50m livres F | 22º Inês Fernandes
50m costas F | 12º Inês Fernandes
50m mariposa F | 17º Inês Fernandes
100m mariposa F | 14º Inês Fernandes
200m estilos F | 10º Inês Fernandes

 

 REMO 

LM 1x / Qualificação | Pedro Fraga apurado para as meias-finais
LM 1x / Meias-Finais | Pedro Fraga apurado para a final A
LM 1x / Final A | 2º Pedro Fraga -  MEDALHA DE PRATA 

 

 TÉNIS DE MESA 

Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 0-4 Alexandre Robinot (7-11; 4-11; 15-17; 8-11)
Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 4-0 Sadush Tosuni (11-8; 11-4; 11-7; 11-3)
Individual - 1ª Fase / Grupo G | Diogo Carvalho 4-0 Kreshnik Mahmuti (11-5; 11-3; 11-6; 11-5)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 1-4 Omar Assar (7-11; 6-11; 7-11; 13-11; 5-11)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 4-1 Ibrahim Gunduz (6-11; 11-9; 11-8; 11-8; 11-9)
Individual - 2ª Fase / Grupo I | Diogo Carvalho 4-2 Marios Yiangou (11-7; 9-11; 6-11; 12-10; 11-9; 13-11)
Individual - Quartos-de-Final | Diogo Carvalho 1-4 Alexandre Robinot (6-11; 5-11; 11-8; 6-11; 4-11)

Colectivo - 1ª Fase / Grupo B | Portugal 0-3 Eslovénia
                                                 Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 0-3 Jorgic / Tokic (5-11; 7-11; 9-11)
Colectivo - 1ª Fase / Grupo B | Portugal 3-1 Grécia
                                         Singulares | Diogo Carvalho 1-3 Konstantinos Angelakis (4-11; 10-12; 11-9; 6-11)
                                                 Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 3-1 Konstantinopoulos / Sgouropoulos (11-4; 4-11; 11-9; 11-7)
                                         Singulares | Diogo Carvalho 3-1 Sgouropoulos (9-11; 11-8; 11-8; 11-6)
Colectivo - Quartos-de-Final | Portugal 3-1 Itália

Colectivo - 3º / 4º Lugares | Portugal 3-2 Espanha -  MEDALHA DE BRONZE 
                                   Singulares | Diogo Carvalho 1-3 Machado Sobrados (11-5; 8-11; 10-12; 6-11)
                                           Pares | Diogo Carvalho / Diogo Chen 3-1 Franco Medina / Machado Sobrados (7-11; 11-4; 11-8; 11-3)
                                   Singulares | Diogo Carvalho 0-1 Cantero Juncal (6-11; 11-7; 7-11; 11-7; 11-6)

 

 TIRO 

P10m | 3º João Costa -  MEDALHA DE BRONZE 

 

 TIRO COM ARCO 

Individual | 17º Jorge Alves (Eliminado nos 16avos-de-final por 0-6, frente ao esloveno Rok Bizjak)
Colectivo | 5º Portugal (Jorge Alves) - Eliminado nos Quartos-de-Final por 4-5, por um ponto, frente à Eslovénia, que viria a vencer a medalha de prata

 

 VOLEIBOL DE PRAIA 

1ª Fase / Grupo A | Kibinho / Roberto Reis 2-0 Berisha / Mustafa (21-11; 21-12)
1ª Fase / Grupo A | Kibinho / Roberto Reis 0-2 Rossi / Caminati (15-21; 13-21)
Oitavos-de-Final | Kibinho / Roberto Reis 0-2 Gauthier / Thiercy (14-21; 19-21)

 

Live Streaming (link)

 

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Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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ANDEBOL

SENIORES

 

HÓQUEI EM PATINS

SENIORES (Resumo)

SENIORES (Jogo Completo)

 

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Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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Notas soltas do fim-de-semana

Começando pelo futebol; não estamos na fase da época em que me preocupem as exibições. É importante ganhar, com maior ou menor dificuldade.

Estamos na fase decisiva e já passou há muito o tempo de exigir boas exibições com resultados a condizer. É tempo de nos contentarmos com o resultado, sabendo que a equipa está muito desgastada, deu tudo e conseguiu, mesmo que a custo, o objectivo.

Impressionante a capacidade de Bruno Fernandes, que resolveu o encontro com dois golos de excelente execução, não ao alcance de qualquer um.

O fim-de-semana futebolístico quase esteve para ser muito bom, não fosse aquele golo de Marega no final do encontro na Madeira. Seja como for, temos o segundo lugar na nossa mão e compete-nos garantir essa posição, ganhando os dois encontros que restam do campeonato, que estará entregue. Parabéns ao Porto que, a confirmar-se, será um justo campeão.

