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Grande Artista e Goleador

Hoje joga o Sporting

O dia começou com o domínio do Sporting no atletismo, com vitórias colectivas e individuais em ambos os géneros, nos campeonatos nacionais de corta-mato longo, às quais se juntará certamente mais uma vitória no masculino do nacional de clubes em natação.

No hóquei em patins, depois de um grande jogo, com 5-5 no final do prolongamento, o Porto mostrou-se mais eficaz e venceu por 0-3 no desempate através de grandes penalidades, enquanto que o futebol feminino goleou o Cadima por 8-1.

A equipa B saiu da zona de despromoção com o empate a uma bola em Matosinhos (golo de Pedro Marques) e o judo arrecadou duas medalhas de bronze na Taça da Europa de Juniores.

Segue-se o andebol, antes do futebol enfrentar um jogo que tem de ser encarado como uma autêntica final.

Estes são os 19 convocados por Jorge Jesus para tentar levar de vencido o Rio Ave de Miguel Cardoso, que se apresentará no José Alvalade sem Chico Geraldes e Gelson Dala, impossibilitados de dar o seu contributo frente ao clube que os enviou por empréstimo para Vila do Conde.

 

Antes da pausa para as selecções e de um momento ímpar sem competição, é importantíssimo que mantenhamos a distância para os rivais, afim de manter viva uma perseguição difícil (Porto e Benfica já venceram os seus jogos desta jornada).

Com Wiiliam e Coates de volta aos convocados e, certamente, ao onze inicial, espera-se uma entrada de leão que possa desmoralizar o Rio Ave e os seus intentos de levar pontos para o norte do país.

Mantém-se a expectativa para ver se é desta que Wendel se estreia de leão ao peito, sendo que o mais importante é somar mais três pontos à nossa caminhada nesta Liga NOS.

 

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Hoje joga o Sporting

Hoje joga-se no Pavilhão João Rocha a primeira mão das meias-finais da Champions League de ténis de mesa. O encontro disputa-se à mesma hora do futebol, que na República Checa tentará carimbar a passagem aos quartos-de-final da Liga Europa. Espero que os Sportinguistas não neguem apoio à nossa equipa de ténis de mesa, que precisa de um apoio massivo para bater o bi-campeão europeu em título, que tem entre as suas fileiras dois jogadores top 15 mundial. Um apoio entusiástico pode fazer a diferença, algo que nenhum de nós conseguirá fazer sentado no sofá. Quem puder, faça o favor de se deslocar ao Pavilhão João Rocha. A entrada é livre.

 

TTC Fakel Gazprom é o bi-campeão europeu em título e tinha, aquando da inscrição, três atletas entre os melhores 12 do Mundo. 

Ovtcharov (alemão) era 5º mas chegou a ser líder do ranking mundial, posição que perdeu entretanto para o compatriota Boll. Mizutani (japonês) era 6º e hoje encontra-se no 14º posto. Samsonov (bielorrusso) era o 12º da hierarquia mundial e está hoje no 24º posto.

Muitas vezes o ranking pouco significa, pois só reflecte a participação do atletas em provas do circuito ITTF mas não deixa de ser um indicador da valia de cada um.

 

Do nosso lado teremos Aruna Quadri (22º do Mundo), João Monteiro (55º) e Diogo Carvalho (245º e bi-campeão nacional individual).

Temos argumentos para, num dia bom, em que tudo nos saia bem, levar a melhor sobre a equipa russa.

Um resultado de 3-1 já seria suficiente para aumentar a ansiedade do adversário para a segunda mão. Um 3-2, apesar de posítivo, já dificulta bastante a nossa tarefa mas tudo é possível.

Na fase de grupos perdemos 3-1 na Rússia, com João Monteiro a ser o único a superiorizar-se a um adversário (Ovtcharov). Aruna e Carvalho perderam ambos 3-1 com Mizutani e Samsonov, respectivamente.

Em casa ganhámos 3-1 na última jornada da fase de grupos mas defrontámos outros jogadores, visto que os russos já estavam apurados para os quartos-de-final.

 

Volto a frisar que a presença massiva dos Sportinguistas no Pavilhão João Rocha é fundamental para levar de vencido o TTC Fakel Gazprom.

 

Enquanto isto, estarei com meio olho na SIC, no jogo da República Checa, onde o futebol pode atingir os quartos-de-final da Liga Europa, fase onde não marcamos presença desde 2012, quando atingimos as meias-finais (eliminados pelo Athletic Bilbao).

Jesus já convocou alguns dos recuperados de lesões e castigos, que estarão escudados por três jogadores da equipa B, convocados à condição, para precaver alguma indisponibilidade. Ivanildo Fernandes, Rafael Barbosa e o repetente Ronaldo Tavares acompanharam os restantes jogadores da equipa principal.

 

A vitória por 2-0 na primeira mão dá algum conforto mas não nos transmite nenhum descanso. É importante entrar bem no jogo, marcar cedo e depois, aí sim, gerir o jogo e o agregado da eliminatória.

Temos tudo na nossa mão e a obrigação de passar aos quartos-de-final, evitando sobressaltos e ataques cardíacos à nação leonina.

