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Grande Artista e Goleador

Os melhores adeptos do Mundo

Somos nós! Os mais fiéis, os que mais apoiam, os que estão sempre lá.

Não há nada que pare um leão determinado.

Prova disso são as assistências no nosso estádio. Média de 44300 espectadores e a melhor taxa média de ocupação da Liga NOS (88.51%).

Jogos fora?

O Sporting nunca joga fora. 92.62% de ocupação nas Aves, 76.43% em Guimarães, 100% na Feira e 64.62% em Moreira de Cónegos. Isto com bilhetes que chegaram aos 45 euros nas duas últimas deslocações.

Os Sportinguistas sacrificam-se e abdicam de tempo com as suas famílias para acompanhar a apoiar um amor que, na maior parte dos casos vem do berço.

 

Berço que se encarregou de não deixar esmorecer o Sportinguismo de gerações e gerações que pouco ou nada viram o Sporting ganhar.

"Um caso de estudo", disse Jorge Jesus sobre os adeptos do Sporting, acrescentando que, mesmo sem títulos "cada vez há mais Sportinguistas".

Verdade. Cada vez somos mais mas sempre fomos muitos. 

Os últimos anos trouxeram os Sportinguistas de volta mas, só por si, não formaram a massa adepta de mais de três milhões de pessoas. Os três milhões já existiam, formados a alimentados por si próprios e pelo amor ao Sporting que tem passado de geração em geração, de amigo para amigo.

Um amor que não se alimenta de títulos mas sim de valores, que nos unem a um Clube com o qual nos identificamos pela forma como foi "edificado".

 

Foi o respeito pela instituição que vimos nestes últimos anos, o amor à causa que fizeram com que o número de sócios aumentasse em 60%, para os actuais mais de 160 mil, recorde absoluto do Clube, que nem nos tempos áureos de João Rocha ultrapassou os 130 mil.

Os Sportinguistas são gratos, reconhecem valor mas não são cegos.

É isso que nos distingue dos demais. Somos fiéis, presentes, participativos, atentos e críticos. 

Hoje mais do que ontem, fruto da atitude de um Presidente que, quando eleito nos pediu exactamente isso; exigência e espírito crítico, para que o Sporting nunca mais caísse no buraco em que o encontrou.

 

Ora, posto isto, não entendo o porquê de, de há uns meses para cá, serem os adeptos do Sporting um dos alvos das críticas de Bruno de Carvalho.

Adeptos que não são militantes, que fazem o trabalho dos rivais, porque criticam esta ou aquela atitude e que podem ser responsáveis por um futuro desinvestimento nas modalidades, segundo palavras do próprio.

Isto deixa-me perplexo, triste, desiludido e até um pouco irritado.

 

Mas não são os adeptos do Sporting que enchem estádios por todo o país? 

Não são os adeptos do Sporting que nunca abandonaram as modalidades, das quais sempre brotou gratidão pelo apoio em casas espalhadas um pouco por toda a Lisboa e arredores?

Não foi aos adeptos do Sporting que foi pedido espírito crítico?

Não foram os adeptos do Sporting que possibilitaram o aumento do investimento nas modalidades, fazendo-se sócios?

Então, se tudo isto é verdade, porquê estas criticas?

 

Nós fazemos tudo pelo nosso Sporting, como diz na canção. Por amor e dedicação.

Não pedimos nada em troca para além de respeito por nós e pelos ideais sempre preconizados pelos nossos fundadores. Ideais nem sempre respeitados por direcções seguintes, sobretudo algumas do passado recente.

Sim, eu sei que esta conversa dos fundadores se pode virar contra mim:

"Mandamento 6º: Nunca em público amesquinhes os actos de quem represente o teu Clube; roupa suja lava-se em família e o teu dever é criar em toda a parte, pelas tuas palavras e pelos teus actos, um ambiente favorável ao Sporting, enaltecendo-o."

Acontece que os dias de hoje não são como eram há 100 anos. Os directores não são só sete e os sócios não são apenas centenas ou parcos milhares.

Os tempos são outros. Temos adeptos em todos os cantos do Mundo e, para muitos, a internet é dos poucos pontos de encontro para viver, sentir e discutir o dia-a-dia do Sporting.

Nem toda a gente se pode deslocar a uma Assembleia Geral, a uma sexta-feira, para enaltecer ou criticar e, acredito, muitos gostariam de o poder fazer.

 

Pode o Presidente do nosso Clube criticar quem critica em público, sobretudo quem o faz nas redes sociais?

Pode, mas não deve. E não deve sobretudo porque essa tem sido uma ferramenta bastante utilizada pelo próprio para se defender, defender o Sporting mas também para atacar jogadores e adeptos. E ambas as coisas já aconteceram mais que uma vez.

Assim sendo, regresso aos recentes bloqueios de utilizadores no facebook oficial do Clube. Como já aqui referi, muitos (senão todos) foram levantados e as pessoas voltarão, se assim o entenderem, a poder manifestar-se na página oficial do Sporting.

Aquilo que espero é que, daqui para a frente, essas criticas sejam acatadas mas, mais do que isso, sejam respeitadas e equacionadas como sugestões de melhoria, dentro daquilo que cada um entende ser o comportamento ou medidas correctas para a gestão do nosso Clube.

 

Da nossa parte, continuaremos a ser os melhores adeptos do Mundo, Seguiremos fiéis, presentes, participativos, atentos e críticos, sempre que se justifique, seja a critica positiva ou negativa, desde que construtiva.

O Sporting é nosso e, no que depender de nós, continuará a crescer e estará, sem margem para dúvidas, entre os maiores da Europa, como assim foi desejado.

