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Grande Artista e Goleador

Braga 0-4 SPORTING CP: Despedida de gala mas sem direito a prémio

13241122_10206903821335940_2806633424165994969_n.jA nossa parte ficou feita. Cumprimos com distinção a última da finais mas não foi suficiente para fazermos a festa.

Mais uma demonstração brutal de força, comprometimento e comunhão perfeita, dentro e fora das quatro linhas.

Uma legião de leões que quis marcar presença em Braga, independentemente do resultado final. A maioria foi lá mais com o intuito de estar ao lado da equipa do que na esperança de haver festa e, por isso, o meu respeito para todos eles.

Cheguei ao Porto às 16:50 horas e, embora já soubesse que nunca poderia ter lá estado, mantinha-se a agonia de não me despedir dos nossos no estádio. Queria fazê-lo...muitos o fizeram por mim. Obrigado a todos eles!

Sufoco total, foi o que foram aqueles 30 minutos iniciais. Um golo, quando o rival podia já estar a perder (Nuno Almeida fez o seu papel, e não deixou que o Nacional tivesse a possibilidade de se adiantar no marcador) e outro, ainda na 1ª parte.

Com o Braga reduzido a 10 jogadores, era já certo que a vitória não nos fugiria. Nesta altura, já os rivais haviam marcado dois. Restava acabar da melhor maneira possível.

Um bis de Bryan Ruiz sentenciou as contas (Teo e Slimani haviam marcado os dois primeiros) e terminava assim o campeonato com mais uma goleada mas sem a merecida festa.

Ressalvo a atitude de Jorge Jesus que, obrigado a lançar Paulo Oliveira para o lugar de Coates, não se esqueceu dos menos utilizados e utilizou Esgaio e Barcos. Outros mereceriam também a chamada, mas só dava para dois.

Agora é tempo de virar agulhas para as modalidades e para o que resta das respectivas temporadas.

Venha o defeso e o mês de Julho, onde voltaremos a renovar esperanças numa época de sucessos.

 

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