 

Vamos lá, leões!

 

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Hoje joga o Sporting

As visitas a Chaves são tradicionalmente difíceis. Entre campeonato e taça de Portugal, foram dezasseis as visitas a Chaves e o Sporting só venceu três (!!!) vezes - todas seguidas, entre 1992 e 1995.

De 1995 para cá, foram quatro empates e duas derrotas. Outro facto relevante é que o Sporting marca poucos golos ao Desportivo, em sua casa. O jogos pautam-se pelo equilíbrio e os resultados mais dilatados são dias vitórias do Sporting por 0-2 e 1-3. Nos dezasseis encontros disputados em casa dos flavienses o Sporting marcou apenas 21 golos, tantos quantos sofreu.

 

A derrota em Tondela foi a primeira do Chaves com equipas que não um dos grandes desde a eliminação da taça de Portugal, em novembro, nos Açores. Dai para cá, em 14 jogos, o Chaves só perdeu com o Benfica, o Porto e, agora, o Tondela. O percurso em casa não é perfeito nem sequer regular. Quatro vitórias, cinco empates e três derrotas (com Benfica, Feirense e Porto). Ainda assim, fica evidente que não é fácil trazer os três pontos de trás-os-montes.

 

Há baixas de ambas as partes mas é do lado leonino que se fazem sentir as maiores ausências. Faltam os dois laterais habitualmente titulares, Bruno Fernandes, Acuña e Bas Dost acaba de regressar de lesão. Teoricamente, esperam-nos noventa minutos complicados mas nem sempre as coisas são o que parecem.

Cabe-nos a nós descomplicar e fazer com que as coisas aconteçam e os três pontos caiam para o nosso lado.

Já há onze oficial, por isso, vamos a eles, leões!

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Hoje joga o Sporting

É hoje o primeiro dia do resto da nossa época.

Por muito que não queiramos ver o quão decisivo é o jogo de hoje e esta eliminatória com os checos do Viktoria Plzeň, a verdade é que pode definir muito daquilo que será a nossa época e o sucesso ou insucesso da mesma.

Jesus tem puxado a si os holofotes, tem puxado dos galões e chamado a atenção dos media para um técnico revolucionário e talhado para estas competições, com eliminatórias decididas a dois jogos.

Tudo o que resta para conquistar da nossa época, será disputado nesses moldes. Liga Europa e Taça de Portugal (está já com a 1ª mão da meia-final jogada - e perdida, no Dragão) jogam-se no sistema que Jesus tanto gosta, culminando com finais a um jogo, onde nem sempre o técnico do Sporting foi feliz. Teremos de nos centrar nestas frentes, sem descurar a perseguição ao segundo lugar do campeonato, objectivo ao nosso alcance e no qual não dependemos de ninguém para além de nós próprios.

 

Vejo muita gente pronta a desculpar um potencial fracasso com o valor do Viktoria Plzeň e dos seus jogadores e com as baixas por lesão do nosso lado.

Não há desculpas!

Temos melhores jogadores, temos um treinador que se diz melhor que os demais (e que tem qualidade) e somos, enquanto clube, uma equipa com mais tradição nas competições do que os checos.

O Sporting está já a fazer a melhor temporada europeia entre as últimas cinco épocas e os checos já igualaram a pontuação obtida nas competições europeias em 2013/14 (também a melhor das últimas cinco).

 

Claro que não é igual ir a jogo com ou sem Dost, Doumbia, Piccini ou Rafael Leão. Há que saber montar uma estratégia que potencie os restantes e motive a ir a jogo um ou outro que não esteja a jogar com tanta regularidade.

Noto mais uma vez que vamos no risco de não ter um único defesa no banco. Terão de ser Palhinha, Petrovic ou William a tapar um possível buraco no centro da defesa, enquanto Battaglia, Bruno César e Acuña o farão nas laterais (caso necessário).

Oportunidade incrível para Ronaldo Tavares que poderá mostrar-se numa competição europeia, sendo que a oportunidade não é menor para que Montero possa mostrar serviço e, quem sabe, agarrar um lugar no onze para o que resta da temporada.

 

Quanto aos checos, claro que têm alguns jogadores de qualidade e com experiência mas vê de um período sem competição e desde que voltaram ao activo contabilizam apenas uma vitória em quatro jogos.

São uma equipa completamente ao nosso alcance e aquela que todos os restantes clubes da Liga Europa gostariam de ter apanhado pela frente. Calhou-nos a nós e é hora de mostrar a nossa superioridade.

 

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Hoje joga o Sporting

Jesus convocou 21 jogadores para a recepção ao Moreirense de Petit, treinador que tem por hábito dificultar-nos a vida.

Entre Boavista, Tondela e Paços de Ferreira, são 6 pontos roubados ao Sporting em encontros para o campeonato. Em, seis jogos para a Liga Portuguesa, só ganhámos três a equipas orientadas pelo ex-médio internacional português. O único jogo que o Sporting venceu por uma margem superior à mínima, foi ao primeiro embate, com o Boavista, em 2014/15.

