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Grande Artista e Goleador

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco, ambição...e glória!

Foto de Marcelo Santos.

 

Não sou mais do que ninguém por isso mas nunca duvidei de nenhum dos nossos homens do hóquei em patins. Desde o treinador e restante staff técnico e directivo a cada um dos jogadores.

Procurei por aqui palavras de desânimo da minha parte para com eles. Não encontrei.

Relembrei conversas com amigos. Nem uma dúvida.

Se os adversários eram fortes e de respeito? Com certeza.

Se tinham mais "calo" e mais talento? Admito.

Mas não tinham o nosso compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição. Não tinham a fé desmedida na sua qualidade e capacidade de superação. Não estavam como nós, sedentos de glória.

 

Os grandes ataques ganham jogos. As grandes defesas arrebatam os campeonatos. 

Sempre o ouvi dizer e, salvo raras excepções, acredito que a velha máxima se mantém.

A equipa liderada por Paulo Freitas sofreu apenas 44 golos em 25 jogos. Menos 20 que o Benfica, até ao momento a segunda melhor defesa do campeonato.

A nossa solidariedade e rigor em campo valem a segunda melhor defesa das ligas top 3 da Europa, apenas atrás do Barcelona (sofreu 47 golos em 30 jogos), campeão espanhol, vencedor da copa do Rey e campeão europeu em título.

Estes números valem um dos melhores registos defensivos da história da competição, provavelmente até um novo recorde.

 

Nunca tive dúvidas que tínhamos capacidade para enfrentar este ciclo final do campeonato. Nunca tive dúvidas que todos os atributos já trás enumerados nos aproximariam da vitória frente a adversários ofensivamente melhor apetrechados que nós.

Disse-o há uns meses: Paulo Freitas e a estrutura directiva do hóquei do Sporting foram muito inteligentes na preparação da temporada e na forma como apetrecharam a equipa, com vista à conquista do título. Fizeram-no com a consciência que a defesa era o sector a reforçar, dotando a equipa de elementos muito fortes na organização defensiva e com índices competitivos e de concentração acima da média. Exactamente o necessário para travar o fortíssimo poder ofensivo dos rivais directos. Alicerçou tudo isto com uma dinâmica de grupo muito forte.

 

A segurança defensiva de Girão, Platero e Magalhães, o talento de Font, Gil e João Pinto, a experiência e competência de Toni Pérez, Caio e Vítor Hugo (que também não faltava noutros elementos) e o contributo valiosíssimo do Zé Diogo que, na minha opinião, tem sido fundamental no crescimento do Girão, pelo que o obriga a trabalhar, pela forma como o motiva e pela cumplicidade evidente entre ambos.

Foi tudo isto e muito mais; alma, coração, orgulho próprio, sangue, suor, lágrimas e a estrelinha...a sempre necessária estrelinha de campeão, mais ainda quando partes para uma competição em que tens quatro equipas de nível muito semelhante.

A época completamente falhada da Oliveirense acabou por dificultar a tarefa do campeão que, se vencer a última jornada, fará a pontuação mais elevada dos últimos três campeonatos nacionais, sendo que este será o único onde 2º e 3º classificados ficarão ambos acima dos 60 pontos (este ano, tanto Benfica como Porto superaram os pontos do campeão da época passada).

Todas as particularidades da competição deste ano valorizam ainda mais a nossa conquista, de tal forma que até parece impossível que ainda falte disputar uma jornada.

 

É tempo de celebrar! É tempo de dar a todos os parabéns! É tempo de desejar um bom e merecido descanso! É tempo de lembrar que o peso e a responsabilidade de defender um campeonato exigirá de nós ainda mais de tudo o que tivemos este ano. Acabem o campeonato em grande, não se estraguem nas férias e cá nos encontramos para o ano. Obrigado!

 

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Resultados do fim-de-semana (voleibol e basquetebol)

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Resultados do fim-de-semana (andebol e hóquei em patins)

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ANDEBOL

SENIORES

 

HÓQUEI EM PATINS

SENIORES (Resumo)

SENIORES (Jogo Completo)

 

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Sporting campeão da Europa de atletismo feminino em pista

O Sporting partia para o dia de hoje a treze pontos da liderança, ocupada pela equipa turca do ENKA (fruto da desqualificação na estafeta de 4x100m).

Duas vitórias nas primeiras duas provas do dia recolocaram o Sporting na luta e acabámos por chegar à prova decisiva em igualdade pontual.