 

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É por isto que somos enormes

Vi há dias o Reportv sobre dois jovens amigos e rivais, que jogam no Sporting e no Benfica. A reportagem de Jaime Cravo foi exibida, como habitualmente, na SportTV e pretendia passar uma imagem mais inocente do que a que se vive hoje, acerca do fenómeno mediático em que se tornou o desporto.

O programa foi dos menos conseguidos e não acho que tenha feito jus ao que se propunha, mas isso nem é o mais importante.

Carlos Manuel, Nélson, Quim Berto e Vítor Paneira fizeram intervenções em partes da reportagem e, mesmo no final, Nélson diz que, no fim, o que lhe interessa é que o Sporting ganhe (a reportagem foi filmada antes do derby de há umas semanas). Vítor Paneira responde, qual típico lampião:

 

"Que ganhe sempre da forma que está a ganhar. Sempre em 3º, em 2º. Assim ficam todos contentes e levam 40 mil ao Estádio."

 

É curioso que esta frase, digna da cartilha do Janela (sim, qualquer lampião que se preze, adopta as frases feitas emitidas pela cartilha e trona-as suas, passando a incorporá-las como opinião própria), tenha uma verdade indesmentível que, actualmente, reflecte a grandeza do Sporting e assume, entre linhas, uma fragilidade dos rivais, mesmo que eles a usem para nos gozar e menosprezar.

Vem esta conversa a propósito disto:

Sim, nós, mesmo em 3º e a quase 10 pontos dos rivais, vamos lotar o Estádio pela terceira ou quarta (não sei precisar) vez esta época. 

Sim, é isso que nos distingue. Somos fiéis ao nosso grande amor e não lhe viramos as costas. Não o fizemos antes, nos anos mais negros, e não o faremos agora, que estamos "vivos" e pujantes.

 

Não, não são as vitórias que nos movem. É o amor! O amor a um Clube e a pessoas que, como nós, o amam.

Sim, domingo nós vamos encher Alvalade porque o momento não importa, porque não é a distância para o primeiro que define a nossa militância.

Sim, seremos mais de 40 mil, como quase sempre somos e estaremos lá com alegria e orgulho, independentemente dos últimos resultados ou de como correu a nossa época.

 

Porque, como com a mulher/homem que amamos, nós não deixamos de ir dormir a casa só porque estamos chateados ou porque tivemos um dia mau. Domingo, teremos a casa cheia de leões e leoas (especialmente elas, a quem o dia é dedicado, sobretudo às mães).

Só por isso, demonstraremos o nosso amor em dose dupla. De manhã e à tarde.

 

#VocêsSabemLá

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A vida em jogo (ou a prova que um leão nunca verga)

Mário Faria é um Sportinguista, apaixonado por futebol, que não se deixou vencer por um linfoma. A SportTV registou isso em reportagem.

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Um registo histórico

Não há volta a dar. Este ano vai bater-se pelo segundo ano consecutivo o recorde de assistência média no novo Estádio José Alvalade.

Depois de no ano passado termos estipulado o recorde em 34988 espectadores em média, este ano preparamo-nos para acrescentar a este número, pelo menos 5 mil.

A média actual dos jogos em casa para a Liga é de 39450 e espero que consigamos acabar a temporada com média superior a 40 mil.

Faltam apenas dois jogos para continuar a mostrar a força do 12º jogador e apoiar a equipa na luta pelo título nacional.

A título de curiosidade, desde que o novo Estádio José Alvalade foi construído (13 épocas), apenas por 5 vezes chegámos a 5 jornadas do fim na luta pelo título e só numa delas à distância que nos encontramos agora.

A onda verde não pode parar.

Média novo Alvalade.png

 

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Aproveita e deixa a tua marca

Primeiro pensei: "Isto é mais para a malta do design". Mas depois dei por mim, que não percebo nada do assunto, em pulgas por experimentar fazer a minha camisola para o nosso Sporting.

Aventura-te e sê tu próprio a desenhar a nossa 2ª pele.

Se não és sócio, está na hora, pois só os sócios terão este privilégio.

O Mundo Sabe Que

SPORTING CP 3-2 Braga: uma 'remontada' épica

Eu tinha avisado ontem...o Braga sabe defender e, connosco, fê-lo em bloco baixo, só arriscando pressionar no próprio meio campo.

Eu tinha avisado...o Braga sabe jogar em ataque rápido, usa para isso processos simples e tem jogadores rápidos e de qualidade que ajudam (e muito) a dar-nos alguns calafrios.

Foi assim que, sem qualquer problema, entregaram o domínio total do jogo ao Sporting e se limitaram a tentar chegar à área de Rui Patrício em jogadas rápidas, aproveitando bem alguns erros a que o nosso estilo de jogo é propenso.

Os primeiros lances de perigo surgem de duas desatenções de Jefferson e William Carvalho. Na primeira, Wilson Eduardo não acertou na baliza. Na segunda, Rui Patrício teve de mostrar serviço.

Na primeira parte, ofensivamente, o Braga só existiu nestes primeiros cinco minutos e nos últimos cinco (pena que com efeitos diferentes dos que acabei de mencionar).

Entre estes dois períodos, as melhores situações de golo foram do Sporting, por João Mário, que só não finalizou melhor porque a bola lhe sobrou para o pior pé, por Slimani, que complicou uma finalização que se queria simples e por Paulo Oliveira, que cabeceou de forma violenta ao poste da baliza de Kritciuk, que havia defendido as duas ocasiões anteriores.

Já diz o povo que, quem não marca, sofre. E assim foi.