Desde que chegou ao Sporting, em quatro embates com Petit, Jorge Jesus apenas venceu um jogo, tendo empatado os outros três. Mais do que nos jogadores, veremos se este registo não pesa na forma como o nosso treinador possa abordar o encontro.

 

Seja como for, não há desculpas para um mau resultado. O Sporting é infinitamente melhor que este Moreirense, que é uma equipa com grandes carências, facilmente demonstradas pela posição na classificação geral. Os cónegos seguram a lanterna vermelha e convém que essa situação se mantenha no final desta jornada.

Jesus quis alimentar as conversas pré-jogo, entre os adeptos, que gostam sempre de fazer a sua equipa e mandar o seu "bitaite". Dos 21 convocados, três acabarão na bancada. Veremos quais.

Jogue quem jogar, vá quem for para o banco, os três pontos terão de ser nossos.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois das vitórias de ontem do hóquei em patins (1-3, em Tomar) e do andebol (17-36, em Santo Tirso, para a Taça de Portugal) e do empate da equipa de pool português (bilhar) na segunda jornada do apuramento de campeão (8-8, frente ao Orange Pool Club) é hoje a vez do futebol jogar para a Liga Europa.

 

Já ontem tinha dado a minha opinião (link) acerca do que faria para hoje mas duvido que Jorge Jesus me faça a vontade.

Acredito num onze mais próximo do habitual e com menos poupanças do que as que eu faria.

Os cazaques virão certamente com vontade de entrar bem na partida e só um golo cedo lhes devolverá esperanças na luta pela passagem à fase seguinte.

 

Ao Sporting basta um jogo seguro defensivamente para estar nos oitavos-de-final da Liga Europa, fase da prova onde o Sporting não marca presença desde 2012, ano em que só parámos nas meias-finais, eliminados em Bilbao.

Reitero mais uma vez a enorme vontade de assistir à estreia europeia a titular de Rafael Leão, não só pela oportunidade ao jovem da nossa Academia mas também porque acho que é jogo para o miúdo "partir a loiça".

Acredito em mais uma vitória e mais um salto no ranking de clubes da UEFA.

SPOOOOOOOOOORTING!

 

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Hoje joga o Sporting

Ultrapassada que está a Assembleia Geral, a questão dos estatutos, do regulamento disciplinar e da continuidade de Bruno de Carvalho, podemos novamente centrar as nossas atenções apenas na competição das nossas equipas.

A aprovação esmagadora dos pontos não surpreendeu. Os Sportinguistas foram chamados a votar, com a continuidade do Presidente em pano de fundo e a amostra presente revelou não ser, em nada, idêntica à dos cerca de 800 Sportinguistas que haviam estado na AG de dia 3.

O desconforto generalizado inicial com parte das propostas deu lugar a uma cedência e aprovação das mesmas com a chantagem (continuo a não encontrar um termo mais correcto) feita pelo Presidente, que sai assim com poderes reforçados e ainda mais legitimado do que nas eleições do ano passado (como se isso fosse necessário). As propostas aprovadas passaram claramente para segundo plano, em detrimento de um voto de confiança ao Conselho Directivo.

Fiz questão de estar presente na AG, votei em consciência e saí com sentimento de dever cumprido. Foi, de facto, um dia de grande fervor e onde, mais do que o Sporting Clube de Portugal, foi Bruno de Carvalho o grande vencedor.

 

Imune a tudo isto, acredito eu, esteve sempre o grupo de trabalho que hoje estará em Tondela para discutir três pontos muito importantes, após vitórias contundentes de Benfica e Porto.

Não podemos perder pontos, sob pena de deixarmos de depender apenas de nós para sermos campeões nacionais.

 

Pepa apresentou o seu Tondela como uma equipa "hardcore, de pé na chapa". Agressiva e intensa, depreendo eu. Foi isso que mostraram em Alvalade, com linhas muito juntas, saídas afoitas para o contra-ataque e agressividade consubstanciada em 20 faltas cometidas.

Infelizmente não foi este Tondela que se apresentou na recepção ao Benfica, onde foi o antagonismo daquilo que Pepa pretende, sendo permissiva e cometendo apenas 8 faltas em mais de 90 minutos. Mas isso agora não interessa nada...

 

Jesus incluiu Bas Dost na lista de convocados, que não contará com Fábio Coentrão, castigado à posteriori por acontecimentos no Estádio do Dragão, no jogo da Taça de Portugal.

O Sporting estará assim perto da máxima força. Após uma excelente vitória no Cazaquistão, resta saber se os efeitos da viagem ainda se farão sentir e se o cansaço dos jogadores-chave não é impeditivo de uma exibição suficiente para alcançar a vitória.

Jesus cometeu um erro (a meu ver) ao não levar um lateral para o banco de suplentes. Apenas Piccini está convocado e serão Acuña ou Bruno César a ocupar a lateral esquerda. Espero que as contingências do jogo não nos retirem Piccini do relvado.

Wendel está convocado e, se a lógica imperar e Bas Dost estiver apto, será o relegado para a bancada. Rafael Leão volta a estar entre os eleitos.

Ganhar hoje manterá as distâncias e deixará em aberto a possibilidade de descansar alguns elementos mais utilizados na quinta-feira.

