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Grande Artista e Goleador

Venha de lá o emparelhamento, rumo ao bi-campeonato de andebol

Hoje (17:30h) realiza-se o sorteio da fase final do campeonato nacional de andebol.

Esta fase final é dura e só tem boas equipas. Todas as saídas são muito complicadas e nenhuma equipa das não candidatas ao título vai facilitar, porque o 4º lugar dá acesso à Challenge Cup, arrebatada no ano passado de forma brilhante pelo Madeira SAD, atirando o ABC para fora das competições europeias.

 

Competições europeias onde o Sporting fez pela vida na Champions, enquanto que Benfica e Porto foram eliminados na EHF Cup (2ª e 3ª rondas, respectivamente - o Porto ficou a um passo da fase de grupos, onde o nível já é quase de Champions). O nosso representante na Challenge Cup é o Madeira SAD, ainda em prova, nos quartos-de-final.

O meu desejo é começar já com o Porto em casa e depois visitar o Madeira SAD.

 

Porquê?

 

Porque acho que o Porto deve ser defrontado quanto mais cedo melhor (deixando assim a ida ao Dragão fora das últimas jornadas) e porque a ida à Madeira é muito perigosa. Assim, apanharíamos o Porto após a eliminatória da taça de Portugal (em casa, com o Avanca, dia 8) e iríamos à Madeira, provavelmente a meio da semana, com o Madeira SAD a ter de encaixar o jogo no meio da eliminatória da Challenge, com uma equipa russa.

 

Seja como for, é importante entrar a vencer. Acredito muito neste grupo e na equipa técnica.
O Hugo Canela vem provando que o título não foi, como muitos fizeram crer, obra do acaso nem da incompetência alheia.

O Sporting, tal como na época passada, voltou a finalizar a fase regular com a maior diferença de golos, sendo que desta vez foi primeiro classificado, tendo apenas perdido e empatado um jogo.

 

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Enquanto nos chateamos com o futebol...

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Um orgulho ser sócio do Sporting Clube de Portugal (com quotas pagas até dezembro) e poder contribuir para o sucesso destes profissionais. Obrigado! Que continuem no bom caminho.

E estou apenas a evidenciar as quatro modalidades colectivas mais relevantes mas não esqueço as vitórias do atletismo, judo, ténis de mesa, goalball, râguebi, tiro com arco, entre tantas outras.

Todas as modalidades do Sporting, pelas vitórias mas não só, são um enorme motivo de orgulho para mim e, acredito, para a maioria dos Sportinguistas.

 

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Bronze para Évora nos Mundiais de pista coberta

Nelson Évora pratica-triplo salto vai para vinte anos e desde 2005 que está entre a elite mundial. Pelo meio, nem as lesões lhe retiraram o foco e, quase com 34 anos, mostra que é uma força da natureza, um trabalhador incansável e atleta de excelência.

Esta medalha de prata representou a nona subida a um pódio entre Jogos Olímpicos, Campeonatos do Mundo e Campeonatos da Europa.

Aos 33 anos continua a surpreender aqueles que acham sempre que é na próxima que ele não chega lá, que o fim está perto. Um veterano, mais uma vez o mais velho em prova, que não se satisfaz em dar luta aos mais novos e reclama para si a glória.

Ontem Évora não só venceu mais uma (a sexta) medalha em Mundiais (segunda em pista coberta) como o fez como uma marca que o orgulharia no seu auge, entre 2007 e 2009. Os 17,40 metros (a apenas três centímetros do vencedor) que saltou ontem foram nada mais, nada menos que um novo recorde nacional do triplo salto em pista coberta e entram directamente para o top 10 das melhores marcas em concursos (nona, para ser mais preciso).

Notável o trabalho físico, técnico e mental que lhe permite manter-se a este nível após tantas adversidades e que, em menos de dois anos ao serviço do Sporting, lhe permitiu vencer três medalhas em grandes competições internacionais, mesmo com limitações de calendário que não lhe permitem, por exemplo, disputar a Diamond League.

Parabéns para o Nelson, que parece ter acertado na escolha (arriscada) de mudar de treinador após tantos anos sob a alçada de João Ganso. Iván Pedroso tem sabido levar o atleta do Sporting ao limite e, com isso, todos saem a ganhar e prestigiados (o atleta, o seu treinador, Portugal, o Sporting e o seu gabinete olímpico).