A estafeta de 4x400 metros desfez as dúvidas e fez do Sporting novamente campeão europeu, depois do título em Mersin, há dois anos (no ano passado, por questões políticas e de segurança, a prova não se realizou).

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Vídeo retirado do blog O Artista do Dia

 

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Um universo paralelo

Foto de Sporting Rugby.

 

As modalidades do Sporting continuam a prosperar e a vencer competições, umas atrás das outras, demonstrando viver num universo paralelo e distante daquele em que habita o futebol profissional.

Modalidades que não dependem de departamentos de comunicação e onde o investimento normalmente aproxima a equipas das vitórias, alicerçado na qualidade dos intervenientes, independentemente do grau de profissionalismo das estruturas.

 

Ontem o Sporting voltou a ser campeão nacional de râguebi feminino, na vertente de sevens, repetindo a conquista da época passada.

Apenas em 24 horas, o nosso judo voltou a mostrar estar ao mais alto nível mundial (Anri Egutidze foi 5º, na China), o atletismo feminino vai lutando (embora em dificuldades) por mais um título europeu, o hóquei em patins venceu na Luz e é líder a duas jornadas do fim do campeonato, o futsal masculino e feminino continuam a sua luta pelos títulos nacionais, o andebol carimbou a presença na final da taça de Portugal e o voleibol feminino está a uma vitória do título nacional da 3ª divisão, no ano de estreia na competição.

Tudo isto apenas ontem e sabendo que o Sporting é já campeão de voleibol, andebol e ténis de mesa masculinos, entre muitos outros títulos nacionais em várias modalidades.

 

Isto prova que o investimento na qualidade e na competência dá frutos e o que difere do futebol é o número de variáveis a ponderar para obter o sucesso.

Acertar agulhas e equilibrar a competência nessas várias áreas será a chave do sucesso no futebol...pelo menos no masculino já que, no feminino, voltámos a ser campeãs nacionais e nos preparamos hoje para disputar, no Jamor, mais uma final da taça de Portugal.

Enquanto isto, no Peso da Régua, o andebol lutará também pela dobradinha e o voleibol estará em Paços de Ferreira para levantar o caneco da 3ª divisão de voleibol feminino.

 

Vamos lá a mais um dia de Sporting. Agenda Leonina para hoje (link).

 

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Ténis de Mesa é Tri-Campeão Nacional

Mais um ano perfeito da equipa liderada por Chen Shi Chao, com o pleno de títulos nacionais e a brilhante caminhada europeia que só terminou nas meias-finais, no ano de estreia no actual formato da prova.

Foi o nono título nacional em nove possíveis nas últimas três épocas. Um domínio avassalador que promete alargar-se na próxima época, com a possibilidade da equipa ser ainda reforçada, para atacar a Champions League.

Parabéns a todos os intervenientes em mais uma conquista para o Sporting Clube de Portugal, em especial aos atletas, que são quem joga e sua em cada vitória.

 

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Leão rima com campeão

 

 

Jogo completo e festa do bi-campeonato de andebol

 

A performance desportiva das equipas de futebol feminino e de andebol do Sporting (apenas para mencionar os campeões consagrados este fim-de-semana) são um exemplo de excelência que deve servir de exemplo para o futebol.

Quem quer ganhar tudo joga sempre para vencer e não espera pelo último jogo para selar nenhum objectivo. No Sporting não se joga nunca para empatar e é bom que isso esteja presente em todos os que nos representam.

Parabéns aos nossos atletas e respectivas estruturas técnicas e directivas do andebol e futebol feminino, que são ambos bi-campeões nacionais e estarão ainda na decisão pelos títulos das respectivas taças de Portugal.

Excelência é isto! Esforço, dedicação, devoção e glória!

 

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Ángel Dennis: "O Sporting é muito mais que um clube, é uma família"

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O voleibol voltou...e ganhou!

Já deu para digerir todas as emoções vividas durante as mais de duas horas e meia de jogo, seguidas de uma hora de festa. Está libertada a tensão do encontro que fez do Sporting campeão nacional de voleibol, no ano em que a modalidade regressou ao Clube.

 

O jogo foi o que se esperava. Difícil, equilibrado, com momentos em que estivemos por cima e outros onde passámos por dificuldades.

Foi importante ganhar o primeiro set (25-19), que deu à equipa alguma tranquilidade.

O Benfica correu atrás do prejuízo e depressa ganhou uma vantagem que lhe permitiu gerir até ao final do segundo parcial (19-25).