 

As vitórias no futsal, andebol, hóquei em patins e futebol feminino mantêm as equipas na frente e na luta pelos títulos nacionais, enquanto que a derrota do voleibol adiou a decisão para amanhã, no Pavilhão João Rocha.

Prestação meritória, embora inglória dos nossos judocas no Europeu de Judo, em Tel Aviv, com resultados interessantes mas que certamente não deixaram alguns dos atletas satisfeitos. Podemos fazer melhor mas a concorrência é sempre forte neste tipo de eventos.

 

Tentarei fazer o post com os resultados até final do dia. Este fim-de-semana foi puxadinho e a família, desta vez, teve mesmo de estar primeiro.

 

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Grandes? Enormes!

Ninguém duvida que é o futebol que move multidões, que é o grande motor do nosso Clube mas, no fim de contas, é apenas uma pequena (embora significativa) percentagem daquilo que é o Mundo Sporting.

O nosso grande Clube tem 55 modalidades, 13 delas de desporto adaptado. Temos um gabinete olímpico que apoia e integra mais de 70 atletas em 10 modalidades distintas. Um projecto ambicioso que tem melhorado as condições dos nossos "olímpicos" com vista à obtenção de melhores resultados desportivos que preencham o currículo dos atletas e orgulhem e prestigiem toda uma nação leonina.

 

Temos atletas top 10, 20, 30 mundial. Todos sentem o Sporting, todos o vivem dia após dia. A maior parte dá ao clube mais títulos do que aqueles que temos festejado no futebol mas, ainda assim, nem sempre se sentirão apoiados e acalorados pela nossa massa adepta, que é fantástica mas pode sempre fazer melhor.

Temos na nossa história, no futebol e nas modalidades atletas que são autênticas lendas, exemplos de competidores natos que ainda hoje inspiram gerações, umas a seguir às outras.

 

Temos neste momento a competir pelo clube alguns atletas de topo mundial nas suas disciplinas. Pessoas que se esforçam e dedicam, obtendo resultados mesmo que defrontem os melhores do Mundo em cada prova que disputam.

Muitos deles não têm a sorte de apanhar uns "clubes pequenos" pelo caminho, não disputam provas de regularidade, não têm margem de erro, é sempre ganhar ou perder. Mesmo assim, obtêm resultados.

 

Exemplos como temos no atletismo, no judo, como a nossa equipa de futsal, ténis de mesa ou goalball, entre outros.

Aos que acompanham sobretudo o futebol, experimentem ver algumas competições de outros atletas, de outras modalidades. Vejam as dificuldades que enfrentam e os bons resultados que obtêm, mesmo que estejam sempre no fio da navalha.

No atletismo, excepto nas provas de fundo, são escassos os minutos (por vezes segundos) que um atleta tem para mostrar o que vale e o mesmo vale para a natação ou para a canoagem. No judo tudo se pode ganhar ou perder em apenas quatro minutos...

 

Bem sei que a indústria paga aos seus intervenientes algo equivalente àquilo que o espectáculo gera. É inevitável que no futebol os jogadores ganhem mais dinheiro. Talvez por isso, seja também inevitável a pressão extra a que estão sujeitos, a exigência. Por outro lado, disputam as competições sob olhar atento de milhares (milhões, através da televisão).

Não é isso que acontece nas restantes modalidades e, no entanto, continuamos a ganhar medalhas em competições ao mais alto nível nas várias modalidades já mencionadas e não só. Temos atletas que estão entre os melhores do Mundo e se batem com outros do mesmo nível em cada competição.

 

Só no judo temos o Fonseca, o Anri, o Sergiu, a Joana, a Taciana e a Siderot. Temos o Évora, a Mamona, Jessica e a Sara (atletismo), o Emanuel e a Francisca (canoagem), o João Costa (tiro), o Monteiro e o Quadri (ténis de mesa), o Diogo Abreu (ginástica - trampolins), o Alexis (natação) e é natural que muitos outros me faltem com estatuto semelhante (as minhas desculpas a todos eles).

Temos o atletismo, actual campeão da Europa de clubes feminino ao ar livre e já este ano campeão da Europa de clubes em corta-mato (em ambos os géneros).

O goalball, com uma jornada por disputar, é já campeão europeu de clubes e judo masculino foi, pelo segundo ano consecutivo, medalha de bronze na Golden League (a maior competição de clubes a nível europeu).

O futsal está na meia-final da UEFA Futsal Cup, o ténis de mesa na meia-final da Champions League,  o hóquei em patins nos quartos-de-final da Liga Europeia, o futebol disputa hoje o acesso aos quartos-de-final da Liga Europa e o andebol é, por enquanto, o detentor da taça Challenge em andebol.

