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Grande Artista e Goleador

Na falta do "avé", teremos nova AG

É inegável a "obra" de Bruno de Carvalho ao serviço do Sporting. Reequilibrou o Clube financeiramente, colocou-o na disputa dos títulos em todas as modalidades, mandou construir o Pavilhão João Rocha e dotou todas as principais modalidades de plantéis do topo, altamente competitivos.

Outros méritos haverão, uns idênticos, outros menores mas há um, em especial, que deve ser dado ao Presidente do Sporting; a mobilização dos Sportinguistas e a sua dedicação ao Clube.

Foi esta mobilização (no início, com um discurso totalmente agregador) que permitiu ao Sporting aumentar exponencialmente o número de associados e que, por exemplo, fez das últimas eleições as mais participadas de sempre.

Foi também esta mobilização e atenção redobrada dos sócios que fez com que, no passado dia 3, não aparecessem apenas os 144 sócios da AG anterior mas sim cerca de 800, que não se coibiram de mostrar descontentamento face a alguns dos pontos da AG mas sobretudo à forma como decorreu a votação aos mesmos.

Não sei como será no próximo dia 17 mas esta tentativa de ganhar tempo não me agrada. As propostas dos pontos 6 e 7, referentes aos estatutos do Clube e regulamento disciplinar do mesmo são absurdas e reveladoras de absoluto e inadequado totalitarismo, mais ainda após uma vitória esclarecedora nas últimas eleições.

No final de contas, poderá ser um dos méritos de Bruno de Carvalho o seu maior adversário, neste momento em que insite em adoptar um discurso desagregador no seio da nossa família.

O recente ultimato aos associados não faz qualquer sentido e agudiza (a meu ver) a situação de fragilidade do Presidente, que provocou toda esta situação desnecessariamente, num momento em que não havia contestação ou oposição alguma.

Têm a palavra os sócios, que devem marcar presença e votar em consciência.

 

Nota final: Há anos que ouço críticas aos adeptos do Benfica por terem permitido que Luís Filipe Vieira alterasse os estatutos, com a argumentação (válida) de que apenas pretendia perpetuar-se no poder. Vamos lá ver se é só do outro lado que se comem gelados com a testa.

 

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2 comentários

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    GAG 08.02.2018

    Caro amigo, não concordo nada contigo.

    O que vai a votos no dia 17 é exactamente o mesmo que estava em causa no dia 3; a aprovação (ou não) de alterações estatutárias e ao regulamento disciplinar, entre outras.

    Se há um ou outro ponto que eu nem me importava de aprovar, fico impedido de o fazer quando esses pontos estão misturados com pontos que não tolero minimamente.

    O que estará a votos são novas condições que os Sportinguistas deverão acatar ou reprovar, como em qualquer AG normal. Esta só não será uma AG normal porque o Presidente resolveu, mais uma vez, comportar-se como uma criança.

    Estou à vontade para criticar agora e muito me custa ter de o fazer porque desde o início que tenho defendido Bruno de Carvalho. Votei nele há uns meses e hoje sinto que há pouca defesa que lhe possa fazer. Sinto-o perdido, desnorteado e a culpa é única e exclusivamente dele.

    No dia 17 votarei as propostas como teria feito no dia 3 (não pude estar presente) sem pensar nas consequências da votação.
    Se era uma moção de confiança que o presidente queria, cancelasse os pontos da AG e pedisse essa mesma moção de confiança (desnecessária, dado que as eleições ainda nem há um ano foram).

    Saudações Leoninas
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