O terceiro set era de extrema importância e foi decorrendo com algum equilíbrio, desfeito nos pontos finais pelo Benfica, que foi mais eficaz (22-25).

A pressão aumentou e já não havia margem de erro. Seria a terceira vez que, para ganhar, o Sporting teria de forçar o quinto set. Fê-lo com categoria, ganhando o quarto parcial com tranquilidade (25-17), graças a uma larga vantagem conseguida desde cedo.

O quinto e decisivo set foi emoção à flor da pele, nervos, insegurança e ganhou quem foi mais frio e feliz nos pontos finais. O passado recente, que fez cair as duas decisões a cinco sets para o nosso lado, poderá ter pesado nos encarnados. O Benfica chegou a ter a possibilidade de fechar o encontro mas o Sporting empatou, antes da estrelinha de campeão mostrar que estava lá. Um toque na tela, no penúltimo serviço do jogo fez cair para o nosso lado um resultado que nos estava a ser adverso e o ponto final foi impróprio para cardíacos, selando a vitória com um saboroso 16-14.

 

Vencemos nós, com justiça, como não deixaria de ser justo se tivesse caído para o lado do Benfica, num excelente espectáculo de voleibol com todos os condimentos que fazem de um evento desportivo um acontecimento apaixonante.

 

Foto de Sporting Clube de Portugal - Voleibol.

 

Por toda a desconfiança em torno do projecto, que se dispôs a fazer algo nunca antes visto no Clube, é mais do que merecida esta vitória. Nunca este grupo de trabalho se escudou dessas particularidades para desculpar o que quer que fosse.

Foram bravos, resilientes, competentes e fizeram de um projecto "piloto", se me é permitido o termo, um projecto vencedor. 

Toda a gente está de parabéns por mais este sucesso do Sporting, que tem algumas semelhanças com a histórica e inesquecível vitória da Taça CERS no ano do regresso do hóquei em patins como modalidade oficial.

 

Admito que, desde há alguns anos para cá, as modalidades e quem nos representa em todas elas têm ganho cada vez mais o meu respeito e um especial carinho. Ver o empenho e dedicação que todos demonstram e a "fibra" que temos readquirido nos últimos anos, tem em mim um efeito diferente daquele que sinto pelos protagonistas do futebol.

Talvez porque não ganham fortunas e não se sentem mais do que ninguém. Porque são profissionais, bem remunerados e com estatuto na sua modalidade, alguns deles ao nível de muitos dos que temos no futebol, mas não se colocam em bicos de pés.

Atletas que continuam a ter de provar o seu valor dia a dia, mesmo que sejam os melhores do Mundo, porque a modalidade que praticam não lhes permite reformarem-se amanhã e nunca mais fazer nada.
Cada vez mais são eles os que mais merecem o meu respeito e, hoje, mais uma vez o meu agradecimento por dignificarem e glorificarem o nome do Sporting Clube de Portugal.

Obrigado!

 

Nota final: Depois de uma casa construída pelo telhado e reforçada pelo sucesso, espero que o Sporting esteja a preparar os alicerces do seu futuro. Nenhum projecto sobrevive a médio/longo prazo sem se alimentar da formação e anseio por ver em breve umas largas dezenas de jovens de leão ao peito, prontos a seguir as pisadas de uma lenda como Miguel Maia.

 

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Hoje joga o Sporting

 

Hoje discute-se o primeiro título nacional da temporada, entre as modalidades de pavilhão. No Pavilhão João Rocha, o Sporting recebe o Benfica em voleibol para a "negra" que consagrará o Sporting como novo campeão nacional ou renovará o título ao Benfica.

Será o sexto título para o Sporting ou o segundo para os encarnados, que têm dominado a modalidade nos últimos anos, com quatro títulos em cinco possíveis.

 

Este regresso do Sporting foi algo atípico. É uma secção que respira Sportinguismo através do seu capitão (Miguel Maia), que não treina em Lisboa e que não vive o clube de perto.

Claro que temos atletas profissionais e de grande qualidade mas a identificação com o clube é algo importante. Sentir o pulsar do clube diariamente cria um vínculo importante que estes atletas só vivenciam em dias de jogo.

Felizmente têm sido brindados, ultimamente, com grandes apoios no Pavilhão João Rocha, factor que certamente dará aquele "boost" de motivação necessário para quebrar a hegemonia do Benfica.

 

O encontro de hoje será o oitavo entre as duas equipas, esta temporada. O Sporting conta cinco vitórias e três derrotas e o Benfica não venceu nenhum dos três encontros disputados no Pavilhão João Rocha.