 

Motivos mais do que suficientes para que levemos a sério a frase; "o Sporting é muito mais do que um clube de futebol". Na verdade, o Sporting é um Clube desportivo que tem futebol, num país onde reina a bola no pé e onde somos campeões da Europa de selecções em futebol e futsal, tendo nas nossas equipas vários dos intervenientes nessas conquistas.

No entanto, como se pode constatar, há muito mais para além do futebol de que nos devamos orgulhar e que devemos seguir, acompanhar e apoiar.

 

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ANDEBOL: Sporting começa em casa com o ABC e fecha campeonato a receber o Porto

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Venha de lá o emparelhamento, rumo ao bi-campeonato de andebol

Hoje (17:30h) realiza-se o sorteio da fase final do campeonato nacional de andebol.

Esta fase final é dura e só tem boas equipas. Todas as saídas são muito complicadas e nenhuma equipa das não candidatas ao título vai facilitar, porque o 4º lugar dá acesso à Challenge Cup, arrebatada no ano passado de forma brilhante pelo Madeira SAD, atirando o ABC para fora das competições europeias.

 

Competições europeias onde o Sporting fez pela vida na Champions, enquanto que Benfica e Porto foram eliminados na EHF Cup (2ª e 3ª rondas, respectivamente - o Porto ficou a um passo da fase de grupos, onde o nível já é quase de Champions). O nosso representante na Challenge Cup é o Madeira SAD, ainda em prova, nos quartos-de-final.

O meu desejo é começar já com o Porto em casa e depois visitar o Madeira SAD.

 

Porquê?

 

Porque acho que o Porto deve ser defrontado quanto mais cedo melhor (deixando assim a ida ao Dragão fora das últimas jornadas) e porque a ida à Madeira é muito perigosa. Assim, apanharíamos o Porto após a eliminatória da taça de Portugal (em casa, com o Avanca, dia 8) e iríamos à Madeira, provavelmente a meio da semana, com o Madeira SAD a ter de encaixar o jogo no meio da eliminatória da Challenge, com uma equipa russa.

 

Seja como for, é importante entrar a vencer. Acredito muito neste grupo e na equipa técnica.
O Hugo Canela vem provando que o título não foi, como muitos fizeram crer, obra do acaso nem da incompetência alheia.

O Sporting, tal como na época passada, voltou a finalizar a fase regular com a maior diferença de golos, sendo que desta vez foi primeiro classificado, tendo apenas perdido e empatado um jogo.

 

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Enquanto nos chateamos com o futebol...

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Um orgulho ser sócio do Sporting Clube de Portugal (com quotas pagas até dezembro) e poder contribuir para o sucesso destes profissionais. Obrigado! Que continuem no bom caminho.

E estou apenas a evidenciar as quatro modalidades colectivas mais relevantes mas não esqueço as vitórias do atletismo, judo, ténis de mesa, goalball, râguebi, tiro com arco, entre tantas outras.

Todas as modalidades do Sporting, pelas vitórias mas não só, são um enorme motivo de orgulho para mim e, acredito, para a maioria dos Sportinguistas.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois das vitórias de ontem do hóquei em patins (1-3, em Tomar) e do andebol (17-36, em Santo Tirso, para a Taça de Portugal) e do empate da equipa de pool português (bilhar) na segunda jornada do apuramento de campeão (8-8, frente ao Orange Pool Club) é hoje a vez do futebol jogar para a Liga Europa.

 

Já ontem tinha dado a minha opinião (link) acerca do que faria para hoje mas duvido que Jorge Jesus me faça a vontade.

Acredito num onze mais próximo do habitual e com menos poupanças do que as que eu faria.

Os cazaques virão certamente com vontade de entrar bem na partida e só um golo cedo lhes devolverá esperanças na luta pela passagem à fase seguinte.

 

Ao Sporting basta um jogo seguro defensivamente para estar nos oitavos-de-final da Liga Europa, fase da prova onde o Sporting não marca presença desde 2012, ano em que só parámos nas meias-finais, eliminados em Bilbao.

Reitero mais uma vez a enorme vontade de assistir à estreia europeia a titular de Rafael Leão, não só pela oportunidade ao jovem da nossa Academia mas também porque acho que é jogo para o miúdo "partir a loiça".

Acredito em mais uma vitória e mais um salto no ranking de clubes da UEFA.

SPOOOOOOOOOORTING!

 

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Uma quarta-feira perfeita

Jesus apresentou um onze quase totalmente diferente do que defrontou o Boavista e apenas Bruno César repetiu a titularidade, embora à esquerda, ao contrário do que tinha acontecido no fim-de-semana.

A equipa demorou a encontrar-se e a primeira parte viveu de fogachos, sendo que os mais contundentes vieram dos pés de Iuri Medeiros (que, mesmo assim, não fez metade do que sabe), sempre ajudado por Ristovski.