 

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Hoje joga o Sporting

Foi nesta Liga Europa e na extinta Taça UEFA que o Sporting cimentou o seu estatuto europeu entre os 20/30 melhores clubes.

Apesar de não ser um fã entusiasta da Liga Europa reconheço que é o patamar ideal para cavalgar lugares no ranking, com o objectivo mínimo de ser top 20 na Europa.

Temos alguma tradição nesta competição, onde nos últimos quinze anos marcámos presença numa final, duas meias-finais e três quartos-de-final.

Há duas temporadas que o Sporting não participa numa eliminatória europeia. Estávamos na primeira temporada de Jorge Jesus e, depois de uma fase de grupos em que fomos 2º, à frente do Besiktas e atrás do Lokomotiv de Moscovo, caímos precisamente na fase que hoje integramos frente ao Bayer Leverkusen, com duas derrotas.

 

Hoje o Sporting é 44º no ranking e uma época bem sucedida a nível europeu poderá significar uma recuperação até 10 posições na tabela (mais coisa, menos coisa).

Essa recuperação será essencial para que nos livremos de sorteios adversos, sobretudo na Liga dos Campeões, prova onde temos de cimentar presença na fase de grupos.

 

O histórico europeu recente, nos jogos fora de casa não nos é nada favorável. O Sporting só venceu 18 dos últimos 26 encontros e perdeu 6 dos últimos 8 desafios fora de portas.

O jogo de hoje é importantíssimo para as nossas aspirações à presença nos oitavos-de-final, numa prova que exige uma longa caminhada até ao jogo decisivo, em Lyon.

 

Jesus convocou 21 jogadores, poupou Mathieu ao frio e ao relvado sintético de Astana e afirmou vontade de estar na final, borrando a pintura ao centrar mais uma vez o discurso no "eu", em vez de no "nós", dizendo um par de barbaridades.

Espero que esta vontade de ser bem sucedido na Europa leve o Sporting à tão desejada campanha europeia que dignifique o clube e lhe reponha algum do estatuto entretanto perdido.

 

O Astana apenas venceu um dos três jogos em casa na fase de grupos e será um adversário com pontos de contacto com o Steaua de Bucareste, que defrontámos no playoff da Champions. Uma equipa perigosa fora de casa, fruto da sua competência no ataque rápido e contra-ataque mas completamente ao alcance do Sporting.

Um bom resultado hoje será meio caminho andado para marcar presença na fase seguinte da Liga Europa e até acredito que o possamos alcançar poupando 2/3 jogadores do onze habitual utilizado por Jorge Jesus.

 

Vamos lá recolocar o Sporting no grupo dos melhores da Europa.

 

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Hoje joga o Sporting

Dia de testar a fibra deste grupo de trabalho, de ver se contratámos mesmo jogadores com a tal mentalidade de campeão.

Um grupo de campeões não perderá nunca uma oportunidade de ouro para vencer numa semana em que ambos os rivais escorregaram.

Um grupo de campeões não vacilará e, com maior ou menor dificuldade, ultrapassará o Vitória Sport Clube e reafirmará a sua candidatura ao título de campeão nacional.

 

Jesus, como líder desse grupo, deve encarar o jogo sem inventar e sem ter medo. São duas das coisas que o nosso treinador tende a fazer em jogos de elevada pressão e que não podem passar-se hoje.

O previsível é que aposte nos do costume, revelando algum conservadorismo, pouco compreensivo quando tem um plantel bem apetrechado com qualidade e soluções em quase todas as posições.

Hoje é o dia de apostar nos que estão melhor, em vez daqueles que, na sua cabeça, são os melhores. Nem sempre apostar nos melhores, nos que melhor compreendem as suas ideias, nos aproximará do sucesso.

Há que gerir bem os recursos à disposição e aproveitar o melhor de cada um em cada momento, não esgotando nem desperdiçando esses mesmos recursos.

Mais do que ser criativo na procura de soluções para os problemas (que os temos), há que ser objectivo.

 

Hoje é dia de ser líder, de afirmar que queremos o primeiro lugar e fazer por merecê-lo.

Os adeptos, que certamente não faltarão à chamada, merecem essa resposta.

 

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Hoje joga o Sporting

Há exactamente dez épocas atrás, estávamos prestes a iniciar o período que nos levou ao limite de pedir uma Assembleia Geral extraordinária para pedir a demissão de um Presidente.

Na época 2008/2009, a última que Paulo Bento completou como técnico da equipa principal, o Sporting ganharia o seu último título da "era pré-Bruno de Carvalho"; uma Supertaça (frente ao Porto, com um bis de Yannick Djaló). Hoje a realidade do Clube nada tem a ver com a daquele tempo mas, enquanto treinador, Paulo Bento havia dado ao Sporting alguma estabilidade e uns quantos títulos.

Hoje o Sporting vive o único momento de estabilidade após esse tempo, com um treinador na sua terceira época e uma saúde (a todos os níveis) invejável. No entanto, a exigência que hoje existe (e ainda bem), alicerçada num investimento sem precedentes (sustentado pelos melhores exercícios financeiros da história da SAD) em nada se compara com a daquele tempo, onde o Sporting fazia o que podia com metade do investimento dos rivais, aproveitando o que de melhor a formação nos dava.