O fim parece estar longe e o céu é o limite.

 

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Jorge Fonseca de ouro

O "engano" do título foi propositado. Não tive a oportunidade de acompanhar a prova de Jorge Fonseca em directo e foi com grande satisfação que só esta noite soube de mais uma medalha, um ano após a última em provas do World Tour (Paris, a 12 de fevereiro de 2017).

A medalha foi de bronze mas a prestação foi de ouro. Com Jorge Fonseca há sempre espectáculo garantido. Não sou um expert em judo mas sou um apaixonado pela técnica que a modalidade exige e o espectáculo que nos proporciona. Neste aspecto, arrisco dizer que nenhuma prova de Jorge Fonseca defrauda as expectativas que a espectacularidade da modalidade sempre mantém elevadas.

 

Foram quatro vitórias, todas por ippon em cinco combates, sendo que o combate perdido nos quartos-de-final foi o mais equilibrado, onde Fonseca dominou a maior parte do tempo, tendo perdido por um waza-ari, a menos de trinta segundos do final.

O resto? Bem, o resto foi espectáculo puro e duro do melhor judoca português da actualidade. Atenção que Fonseca não é um "tipo" qualquer no panorama do judo internacional. Fecha o top 10 da sua categoria (-100kg) e é um orgulho que seja português (nasceu em São Tomé e Príncipe), mais ainda por representar o Sporting Clube de Portugal que, recordo, é medalha de bronze nos campeonatos europeus de clubes (Golden League).

 

Voltando à prova em questão, o Grand Slam de Düsseldorf, na Alemanha, Fonseca venceu o primeiro combate em 2'50'', após uma verdadeira perseguição constante ao romeno Ionut Vasian. O segundo combate terminou em apenas 13 segundos, sendo que o atleta do Sporting levou o italiano Giuliano Loporchio duas vezes ao tapete em tão curto período de tempo. O terceiro combate é o dos quartos-de-final, já acima relatado e que levou Jorge Fonseca para a luta pelo bronze, via repescagem.

Apenas o ucraniano Anton Savytskiy separava o português do combate pelo bronze e, após algumas dificuldades com a "pega", assim que conseguiu apanhar o adversário, seguiu-se mais um espectacular ippon.

O combate pela medalha de bronze traria pela primeira vez nesta competição um adversário mais cotado. O belga Toma Nikiforov é 8º do ranking mundial e Jorge Fonseca precisou apenas de 1'01'' para dar por terminado o combate, arrebatando a medalha de bronze com mais um ippon pleno de técnica e força.

 

Parabéns ao Jorge, parabéns a Portugal e parabéns ao Sporting que, embora não vá representado nestas competições, sempre sai prestigiado com a prestação dos nossos atletas.

Recordo que Anri Egutidze foi 5º em -81kg, depois de ter perdido os dois combates do final round, após uma fase preliminar perfeita, com três vitórias, uma delas sobre o nº 3 mundial. O combate da meia-final é crucial e Anri podia ter fechado com um ippon, que acabou por ser apenas waza-ari, tendo depois sofrido um ippon a menos de um minuto do fim.

Sergiu Oleinic (que julgo ter estado lesionado até há pouco tempo) não passou do primeiro combate (2ª ronda, em -66kg), onde teve o azar de ser emparelhado com o líder da hierarquia mundial, o israelita Tal Flicker, que só conseguiu levar a melhor no ponto de ouro, com um waza-ari, 6'42'' após o início do combate.

 

Fiquem com os combates dos nossos leões:

JORGE FONSECA (Medalha de Bronze)

2ª Ronda

3ª Ronda

Quartos-de-Final

Repescagem

Medalha de Bronze

 

ANRI EGUTIDZE (5º Lugar)

2ª Ronda

3ª Ronda

Quartos-de-Final

Meia-Final

Medalha de Bronze

 

SERGIU OLEINIC (Eliminado na 2ª Ronda)

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Já rola a 44ª Volta ao Algarve

Começa hoje a 44ª Volta ao Algarve, prova importante do calendário nacional, à qual se juntam, como habitualmente, as equipas do World Tour (este ano são treze) e as Continentais (três).