Acabou por ser Alan Ruiz (que continua a irritar toda a nação leonina) a descobrir o homónimo Bryan no coração da área, que desviou para defesa difícil do guardião de Vila Verde. A bola ficou a centímetros da linha de baliza, à mercê de Doumbia, que encostou para o 1-0 mesmo em cima do intervalo.

Importa realçar que o Vilaverdense ainda conseguiu esticar o jogo e visar a baliza de Salin um par de vezes, algo que não voltou a acontecer durante os segundos 45 minutos.

 

À hora de jogo Jesus tirou a dupla de "Ruizes" e a coisa começou a ganhar jeitos de goleada, com perfume de bom futebol, sobretudo graças a Gelson Martins (entrou junto com Daniel Podence), que fez aquilo que fazem os grandes jogadores. Não olhou para o adversário, respeitou-o e tratou de marcar as reais diferenças entre ambos os conjuntos. Quatro minutos volvidos e à segunda bola de golo oferecida aos colegas, Doumbia bisa, numa jogada que começa em Podence.

Outra vez Gelson. Bola em Ristovski e hat-trick de Doumbia, que haveria de assistir Gelson para o fecho de contas, após uma "cavalgada" que vincou bem a diferença de andamento entre os dois conjuntos.

Houve festa da Taça mas não houve tomba-gigantes. O Sporting segue para os quartos-de-final, ao contrário do Benfica, que tratou de nos dar a última alegria da noite, graças à eliminação aos pés do Rio Ave, com o nosso Chico em bom plano.

Com dois jogos por realizar, são já conhecidos cinco dos possíveis adversários: Rio Ave, Moreirense, Desp. Aves, Cova da Piedade e Farense.

 

Mas o Sporting não é só futebol e em Braga jogavam-se hoje dois jogos também importantes.

No Pavilhão Flávio Sá Leite, casa do ABC, o Sporting apresentava-se com a certeza que pelo menos um dos rivais directos perderia pontos.

O Sporting derrotou os bracarenses por contundentes 25-33, enquanto que o Porto derrotou, também de forma confortável, o Benfica (30-23).

Assim sendo, o Sporting assume a liderança isolada, com Porto e Benfica a dois pontos de distância.

 

Também em Braga mas com stick e patins, a equipa de Paulo Freitas derrotou sem grandes sobressaltos o Hóquei Clube de Braga.

O resultado final cifrou-se em 2-6, sendo que o Sporting beneficiou da derrota do Porto em Barcelos (3-2) e do empate da Oliveirense em Viana do Castelo (4-4).

A liderança é agora repartida apenas com o Benfica, que também venceu mas ocupa a segunda posição dada a menor diferença entre os golos marcados e sofridos. O Sporting continua a ser, de longe, a melhor defesa da prova, com apenas oito golos sofridos em outros tantos jogos.

 

Para o quadro de resultados do dia ficar completo, realço a vitória dos juvenis B em andebol, na recepção ao Colégio São João de Brito (27-22), enquanto que a equipa de seniores B de hóquei em patins perdeu em Alverca com o Alenquer e Benfica por 2-3, em jogo antecipado da jornada 7.

A equipa B de pool português, derrotou em casa o SS CGD por 9-4 e aproxima-se assim da liderança da zona sul da 2ª divisão. 

No primeiro evento de ontem, os sub-12 venceram, na Malásia, o FF South Australia por 4-0. Depois, João Vital não foi além de um 32º lugar nos 400m livres dos Europeus de piscina curta, a disputar em Copenhaga.

 

Hoje, de manhã, entram em acção Alexis Santos, nos 200m livres e João Vital, desta vez os 400m estilos e à hora de almoço é a vez da equipa de futebol de praia se estrear no Mundialito de Clubes, frente ao Lokomotiv Moscow, no Brasil.

 

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Agenda Leonina (4ª feira)

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NATAÇÃO (Europeus Piscina Curta) - LINK

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SPORTING CP 3-1 Olympiacos: Está garantido o mal menor

"A Liga Europa, para nós, é um mal menor."

 

As palavras são de Jorge Jesus, no final do encontro de ontem e, ao contrário do que muitos possam pensar, não exprimem qualquer desânimo ou desilusão.

Esta frase exprime uma ambição que há mais tempo eu esperava ter visto no Sporting de Jorge Jesus. Já havíamos jogado antes olhos nos olhos com outros tubarões mas nunca se tinha vislumbrado em Jesus esta ambição.

