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Grande Artista e Goleador

Arouca 0-1 SPORTING CP: salvou-se a vitória numa exibição sonolenta

Confesso que, ao contrário da semana passada, encarei este jogo com serenidade e assumo até que possa ter exagerado um bocadinho após a derrota com o Portimonense.

Este, para além do resultado, não foi muito melhor que o jogo de Portimão.

Para piorar, um relvado impraticável (e depois o nosso é que é mau...), onze jogadores que parecem nunca ter jogado (ou até treinado) juntos, adaptações e testes num onze já de si sem rotinas.

Esperei, pacientemente, 90 minutos de Sporting, mesmo que não desse grande emoção.

Vi o jogo de forma menos emotiva, sabendo de antemão que seria difícil almejar mais do que uma simples vitória, que não atirasse os índices de alguns Sportinguistas novamente para a depressão.

A primeira parte foi fraquíssima. Não fosse aquele 'amorti' de Tanaka para Montero rematar de primeira e diria que parecia uma peladinha entre amigos (onde nenhum deles havia sido profissional de futebol).

Com as alterações ao intervalo, as coisas melhoraram ligeiramente e, ao contrário do que esperava, o 'agitador' foi o Mané e nem tanto o Gelson.

O Paulo Oliveira estava com a mira desalinhada. Mané falhou na cara do redes e Montero também foi tentando.

Acabou por ser Zeegellar a desfazer o empate a zeros, após um livre bem executado por Fredy Montero.

É difícil analisar individualidades num colectivo que não funciona. Uma coisa é analisar a exibição de um jogador integrado no onze habitualmente titular e outra completamente diferente é fazê-lo num jogo como o de ontem.

Posto isto, seguem só uns bitaites.

Jug mostrou segurança e deixou boas indicações. Pode ter futuro no Sporting mesmo que, para já, seja só para jogar as Taças (para o ano há mais...).

Schelotto não me convence de forma alguma e se, no caso de João Pereira, sabia que podia estar tranquilo pois o seu problema era de ritmo, neste caso não tenho as mesmas certezas. Vai continuar a merecer o benefício da dúvida mas duvido muito que me tenha enganado.

Paulo Oliveira estreou-se como capitão e isso é demonstrativo da sua importância e liderança no ceio do grupo. Já vos disse várias vezes quem é o 'patrão' da nossa defesa e Jesus, ao entregar-lhe a braçadeira, confirmou-o. Hoje, mais uma vez, revelou insegurança e desconfiança nos colegas de sector.

Esgaio não é um fora-de-série mas tem aquilo que é mais importante: qualidade técnica, táctica e inteligência. Faz várias posições com a mesma eficácia e não desiludiu no papel habitualmente desempenhado por William Carvalho.

Importantíssimo o jogo de sábado. Se valeu a pena a derrota em Portimão para ver o que se seguiu em Paços de Ferreira, espero o mesmo para este fim-de-semana.

Lá estarei.

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