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Grande Artista e Goleador

Sporting CP 3 Penafiel 2

Gostei do jogo de ontem! Aos rapazes de verde-e-branco, exijo três coisas: entrega total, a vitória e um espectáculo de qualidade. Ontem, conseguimos cumprir com as duas primeiras. Os jogadores foram briosos e entregaram-se de corpo e alma à tarefa de vencer o jogo...e conseguiram. Apenas a espaços se viu futebol de qualidade mas foi, no geral, uma exibição positiva.

Os primeiros dez minutos, com dois golos, indiciavam um jogo tranquilo para os adeptos leoninos mas, numa jogada daquelas que parecem só acontecer ao Sporting (e a alguns adversários do Benfica), Tobias acaba expulso ao tentar corrigir um conjunto de estupidezes. Chegou atrasado e acabou por impedir, em falta, que Guedes se isolasse perante Patrício. Cartão vermelho bem mostrado, Sporting com um a menos aos onze minutos e golo dos penafidelenses na sequência do livre. Tudo o que podia correr mal neste lance, correu.

Não fosse este lance e Rui Quinta e 'sus muchachos' teriam levado um cabaz para Penafiel.

Marco Silva mandou recuar William para central, continuando com a tarefa de iniciar o processo ofensivo e, na verdade, continuo com dificuldade em afirmar se foi ou não a melhor escolha. É verdade que chegámos ao intervalo empatados mas não me parece que o facto de William ter sido o segundo central (em vez de Ewerton, que passou toda a primeira parte em exercícios de aquecimento) tenha influenciado negativamente pois, o golo do Penafiel surge após mais um erro, desta vez de Paulo Oliveira, que aliviou mal a bola e a colocou nos pés de um adversário, acabando esta por terminar nas redes da baliza do Sporting.

A intervalo, lá entrou Ewerton. Mais para equilibrar o meio-campo do que para resolver um problema na defesa. Em abono da verdade, os de Penafiel foram uma vez à nossa baliza e já tinham feito dois golos. Adrien foi o escolhido para ir ao banho mais cedo.

A segunda parte resumiu-se a uma procura dos verde-e-brancos pela vitória. Já depois de Mané ter saído para dar lugar a Carrillo, o peruano assiste primorosamente Nani para o 3-2 e respectivo salto mortal.

Na verdade o jogo pareceu resolvido, tal a incapacidade dos durienses em se fazerem aproximar da baliza de Rui Patrício.

O outro susto estava guardado para o último lance da partida, onde Rui Patrício teve de se agigantar perante um adversário isolado.

Vitória justíssima numa exibição cheia de erros individuais, passes errados e entrega, muita entrega, coroada com os merecidos três pontos.

Obrigatório dizer que Rui Quinta foi ridículo ao falar de arbitragem no final de um encontro em que Bruno Esteves, apesar do erro ao expulsar Dani (com o Sporting já na frente do marcador) teve uma dualidade de critério gritante, quase sempre em prejuízo do Sporting.

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