Grandes nomes competirão por terras algarvias, entre os quais Geraint Thomas, Michal Kwiatkowski, Richie Porte e Tony Martin, todos eles ex-vencedores desta prova.

É sabido que as equipas de maior nomeada vêm com o intuito de preparar provas mais importantes mas não se pode negar a sua maior valia, tanto colectiva como individual.

Simon Gerrans, Tejay van Garderen, Arnaud Demare, Davide Cimolai, Philippe Gilbert, Louis Meintjes, Vasil Kiryienka, John Degenkolb, Bauke Mollema e Daniel Martin, entre outros grandes nomes, juntar-se-ão aos portugueses do pelotão internacional (Nuno Matos, Nélson Oliveira, José Gonçalves, Tiago Machado, Rúben Guerreiro, Rafel Reis e Joaquim Silva) e competirão com as equipas nacionais pelo sucesso na prova.

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Estes são os escolhidos de Vidal Fitas para atacar uma das provas mais importantes do calendário nacional. Rinaldo Nocentini já mostrou no Gabão que está num bom momento de forma e será escudado por Alejandro Marque, Joni Brandão, David Livramento, Mario González e os reforços Nicola Toffali e Aleksandr Grigorev.

 

A prova é constituída por cinco etapas; duas planas, um contra-relógio individual e duas chegadas em alto (Fóia e Malhão).

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O Sporting-Tavira, mais do que alguma responsabilidade acrescida, tem a motivação extra de correr em casa. As terras algarvias são local habitual de treino e até teremos uma chegada em Tavira, cidade onde certamente não nos faltará apoio.

Uma vitória numa etapa já será um bom prémio mas tenho a certeza que os nossos atletas tudo farão para ir mais além.

Boa sorte a todos e que se vejam muitas bandeiras, camisolas e cachecóis verdes-e-brancos na estrada.

SPOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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E vão 28

Todo o projecto do desporto adaptado do Sporting Clube de Portugal é impressionante. Somos um Clube que trata os atletas como tal, tenham eles ou não alguma deficiência. Damos a todos eles as melhores condições para praticar as modalidades a que se dedicam, por forma a que evoluam e tragam para o Sporting a tão desejada glória.

 

O título europeu que a equipa de goalball venceu em Malmö, com ainda uma etapa por disputar, não só é um feito inédito para o desporto adaptado português, como é o culminar da dignificação que o Sporting trouxe para o movimento paralímpico no nosso país.

Há um projecto ambicioso, com pés e cabeça e que valoriza o trabalho dos atletas.

 

Em Malmö (Suécia), como já antes tinha acontecido em Rostock (Alemanha) e em Espoo (Finlândia), o Sporting venceu categoricamente e guardará para Lisboa a etapa de consagração, a disputar entre 16 e 18 de março.

Muitos parabéns a todos os jogadores, equipa técnica e directores, por darem ao Sporting o seu 28º título europeu, terceiro desta temporada.

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Portugal é campeão da Europa de futsal

Parabéns à nossa selecção e um "obrigado" especial aos nossos leões, presentes em prova.

João Matos, Pedro Cary, André Sousa e Pany Varela foram preponderantes nesta conquista que, tal como aconteceu no futebol, veio à segunda final, no prolongamento e também sem a grande estrela em campo.

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Sporting Clube de Portugal, o rei da corrida no pó

Não houve tempo e continua a faltar-me paciência mas estou a tentar retomar o ritmo...da vida e do blog.

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No passado fim-de-semana a equipa de atletismo do Sporting alcançou o maior feito do corta-mato nacional ao sagrar-se campeão europeu de clubes em ambos os géneros.

Foi uma estreia para as leoas, que nunca tinham vencido esta prova e o 15º título europeu para os homens, que não venciam desde 1994, o último ano de domínio absoluto do Sporting na especialidade (foram 14 vitórias em 17 edições da prova).

 

O queniano Davis Kiplangat venceu individualmente pelo Sporting e foi o primeiro atleta do Quénia a vencer esta prova no masculino, sucedendo a Domingos Castro como último vencedor leonino (também em 1994).

Domingos Castro é, ainda hoje, o atleta com maior número de vitórias individuais nesta prova, com seis primeiros lugares.