Talvez o tenha dito porque conseguimos ontem o que falhámos no passado. Porque fizemos a nossa obrigação ao garantir seis pontos com a equipa "do nosso campeonato", coisa que não havíamos feito no passado e nos acabou por custar caro. Talvez o tenha dito porque não havia nada a desculpar e porque daqui para a frente o que vier é ganho mas, não posso negar, esta ambição agrada-me. É isto que eu quero continuar a ver no meu Sporting.

Cumprimos o nosso dever com entrega, rigor, determinação e qualidade. Tal como em Atenas foi com naturalidade que chegámos ao 3-0, resultado depois nivelado pelos gregos para números mais coincidentes com aquilo que é a real diferença entre os dois conjuntos.

O Sporting é melhor equipa e mostrou-o ontem, como já havia feito em Atenas. Os três pontos (seis, no confronto directo) são merecidos e, no mínimo, continuaremos a competir na Liga Europa, onde poderemos restituir algum do nosso prestígio e, tão ou mais importante, refazer o nosso ranking, recolocando-nos onde merecemos e queremos estar.

Só assim se evitam equipas como as que temos apanhado nos últimos anos e que tanto nos complicam a vida.

Inevitavelmente é Bas Dost o homem do jogo mas, no geral, todos se exibiram a um nível interessante. Curiosamente, um dos que mais me tem feito suspirar pelo seu regresso terá sido um dos menos bons. William não teve a noite mais feliz, mas não deixou de dar, aqui e ali, um cheirinho da sua qualidade.

Piccini, por tudo o que acrescenta ao nosso jogo na ala e pela segurança que transmite (tal como Coentrão) mas sobretudo por ter iniciado o lance que desbloqueia o jogo, merece-me uma atenção especial, tal como Bruno César, que surpreende nestes jogos europeus pela sua fiabilidade e efectividade que, curiosamente nem sempre revela nos jogos das competições internas.

Gelson e Bruno Fernandes voltaram a assistir colegas para os golos e continuam a ser os principais municiadores da equipa. Com maior eficácia, os números de ambos podiam até ter sido mais relevantes.

O 12º jogador voltou a dizer "presente" e foram mais de 42500 os espectadores no Estádio José Alvalade, num dia cheio e em cheio para o Sporting, que assegurou a presença no playoff de acesso aos oitavos-de-final da Youth League, venceu o primeiro encontro da ronda de elite da UEFA Futsal Cup e acabou o dia a regressar ao primeiro lugar do campeonato nacional de andebol, após vitória tranquila em Águas Santas, com o regresso de Pedro Solha à competição.

 

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Andebol / Motor 32-29 SPORTING CP: Pela porta grande

O Sporting está fora da Liga dos Campeões mas não saiu de "surra", pela porta pequena. Discutimos o resultado na Ucrânia, demos luta e fizemos o que estava ao nosso alcance para continuar na prova. Não foi possível e ficaremos agora completamente focado nas provas nacionais, onde o objectivo é, naturalmente, o título nacional, por forma a voltar para o ano ao maior palco do andebol europeu.

 

No entanto, não se pense que o Motor é uma equipa qualquer. Tal como o Montpellier, não é do nosso campeonato. É uma equipa talhada para as fases finais da Champions, onde esteve nas últimas duas temporadas.

Há mais de dois anos que os ucranianos passeiam, só com vitórias, na Superliga ucraniana. Na Champions, desde 18 de fevereiro de 2015 que uma equipa não vence em casa do Motor na fase de grupos e desde março do ano passado que ninguém fazia 29 golos no reduto dos ucranianos na mesma fase da prova (com o campeonato ucraniano nem vale a pena comparar, tal é a raridade com que uma equipa não vai lá perder por 15/20 golos de diferença). As únicas duas derrotas dos ucranianos nos últimos dois anos verificaram-se nas fases e eliminar da Liga dos Campeões.

 

Foram detalhes que ontem nos impediram de fazer algo incrível. Pormenores que, por maior experiência e/ou capacidade caíram para o lado dos ucranianos, com uma arbitragem que, sem ter influência no resultado, inclinou ligeiramente o terreno de jogo em determinados momentos da segunda parte. Nunca baixámos os braços e lutámos até ao último segundo. Mais não se podia pedir.

 

Neste cenário, ter a consciência que, não passando, houve espaço para fazer melhor é animador e revelador da qualidade da nossa equipa e dos nossos jogadores. 

Há margem para melhorar numa próxima participação e, para isso, é essencial garantir que estamos presentes em 2018/19. Será esse o foco a partir de agora, garantindo que, nos dois encontros que faltam da Champions, tudo faremos para não borrar a pintura e manter o respeito que a Europa do andebol já nos ganhou.

 

O desafio para essa altura será a reconstrução do plantel e a forma como atacaremos a época, visto que muitos dos jogadores terminarão os seus contratos no final desta temporada.