Há que voltar a fazer valer o factor casa e culminar esta temporada com um Sporting campeão pela primeira vez desde 1994, período no qual o Sporting era hegemónico e viu a modalidade dissolvida pelo projecto Roquete, um ano depois.

Será difícil, o adversário tem valor e um projecto vencedor mas nós somos o Sporting e vamos mostrar o nosso valor.

Eu acredito!

 

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Notas soltas do fim-de-semana

Começando pelo futebol; não estamos na fase da época em que me preocupem as exibições. É importante ganhar, com maior ou menor dificuldade.

Estamos na fase decisiva e já passou há muito o tempo de exigir boas exibições com resultados a condizer. É tempo de nos contentarmos com o resultado, sabendo que a equipa está muito desgastada, deu tudo e conseguiu, mesmo que a custo, o objectivo.

Impressionante a capacidade de Bruno Fernandes, que resolveu o encontro com dois golos de excelente execução, não ao alcance de qualquer um.

O fim-de-semana futebolístico quase esteve para ser muito bom, não fosse aquele golo de Marega no final do encontro na Madeira. Seja como for, temos o segundo lugar na nossa mão e compete-nos garantir essa posição, ganhando os dois encontros que restam do campeonato, que estará entregue. Parabéns ao Porto que, a confirmar-se, será um justo campeão.

 

As vitórias no futsal, andebol, hóquei em patins e futebol feminino mantêm as equipas na frente e na luta pelos títulos nacionais, enquanto que a derrota do voleibol adiou a decisão para amanhã, no Pavilhão João Rocha.

Prestação meritória, embora inglória dos nossos judocas no Europeu de Judo, em Tel Aviv, com resultados interessantes mas que certamente não deixaram alguns dos atletas satisfeitos. Podemos fazer melhor mas a concorrência é sempre forte neste tipo de eventos.

 

Tentarei fazer o post com os resultados até final do dia. Este fim-de-semana foi puxadinho e a família, desta vez, teve mesmo de estar primeiro.

 

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Uma princesa entre reis

Começa amanhã o Mundial de Equipas em ténis de mesa. Portugal apresenta-se com nove atletas (cinco homens e quatro mulheres), três deles vinculados ao Sporting, que tem em representação da Nigéria mais dois atletas. 

São eles o consagrado João Monteiro, o experiente Diogo Carvalho e a surpreendente Patrícia Santos, que se estreia num mundial sénior com apenas treze anos. 

Bode Abiodun e Aruna Quadri disputarão a segunda divisão masculina, em representação da Nigéria.

 

Portugal, nº 8 do ranking mundial, assumiu publicamente uma candidatura às medalhas nos masculinos e propõe-se a subir de divisão nos femininos, mesmo apresentando uma equipa muito jovem, com três atletas com idade igual ou inferior a 20 anos.

 

O grupo dos homens é composto pela China (n.º 2), Brasil (n.º 10), Rússia (n.º 15), República Checa (n.º 18) e Coreia do Norte (n.º 25).

Nas mulheres, Portugal é 77º na hierarquia mundial e defrontará no grupo K da 3ª divisão as seleções da Estónia (n.º 52), Argélia (n.º 56), Turquemenistão (n.º 62), Macau (n.º 65) e Bulgária (n.º 73).

 

Boa sorte a todos, que Portugal traga a medalha, as mulheres consigam a subida de divisão e os nigerianos possam, na próxima edição, defrontar os portugueses.

 

Em seguida deixo-vos uma reportagem publicada esta semana no jornal "A Bola", sobre a "benjamim" Patrícia Santos, onde o pai revela a ameaça que a levou a trocar o Benfica pelo Sporting.

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Para terminar, recordo que disputar competições seniores, mesmo que não a este nível, não é novo para a jovem Patrícia, que compete pela equipa sénior do Sporting, que está a disputar a subida à 1ª divisão nacional (neste momento ocupa o 2º lugar). 

Numa equipa que conta apenas com uma atleta em idade sénior, a romena Andreea Dodean, irmã da conhecida Daniela Dodean, uma das melhores jogadoras da Europa e mulher do nosso João Monteiro, Helena Pedroso, Rita Silva, Juliana Silva e Bruna Marcelino são as restantes jovens que tentarão levar o Sporting ao mais alto patamar nacional por equipas.