 

A dobradinha do Sporting é também um feito inédito em toda a competição, já que nenhum clube havia antes arrecadado a vitória no mesmo ano em ambos os géneros.

Estas duas vitórias acentuam o domínio de Portugal na prova (22 vitórias nos masculinos e 19 nos femininos), sendo que o Sporting é recordista de vitórias, com 16 triunfos no global, 15 deles nos masculinos, onde domina de forma arrasadora.

 

CLASSIFICAÇÕES FINAIS COLECTIVAS

Seniores Masculinos
1º Sporting CP - 25 pts

Seniores Femininos
1º Sporting CP - 22 pts

Sub-20 Femininos
6º Sporting CP - 60 pts

 

CLASSIFICAÇÕES FINAIS INDIVIDUAIS

Seniores Masculinos
1º Davis Kiplangat - 29'44''
6º Rui Pedro Silva - 30'30''
7º Rui Teixeira - 30'32''
11º Licínio Pimentel - 30'48''
20º Bruno Albuquerque - 31'05''

Seniores Femininos
2º Jéssica Augusto - 20'08''
5º Sara Moreira - 20'19''
7º Inês Monteiro - 20'24''
8º Sviatlana Kudzelich - 20'27''
10º Sara Catarina Ribeiro - 20'31''
12º Carla Salomé Rocha - 20'46''

Sub-20 Femininos
10º Beatriz Rodrigues - 14'30''
20º Laura Taborda - 14'52''
30º Edna Vidigal - 15'24''
32º Sara Duarte - 15'26''
40º Soraia Tavares - 15'50''
43º Mariana Castanheira - 15'58'

Vídeo da prova

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Resposta de campeão

Antes de mais, há que recordar que o Sporting não vinha de uma derrota com uma equipa qualquer, num pavilhão qualquer. O Porto é o actual detentor das três competições nacionais e há 20 jogos consecutivos que vence em casa em jogos a contar para o campeonato, competição na qual não perde há 38 jogos. O Benfica foi a última equipa a vencer no Dragão Caixa, a 17 de dezembro de 2014. Sim, há mais de três anos que os dragões não perdem em casa para o campeonato e, pelo meio, apenas perderam pontos com o Valongo (dois empates), ganhando os confrontos a todos os adversários directos.

 

Para nós, o jogo com o Porto encerrou com a primeira derrota da temporada em competições nacionais e a pressão extra para o jogo de ontem esteve até mais relacionada com a sequência de duas derrotas, contando com o jogo da Liga Europeia, em Itália.

Ora, depois de um adversário como o Porto, frente ao qual dominámos o encontro no seu terreno e perdemos pela margem mínima, acabando o jogo a atacar sem guarda-redes, seguiu-se a Oliveirense.

 

A equipa de Oliveira de Azeméis, presente nas últimas duas final-four da Liga Europeia e que, apesar de crónico candidato ao título desde às uns anos para cá, nunca levantou o troféu máximo nacional apresentava-se no Pavilhão João Rocha com a pressão de ter de vencer para não perder, mais uma vez, o comboio do título.

 

Os comandados de Tó Neves até entraram bem no encontro mas, praticamente no primeiro remate da partida, João Pinto inaugurou o marcador, num lance que as imagens televisivas não conseguiram esclarecer mas que um dos árbitros, bem colocado, validou.

Estava aberto o caminho para uma vitória esmagadora e para uma resposta contundente, frente a um dos candidatos ao título, que também é uma das equipas mais fortes da Europa.

O resultado ao intervalo era de 5-1 e haveria de terminar num arrasador 9-1, com grande eficácia e enorme qualidade em boa parte das execuções e situações de finalização, mesmo as que não terminaram em golo.

O Sporting foi uma equipa dominadora, voraz, insaciável. Nem por um segundo os jogadores se contentaram com o que tinham e foram sempre à procura de mais, aproveitando e "cavalgando" a onda que atropelava completamente a equipa da Oliveirense.

 

O resultado no final do encontro não só demonstrou uma resposta cabal como uma vontade enorme de ser campeão por parte do plantel leonino.

