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Grande Artista e Goleador

SPORTING CP 2-2 Tondela: Dois pontos perdidos

Começo pela arbitragem: desde o 1º minuto que Luís Ferreira mostrou ao que vinha. Faltas inexistentes transformadas em livres directos, lançamentos laterais assinalados ao contrário, foras-de-jogo mal assinalados, dualidade de critério na amostragem de cartões e uma atitude claramente desafiante, tanto para com o banco do Sporting como com todos os Sportinguistas nas bancadas.

Aquilo que Luís Ferreira fez em Alvalade foi de uma falta de isenção enorme, agindo claramente de má fé. Desde o início se percebeu que, à mínima oportunidade, não ia deixar de fazer os possíveis para evitar uma nota negativa exposta na comunicação social.

A arbitragem foi um aviso ao Sporting. Um aviso em que a mensagem a reter é: não podemos 'adormecer'...nunca! Porque, à primeira oportunidade, vão fazer tudo para nos atrasar e, como dizia o Marco Ferreira, 'apitar bem', como recomenda o 'dono' da arbitragem nacional.

O jogo foi fraco. Entrada amorfa, sem intensidade, sem chama e, pelo menos, meia-hora de avanço dada ao adversário, que aproveitou para se 'esperguiçar' no terreno e ganhar confiança num resultado que não a derrota.

O lance da grande penalidade é um lance de vídeo-árbitro, que a maioria marca em tempo real mas que as novas tecnologias ajudariam a descortinar a realidade. E, a realidade, é que o jogador do Tondela tropeça sozinho no relvado e se projecta sobre Rui Patrício (que desvia a bola em mais uma 'mancha' ao seu nível).

Volto a frisar, em tempo real, também marcaria penalti mas, após ver o lance na TV, fico com a certeza da importância das novas tecnologias ao serviço das equipas de arbitragem afim de evitar incompetência ou má fé (e há um pouco de ambas no nosso futebol).

O intervalo chegou com um resultado negativo e a crença em Alvalade que, mesmo com menos um, a vitória seria nossa. Era assim que devia ter sido.

Gelson revolucionou o jogo ofensivo do Sporting. Entrado para o lugar de William Carvalho ao intervalo, o 'menino' agarrou o jogo pelos 'colarinhos' e mostrou ao que vinha. Marcou o 2º golo e foi uma constante dor de cabeça para os defesas do Tondela. Claramente o melhor em campo.

Nas bancadas pedia-se um 'forcing' para o 3-1 mas a equipa relaxou após a vantagem mínima. A gestão do resultado esteve longe de ser exímia e acabámos por sofrer o empate num lance em que a linha defensiva está descoordenada e demasiado subida.

Notou-se a falta de Paulo Oliveira, aquele que é claramente o 'patrão' da nossa defesa. É ele quem melhor coordena a linha defensiva e Ewerton teve várias falhas de posicionamento e más abordagens. Foi, a par de Jefferson, o elemento 'menos' do Sporting em todo o jogo.

Nada está perdido. Continuamos na liderança e os rivais ainda terão de conquistar os três pontos se se querem aproximar.

Há que continuar focados e esquecer este jogo o mais depressa possível. Ainda bem que terça-feira volta a ser dia de Sporting. 

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