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Grande Artista e Goleador

Sporting CP 1 Benfica 1

Antes de falar no jogo, não posso deixar de dizer que somos diferentes mas que em algumas coisas temos, rapidamente, de deixar de o ser... Não podemos receber como gostávamos de ser recebidos, sobretudo quando falamos de gente que não se sabe comportar. Vi tochas e outros objectos ser arremessados para a bancada A, no topo norte, vindos da bancada onde se encontravam os adeptos do Benfica. Isto não pode passar despercebido nem aos responsáveis da Liga e federativos nem à direcção do Sporting que deve receber esta gente tal como nos recebem quando os visitamos.

Devo também dizer que vi do outro lado uma equipa que se limitou a fazer o jogo que Arouca, Vit. Setúbal, Académica e outros têm vindo fazer a Alvalade. Limitaram-se a jogar para o empate, algo só possível fruto de um campeonato mentiroso que desde cedo os colocou numa posição em que se limitam a gerir uma vantagem averbada à custa de erros de arbitragem. Se a vantagem fosse de apenas três pontos ou inferior (como devia ser) teríamos de ver outro tipo de estratégia. Pois, porque isto do colinho os deixar desde cedo em posição ptiveligiada nada tem a ver com ter de correr atrás a cada jornada.

O jogo foi de sentido único. Não que tenhamos tido muitas oportunidades, mas fizémos pela vida e buscámos a vitória desde o primeiro minuto como, de resto, nos competia.

Fomos enormes na defesa, onde Patrício se limitou a fazer exercícios de aquecimento durante 90 minutos. O nosso meio campo foi trabalhador e teve classe, sobretudo em William, ao qual já faltam adjectivos que o qualifiquem. Montero teve a classe habitual e soube canalizar o jogo para as alas, onde Nani e Carrillo foram os mais apagados (sobretudo Nani).

O golo, obtido por Jefferson, foi um justo prémio para a única equipa que procurou a vitória e nem a nossa equipa nem os adeptos mereceram aquele tremendo balde de água fria no ultimo lance do jogo (fui só eu que achei os 4 minutos de desconto um exagero?!).

O orgulho nesta equipa mantêm-se e a fé continua inabalada. Claro que vitória nos aproximava, para além de nos dar vantagem no confronto directo, mas continuo a creditar que é possível. São 7 pontos para recuperar em 14 jornadas e um goal-average para anular, com vista á tal vantagem no confronto directo que, quem sabe, ainda pode ser decisiva.

Em jeito de profecia, no final da primeira volta, prognostiquei que só perderíamos 4 pontos em toda a segunda volta (confesso que fazia conta com os três pontos ontem), enquanto que o Benfica perderia 14 (cinco já estão). Por isto é que será necessário anular a diferença de golos em relação aos encarnados. Claro que não podemos retirar desta equação o Porto, que agora nos ganhou dois pontos, fazendo com que já não dependamos exclusivamente de nós para os ultrapassar.

Eu ainda acredito e só deixarei de o fazer quando a matemática me contrariar.

SPOOOOOORTING!

 

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