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Grande Artista e Goleador

SPORTING CP 1 P. Ferreira 1: um filme tantas vezes visto

Normalmente só repito um filme quando gostei do que vi, com a vantagem de o fazer, sabendo que nada vai mudar no rumo do mesmo e que todas as cenas são exactamente como as vi pela primeira vez (embora me possam surgir emoções ou interpretações diferentes).

Um jogo do Sporting parece sempre um remake qualquer de um anterior, um filme já visto mas com cenas aldrabadas e actores manhosos a fazer o papel dos que desempenharam os anteriores.

Sempre fui um apaixonado pelo futebol e pelo Sporting mas tarde tive a possibilidade de me apaixonar pela visão do espectáculo ao vivo.

Cada vez que vou ao estádio faço-o por amor ao Sporting e pelo desejo profundo de o ver vencer de forma digna.

No entanto, não raras são as vezes em que, vendo o meu clube fazer o suficiente para vencer, marcando para isso, pelo menos, mais um golo que o adversário, acabo por sair triste e revoltado por ver que fazer o suficiente para vencer não significa alcançar a vitória.

Nada no jogo de ontem é mais ou menos escandaloso que nos anteriores.

Simplesmente começa a verificar-se um padrão que me faz pensar se o futebol português merece que o Sporting mova cada vez mais adeptos e os incite a ir ao estádio ver um filme contrafeito, uma adaptação ranhosa ou uma versão merdosa de um filme low-budget com um argumento rasca.

Valerá sempre a pena pelo Sporting mas nunca pela falta de respeito que, no geral, o país futebolístico demonstra para com um dos maiores clubes portugueses e europeus.

Ontem, o Sporting jogou mal mas fez, mais uma vez, o suficiente para vencer.

Ontem o árbitro ESCOLHIDO para o encontro nada mais fez do que adoptar um critério diferente para cada uma das equipas em jogo, de forma premeditada e claramente orquestrada desde o início.

Ontem, sem ser a mais escandalosa das arbitragens verificadas nos estádios portugueses, foi fácil afastar o Sporting dos três pontos.

Ontem não houve qualquer grande penalidade no lance de João Pereira mas sim um lance perfeitamente normal, onde o jogador do Paços se limitou a copiar aquilo que Slimani havia feito na 1ª parte (atirar-se para o chão).

Ontem, após lances idênticos, Slimani vê um amarelo por simulação e Cícero vê ser-lhe concedida uma grande penalidade, seguida da expulsão de João Pereira.

Ontem o tempo de descontos foi desajustado e desapropriado de forma premeditada, não fosse um lance qualquer estragar o trabalho feito até então.

Ontem, o Sporting jogou mal mas fez, mais uma vez, o suficiente para vencer.

E ai do Sportinguista que venha dizer que não podemos ganhar 1-0 e devemos massacrar sempre, porque nenhuma equipa do mundo vence campeonatos sem vencer jogos menos conseguidos pela margem mínima.

O Sporting será prejudicado até que consigam afastar-nos dos objectivos.

Caso o consigam, teremos um final de época tranquilo e sem casos de arbitragem em nosso prejuízo.

Caso não seja suficiente, levaremos com isto até ao final.

Se mesmo assim vencermos, será uma espécie de milagre.

Até lá, não podemos deixar isto passar em claro, mesmo que possa parecer que os jogos se resumem a árbitros que prejudicam o Sporting porque, na verdade, é isso que tem acontecido.

Junto dois vídeos com o agradecimento ao Trovador de Bancada do blog "A bola não tem pulmão", que facilmente atestam aquilo a que me refiro.

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