 

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Foi há três anos, a maior alegria que o Sporting me deu

Vivi aquela semana intensamente. O Sporting passava por um período de clara afirmação mas ainda longe da pujança de hoje. A forma heróica como o grupo se entregou a esta prova, a paixão do treinador e o empenho de todos fez da conquista da taça CERS o momento mais emocionante que vivi enquanto adepto deste fantástico Clube.

Não, não foi a taça de Portugal em 1995, 2007 ou 2008, nenhum dos campeonatos nacionais de 2000 ou 2002 e muito menos a taça de Portugal de 2015, que até tive o prazer de ver ao vivo.

Quando se diz que o Sporting não é só futebol, não é da boca para fora. Somos muito mais do que futebol e as maiores conquistas das nossas modalidades equiparam-se a qualquer conquista no futebol.

Claro que eu era um jovem, em 2002. Hoje certamente viverei uma conquista de um campeonato nacional de futebol mais intensamente, porque o Sporting vai-se entranhando cada vez mais em nós, com o passar dos anos. 

Seja como for, porque o futuro está por descobrir, recordemos hoje aquilo que há três anos me fez chorar de alegria.

 

 

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À conquista da Europa

Foto de Judo Sporting Clube de Portugal.

 

Respeitando a ordem da foto: Anri Egutidze, Jorge Fonseca, Joana Ramos e Sergiu Oleinic são os representantes do Sporting nos campeonatos da Europa de judo, que hoje começam a disputar-se em Tel Aviv (Israel).

A prova disputa-se até sábado, com Joana Ramos e Sergiu Oleinic a estrearem-se hoje, no primeiro dia de provas, nas cetegorias de -52kg e -66kg, respectivamente.

Sexta-feira será a vez de Anri Egutidze se fazer aos tatamis, na categoria -81kg, enquanto que, para sábado, fica reservado a Jorge Fonseca o último dia de competição, nos -100kg.

 

Joana Ramos, nº 23 do ranking mundial e medalhada de bronze nos últimos campeonatos da Europa, há um ano, em Varsóvia (à qual junta a prata, em 2011), está de volta à competição após uma época, até ao momento, muito complicada.

A atleta do Sporting não compete desde Tóquio, em dezembro do ano passado e tem recuperado, desde então, de uma pneumonia. Previa-se que tivesse regressado à competição mas diria que guardou os trunfos todos para esta competição.

O seu momento de forma é uma completa incógnita para as adversárias, que certamente não deixarão de respeitar uma atleta do seu nível e com o seu currículo.

Joana Ramos começa frente à austríaca Agata Perenc, 20ª do ranking mundial e, naturalmente, não é uma das candidatas às medalhas.

 

Sergiu Oleinic, nº 17 do ranking mundial, é um atleta com prestações bastante consistentes mas que, por azar, não tem conseguido melhores resultados, dos quais, julgo eu, já seja merecedor.

O histórico de quintos e sétimos lugares é longo e há sempre a expectativa de ver qual a prova em que supera esses resultados e atinge o pódio, onde não está desde o Grand Prix de Zagreb, em setembro de 2017.

Desde então foram muitas as vezes que Oleinic não passou das rondas preliminares, embora mostrando-se sempre um osso duro de roer para todos os adversários, mesmo os mais fortes.

Entrará em competição frente ao espanhol Alberto Gaitero Martin, nº 21 mundial e acredito que, passando a primeira ronda, lutará até ao fim pelas medalhas. Embora não seja encarado como um sério candidato, diria que é um bom outsider em quem apostar.

 

Anri Egutidze, primeiro ano de sénior, vem de dois meses fantásticos em que competiu ao mais alto nível e nos quais conquistou duas medalhas (prata e bronze) em provas do circuito mundial. É 17º do ranking mundial na sua categoria e o outsider com maiores possibilidades de ser feliz em Tel Aviv, na prova de -81kg.

Pela frente terá o cipriota Phedias Konnaris (358º do mundo) que, se tudo correr normalmente, derrotará sem problemas, embora estejamos a falar da categoria mais competitiva e imprevisível do judo masculino

Embora como outsider, pelos seus resultados recentes, a sua ambição, potencial e capacidade, Egutidze é encarado como um dos mais fortes candidatos a furar o favoritismo de outros atletas.

 

Por fim, Jorge Fonseca, 7º da hierarquia mundial é, sem dúvida, um dos mais explosivos e tecnicamente desenvolvidos do Mundo, na sua categoria. O seu judo é entusiasmante e apreciado um pouco por toda a parte.