Paulo Freitas demonstrou-se, naturalmente, satisfeito e orgulhoso da prestação dos seus atletas, que voltaram a demonstrar que são um grupo forte e coeso, digno de envergar as nossas cores e preparado para lutar por títulos.

 

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Jogo decisivo no fecho da primeira volta

O jogo de hoje da equipa de hóquei em patins, a contar para a 13ª jornada do campeonato nacional da 1ª divisão, é decisivo, mesmo que faltem outros 13 jogos por disputar.

A recepção à Oliveirense, quarto classificado, deixar-nos-á com três confrontos directos guardados para o final do campeonato, com deslocações à Luz e a Oliveira de Azeméis (o Porto visitará o Pavilhão João Rocha).

Este jogo, também por ser em casa, é de vitória obrigatória para a manutenção das nossas ambições, rumo ao título nacional.

Benfica e Porto já venceram os seus jogos desta jornada e colocaram ainda mais pressão sobre Sporting e Oliveirense.

Uma vitória da nossa equipa mantém-nos em 2º lugar, no qual iniciámos a jornada, a apenas um ponto do Benfica e com mais um que o Porto, sendo que a Oliveirense ficará a ver o título como uma miragem.

Uma derrota recolocará a Oliveirense na luta e, não comprometendo os nossos objectivos, deixa-nos sem margem de erro (que em nada nos convém), dado o ciclo infernal que enfrentaremos no final da época (o pior entre todos os candidatos).

 

É tempo de afirmação e de vencer. O adversário, como sempre, dará luta e só perdeu uma das últimas quatro deslocações ao reduto leonino (uma vitória para cada lado e dois empates).

Paulo Freitas e a sua equipa têm hoje uma excelente oportunidade para reafirmar que podem e vão contar com o Sporting até ao fim, na luta pelo título de campeão nacional de hóquei em patins.

 

Força, leões!

 

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Candidatos em tudo

A tarde de ontem veio mostrar que, desta vez, parece mesmo que seremos candidatos a ganhar tudo, em todas as modalidades.

 

O empate com o Benfica em hóquei em patins soube a pouco mas foi bom de ver a segurança e ambição dos nossos jogadores no controlo do jogo e na vontade de o vencer.

O cenário mudou. Já não vamos como "tomba-gigantes" ou como underdog. Estamos na luta com as mesmas armas e isso viu-se na atitude de ambas as equipas ao abordar o último minuto. O Benfica respeitou-nos e guardou um ponto, adiando o "assalto" ao primeiro lugar para a próxima oportunidade e o Sporting mostrou que estava até disposto a correr riscos para ganhar os três pontos que, de resto, merecia.

Seguimos na liderança, permanecemos invictos e perdemos ontem os primeiros pontos da época. Não há drama e confio que, se dividirmos pontos na maior parte dos confrontos directos, não haverá grande mal nisso.

Disputamos o título com grandes equipas e não tenho dúvidas que, em Portugal, moram quatro dos mais fortes conjuntos europeus. Não será um empate com o actual vencedor da Taça Intercontinental que abalará a nossa união e nos desviará do nosso foco.

Este grupo parece-me fortissímo e com mentalidade e capacidade de sofrimento que só os campeões têm. Segue-se uma visita ao Dragão Caixa, com um Porto que ainda jogará hoje com a Oliveirense.

 

Na Luz, o voleibol começou primeiro mas acabou imediatamente depois do apito final no Pavilhão João Rocha.

Destaco também aqui a ambição e determinação que este grupo revela. Só uma equipa, na verdadeira acepção da palavra sairia do Pavilhão do Benfica com a vitória depois de perder os dois primeiros parciais.

O nosso principal rival venceu os dois primeiros sets de forma segura, demonstrando superioridade na fase decisiva de ambos.

O terceiro set foi equilibrado até final, com incerteza no marcador e chegou a pairar na Luz o espectro de uma vitória tranquila e um regresso à liderança do campeonato. 

Só que não... os pupilos de Hugo Silva (que me parece um excelente líder) mostraram que são verdadeiros leões e agarraram o jogo "pelos tomates". Viraram o texto no final do parcial e mostraram que estavam vivos e de saúde.

Os dois últimos sets foram ganhos com a mesma segurança com que o adversário nos venceu os dois primeiros, sendo que a pressão acrescida de lutar duas vezes contra o final do encontro nunca pesou nas costas dos nossos jogadores.