Por esta altura, em 2009/2010, Bento já havia sido substituído interinamente por Leonel Pontes, que haveria de dar lugar a Carlos Carvalhal. Jorge Jesus era treinador do Benfica e o Sporting acabaria em 4º lugar, a quase 30 pontos da equipa treinada na altura pelo nosso actual treinador.

Hoje, após uma Taça de Portugal e uma Supertaça (os únicos títulos ganhos após Paulo Bento, que nos ajudou a vencer duas de cada), teremos a possibilidade de regressar aos títulos e reclamar para nós o estatuto de Clube vencedor que já ostentámos no passado.

 

Esta Taça da Liga, que há quase 10 anos atrás teve na primeira final os dois intervenientes da edição deste ano, não servirá para corrigir o passado mas pode servir para desenhar um novo futuro. Um futuro em que a Liga (e esta competição em específico) nos respeite e em que os adversários nos temam como há muito não temem.

Começaremos por devolver ao sadinos essa final perdida de há dez anos, iniciando um ciclo que se quer vencedor da única equipa nacional que se mantém com possibilidades de sucesso em todas as competições.

Iniciemos então um período de dez temporadas onde as duas Supertaças e a Taça de Portugal ganhas nos dez anos anteriores pareçam o ridículo que foram para a grandiosidade do Sporting, que se quer glorioso, tal como no lema.

 

Esforço, dedicação, devoção... Nada disso faltou no jogo da meia-final, nada disso pode faltar hoje.

Se cada jogador personificar em campo o lema do Clube, o Vitória FC não conseguirá fazer frente ao nosso poderio e qualidade.

 

Porque é um objectivo assumido pelo Clube, porque pode motivar e mobilizar o grupo a ganhar mais, esta eventual conquista é importante.

Para mim e para muitos dos nossos adeptos, é e continuará a ser apenas a Taça da Liga, a competição menos importante do calendário competitivo nacional.

 

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Hoje joga o Sporting

Nem tanto pela competição em si mas pelo boost motivacional que pode dar para o que aí vem, o jogo de hoje é de extrema importância. Uma vitória quebrará a invencibilidade do rival e esvaziará um balão que se tem mantido cheio, voltando a dar a Jesus alguma "aura" nos embates com os rivais, que tão necessária poderá ser no desfecho desta época.

Pouco mais que isto consigo concluir de momento. Só espero que, no final do dia, tenha mais do que motivos para sorrir.

 

A lista de convocados acaba de ser conhecida:

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Jogo decisivo no fecho da primeira volta

O jogo de hoje da equipa de hóquei em patins, a contar para a 13ª jornada do campeonato nacional da 1ª divisão, é decisivo, mesmo que faltem outros 13 jogos por disputar.

A recepção à Oliveirense, quarto classificado, deixar-nos-á com três confrontos directos guardados para o final do campeonato, com deslocações à Luz e a Oliveira de Azeméis (o Porto visitará o Pavilhão João Rocha).

Este jogo, também por ser em casa, é de vitória obrigatória para a manutenção das nossas ambições, rumo ao título nacional.

Benfica e Porto já venceram os seus jogos desta jornada e colocaram ainda mais pressão sobre Sporting e Oliveirense.

Uma vitória da nossa equipa mantém-nos em 2º lugar, no qual iniciámos a jornada, a apenas um ponto do Benfica e com mais um que o Porto, sendo que a Oliveirense ficará a ver o título como uma miragem.

Uma derrota recolocará a Oliveirense na luta e, não comprometendo os nossos objectivos, deixa-nos sem margem de erro (que em nada nos convém), dado o ciclo infernal que enfrentaremos no final da época (o pior entre todos os candidatos).

 

É tempo de afirmação e de vencer. O adversário, como sempre, dará luta e só perdeu uma das últimas quatro deslocações ao reduto leonino (uma vitória para cada lado e dois empates).

Paulo Freitas e a sua equipa têm hoje uma excelente oportunidade para reafirmar que podem e vão contar com o Sporting até ao fim, na luta pelo título de campeão nacional de hóquei em patins.

 

Força, leões!

 

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Hoje joga o Sporting

É sobretudo em casa que mais se manifestam as dificuldades do Sporting a atacar com qualidade e é por isso que são estes os jogos em que mais temo um resultado negativo. Muito mais nestes, com equipas "pequenas", do que com equipas que podem equilibrar as partidas em termos de domínio territorial e capacidade individual e colectiva.

 

"JJ" chamou Rúben Ribeiro e deixou de fora Iuri Medeiros, cada vez mais em final de linha e com a porta de saída escancarada. Mais ainda vendo que Bryan e Bruno César continuam a ser preferência para as alas, em detrimento do açoriano.

Rúben Ribeiro que pode ser muito importante em jogos como este, onde é necessária alguma capacidade individual para resolver os problemas, coisa que Acuña, Bryan e Bruno César não têm ou, pelo menos, não têm demonstrado.