As múltiplas medalhas em competições do circuito mundial impõem respeito e é rara a competição em que não o vemos no top 5.

Não há dúvidas que Fonseca é um dos mais fortes candidatos às medalhas, não só entre os Sportinguistas como em toda a comitiva nacional e é inegável que essa expectativa existe, mais ainda no próprio Jorge, sempre ambicioso e muito seguro de si e da sua qualidade.

Pela frente, na primeira ronda, terá Laurin Boehler, austríaco e 17º do ranking Mundial. O caminho para as meias-finais não será, contudo, tranquilo. Na final de poule espera-se um electrizante embate com um de dois gigantes da categoria; o húngaro Miklos Cirjenics e o francês Cyrille Maret.

 

A competição terá total cobertura da European Judo Union, no seu canal de youtube (link), os resultados têm actualização em directo (link) e a prova começa hoje, às 10 horas.

 

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Mais uma vez a um passo do sonho

Ainda não foi desta que erguemos a UEFA Futsal Cup. O Inter Movistar foi mais forte e venceu por 5-2, num jogo em que o Sporting correu sempre atrás do prejuízo.

À terceira não foi de vez e depois da quinta presença em meias-finais, o Sporting não foi além do segundo lugar e igualou o Dínamo de Moscovo e o Inter em finais perdidas a um jogo (3). Os russos ainda perderam mais duas, numa fase em que a final se disputava em duas mãos.

 

Confesso que estava extremamente confiante na vitória e na capacidade da nossa equipa. Estou triste pela derrota mas conformado. O Inter foi melhor e mostrou estar ainda um furo acima de nós. Podemos equilibrar um jogo com o campeão espanhol, podemos até ganhar (como se viu na Masters Cup) mas o resultado mais normal ainda é o que se verificou.

O nível de eficácia em momentos de decisão que o Inter apresenta coloca-os num patamar acima de todas as equipas de Europa e mostra o porquê de serem tetra-campeões da liga espanhola e, agora,bi-campeões europeus.

A entrada a perder no encontro foi um banho de realidade e um sério aviso à equipa liderada por Nuno Dias. Os espanhóis mostraram que não iam facilitar e que iam atirar a contar sempre que pudessem. 

O golo do empate devolveu-nos alguma esperança e nem o segundo golo do Inter abalou a nossa confiança, embora tenha demonstrado mais uma vez que eficácia é o nome do meio dos madrilenos.

O terceiro golo já colocou a fasquia mais elevada e deu para perceber que levar de vencido o campeão europeu seria uma tarefa muito complicada.

Não conseguir passar para a frente do marcador foi o maior entrave ao nosso sucesso. Era esse ascendente no marcador que permitiria retirar ao Inter o conforto no jogo. Para sermos felizes, teriam de ter sido eles a correr atrás do resultado.

 

O frango de Marcão logo no início da segunda parte podia, no entanto, ter deitado por terra a confiança da equipa. Facilmente acabaríamos desmoralizados e tudo poderia terminar como na época passada.

Mas não...a equipa não se resignou e partiu para uma grande segunda parte, que até podia ter tido dois minutos finais de incerteza no resultado, se Dieguinho tem concretizado um lance cara-a-cara com o guarda-redes espanhol. Nesta fase, o Sporting perdia por 4-2, fruto de um golo de Diogo, já a jogar em 5x4. O lance de Dieguinho poderia ter feito o 4-3 e relançaria o jogo para os minutos finais.

O Inter acabaria por marcar o último golo a segundos do final, retirando alguma justiça ao resultado. O Sporting não merecia ter perdido por três golos de diferença mas isso também não é importante. Uma derrota é uma derrota, independente dos números.

Não foi suficiente para dar os parabéns à nossa equipa mas o orgulho em todos os jogadores mantém-se. Temos um grande plantel, liderado por um dos melhores treinadores do Mundo e a nossa hora chegará.

Todos merecem ser campeões da Europa de clubes um dia, mas há uns a quem a sorte já devia ter sorrido. João Matos, Pedro Cary, Caio Japa e Djô já mereciam este título, depois de terem estado em todas as final-four que o Sporting disputou. Deo só falhou uma final-four (estava na Rússia) e esteve em todas as finais perdidas. Divanei e Cardinal estiveram em duas das três finais perdidas. Nuno Dias e a sua equipa técnica estiveram em três das cinco final-four e também eles mereciam mais do que dois segundos lugares e um terceiro.