A vitória mantém-nos líderes, ainda que hoje o Benfica possa passar para a frente, visto que disputará mais um jogo, enquanto que nós descansamos.

 

Hoje à tarde, o futsal tem um teste de fogo que será apenas isso; uma boa oportunidade para pôr à prova o líder invicto da Liga SportZone. A liderança não está em causa e o Benfica, 2º classificado, até perdeu ontem em Belém mas são estes jogos que nos acordam para uma realidade em que queríamos estar mais vezes. Esta equipa precisa de desafios constantes e mais exigentes dos habituais para estar no nível que se pretende nas decisões mais importantes da época.

Inter Movistar e Barcelona, dois dos adversários que teremos pela frente em Abril, na final-four da UEFA Futsal Cup empataram ontem em casa e o Barça não venceu três dos últimos cinco jogos.

Nós temos de nos motivar com pequenos objectivos, algo que nos puxe até um limite que só um adversário verdadeiramente forte e competitivo consegue.

O Braga, finalista do ano passado na nossa Liga, é um bom adversário para colocar à prova a nossa invencibilidade. 

Em mais um dia de casa cheia, antes de mais um jogo de futebol no Estádio José Alvalade, prevê-se um excelente espectáculo de futsal e um bom teste à melhor equipa de Portugal.

Vamos a isso!

 

Aproveitem para consultar a Agenda Leonina, onde podem encontrar muitos motivos de interesse (link).

 

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A melhor defesa da Europa mora no João Rocha

Ontem, antes do jogo de hóquei em patins, elogiei aqui (link) a equipa e aquilo que me parece um grupo mais equilibrado, capaz, unido e comprometido.

Este grupo de trabalho, liderado por Paulo Freitas tem-se mostrado "obcecado" pelo processo defensivo e esse foco na união e entreajuda vale, neste momento, o "título" de melhor defesa dos principais campeonatos europeus.

Não há em Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha ou Suíça outra defesa tão capaz e eficaz.

E se noutros anos era fácil entregar a maior parte dos méritos a Ângelo Girão, este ano é mesmo o trabalho colectivo que tem permitido esta assinalável performance defensiva.

O Sporting é a melhor defesa entre o universo referido e a única entre 76 equipas que sofre menos de um golo por jogo.

Segue o top 3 das melhores defesas:

 

SPORTING CP (Por) - 0.90 golos sofridos por jogo

Barcelona (Esp) - 1 golo sofrido por jogo

Benfica (Por) - 1.6 golos sofridos por jogo

 Saint Omer (Fra) - 1.6 golos sofridos por jogo

 

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Os segredos da fortaleza do Sporting de Paulo Freitas

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Se tivesse de definir cinco pilares que definam a nossa equipa de hóquei deste ano, escolheria os enumerados.

Paulo Freitas fez bem análise dos pontos menos fortes da equipa, reforçou-a com elementos válidos, que acrescentam qualidade e tem tentado dotá-la de ferramentas que permitam potencializar a performance desportiva do grupo.

Este grupo mostra uma certa obsessão pelo trabalho e um compromisso evidente em fazer aquilo que o Sporting foi o primeiro a fazer mas não faz desde 1987/88.

 

O Sporting foi o primeiro campeão nacional de hóquei em patins, em 1939 e, no Clube, é uma modalidade com uma história rica, recheada de conquistas nacionais e internacionais, ainda que tenha sofrido com os vários reinícios provocados pelas quebras da prática da modalidade. 

Começado a praticar na década de 20, a modalidade foi obrigada a ressurgir após interrupções da actividade em 1936, 1956, 1995 e 2014, neste caso, após um período em que funcionou de forma independente durante pouco mais de uma década, sob a égide do Engenheiro Gilberto Dias Borges, que liderou um importante processo com base na formação, culminado com a criação do escalão sénior, campeão da 3ª divisão nacional em 2010/11 e de regresso ao convívio dos grades em 2012/13, após mais um título de campeão na 2ª divisão nacional. 

O regresso a título oficial em 2014/15, com a épica conquista da Taça CERS era um objectivo de Gilberto Dias Borges que apostou em Nuno Lopes para liderar um projecto com alguns jogadores da formação e valores seguros do hóquei nacional.