 

Jesus não vai inventar nem muito menos surpreender. Irá a jogo o onze habitual e logo se vê se Rúben Ribeiro será chamado para se ambientar ao grupo e às dinâmicas da equipa ou para salvar o jogo.

Espero que seja a primeira situação, até porque já temos a nossa dose de jogos salvos e por salvar nos últimos anos. Mais ainda quando jogamos no Estádio José Alvalade.

 

A vitória de ontem do Benfica confirma que a máquina continua bem oleada. Todos sabem bem o que fazer e quando fazer. Estarão na luta até ao fim e podem mesmo ser os mais sérios candidatos ao título.

 

Da nossa parte, teremos de ser extremamente competentes daqui para a frente. Será mais fácil colocar o Porto sobre pressão, mais não seja pela maior instabilidade emocional de uma equipa que precisa deste título como de "pão para a boca" (à nossa semelhança), do que parar a onda vermelha, carregada de malas e favores por cobrar.

Sporting e Porto estão, neste momento, muito mais vulneráveis do que parecem.

Um erro da nossa parte pode ser "a morte do artista" e, em jogos como hoje, não podemos vacilar.

 

Vamos lá mostrar, batalha a batalha, que estamos aí para lutar pelo título até à última jornada.

Eu acredito, até porque me parece que o grupo de trabalho quer muito ser campeão.

Palavra aos artistas.

 

Nota final: sobre o futsal, talvez diga qualquer coisa amanhã, com mais tempo.

 

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Hoje joga o Sporting

CP vs SCP.png

Este é o onze que eu escolheria para a visita de hoje a Setúbal, casa emprestada do Cova da Piedade. Não menosprezando o adversário, o essencial é não alterar em demasia o sector defensivo, por forma a não comprometer o equilíbrio da equipa.

 

Jesus não mexeu demasiado nas opções habituais, onde apenas Gelson e William ficam de fora por gestão, visto que Piccini e Mathieu estão com problemas físicos.

Não há que ser hipócrita. Somos muito melhores que o Cova da Piedade, tanto individual como colectivamente. O essencial é não descurar a entrega, atitude, comprometimento e entreajuda, por forma a equiparar uma equipa que estará hiper-motivada para fazer história, visto que nunca esteve nas meias-finais da taça de Portugal.

 

Espero mesmo ver Palhinha, Podence, Iuri e Doumbia em campo, pois precisam de jogar e ganhar também motivação para o que aí vem a partir de fevereiro. Se algum deles estiver perto de sair, servirá para os ver em acção numa das últimas oportunidades.

Se tivermos a mesma vontade de ganhar que o Cova da Piedade, espera-nos um duplo duelo com Porto ou Moreirense.

 

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Hoje joga o Sporting

Mathieu é a única ausência de monta na convocatória, que inclui Piccini, em dúvida até à última hora.

Na ausência de Bruno César, castigado, será Iuri Medeiros o provável suplente de serviço, sendo que Palhinha deverá voltar a ficar na bancada.

 

Sobre o jogo. É mais um. Todos serão fundamentais na luta pelo título, todos são finais, todos são de margem de erro nula e enorme pressão.

Há que saber lidar com isso e garantir uma dinâmica ofensiva capaz de desmontar a estratégia defensiva do Marítimo, que é uma das boas equipas do nosso campeonato.

 

Vai ser preciso mais e melhor do que aquilo que se viu na Luz, na jornada passada.

Eu quero o Sporting campeão!

 

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Hoje joga o Sporting

É o único jogo que faz parar Portugal, o derby dos derbies, o encontro mais apaixonante.

O dia e a hora não são, sem dúvida, os mais convenientes, por vários factores.

Não é bom para os jogadores, que jogam a uma hora atípica. 

Não é bom para os adeptos, pela hora tardia e por impedir alguns, que morem mais longe, de estar presentes.

Mas também não é bom para o passar da mística aos mais novos, que não serão levados ao estádio, para viver o ambiente de um jogo desta grandeza nem poderão ver o jogo pela TV, por já ser hora de deitar, mais não seja porque têm escola no dia seguinte.

 

No entanto, nenhuma destas condicionantes atenua a paixão, vigor e intensidade com que são vividos estes duelos.

Há muito que já só se pensa no dia de hoje e se anseia que cheguem as 21:30h, para começar a roer as unhas e bater os pés de nervosismo.

À medida que as horas avançam, a ansiedade aumenta.

Muitos agradecerão por poder jantar antes, outros nem comer vão conseguir.

Cada um vive o derby e tudo o que o antecede à sua maneira mas poucos são os que só começam a pensar nele quando a bola rola.

 

Nestes jogos não há favoritos, os momentos de forma de cada equipa pouco importam e nem a valia das equipas ganha jogos antes do apito final.

O Sporting enfrenta este jogo sem derrotas nas competições nacionais, ainda não perdeu para o campeonato e vem numa série de quatro vitórias consecutivas na Liga NOS.

O Benfica atravessa um momento em que, até pela inconsistência dos resultados alcançados, é impossível traçar um padrão. O que é certo é que, na Liga Portuguesa (a única competição em que se mantém) apenas perdeu um encontro, sendo essa derrota que define a diferença entre os dois conjuntos; 3 pontos.

