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Grande Artista e Goleador

Atenção, presidente!

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Depois de fazer a pesquisa para formular o quadro acima, vou analisar que acções podem ou devem, na minha óptica, ser tomada o quanto antes por Bruno de Carvalho.

A informação relativa aos empresários dos jogadores e às percentagens dos passes na posse do Sporting pode, eventualmente, ter algum erro. Se identificarem algum, digam, para que possa corrigir a informação.

Os campos não preenchidos depreendem que o item é inexistente ou por mim desconhecido.

Vamos à acção:

Dos jogadores que terminam contrato no final desta temporada (Junho de 2015), uns são casos perdidos e outros casos de dispensa.
Matheus Pereira ainda não foi oficializado no Mónaco, mas será esse o seu destino. Não aceitou renovar e vai seguir o seu caminho.
Nuno Reis têm propostas para seguir carreira e há algum tempo que já se percebeu que não vai renovar (nem sei se recebeu do Sporting proposta para tal) pois entende que o Sporting possa não ser a opção certa para dar continuidade à sua carreira.
Wilson Manafá, segundo ouvi dizer, desertou. Julgo que não tem treinado na academia e que isso é resultado da sua decisão de abandonar o clube (ainda vai parar ao Porto para que eles possam cumprir as regras impostas pela Liga na equipa B e na Taça da Liga - ironic mode off).
Sambinha, Yan Zihao, Jorge Silva, Hugo Meira e Fabinho deverão ser dispensados pois, se não fosse o caso, já tinham renovado contrato. O chinês tinha até uma cláusula que permitia aumentar o contrato por mais quatro anos, que provavelmente não será accionada. Não conheço suficientemente bem cada um destes jogadores e confio na decisão da direcção de cortar o vínculo com cada um deles.

A terminar contrato em Junho de 2016 estão aqueles que são, neste momento, os casos mais 'bicudos' nas mão do presidente do Sporting.
Tudo começa com André Carrillo, neste momento um dos esteios da equipa e um dos elementos preponderantes no onze inicial. É urgente renovar contrato com o peruano sob pena de termos de o vender 'em baixa' no final desta temporada, justamente no momento em que a sua cotação de mercado é mais elevada.
Cédric é o outro caso urgente. É sabido que as tentativas de renovação têm falhado, provavelmente fruto de informações por parte do seu agente com propostas financeiramente mais apelativas. Cédric é um homem da casa e, sejamos honestos, se isso fosse importante para o processo de renovação, o papel já estaria rubricado. Há três hipóteses: 1ª O Sporting sobe a parada e o jogador renova. 2ª O Sporting não sobe a parada e vende o jogador no final da temporada (sabendo que vai ter de o fazer pelo valor possível, dada a proximidade do fim do contrato). 3ª O jogador cumpre o contrato e sai a custo zero (se for esta a opção tomada, espero que não se coloque o jogador a treinar à parte e, se este for a melhor solução para o lugar, que se retire deste o proveito desportivo).
Marcelo Boeck tem importância no balneário, mas desportivamente não me parece interessante a sua continuidade. Deixava que o jogador cumprisse o contrato e depois decidisse o seu futuro, até porque me parece que Luís Ribeiro está pronto para subir um patamar.
Quanto a Diego Capel, julgo que é quase unânime a ideia de que a venda é o melhor caminho. Seja neste mercado de Janeiro ou no final da época, qualquer valor acima dos 3M€ parece-me razoável.
Já o caso de André Martins é passível de várias interpretações. Esta é a minha: o jogador tem utilidade para o plantel, no entanto está a tapar jogadores com potencial que assim terão mais dificuldade em evoluir na equipa principal. Por este motivo apenas, venderia André Martins. Julgo que os mesmos 3M€ que defini para Capel são um bom ponto de partida para conversar.
Rúben Ribeiro não tem qualquer minuto este ano. O facto de ainda não ter renovado leva-me a pensar que não atingiu o potencial desejado. O facto de não o conhecer ajuda a corroborar dessa ideia (se se tivesse destacado, seguramente teria ouvido falar dele). Carta branca para vender, emprestar, ou rescindir.
Seejou King não mostrou valor para merecer a renovação e deve optar-se pela venda, empréstimo ou rescisão.
Diego Rubio é um dos casos que me deixa na dúvida. Por um lado algo me diz que ainda tem algo para nos mostrar, por outro penso que foi mais um flop. Chegou com apenas 18 anos e, na minha opinião foi queimado muito cedo. Ainda tem 21 anos e tudo para aprender. Se o salário estiver dentro da realidade actual do clube, renovava-lhe o contrato e dava-lhe mais uma oportunidade (afinal na B e nos juniores não abunda qualidade na frente de ataque!), mas entendo qualquer decisão tomada pela direcção do clube.
Riquicho tem futuro no clube. Há uma cláusula no contrato que nos permite prolongar o mesmo até 2018 e julgo que, mais tarde ou mais cedo, isso acontecerá.

Depois, há que arrumar a casa.

Verificar se os que estão emprestados estão a responder às expectativas (do Sporting e dos clubes que os acolheram).

Emprestar ponderadamente alguns que necessitem de minutos. Será importante fazer a análise da equipa B e ver quem precisa de desafios mais aliciantes.

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