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Grande Artista e Goleador

SPORTING CP 0-0 Porto: Rei Patrício segura o empate

No dia em que Adrien finalmente se despediu dos sócios e adeptos do Sporting foi outro dos símbolos da nossa formação a brilhar; Rui Patrício manteve a baliza inviolável e segurou o nulo que permite ao Sporting manter a distância para o Porto (1º) e para o Benfica (3º).

 

Não pude ver a primeira meia-hora que, segundo me pareceu pelos comentários que li e ouvi, foi o pior período do Sporting no jogo.

A verdade é que o Porto demonstrou em Alvalade que é um adversário forte. Moralizados por um início de época quase imaculado e onde perderam ontem os primeiros pontos na Liga, os comandados de Sério Conceição tomaram conta das operações a meio-campo, ganhando a maior parte dos duelos, mantendo assim durante um período largo o ascendente no jogo.

 

A verdade é que chegar ao intervalo com um nulo foi um bom resultado para o Sporting. Havia assim a possibilidade de corrigir posicionamentos e aumentar a intensidade.

Assim foi. O Sporting entrou melhor na segunda parte e começou a aproximar-se mais do último reduto dos portistas.

Mesmo sem criar claras oportunidades de golo, começámos a fazer sentir ao Porto que também tínhamos capacidade para assustar Casillas.

 

A verdade é que os lances de maior perigo (ainda que hipotético) saíram dos pés de Jonathan Silva, que com dois/três cruzamentos bem medidos obrigou a defesa portista a aplicar-se para impedir que Bas Dost finalizasse (o holandês podia e devia ter sido mais "rato" no aproveitamento destes lances).

A melhor oportunidade do jogo acaba por surgir numa recuperação de bola de Bruno Fernandes, após um lançamento lateral a favor do Porto. Na cara de Casillas, o português atirou muito por cima e perdeu-se assim uma boa possibilidade para somar os três pontos.

 

Enquanto isso, Patrício ia salvando tudo o que lhe aparecia no raio de acção em mais uma noite quase perfeita, não fosse um lance em que coloca a bola nos pés de um jogador do Porto, travado posteriormente por Coates.

 

A verdade é que, como já disse, o Porto se mostrou um rival forte e num jogo de futebol muito bem disputado, com entrega e intensidade de ambas as partes, ninguém conseguiu desfazer o nulo com que viríamos a chegar ao final do encontro.

 

Confesso alguma estranheza pela demora de Jorge Jesus a mexer na equipa e até pelas opções tomadas. Bruno Fernandes foi bem substituído, na minha opinião. Estava visivelmente cansado e era necessário refrescar o meio-campo ofensivo. Jesus foi conservador, optando por Bruno César em vez de Podence.

Depois disso até entendo o receio de JJ em mexer. A equipa estava bem e, embora cansados, alguns jogadores continuavam a render o suficiente para serem úteis. Mesmo assim, exigia-se mais algum rasgo, se queríamos atacar os três pontos. A entrada de Podence para o lugar de Acuña (também podia ter sido para o lugar de Gelson) não só é tardia como, feita aos 90 minutos, poucos resultados práticos poderia ter no jogo.

 

Agora vem aí a pausa para as selecções e, como disse Jesus, é esperar que aqueles que mais vão viajar joguem pouco, para não virem ainda mais cansados do que foram.

 

Nota de destaque, mais uma vez, para os adeptos do Sporting que quase lotaram o Estádio e nunca faltaram com o apoio à equipa.

 

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