 

Não se iludam aqueles que reconhecem o momento de maior fulgor do leão, em comparação com a águia. O Sporting tem apresentado mais futebol e tem, na minha opinião, mais qualidade mas, num jogo com as características deste, isso pouco vale.

Já se viu como, mesmo apresentando um futebol sem fio de jogo, o Benfica pontuou no Dragão (onde mora o melhor ataque do país), tendo mesmo sido a única equipa que de lá saiu sem sofrer golos, em jogos para o campeonato.

 

No entanto, há factores que podem ser fundamentais para desequilibrar o jogo para algum dos lados. O Sporting tem, a meu ver, o factor anímico do seu lado e joga, numa fase ainda precoce do campeonato, com dois resultados na mira sendo que, obviamente, procurará a vitória.

Ao Benfica, apenas os três pontos interessam sabendo que, um empate, embora não comprometa em definitivo o objectivo dos encarnados, pode atrasar a perseguição para o líder, comprometendo as hipóteses de sucesso no confronto directo com o Sporting.

A ausência de Luisão não é de desprezar e Jesus sabe-o. Fundamental para a coesão defensiva dos encarnados, o "Girafa" é um líder dentro de campo e, muitas vezes, é mais decisivo pela forma como organiza e comenda a defesa do que propriamente pelas suas acções directas no jogo. Prevejo muitas dificuldades no controlo da profundidade e uma linha defensiva mais baixa que o habitual.

O jogo interior do Sporting, forçando diagonais entre os laterais e os centrais pode ser determinante na obtenção de um bom resultado.

Em contraponto e apesar de nunca ter marcado ao Sporting, Jonas é o elemento a anular do lado do Benfica, sendo que Krovinovic pode trazer dificuldades acrescidas ao último reduto leonino. Acho que é do centro do terreno, onde Pizzi parece ter voltado aos bons momentos, que pode vir a maior parte do perigo, pois confio que Coentrão e Piccini sejam eficazes a travar Salvio e Cervi.

 

Jonas é o melhor marcador do campeonato, seguido de Bas Dost, com menos cinco golos.

Pizzi, com cinco assistências, é o mais efectivo a entregar a bola para finalizar e também o jogador em campo que mais vezes coloca a bola a jeito do remate de um colega. Do lado do Sporting é Bruno Fernandes quem mais passes para ocasião oferece (dois por jogo), sendo que divide a liderança das assistências com Marcos Acuña e Daniel Podence (são três assistências para cada um).

Sem surpresa, é Gelson Martins o jogador das duas equipas que mais vezes tenta o drible sendo que, surpreendentemente, é Grimaldo o jogador do Benfica que mais recorre a esta "arma".

Felipe Augusto é o mais faltoso dos dois conjuntos, seguido de William Carvalho. No geral, o Benfica é mais faltoso que o Sporting (258 vs 229 faltas, em 15 jogos) mas, ainda assim, vê menos cartões. Nada que surpreenda.

Coates é o jogador do Sporting com mais acções defensivas por jogo, enquanto que Luisão (ausente da partida de hoje) é o que mais se destaca no adversário.

 

A chave do jogo, a meu ver, será Gelson Martins. Quanto melhor ele se apresentar no capítulo ofensivo, melhores oportunidades criará o Sporting no encontro, sobretudo caso Grimaldo jogue. O espanhol tem grande propensão ofensiva mas é um lateral permeável, sobretudo quando é enfrentado por "dribladores", como é o caso de Gelson. Sabendo nós o "monstro" que Gelson está no capítulo defensivo, espero que acompanhe este parâmetro do jogo com uma exibição ofensivamente de grande nível. Nós agradecemos e Bas Dost também.

 

Espero que o árbitro da partida (Hugo Miguel) não seja condescendente com a habitual agressividade extrema dos jogadores encarnados e que o vídeo-árbitro e os assistentes de campo facilitem a vida ao "juiz", natural de Lisboa.

 

Por fim, um desejo: que às 23:30h eu não consiga deitar-me devido ao entusiasmo e não à desilusão. 

SPOOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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Hoje joga o Sporting

Jesus não facilita e, como já disse anteriormente, o nosso histórico fora de casa na Taça da Liga não se compadece com facilitismos.

Embora eu optasse por rodar um pouco mais a equipa, mais por receio de lesões ou expulsões do que pelo eventual desgaste que a partida possa provocar, entendo que Jesus meta toda a carne no assador.

A equipa deverá acabar por ser muito próxima da habitual, com Salin na baliza, Bruno César ou Acuña no lugar de Coentrão e Doumbia na frente de ataque.

 

No Restelo fala-se em fazer história mas parece que, para isso, não interessa ter uma boa moldura humana. O preço dos bilhetes é absurdo para qualquer adepto que não possua Bluecard (presumo que a "Gamebox" dos azuis, que permite entrar sem pagar).

Um sócio do Belém pagará 10€ para assistir ao jogo, sendo que os não sócios pagarão 15€ ou 20€ para um jogo da menos prestigiada competição nacional, onde ambas as equipas têm aspirações.