Ambos os golos que haveriam de colocar o Braga em vantagem por 0-2 ao intervalo têm um denominador comum: Jefferson, que num deles tem a 'colaboração' de Adrien e no outro de William Carvalho.

No primeiro golo, o alívio de William é o possível, tendo em conta a trajectória da bola e o posicionamento do jogador (correcto, diga-se). O resto, é 'sono' de Jefferson (que se deixa antecipar) e Adrien (que está demasiado longe de Wilson para que possa estorvar a sua acção).

Curiosamente, é no momento do 0-2 que o Sporting começa a vencer o jogo. Imediatamente após o golo de Rafa (que também tem mérito do próprio e de Rui Fonte, que desposiciona totalmente Paulo Oliveira) o vulcão de Alvalade mostrou a sua força e a palestra de Jorge Jesus começou com aquelas gargantas a cantar "Só eu sei, porque não fico em casa".

Os adeptos sabiam que ia valer a pena e, na segunda parte, os jogadores acabaram por fazer valer o bilhete.

Era preciso arriscar para virar um resultado de dois golos frente a este Braga e Jorge Jesus não esperou. William ficou no balneário (porque já tinha amarelo e era, naquela altura, o elemento mais 'descartável' do nosso meio-campo).

Jesus sabia que a pressão ia fazer moça e que Gelson ia ser importante para isso.

A segunda parte é poética.

A toada do jogo não se altera. O Sporting domina e o Braga tenta explorar o ataque rápido, nunca com mais de três homens.

A primeira oportunidade, não estava ainda completo o terceiro minuto, esteve nos pés de Ruiz, servido por Slimani, que havia recebido de Gelson. Tal como nas oportunidades anteriores, o ressalto vindo do guarda-redes não nos é favorável mas estava dado o primeiro aviso.

Logo a seguir, Pedro Santos volta a por Patrício à prova, após mais um deslize (literalmente) de Jefferson. O Braga mostrava também que estava pronto a aproveitar os nossos erros.

Quase dez minutos de futebol algo atabalhoado de ambas as partes e Jesus percebe que este não é o dia de Bruno César. Fredy Montero está na linha lateral, preparado para entrar, quando o cruzamento de Gelson é travado pelo braço de André Pinto. Grande penalidade bem assinalada, que Adrien não desperdiça. Mais do que nunca, as esperanças reacendem. Grita-se o amor ao Sporting! É possível!

Montero entra para o lugar de 'chuta-chuta'. O golo não altera nada. Ainda estamos em desvantagem.

Na primeira vez que toca na bola, Montero isola Slimani. Kritciuk chega primeiro.

Neste momento, o Braga já abusa do anti-jogo. Era um bom sinal. Sentiram o golo. Fonseca troca de avançados. Nada muda na estratégia do Braga.

Montero tenta um passe picado, ganha a segunda bola e ataca a área. Segunda grande-penalidade, desta vez não assinalada mais uma vez com um jogador do Braga a jogar a bola com a mão no interior da área (desta vez foi Ricardo Ferreira).

Ruiz coloca de bandeja na cabeça de Slimani, mesmo como ele gosta. O argelino desperdiça, o público desespera, o Braga respira de alívio. A pressão está a subir de tom.

Montero tenta mais um passe picado. Não resultou mas eu sentia a sua confiança.

Minuto 70. Mais um aviso. Gelson combina com Ruiz, remata, o russo defende e, na recarga, Slimani volta a acertar no boneco. Está quase...já cheira a golo em Alvalade!

João Mário tem uma entrada dura que devia ter valido cartão amarelo. Não vou discutir nem esmiuçar a arbitragem mas, para os lampiões (sejam do sul ou do norte) que exigiam a expulsão do jogador do Sporting, recomendo que revejam as três faltas de Ricardo Ferreira até ao lance que origina a grande-penalidade não assinalada. E fico-me por aqui.

Wilson Eduardo sai ovacionado após marcar um golo em mais um regresso a 'casa'.

Faltam quinze minutos para o final. 

Para os menos desatentos, o lance do golo de Fredy Montero surge após uma troca de bola de quase um minuto, em que a bola passa pelos três corredores e por nove dos onze jogadores do Sporting em campo (só Rui Patrício e Bryan Ruiz não participaram no lance). Só Fredy Montero transformaria um remate de Jefferson numa assistência, tornando o que parecia difícil em fácil. Pé direito para receber e esquerdo para rematar, sem pedir licença, com a potência e direcção certas. Estava feito o empate e eu estava eufórico. Foi o golo que mais festejei e que mais tranquilo me deixou.

Porquê? Slimani ainda não tinha marcado e tínhamos um quarto de hora para tomar de assalto a baliza dos bracarenses.

Paulo Oliveira tenta o tiro do meio da rua. Sai por cima e está na hora de apostar na qualidade de passe e veia goleadora de Aquilani. João Mário é o 'sacrificado'. Faltam dez minutos para o final.

Seguem-se cinco minutos em que abrandámos a pressão (os homens não são de ferro) e o Braga teve mais bola, embora se sentisse desconfortável com ela. Este momento de jogo haveria de culminar com o recém-entrado Marcelo Goiano a isolar Rafa que, na cara de Rui Patrício viu o guarda-redes leoninio ser aquilo que é...o Rei! Mancha monumental, a mostrar aquilo que vale...pontos.

O Sporting volta a carregar a anunciam-se mais de 42 mil em Alvalade. O melhor, ainda estava para vir.

Patrício emenda um erro de Naldo e antecipa-se a Stojilkovic. Falta um minuto para os 90 e o publico ainda acredita.

Ruiz também e mostra porque é que nunca sai. Mais uma redondinha na cabeça de Slimani que, desta vez, não perdoa e escreve o último verso de um poema épico.