Também por isso haverá uma vontade férrea de renovar o título, seja para manter confiança na continuidade ou para sair em grande, com o culminar de dois anos fantásticos.

 

Para já, dou os meus parabéns aos nossos jogadores e equipa técnica, desejando que a equipa mantenha o foco na renovação do título, objectivo que, acredito, está perfeitamente ao nosso alcance.

Seguem-se, nos próximos 15 dias, uma ida a Águas Santas e uma recepção ao Avanca, intercalados com o que resta desta fase de grupos da Champions (ida à Rússia e Metalurg no João Rocha). Para além disto, é importante destacar que as posições para a entrada na fase final do campeonato nacional ficarão praticamente definidas antes do final deste ano, com os embates frente ao ABC e ao Porto, ficando apenas a recepção ao Benfica guardada para o final de janeiro.

Acabar o ano em primeiro lugar certamente nos dará a vantagem moral de chegar à fase final com ascendente psicológico sobre os rivais sendo que, nessa altura, cada jogo será de "mata-mata" e qualquer erro se pagará caro.

 

A minha fé nesta equipa é inabalável!

 

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Andebol / SPORTING CP 34-27 Besiktas: Estamos na luta

Mais uma excelente exibição do Sporting na Champions, com uma vitória clara a inequívoca, construída desde o primeiro minuto. Os leões nunca deram hipótese aos turcos e desde cedo que cavaram uma vantagem suficiente para gerir o jogo, vantagem essa que foi aumentando com o passar dos minutos.

Destaque, mais uma vez, para a eficácia dos nossos "pontas". Portela e Nikcevic estiveram muito bem, secundados por Frankis e Edmilson, ambos implacáveis nos remates de longa distância. Também Carlos Carneiro merece menção honrosa, pois tem-se apresentado em muito bom nível na ausência de Ruesga. Cudic fez defesas importantes, sobretudo nos momentos do jogo em que o resultado se manteve em aberto.

 

O Sporting aproveitou assim o deslize do Motor, próximo adversário na Champions, que está agora a apenas três pontos de distância. É importante que, hoje, o Montpellier vença o Metalurg, adversário directo na luta pelo segundo lugar da geral.

 

Nikcevic voltou a ser o melhor marcador dos leões no encontro, com os mesmos seis golos que Frankis Carol e consolida a sua posição como um dos melhores marcadores da prova, com 39 golos, a apenas cinco de Ramazan Döne, do Besiktas, líder da tabela.

 

A esperança no apuramento mantém-se sendo que, para garantir os três pontos na Ucrânia, no próximo fim-de-semana, era importante marcar mais do que os 31 golos que os ucranianos fizeram no João Rocha. O desempate no confronto directo tem como primeiro factor os golos marcados no confronto directo e só depois vem a diferença de golos.

 

Destaque para o bom ambiente no Pavilhão João Rocha, pese embora não tenha estado cheio. Esta equipa merece todo o apoio, pelo excelente trabalho que tem vindo a fazer.

 

Nota final para a dificuldade natural das equipas portuguesas em se impor na maior competição de clubes da Europa. Esta é apenas a quarta vez na última década que uma equipa portuguesa marca presença na fase de grupos da Champions. Só por uma vez o Porto esteve perto do apuramento, em 2015/16, tendo ficado em 3º, com 14 pontos e 7 vitórias, por força da desvantagem no confronto directo com a equipa que se qualificou para os oitavos-de-final.

Nas restantes participações (Porto em 13/14, e ABC em 16/17) nenhuma equipa fez os 6 pontos que o Sporting já acumulou esta temporada, ainda que o Porto integrasse o grupo B (muito mais forte que o D).

 

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Dia D para o Sporting na EHF Champions League

Não há volta a dar. Faltam quatro jogos para o final da fase de grupos e o Sporting recebe hoje o Besiktas no Pavilhão João Rocha. Caso o Metalurg não surpreenda o Montpellier, poderemos ganhar pontos a todos os rivais directos pelo segundo lugar de apuramento (o primeiro não fugirá aos franceses).

Digo isto porque, já hoje, o Chekhovskie Medvedi empatou em casa (30-30) com o Motor Zaporozhye, facto que nos pode colocar a apenas dois pontos do segundo lugar do grupo D.

 

Hugo Canela disse na antevisão estar muito satisfeito com a evolução do nosso processo defensivo, que nos tem permitido explorar de forma mais eficiente o contra-ataque.

Disse também que o crescimento do Besiktas tem sido enorme, mesmo que não ganhem há três jogos nesta competição. Também para eles, o jogo de hoje é decisivo para que se mantenham na luta pelo apuramento.

 

Mais do que tudo eu acredito na força deste grupo de jogadores, que se tem exibido a excelente nível, tanto no campeonato como na Champions, onde por pouco não arrancou um empate na casa do líder, Montpellier.