 

Uma coisa é certa; não devemos desistir de perseguir este objectivo e espero que para o ano consigamos voltar a estar nos momentos de decisão.

Em 2018/2019 e prova passará a ter nova designação e, quem sabe, a nossa sorte mude. Venha de lá a Champions!

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Sporting CP está na final-four da Liga Europeia

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Agregado de 6-4, no conjunto das duas mãos. O Porto, o Barcelona e o Reus serão os adversários da derradeira fase da prova, onde portugueses e espanhóis se defrontarão entre si nas meias-finais.

 

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Queremos a glória europeia

Duas finais e uma vitoria em cinco presenças nas meias finais da Liga Europeia (à época denominada "Taça dos Campeões Europeus"); é este o registo do Sporting na fase mais adiantada da maior competição de clubes do hóquei em patins europeu.

Entre 1975 e 1979 o Sporting esteve presente em três meias-finais da Taça dos Campeões Europeus (na altura disputadas em duas mãos). Venceu a prova em 1976/1977, naquela que é a única vitória na competição, e foi eliminado em 1975/1976 e 1978/1979 pelas equipas que viriam a vencer a prova (Voltergà e Barcelona).

Em 1982/83 voltaríamos a cair aos pés do Barça (que voltaria a sagrar-se campeão da Europa) e a nossa última presença nas meias-finais culminou numa derrota na final, frente ao Noia.

 

Extinta, em 1994/1995, a equipa de hóquei em patins do Sporting nunca viveu a intensidade de uma final-four, fase que a prova maior do CERH só estreou em 1996/97, com o Barcelona a vencer em casa a primeira fase final disputada neste formato.

Curioso que as equipas portuguesas disputaram muito mais finais desde a implementação das final-four, mas ganharam muito menos troféus nas 21 edições assim decididas do que nas 31 edições anteriores, disputadas em duas mãos (casa e fora).

Em dez finais, entre 1966 e 1996, três equipas portuguesas arrecadaram o troféu por quatro vezes (Sporting, Barcelos e Porto, em duas ocasiões).

Entre 1997 e 2017, foram treze as vezes que a final teve um representante português, sendo que apenas em duas ocasiões uma equipa portuguesa saiu vitoriosa (o Benfica, em ambas, qualquer delas jogadas com adversários também portugueses).

Passámos de quatro finais ganhas em dez, para duas em onze. Jogar uma final-four não é bom sinal para os lusos na Liga Europeia, a não ser que joguem entre si (onde é inevitável que um ganhe).

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O Sporting começou ontem a discutir o acesso às meias-finais da Liga Europeia desta temporada. Em Oliveira de Azeméis o jogo foi difícil, como se esperava.

Aos quinze minutos o Sporting perdia por 2-0, com ambos os golos a surgirem em power-play, fruto da exclusão de dois jogadores leoninos com cartão azul (Toni Pérez e Matías Platero). Ângelo Girão defendeu ambos os livres directos daí resultantes mas o Sporting não conseguiu evitar o golo dos da casa, jogando (e sofrendo) depois em inferioridade numérica.

Paulo Freitas pediu imediatamente timeout e Caio ainda viria a reduzir para 2-1, minutos depois, resultado com que se chegou ao intervalo.

No segundo tempo os golos só surgiram já dentro dos dez minutos finais. Pedro Gil empatou e Ferran Font assegurou uma importante vitória, que pode ser fundamental para carimbar em casa a passagem à final-four da Liga Europeia.

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Paulo Freitas falou, no final, num resultado justo e em decisões duvidosas da equipa de arbitragem. Quarta-feira regressa o campeonato e o Sporting recebe no João Rocha o HC Valença. A segunda mão da Liga Europeia está marcada para o dia 7 de Abril.

 

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Agenda Leonina

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NATAÇÃO (Campeonatos Nacionais Equipas) - LINK

FUTEBOL FEMININO (Liga Allianz) - LINK

JUDO (Taça da Europa de Juniores) - LINK

 

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Grandes? Enormes!

Ninguém duvida que é o futebol que move multidões, que é o grande motor do nosso Clube mas, no fim de contas, é apenas uma pequena (embora significativa) percentagem daquilo que é o Mundo Sporting.

O nosso grande Clube tem 55 modalidades, 13 delas de desporto adaptado. Temos um gabinete olímpico que apoia e integra mais de 70 atletas em 10 modalidades distintas. Um projecto ambicioso que tem melhorado as condições dos nossos "olímpicos" com vista à obtenção de melhores resultados desportivos que preencham o currículo dos atletas e orgulhem e prestigiem toda uma nação leonina.