No entanto, em três anos, o Sporting não conseguiu ainda a aproximação definitiva aos candidatos ao título, sendo que este ano a aposta foi mais forte mas também mais segura em seguir o caminho que, se tudo correr bem, nos levará de novo aos títulos.

 

Paulo Freitas tem trabalhado muito nas dinâmicas que fomentam o espírito de grupo, algo fundamental num plantel tão curto como os que se verificam nesta modalidade.

Os dez bravos leões com a responsabilidade de lutar pelo título estão evidentemente empenhados em alcançá-lo e têm usado da melhor forma as ferramentas que lhes foram colocadas ao dispor.

A época começou com uma acção de team building no Parque Aventura Sniper de Bucelas, onde durante 24 horas o grupo, sem contacto com a equipa técnica, foi posto à prova com o intuito de fomentar a união e espírito de grupo.

No passado dia 19 foi a vez de ajudar quem mais precisa e o plantel do Sporting uniu esforços na ajuda à Comunidade Vida e Paz, colocando-se ao dispor da mesma para ajudar na distribuição de bens essenciais aos sem abrigo, mais uma vez fomentando a união e solidariedade do grupo.

 

Todas estas acções, em conjunto com o trabalho técnico e táctico produzido semanalmente têm-se reflectido em campo.

O Sporting conta por vitórias todos os jogos disputados e apresenta um registo defensivo ímpar e inigualável em qualquer das últimas três épocas.

Os cinco golos sofridos em seis jogos são um registo inédito no campeonato nacional da 1ª divisão em qualquer das últimas três temporadas, num sinal evidente que o trabalho desenvolvido se tem reflectido em campo.

 

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Agora fica mais evidente o porquê de ter escolhido estas cinco características como as mais importantes e evidentes nesta equipa, que mostra a cada dia vontade de quebrar barreiras e tocar o céu.

 

Hoje é dia de mais uma batalha, frente à sempre perigosa equipa do Valongo, a única que nos últimos anos furou a hegemonia de Porto e Benfica.

O Valongo chega à sexta jornada já tendo defrontado quatro das cinco melhores equipas do campeonato. As derrotas com Oliveirense, Barcelos, Benfica e Porto foram todas vendidas a um preço bem alto, com o ex-leão Poka em destaque (marcou em todas as jornadas e leva já sete golos no campeonato). De realçar que o Valongo marcou três golos a cada uma destas equipas, factor indicativo de que a nossa solidez defensiva será hoje colocada à prova.

O jogo tem início marcado para as 15 horas no Pavilhão João Rocha, com transmissão em directo e em exclusivo na Sporting TV.

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Sporting com Inter, Barcelona e Győr na fase final

O Sporting vai disputar a fase final da Taça UEFA Futsal com Inter, detentor do troféu, Barcelona, duas vezes vencedor da prova, e Győr, após a conclusão da Ronda de Elite. Já o Braga fica pelo caminho.

 

Duas vezes finalista vencido da competição, o Sporting CP vai disputar em Abril com o Inter FS, actual detentor do troféu, com o Barcelona, duas vezes vencedor da prova, e com o Győr, depois de as quatro formações terem vencido os respectivos grupos da ronda de elite. O outro representante português, o SC Braga/AAUM fica pelo caminho, mas depediu-se da prova com uma vitória.

Um dos quatro finalistas, será escolhido como anfitrião da fase final, a disputar no formato meias-finais / final a 19 ou 20 e 21 ou 22 de Abril; o sorteio dessa fase final terá lugar no início da Primavera.
 

 

Grupo A: Barcelona

 

  • O Barcelona, vencedor da prova em 2012 e 2014, ultrapassou a ronda de elite pela quinta vez em cinco presenças nesta etapa da competição ao derrotar os estreantes Knooppunt, o Ekonomac Kragujevac e o Pescara, semi-finalista em 2016.