A vitória hoje dará moral, manterá intactas as possibilidades de apuramento e colocará pressão sobre os rivais directos, até porque o jogo seguinte será na Ucrânia, frente ao actual segundo classificado, o Motor. 

A verdade é que duas vitórias nos dois jogos que aí vêm nos podem colocar no segundo lugar, com ascendente psicológico sobre os adversários, mesmo sabendo que todos os jogos são de grau de dificuldade muito elevado.

Passar nem é nossa obrigação mas é com grande alegria que sinto essa ambição no grupo. É essa a forma de estar no Sporting.

 

Só espero um Pavilhão João Rocha composto, para mais um grande jogo europeu e, claro, que ganhe o Sporting!

Força, leões!

 

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Frankis Carol e Pedro Valdés em destaque na Champions

A reportagem em vídeo é acompanhada por um texto que podem ler AQUI.

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Quase dois meses de Pavilhão João Rocha e um balanço da Gamebox Modalidades

Na época 2015/16 a Gamebox Modalidades custava 30€ por modalidade (futsal, andebol e hóquei em patins) e 75€ caso o sócio optasse por adquirir as três em conjunto.

O futsal vinha de uma época em que tinha falhado todos os objectivos mas continuava a ser a nossa modalidade mais competitiva, o andebol sofria mudanças, com a vinda de um treinador ex-campeão europeu, que se esperava que nos levasse ao título e o hóquei vinha de uma época formidável, que culminou com uma conquista europeia no ano de estreia como modalidade oficial.

Vivia-se a época do orgulho restituído. O Sporting recomeçava a reerguer-se.

Nada mais viria a ser "pedido" em troca aos sócios, que prestaram um excelente apoio a todas as modalidades durante a temporada. O preço da Gamebox manteve-se inalterado em relação à época anterior, onde tinha aumentado 5€ por modalidade (em 2013/14, custavam 25€ cada, sendo que não havia para o hóquei, que ainda não competia oficialmente pelo Clube).

Queria contribuir mais para as modalidades e, na impossibilidade de comprar Gamebox para as três, visto que tinha Gamebox para o futebol e as deslocações Porto / Lisboa já eram, por si só, dispendiosas, comprei apenas a do futsal, mesmo sabendo que não veria a maioria dos jogos ao vivo.

Recordo que, no total, e por serem contas muito badaladas agora, cada jogo custaria aos sócios apenas 1.50€.

Acabei por ver um jogo da meia-final e outro da final do futsal enquanto que, no restante da época, a Gamebox rodou por amigos com maior disponibilidade do que eu para ir aos jogos.

 

Com a perspectiva de um novo Pavilhão, então em construção, a época seguinte não trouxe alteração dos preços mas tinha uma particularidade. Com inauguração do Pavilhão João Rocha prevista para Março, os 75€ de custo total das Gamebox davam apenas para pouco mais de metade dos jogos em relação à temporada anterior.

O Pavilhão acabou por demorar mais tempo a ficar pronto e quem adquiriu a Gamebox viu todos os jogos da época sem custos acrescidos, apesar de algumas confusões nas bilheteiras dos mais diversos pavilhões. Acabou,assim, por ficar novamente cada jogo a cerca de 1.50€.

 

Em todo este período, os sócios cresceram de forma sustentada, ao ponto de hoje o Sporting ser um dos 5 clubes do Mundo com mais associados.

 

Não sei quais os custos operacionais do Pavilhão João Rocha e admito até que sejam superiores aos custos suportados anteriormente com os mais variados pavilhões utilizados para as diversas modalidades. Seria lógico que o Sporting tivesse calculado todos esses custos, acrescidos ou não, e confesso que não esperava um aumento desproporcionado do custo da Gamebox, que hoje contempla mais uma modalidade, o voleibol.

Um produto que poderia potencialmente custar 120€ (ignorando o desconto que existia para a compra da Gamebox para todas as modalidades) passou a custar 250€, com uma campanha que parecia apenas destinar-se a novos compradores, apresentando como "benefício" o custo de 3.10€ por jogo.

 

Naturalmente que isto não "premiava" a lealdade de quem, ano após ano, comprou a Gamebox modalidades, independentemente de saber antecipadamente que nem sempre havia um pavilhão certo para cada modalidade, visto que os jogos estavam sujeitos a alterações pontuais de recinto.

Até mesmo para os novos compradores o preço não era aliciante para uma adesão em massa ao produto. 3€ por jogo seria mais ou menos o que se pagava na compra jogo a jogo em temporadas anteriores.

O que pareceu foi que, depois da ajuda na construção do Pavilhão, da ajuda no reforço das modalidades, teríamos também de ajudar a financiar os custos operacionais do Pavilhão João Rocha.