Estava feito o 3-2. Estava virado o jogo em menos de 45 minutos e eu só dizia ao meu puto: "Filho, este ano somos campeões! Este é o ano do Sporting!"

Podia nomear um homem do jogo e vou fazê-lo: Jorge Jesus.

Pela mestria como leu o jogo e mexeu na equipa, pela forma como cantou com os mais de 40 mil, pela forma louca como festejou a vitória.

Jesus é treinador do Sporting de corpo e alma. Vive e entrega-se ao jogo como se jogasse e, embora não tenha marcado um golo, esta vitória é dele. Dele e daqueles 40 e tal mil leões que nunca desistiram e acreditaram sempre.

SPORTING CP 2-0 Porto: Regresso autoritário à liderança

Estava confiante na vitória. Senti-me ansioso durante o dia mas, assim que pus os pés na nossa casa, o vulcão de Alvalade, senti-me calmo.

Aquela calma e tranquilidade fez-me ter ainda mais certeza na vitória. Ouvir 47 mil gargantas a cantar a plenos pulmões "O Mundo sabe que..." fez-me sentir que o destino daquele jogo só podia ser um.

Aquilo que aconteceu ontem em Alvalade, protagonizado pelos adeptos do Sporting foi único e inesquecível!

O Sporting entrou forte, mandão e o Porto agressivo e intenso. Foi uma primeira parte interessante, dividida e com o perigo a rondar ambas as balizas mas onde o Sporting pareceu sempre estar em posição dominante.

O golo de Slimani, após livre cobrado por Jefferson, colocava ainda antes da meia hora justiça no resultado.

Na minha cabeça, a vitória era uma certeza e quando Rui Patrício voltou a mostrar escassos minutos depois porque é um dos melhores do Mundo, tive a certeza que nem seria preciso sofrer, porque a nossa baliza ficaria a zeros.

Parece fácil dizer isto no fim mas, quem viu o jogo comigo, sabe que me cansei de o repetir durante os 90 minutos.

Faltava saber por quantos ganharíamos e foi pena que não tivessem sido mais.

Grande exibição na segunda parte onde, na minha opinião, adensámos o domínio e controlamos perfeitamente o jogo e o adversário, mantendo-o quase sempre longe da nossa área. Soubemos dar os flancos sem nos expor-mos em demasia, protegendo sempre a zona central, onde Naldo foi imperial (não me canso de dizer o quão bom é ter 3 centrais deste nível - já agora, espero que Tobias recupere rápido).

Depois, Adrien, o motor do nosso meio-campo. Não é William que está pior. Adrien é que está uns bons furos acima e consegue muitas das vezes evidenciar-se mesmo sobre o Sir. O meio-campo do Sporting é de grande nível e, mais uma vez, há alternativas credíveis para além destes dois. Voltando a Adrien, a sua exibição teve de tudo: raça, entrega, entreajuda, qualidade, definição e só lhe faltou o golo, naquele remate que esbarrou no poste e João Mário esbanjou na recarga.

Antes disto, já Slimani havia ficado a dever um golo, num gesto técnico deficiente, no lance que parecia de mais fácil definição entre os três flagrantes que teve. No entanto, não posso queixar-me. Dois golos em três oportunidades flagrantes de golo é fantástico e mais do que justo para aquilo que Slimani trabalhou em todo o jogo.

O argelino é um poço de força, energia e entrega. Alia a isso uma cada vez melhor capacidade para definir os lances e prepara-se para dinamitar o seu máximo de golos por temporada ao serviço do Sporting. Hoje, não tenho dúvidas que Slimani está na 2ª linha de pontas-de-lança mundiais e que poucos seriam os clubes que enjeitariam a possibilidade de contar com ele nas suas fileiras. É hoje claramente mais jogador do que no ano passado e isso deve-se a Jesus e à capacidade incrível de trabalho do argelino, que lhe permite evoluir todos os dias.

E assim se junta a tríade que, para mim, mais se destacou em mais uma noite mágica em Alvalade, que bateu também o recorde de assistência em jogos oficiais (49382 - o anterior era de 49076): Naldo, Adrien e Slimani, apenas ligeiramente acima de todos os outros, que estiveram sem excepção em bom plano.

Abraços, sorrisos, liderança recuperada e orgulho reposto. O Sporting é novamente e merecidamente líder do campeonato nacional.

Nota final: foi com enorme entusiasmo e alegria que aplaudi e recebi a nossa equipa de ciclismo durante o intervalo. É um sonho concretizado e, certamente, estarei por esse Portugal a saudar os leões que envergarem a mítica (e linda) verde e branca. Bem-vindos a todos e um obrigado a toda a cidade de Tavira, por se associar à maior potência desportiva nacional!

SPORTING CP 1-0 Belenenses: vitória em noite desinspirada

Começo pelo público: mais de 31 mil pessoas a uma segunda-feira às 19 horas superaram a minhas melhores expectativas.

Tal como havia dito ontem, uma meia-hora inicial sem golos da nossa parte daria ao Belém um importante balão de confiança. Tão grande que, após esse período, devido ao conforto adquirido, raramente vimos os do Restelo passar do meio-campo.

Dentro dos primeiros trinta minutos apenas Fredy Montero mostrou ideias para furar a defensiva azul. Infelizmente, não houve quem acompanhasse a sua linha de raciocínio.

Bryan Ruiz, que pouco apareceu na primeira parte, acabaria por proporcionar o melhor momento da primeira parte, num lance individual de classe suprema que esbarrou na luva esquerda de Ventura e, por pouco, não deu golo.