 

Grupo B: Sporting CP

 

  • O Sporting, que na temporada passada se viu pela segunda vez na história derrotado na final, selou a sua sexta presença em meias-finais logo ao fim de dois jogos no Pavilhão João Rocha, em Lisboa, ao derrotar o Halle-Gooik por 3-2 e o Nacional Zagreb por 3-1. Na terceira e última jornada somou novo triunfo, ao bater por 4-0 o Dina Moskva. Com a eliminação da turma moscovita não haverá qualquer formação russa na fase final pela primeira vez desde 2011.

 

Grupo C: Győr

 

  • À entrada para a terceira e última jornada, disputada no sábado, o Luparense, semi-finalista da prova em 2010, somava mais três pontos do que o Győr, anfitrião do grupo. Mas o Győr, orientado pelo espanhol Javi Rodriguez, três vezes vencedor da Taça UEFA Futsal, e capitaneado por Juanra, vencedor da prova ao serviço do Inter em 2009, venceu por 6-4 a formação italiana graças a um "hat-trick" de Fábio Aguiar, antigo jogador do Sporting. O Győr tornou-se assim no primeiro clube húngaro a atingir a fase final da competição, ao ultrapassar pela primeira vez a ronda de elite, à sexta tentativa.

 

Grupo D: Inter FS (detentor do troféu)

 

  • No grupo do estreante SC Braga/AAUM, Inter e Kairat Almaty começaram, ambos, por bater a formação minhota e o Deva, deixando a decisão do primeiro lugar para a derradeira jornada, naquela que foi uma reedição de uma das meias-finais de 2017. Quatro vezes venceor da prova, registo que constitui um recorde, o Inter de Ricardinho acabou por levar a melhor ao vencer por 5-3 num jogo em que o Kairat, duas vezes vencedor da prova, conseguiu chegar por três vezes chegar ao empate. No outro encontro da última jornada o Braga despediu-se com nota positiva desta sua campannha de estreia na competição ao bater o Deva.

 

Espero que o Sporting não se cinja à Altice Arena, que Miguel Albuquerque já disse estar indisponível para as datas escaladas para a final-four, e procure uma alternativa com capacidade para cinco milhares de pessoas ou mais (o mínimo exigido para a competição). Onde quer que seja, os Sportinguistas encherão o recinto, até porque o Sporting é de Portugal e não apenas de Lisboa.

 

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Judo do Sporting novamente de bronze

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A equipa masculina de judo, presente pelo terceiro ano consecutivo na Golden League (campeonato da Europa de clubes) conseguiu subir novamente ao pódio, averbando a terceira medalha de bronze.

A competição começou com uma vitória fácil por 5-0, frente aos montenegrinos do JC Akademik.

Na meia-final, não conseguimos contrariar os russos do New Stream. Perdemos por 4-1 mas ficou a ideia que podíamos ter marcado presença na nossa primeira final.

Assim sendo, caímos para a luta pelo bronze, onde derrotámos o Estrela Vermelha de Belgrado por 3-2, com Jorge Fonseca a desempatar a contenda, vencendo o último combate.

 

Parabéns ao judo do Sporting por mais uma medalha numa competição europeia de clubes!

 

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A 6ª final-four da nossa história

Há muito que ultrapassámos aquilo que diz o ditado. À terceira não foi de vez, nem à quarta ou à quinta. E não foi porque não já o merecêssemos. Merecíamos. Faltou, talvez, uma pontinha de sorte que, naturalmente, esbarrou na qualidade e competência dos nossos adversários.

 

Sábado vamos cumprir calendário, cientes de que a última imagem é a que fica. Não podem restar dúvidas sobre quem era o favorito e a equipa mais forte do grupo.

Há que ganhar ao Dina, que perdeu ambos os encontros disputados até ao momento.

 

Mais do que a final do ano passado, ficou-me atravessada a de 2010/2011. Foi em Almaty, no Cazaquistão, que o Sporting perdeu as duas finais da sua história. 

 

Não que tenha algo contra, mas tomara que o Kairat não se qualifique para a final-four, ou ainda acabámos outra vez a disputar o título no Cazaquistão.

Barcelona e Pescara disputarão amanhã o apuramento no grupo A, Luparense e Győri farão o mesmo no grupo C, enquanto que no grupo D se prevê uma disputa mais renhida entre o Inter e o Kairat.

Barcelona, Luparense e Inter são os adversários que, prevejo, nos farão frente na ronda final. Veremos quem confirma favoritismo.

 

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