 

Para mim, como para tantos outros, mais este "esforço" pedido era demasiado para a minha capacidade de dizer "presente".

O preço apresentado, mais do que uma falta de respeito para com os 696 sócios portadores de Gamebox Modalidades desde 2009/10, bem como mais alguns que apenas compraram depois e que não foram abrangidos na 1ª fase de vendas, era uma desilusão e um freio no entusiasmo dos Sportinguistas, ansiosos por frequentar o maior número de vezes possíveis o Pavilhão João Rocha.

 

Não sei quais eram as expectativas dos responsáveis do Clube mas sei que, tirando os jogos de estreia em competições oficiais de todas as modalidades, os jogos de maior cartaz ou em dias em que jogou o futebol (apenas aconteceu uma vez, até à data), a assistência terá ficado bastante aquém das expectativas, sobretudo no passado sábado, onde o hóquei em patis e voleibol não terão ido além de um terço da lotação do recinto.

Não sei qual a conclusão retirada deste primeiros tempos mas eu já tirei a minha.

Foi-se com demasiada sede ao pote do entusiasmo leonino e, tendo em conta que há umas centenas de bilhetes oferecidos às claques e mais uns quantos a elementos ligados à direcção, arrisco dizer que a adesão à Gamebox terá ficado abaixo do expectável, bem como a venda jogo a jogo, sobretudo pela (fraca) amostra do passado sábado.

 

Em média, os bilhetes têm sido vendidos a 5€ / jogo. O valor é lógico e justo, tendo em conta a valorização do produto "major". Se a Gamebox Modalidades foi avaliada em 3.10€ por jogo, nenhum jogo poderá, individualmente, custar menos do que isso. Por isso, é lógico que os preços se tenham, até agora, cifrado entre os 4 e os 6€ por forma a não desvalorizar o produto principal.

Não me interessa minimamente qual o valor que os rivais cobram por produtos semelhantes. Não há que ter problemas em assumir que se esticou demais a corda e que os 250€ são um valor abusivo para a nossa realidade, mesmo para um clube que, como o nosso, faz do ecletismo bandeira.

 

Como já disse antes, adicionando o voleibol, o produto anterior teria um custo de 30€ por modalidade, sendo que a Gamebox para todas as modalidades teria um custo hipotético de 120€.

O facto de se centrarem os jogos num único pavilhão, de passar a ser possível conciliar as idas ao futebol com os jogos das modalidades e a comodidade e modernismo do novo espaço valeriam, na minha opinião, nesta fase inicial, 25% de valorização (isto já ignorando o desconto que era aplicado antes à venda em "pacote").

Significaria isto que 150€ me parecia um preço justo a pagar pela Gamebox que, no ano passado, custou metade a quem a comprou (com o tal desconto).

Aplicando uma lógica económica nisto, diria que devia ter sido seguida a linha de actuação da Gamebox do futebol, que tem aumentado gradualmente de preço, seguindo a lei da oferta e da procura, tendo assim estabilizado no número de vendas, aumentado a receita e mantendo uma taxa de ocupação superior a 85%.

A valorização de 25% proposta permitiria futuros aumentos no futuro projectando, por exemplo, uma chegada aos valores actuais em 2020, já com um produto estabelecido no mercado e familiar para a muitos dos sócios do Sporting (algo que não acontece hoje).

 

Assim, será difícil para os responsáveis valorizar o produto futuramente, eventualmente tendo mesmo de o desvalorizar para aumentar a procura. Isto não só vai contra toda a lógica económica como seria um péssimo sinal a dar ao público alvo.

Acho importante que o apoio às modalidades seja reforçado. Atingir os 85% de ocupação média no Pavilhão João Rocha, tal como acontece no Estádio José Alvalade é importante não só para a motivação como também para a responsabilização dos atletas e equipas técnicas.

O apoio massivo potencia a performance desportiva porque aumenta o sentido de compromisso e responsabilidade. Não é normal as modalidades em Portugal jogarem de forma consistente para uma plateia entre as 2500 / 3000 pessoas. Dar esse passo é importante para a evolução da mentalidade vencedora que se quer definitivamente implementada no Sporting mas não vamos lá só com exigências aos adeptos, que tanto têm feito pelo Clube nos últimos anos.

 

Os Sportinguistas estão gratos à actual direcção pelo fantástico trabalho de crescimento do Clube em todas as suas vertentes, sabemos reconhecer mérito e apontar os erros. Admitimos o erro como normal mas gostamos de o ver assumido e corrigido assim que possível. Espero que a Gamebox Modalidades possa ser repensada na próxima época, pensando mais nos adeptos e no apoio aos atletas do que na fonte de receita imediata.

 

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