E chegou sem golos o intervalo, onde se esperava que Jorge Jesus desse o mote para uma segunda parte mais interessante.

Não aconteceu. O jogo manteve a mesma toada, com o Sporting a circular na procura do espaço que descompensaria a baixa e organizada defensiva belenense.

Não aconteceu. William e Adrien continuavam a falhar alguns passes e isso emperrava o nosso jogo, mesmo que tenham sido eles os que mais vezes tentaram furar a primeira barreira defensiva do adversário.

Jorge Jesus leu bem o jogo, lançou Gelson para o lugar de Adrien e puxou João Mário para o centro do terreno.

Melhorámos e Fredy Montero voltou a aparecer. Grande passe do Jonathan (belo jogo do argentino), o colombiano mata no peito e remata de primeira, bem perto do poste da baliza do Belém.

Aqui, Jorge Jesus toma, a meu ver, uma decisão errada. Tirar Montero naquele momento do jogo, sobretudo quando havia sendo quase sempre o mais esclarecido, tem tanto de incompreensível quanto de previsível.

Tirar Montero parece um cliché, daquele usados em momentos de indecisão.

Montero só não deu ainda mais nas vistas porque a maioria dos colegas não entende a sua linguagem futebolística, mais inteligente e avançada do que a da maioria. Montero é mais imprevisível porque tem mais recursos e é incrível como muitos ainda não o compreendem após tanto tempo de convivência. Slimani nunca entenderá essa linguagem e é por isso que são praticamente incompatíveis em campo. Ontem faltou encontrar mais vezes Ruiz em jogo e João Mário em sintonia.

Montero acabou no banco, Matheus entrou e Ruiz passou para o apoio directo a Slimani. 

Seguiram-se uns minutos de indefinição até aparecer Matheus que, em dois remates perigosos mostrou que o golo ainda podia aparecer.

Neste momento, as tentativas de saída do Belenenses já morriam à saída do seu próprio meio campo e volto a abrir um parêntesis, desta vez para falar dos nossos defesas centrais.

Não há no nosso campeonato equipas com a qualidade das nossas opções para o centro da defesa. Três centrais fortes e equilibrados e outro de grande potencial. Ontem, Ewerton e Paulo Oliveira voltaram a estar impecáveis e é difícil escolher entre a classe do brasileiro e a assertividade do português.

Eu prefiro Paulo Oliveira, porque conhece como nenhum outro as suas limitações e usa e abusa das suas maiores qualidades. A fase de maior pressão sobre o Belenenses, na fase final, advém do tempo de entrada perfeito de Paulo Oliveira, a cada bola disputada com os homens da frente de ataque azul.

Sem mais opções de ataque no banco acabou por ser Tanaka a última cartada lançada por Jorge Jesus. Entrou para o lugar de Bryan Ruiz mas acabou por não acrescentar grande coisa.

O jogo caminhava para o final e, aí, volto a falar dos 31 mil que estavam nas bancadas. Estariam naturalmente apreensivos, alguns até descrentes, mas a grande maioria continuava a acreditar e a apoiar até ao último suspiro.

A equipa, essa, continuava a tentar, não abandonando as suas ideias e a sua forma de jogar, numa clara demonstração de identidade misturada com alguma teimosia em mostrar uma abordagem diferente, que mais rapidamente forçasse o erro adversário.

Erro esse que acaba por cair do céu, num lance em que Tonel corta a bola com o braço em duelo aéreo com Slimani.

Penalti indiscutível, Slimani corre para a bola mas acaba por ser William a assumir o castigo máximo.

Goooooooolooooooo!... e um enorme suspiro de alívio. Estava feito! Mais três pontos rumo ao título, num ano em que a estrelinha nos parece acompanhar.

Se não fizeres pelo Sporting, fá-lo por ti!

Já são inúmeros os apelos aqui feitos aos adeptos do Sporting para que se façam sócios. 

Pelo sentimento de pertença, pelo simples orgulho de mostrar o cartão de sócio ou pela vontade profunda de ajudar o Clube.

Cada um saberá o que o move a ajudar ou a não o fazer.

Uma coisa é certa: acho injusto que se espere algo em troca antes de dar, que se exija antes de retribuir.

Este fim-de-semana não há futebol profissional mas não é apenas por isso que direcciono o meu apelo para algo mais específico, que nada tem a ver com a SAD do Sporting Clube de Portugal.

Ser sócio é fundamental para a sustentabilidade das nossas modalidades e para que a aposta deste ano possa ter continuidade nos próximos. 

Ser sócio é fundamental para que, para além da manutenção do que temos, possamos ver o regresso de outras modalidades que podem inclusive cativar mais adeptos e praticantes.

Ter mais modalidades orgulha-nos como clube ecléctico que somos, pela nossa forte componente social, mas também porque nos proporciona atingir novos objectivos. Objectivos esses que visam a obtenção de ainda mais títulos.

Esses títulos só são possíveis com equipas competitivas em todas as modalidades e equipas competitivas só se conseguem com dinheiro para cativar os melhores como complemento à nossa matriz formativa, transversal em todas as modalidades praticadas no Clube.

É importante ressalvar que todo o dinheiro das quotização é direccionado para o Clube e não para a SAD, por isso, vejam a quota mensal como um investimento nas ditas modalidades amadoras, aliado ao imenso orgulho que é pertencer à família leonina.

O apelo é para que comprem a Gamebox Modalidades. Façam-no para o Andebol, Futsal ou Hóquei. Se puderem, comprem as três. Façam-no, nem que seja pela simples possibilidade de ganharem prioridade de estar presentes na inauguração do Pavilhão João Rocha ou pelo simples facto de garantirem um lugar nas épocas que se seguem.