 

Temos atletas top 10, 20, 30 mundial. Todos sentem o Sporting, todos o vivem dia após dia. A maior parte dá ao clube mais títulos do que aqueles que temos festejado no futebol mas, ainda assim, nem sempre se sentirão apoiados e acalorados pela nossa massa adepta, que é fantástica mas pode sempre fazer melhor.

Temos na nossa história, no futebol e nas modalidades atletas que são autênticas lendas, exemplos de competidores natos que ainda hoje inspiram gerações, umas a seguir às outras.

 

Temos neste momento a competir pelo clube alguns atletas de topo mundial nas suas disciplinas. Pessoas que se esforçam e dedicam, obtendo resultados mesmo que defrontem os melhores do Mundo em cada prova que disputam.

Muitos deles não têm a sorte de apanhar uns "clubes pequenos" pelo caminho, não disputam provas de regularidade, não têm margem de erro, é sempre ganhar ou perder. Mesmo assim, obtêm resultados.

 

Exemplos como temos no atletismo, no judo, como a nossa equipa de futsal, ténis de mesa ou goalball, entre outros.

Aos que acompanham sobretudo o futebol, experimentem ver algumas competições de outros atletas, de outras modalidades. Vejam as dificuldades que enfrentam e os bons resultados que obtêm, mesmo que estejam sempre no fio da navalha.

No atletismo, excepto nas provas de fundo, são escassos os minutos (por vezes segundos) que um atleta tem para mostrar o que vale e o mesmo vale para a natação ou para a canoagem. No judo tudo se pode ganhar ou perder em apenas quatro minutos...

 

Bem sei que a indústria paga aos seus intervenientes algo equivalente àquilo que o espectáculo gera. É inevitável que no futebol os jogadores ganhem mais dinheiro. Talvez por isso, seja também inevitável a pressão extra a que estão sujeitos, a exigência. Por outro lado, disputam as competições sob olhar atento de milhares (milhões, através da televisão).

Não é isso que acontece nas restantes modalidades e, no entanto, continuamos a ganhar medalhas em competições ao mais alto nível nas várias modalidades já mencionadas e não só. Temos atletas que estão entre os melhores do Mundo e se batem com outros do mesmo nível em cada competição.

 

Só no judo temos o Fonseca, o Anri, o Sergiu, a Joana, a Taciana e a Siderot. Temos o Évora, a Mamona, Jessica e a Sara (atletismo), o Emanuel e a Francisca (canoagem), o João Costa (tiro), o Monteiro e o Quadri (ténis de mesa), o Diogo Abreu (ginástica - trampolins), o Alexis (natação) e é natural que muitos outros me faltem com estatuto semelhante (as minhas desculpas a todos eles).

Temos o atletismo, actual campeão da Europa de clubes feminino ao ar livre e já este ano campeão da Europa de clubes em corta-mato (em ambos os géneros).

O goalball, com uma jornada por disputar, é já campeão europeu de clubes e judo masculino foi, pelo segundo ano consecutivo, medalha de bronze na Golden League (a maior competição de clubes a nível europeu).

O futsal está na meia-final da UEFA Futsal Cup, o ténis de mesa na meia-final da Champions League,  o hóquei em patins nos quartos-de-final da Liga Europeia, o futebol disputa hoje o acesso aos quartos-de-final da Liga Europa e o andebol é, por enquanto, o detentor da taça Challenge em andebol.

 

Motivos mais do que suficientes para que levemos a sério a frase; "o Sporting é muito mais do que um clube de futebol". Na verdade, o Sporting é um Clube desportivo que tem futebol, num país onde reina a bola no pé e onde somos campeões da Europa de selecções em futebol e futsal, tendo nas nossas equipas vários dos intervenientes nessas conquistas.

No entanto, como se pode constatar, há muito mais para além do futebol de que nos devamos orgulhar e que devemos seguir, acompanhar e apoiar.

 

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Venham de lá os húngaros

Este será o palco da final-four da UEFA Futsal Cup, onde o Sporting procurará o primeiro título europeu da modalidade.

Hoje, em Camp Nou, no intervalo do Barcelona vs Chelsea, a contar para a UEFA Champions League, ficaremos a conhecer o nosso adversário da meia-final e eu desejo que nos calhem os húngaros do Győri ETO FC, deixando assim o duelo espanhol para o outro encontro (Barcelona e Inter FS).

Que a sorte esteja connosco.

 

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