Façam-no porque todos os que servem o Sporting o fazem com esforço, dedicação e devoção e porque, sem nós, a glória fica mais longe.

Se não o fizeres pelo Sporting, fá-lo por ti!

Deixem-se de merdas

Este post acaba por vir na sequência do de ontem, escrito pelo Barbosa08.

Será que os adeptos em geral já se deram conta que o que se está a fazer no Sporting é praticamente inédito?!

O Sporting está em 1º lugar no campeonato e, independentemente se conseguirá ou não manter essa posição até ao fim, não tenho dúvidas que lutará pelo título até ao final.

Ora:

No ano passado o Benfica gastou em custos com o pessoal 59 milhões de euros. O Porto 65. E o Sporting 25.

O Benfica tinha sob contrato 26 jogadores com vencimento superior a 1 milhão de euros anuais. O Porto 17. E o Sporting 5.

Destes jogadores, no Benfica, 16 ganham mais de 2 milhões de euros anuais. No porto são 12. E no Sporting 2.

Partindo destes dados objectivos e tendo em conta o investimento do Sporting este ano, posso partir do princípio que:

Entre saídas e entradas, Porto e Benfica terão dificuldades em diminuir a massa salarial e, se o conseguirem, o valor não passará de residual. O Sporting aumentará esses valores anuais para valores casa dos 30/35 milhões de euros (números de merceeiro, feitos por estimativa pois, naturalmente, excluído Jorge Jesus, desconheço os contratos dos jogadores contratados).

Assim sendo, o Sporting continuará a gastar metade ou pouco mais do que isso do que os rivais em encargos com o pessoal.

No máximo, o Sporting terá neste momento uns 8/9 jogadores a auferir valores anuais acima de 1 milhão de euros, enquanto que os rivais terão certamente entre 15 a 25 cada.

O Sporting gastou 9 milhões de euros em contratações. Porto e Benfica não divulgaram ainda os valores das contratações mas, pela análise dos jogadores contratados no exercício da época passada, posso observar que apenas em Carcela e Taarabt, o Benfica gastou 6 milhões de euros. O Porto gastou 3 milhões só em Hernâni. Faltam ainda os outros...e não são tão poucos quanto isso.

É verdade que o Sporting investiu forte, tendo em conta aquilo que era a sua matriz recente mas não o faz em valores que sequer se assemelhem aos dos rivais. A nossa dívida é inferior à dos rivais, bem como o passivo.

Tudo isto para vos dizer que o Sporting investiu e fê-lo com uma margem de erro mínima enquanto que os rivais continuam a comprar para encher plantéis alheios e satisfazer favores a agentes e fundos. Mesmo assim, oiço Sportinguistas a criticar tudo, desde a formação às políticas desportiva e financeira.

O Sporting fez um esforço para ser feliz e fazer felizes os Sportinguistas.

Por isso, saiam do sofá e detrás dos computadores. Façam-se sócios. Vão aos estádios (sobretudo ao nosso). Apoiem o Sporting e sintam-se parte um Clube que se quer assumir vencedor e que, para isso, precisa do máximo apoio possível.

Só com um estádio cheio de forma consecutiva a nossa força será sentida e respeitada num país que nos queria sempre pequeninos.

Deixem de ter vergonha. Assumam a paixão e o amor para o Clube dando e não apenas esperando receber.

Vistam a verde e branca e saiam à rua. Façam-no sempre que vos apetecer e não apenas quando o Sporting ganha.

Orgulhem-se de ser leões de corpo e alma e participem activamente na vida do Clube.

Deixem-se de merdas e desculpas esfarrapadas.

O Sporting somos nós e sem nós não há campeões!

*"Eu podia ter escrito isto": O copo meio vazio

É o velho chavão: há quem veja o copo meio cheio, e há quem o veja meio vazio. 
O que não nos falta neste momento são razões para nos inserirmos no primeiro grupo: líder isolado do campeonato; excelente plantel; o melhor treinador em Portugal; diferença pontual para os rivais (isso do jogo em atraso é muito bonito mas é preciso ganhá-lo).
Mas o que me faz escrever, é este sentimento de "copo meio vazio". 
E o que é que me faz sentir assim? A resposta está no número de adeptos presentes no último jogo: 40 140. 
Por mais que me tentem convencer, isto não é uma casa digna de uma equipa que se quer campeã. Seria fácil dizer que é muito mais que noutros jogos de semelhante importância (a importância é relativa pois ganhar ao carnide ou vencer o Arouca, vale os mesmos 3 pontos). Mas e isso chega? Eu respondo com uma pergunta: Como se sentiria um Ruiz perante uma enchente contra um Tondela? 
Não sabem? Então eu ajudo:

Por isso peço-vos, aliás, suplico:
vão a Alvalade! 
Ao sábado à tarde mas também na sexta à noite. Contra o carnide mas também contra o Moreirense. Não compareçam só quando vocês podem, compareçam quando tiverem várias razões para não poder ir (o jantar de aniversário do colega, aquela estreia de um filme, a chuva). Vão pelos 11 bravos que vão carregar nos ombros todos os nossos sonhos. 
 
Sem nós não há campeões!

Texto escrito por: Barbosa08

*Esta é uma nova rubrica no blog. Não tem dia nem hora marcada e destina-se apenas aos leitores que queiram participar de forma activa. Naturalmente, está sujeita ao envio prévio via email (que se encontra na barra lateral do blog) e a aprovação da minha parte.

Rescaldo do #DiaDeSporting

Pode um dia onde se ganhou 7 jogos e perdeu 3 ser negativo?

Pode.

Alguma das nossas equipas falhou no compromisso e responsabilidades de representar o Sporting?

Não.

Fiquei triste pela derrota com o Benfica, pela Taça Continental deixada em Barcelona e pela eliminação da Taça EHF?

Muito.

Porque merecíamos ganhar no futsal, porque podíamos ter dado mais luta ao Barça e porque a passagem era perfeitamente possível, frente aos dinamarqueses.

Assim, perdemos um título ao qual não éramos favoritos à vitória e onde fomos briosos e abandonámos as competições europeias de andebol na 1ª eliminatória em que participámos (com uma boa equipa, mas que se revelou ao nosso alcance).

Nada disto me faz duvidar de nenhuma das nossas equipas mas...haverá alguém satisfeito com objectivos falhados?!

Claro que não! E, sobretudo no caso do andebol, falhámos numa prova onde já tínhamos falhado, com os mesmos contornos dramáticos, na época passada, exactamente na mesma fase.

Vou apenas falar do que vi.

O futsal tem tido um problema claro nos jogos com o Benfica de Joel Rocha: a finalização. Só ganhámos um jogo em nove e fomos mais fortes e dominantes em sete mas...marcámos quase sempre menos golos e, quem marca menos, perde.
Tem sido difícil contornar o jogo extremamente calculista e defensivo do treinador do Benfica que, com a estratégia adoptada, assume a nossa superioridade mas parece saber como a contrariar. Claro que a nossa ineficácia esbarra também na eficácia defensiva do adversário, sobretudo no corpo de Juanjo, que foi mais uma vez decisivo na vitória do Benfica.
A verdade é que é sempre frustrante perder com um rival mas é-o ainda mais quando fomos superiores, quando rematámos mais, quando tivemos mais oportunidades claras de golo e não conseguimos materializar.
Nuno Dias voltou a montar bem a equipa mas voltámos a esbarrar na ineficácia dos nossos jogadores. O jogo nada decide, nada define mas dá ao Benfica a vantagem moral de ficar isolado na frente e com vantagem no confronto directo, bem como agudiza o nosso trauma relativamente aos últimos encontros entre ambos. 
Espero que a sorte mude.

É difícil criticar os nossos rapazes do hóquei. A tarefa era difícil, mesmo com a vantagem conseguida no Livramento, mas a ilusão de que era possível dificilmente não deixaria no ar alguma desilusão, sobretudo porque pareceu que entrámos algo amedrontados, sem qualquer motivo para isso. As bancadas estavam muito despidas e quase só se ouviram os nossos durante os 50 minutos. Motivos de sobra para motivar e nada que nos pudesse amedrontar. Mas a verdade é que faltou um 'pinguinho' de 'desrespeito' pelo adversário, sobretudo após a eliminatória voltar a estar empatada e alguma eficácia nos lances de bola parada.
Claro que não ignoro (nem o podia fazer) o facto de estarmos perante o campeão europeu e o dominador claro da modalidade no nosso continente. Claro que o Barcelona continuava a ser favorito mesmo depois de ter perdido em Portugal. Mas nós tínhamos mais hipóteses do que aquelas em que acreditámos após os primeiros minutos de jogo.
Bola para a frente! Se a Supertaça era um objectivo claro (e foi alcançado com total mérito), a Taça Continental, sendo-o também, previa uma melhor aceitação do insucesso. 
Assim foi. Fiquei triste, acho que podíamos ter feito mais mas continuo orgulhoso de tudo o que esta equipa nos tem proporcionado.
Vitórias na Taça de Portugal e na Taça CERS farão desta época inesquecível. Se pudermos juntar o campeonato nacional (objectivo que considero mais difícil), será apoteótico.

Apenas algumas notas para o futebol.
A formação continua a mostrar que as notícias da sua morte foram claramente um exagero. Vitórias nos juniores (2-1 em casa do Belenenses, o 2º classificado) e nos juvenis (por 11-0, frente ao CADE) voltaram a mostrar que estamos vivos e de saúde.
Nos seniores, o objectivo foi cumprido. Vitória tranquila de uma equipa que soube encarar o jogo com profissionalismo e seriedade e onde foram os 'miúdos' a dar nas vistas. Matheus estreou-se a marcar (e fê-lo por duas vezes), Paulista estreou-se e marcou e Gelson estreou-se também a marcar pela equipa principal e afinal, parece que Jesus não veio 'ignorar' a nossa formação.
Do que me foi possível perceber pela análise de Costinha, durante o relato na Antena 1, foram estes os destaques, aos quais junto Jonathan Silva e Tanaka que, nas palavras do ex-dirigente leonino, entrou muito bem e fez uma boa exibição, mostrando que está disponível para ajudar sempre que for chamado a intervir.

Não posso deixar de dar os parabéns à nossa equipa de ténis de mesa, que não vacilou e venceu o primeiro título da época, a Supertaça, diante do campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal, o Toledos. Espera-se uma grande época por parte de Diogo Chen, João Sedúvem (ambos da nossa formação), Bode Abiodun e Aruna Quadri e o regresso do título nacional a Alvalade parece este ano mais provável.

Apenas frisar que a tal mentalidade ganhadora parece estar a demorar mais tempo a entrar no andebol. A derrota com o Porto e a eliminatória com o Holstebro são indicadores disso mesmo e mostram que Zupo ainda tem trabalho a fazer com estes jogadores que, espero e acredito, nos darão alegrias esta época. Sem competições europeias, a pressão dos resultados aumenta e não podemos negá-lo. É encarar o touro pelos cornos, sem receios e com ambição.

Um obrigado especial aos adeptos que estiveram em Barcelona a acompanhar o hóquei. Foram mais notados do que se esperava e mereceram menção honrosa por parte dos comentadores espanhóis, espantados com tamanho entusiasmo e fidelidade.

Somos enormes!

Hoje há mais e estes são os destaques.

Destaques domingo.png

Agenda completa AQUI

 

E tu, gostas?

O facebook é uma importante ferramenta para os clubes. Porque aproximam os adeptos, porque criam interacção entre eles e porque são um meio de promover o Clube e os seus atletas (os do presente e do passado).

O Sporting tem neste momento pouco mais de 1.9 milhões de seguidores no facebook, a maior e mais utilizada rede social. O valor é inferior ao dos rivais e, antes de questionarem a origem dos 'likes' (sim, eu sei de todas as mesmas histórias que vocês), pensem se seguem o clube nas redes sociais e se já convidaram os vossos amigos Sportinguistas a fazer o mesmo.

Se o fizeste, óptimo. Se não o fizeste, hoje é o dia.

É que, contou-me um passarinho, que os seguidores da página oficial do Clube que se encontram no nosso país são em menor número do que aqueles que se encontram fora dele.

Isto leva-me a pensar se não estarão alguns Sportinguistas a desperdiçar (sim, sem aspas) 'likes' em páginas de apoio ocas e que em nada dignificam o Clube, em vez de participarem naquele que é um dos veículos oficiais de comunicação do Sporting. Páginas essas que apenas se preocupam com 'likes', partilhas e taxas de interacção.

'O que achas disto?', 'O que pensas daquilo?' ou um sem número de perguntas estúpidas, muitas vezes com intuito de semear a discórdia, em nada prestigiam ou apoiam o Sporting e, no entanto, continuam a haver Sportinguistas que as preferem ao invés da página do Clube.

Se és um desses Sportinguistas, pensa nisto.

É que o apoio a um Clube vê-se também nestas pequenas coisas.

Hora de cerrar fileiras

Na ressaca do sorteio da Liga Europa, que ditou confrontos com o Besiktas (Turquia), Lokomotiv de Moscovo (Rússia) e Skenderbeu (Albânia) e ainda sem grande vontade de abordar o que aí vem, sinto que, ainda assim, preciso de virar a página. Eu e todos os Sportinguistas.

O sorteio foi o que foi. Não foi o pior que podia ter sido nem o melhor.

Vale o que vale mas, o Besiktas, apesar da grande valia individual do seu plantel era, dos adversários possíveis do pote 2, um dos que tem menor coeficiente europeu. Claro indicador que as últimas prestações europeias não têm sido as melhores e, esta época, com Quaresma e Mario Gómez quererão mudar o passado recente. A defesa parece-me fraca e espero que o inferno de Istambul acabe por sê-lo para os da casa.

O Lokomotiv vem de uma época desastrosa na liga russa, apenas salva pela vitória na taça. Já esta temporada, perdeu a Supertaça frente ao Zenit, após desempate através de pontapés da marca de grande penalidade. São uma equipa experiente mas sem grandes estrelas e talvez o português Manuel Fernandes e o defesa Vedran Ćorluka sejam os mas conhecidos para a generalidade dos adeptos.

Os albaneses são completos desconhecidos e não acredito que venham a causar dificuldades a nenhuma das outras equipas do grupo.

Entretanto, há que fazer incidir o foco sobre o jogo do próximo domingo, em Coimbra,  frente a uma Académica onde já correm rumores de chicotada psicológica.

Os 'estudantes' são os últimos da classificação geral e, em apenas dois jogos, nem um golo marcaram.

Espero uma equipa recuperada física e animicamente para trazer de Coimbra os três pontos.

Neste momento, nem só a equipa tem de recuperar. Os adeptos deverão também recompor-se do verdadeiro murro no estômago que foi esta eliminação da Champions. É importantíssimo vestir de verde e branco o Estádio Cidade de Coimbra e demonstrar todo o apoio possível aos jogadores e treinador.

Perdemos um objectivo importante mas a época está ainda no início, com muito para vencer e o principal objectivo intacto.

Hoje joga o Sporting

Esta temática da vingança e do ajuste de contas só é válido para os adeptos. Treinadores e jogadores devem focar-se apenas em construir as bases do futuro.

E nada mais importante para alicerçar esta época, que se espera vitoriosa, do que a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Todo o projecto desportivo depende também disto tal como a tão badalada estabilidade financeira.

Por tudo isto, hoje, o mais importante será a competência.

Ainda bem que vimos de vitórias pela margem mínima.

Ainda bem que, sendo superiores, não fomos demolidores nem envergonhámos os adversários.

Isso deixa-nos mais alerta e talvez não tenha soado o alarme dos russos que aparentaram estar demasiado confiantes, sinal claro de desconhecimento relativamente ao que os espera.

As perspectivas relativamente a casa cheia estão afastadas e espera-se talvez algo entre 35 e 40 mil espectadores. O habitual (espero enganar-me e que possamos ser alguns mais).

Independentemente do número, será fundamental que o 12º jogador esteja em forma, de garganta afinada e com os assobios direccionados apenas para o adversário e o senhor do apito, o turco Cünet Çakir, que tão pouca confiança me inspira.

Será essencial a segurança defensiva demonstrada até agora com um ligeiro aumento da eficácia ofensiva.

Se o plano for comprido à risca, acredito que podemos vencer, sem sofrer, e por mais do que um golo de diferença.

Este seria o cenário ideal e, por falar em cenário, nenhum melhor que o Estádio José Alvalade para mais um #DiaDeSporting.

E que saudades eu tenho da nossa casa...

SPOOOOOOOOOOOORTING

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