Pedia-se mais respeito pelos adeptos. Não vai ser neste jogo que farão receita.

 

Dentro de campo, não tenho dúvidas que o Belém dará tudo para nos complicar a tarefa.

O Restelo é um campo tradicionalmente difícil e, para a Taça da Liga, na única deslocação a Belém, o Sporting perdeu 3-2 num jogo envolto em polémica, depois de termos estado a vencer 0-2, com um bis de Ryan Gauld. Este foi o ano do "protesto", após a vergonha do atraso do Porto no último jogo da fase de grupos em 2013/14, em que o Sporting alinhou apenas com segundas linhas e jogadores da equipa B.

 

Apesar de tudo, com as principais figuras, não podem haver desculpas para um possível deslize.

O empate é suficiente para marcar presença na final-four, em Braga e não rejeito o resultado mínimo desde que não seja para ele que a equipa jogue.

 

Vamos lá acabar o ano como deve ser, até porque não é tempo de quebrar o entusiasmo dos adeptos nem a moral da equipa. Vem aí um jogo muito importante.

 

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Hoje joga o Sporting

Se temos aspirações nesta competição, ganhar hoje é obrigatório sendo que, no cenário actual (em que todas as equipas partem para esta jornada com os mesmos pontos), golear seria o ideal.

É que a última jornada é no Restelo e o histórico do Sporting fora, nesta competição, é péssimo (7 vitórias, 3 empates e 7 derrotas).

Mesmo vencendo ambos os jogos, não é certo que passemos às meias-finais, fase da competição onde não marcamos presença desde 2010/2011. Isto porque o primeiro factor de desempate é a diferença de golos e tanto nós como o Marítimo poderíamos assim terminar com sete pontos.

De resto, as combinações que acabam dependentes dos critérios de desempate são tantas que mais vale não facilitar e marcar o máximo possível. Sobretudo hoje, que jogamos em casa, perante um adversário da 2ª Liga.

 

Da minha parte, o interesse na competição será o mesmo de sempre. Não me verão festejar por aí além uma possível vitória mas, se é esse o objectivo (como tem de ser) façamos por isso.

O próximo jogo a doer é apenas em janeiro mas, mesmo assim, eu daria algumas oportunidades hoje.

Que role a bola.

 

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Hoje joga o Sporting

É redundante dizer que o jogo de hoje é importantíssimo, decisivo ou determinante. Todos são e não há forma de fugir a isso.

Sabendo nós aquilo que tem sido um passado recente com ausência de conquistas e várias épocas de "quase", é inevitável que olhemos para cada jogo como determinante na luta pelo título.

Não podemos falhar. Teremos de vacilar menos que os rivais e, para isso, temos de vencer.

 

O Portimonense é uma das boas equipas da nossa Liga. Os algarvios deram a Vítor Oliveira um projecto de 1ª Liga e não um bilhete de ida e volta, rumo ao escalão de onde vieram.

A capacidade financeira e a facilidade em apetrechar a equipa graças a Theodoro Fonseca, empresário brasileiro (representante de Hulk) e investidor na SAD do Portimonense permitiu à equipa do experiente Vítor Oliveira juntar um grupo de qualidade, jovem e ambicioso.

Jogadores como Paulinho, Fabrício, Nakajima, Dener, Pedro Sá ou Possignolo, aliados à experiência de Ricardo Pessoa, Rúben Fernandes e Ricardo Ferreira dão ao treinador português garantias de poder jogar bom futebol, não esquecendo o quão importante tem sido Oriol Rosell, jogador emprestado pelo Sporting e um verdadeiro pêndulo defensivo com capacidade para construir e dar jogo de qualidade aos mais criativos.

 

Rosell não poderá ser utilizado hoje e o quinto melhor ataque da Liga apresentar-se-á em Alvalade desfalcado de um jogador importante mas certamente hiper-motivado a fazer aquilo que já fez no Dragão; complicar a vida a um grande. Recordo que dos sete golos sofridos pelos dragões nas competições nacionais, quatro foram marcados pelo Portimonense, que colocou à prova a defesa menos batida de Portugal.

No entanto, no pólo oposto, aparece alguma permeabilidade defensiva, resultante de uma equipa que nem sempre consegue balancear a capacidade ofensiva com a segurança defensiva.

O Portimonense é um dos melhores ataque da Liga mas também uma das piores defesas. Apenas quatro equipas sofrem mais golos no nosso campeonato e é em fazer abanar a estrutura defensiva dos algarvios que acho que Jesus centrou a estratégia para este jogo.

Um jogador como Daniel Podence será fundamental para forçar a entrada no último terço dos de Portimão, talvez até partindo das alas, que é onde acho que mais rende.

 

Na Liga o Portimonense ainda não venceu fora mas não perde à três saídas consecutivas, sendo que apenas não marcou golos em Vila do Conde e no Estoril.

Há que estar atento, fazer um jogo defensivamente irrepreensível, vigiar Paulinho e ser agressivo na recuperação da bola e consequente ataque à baliza de Ricardo Ferreira, um guarda-redes algo inseguro e talvez um dos pontos mais débeis deste Portimonense.

 

Sendo que jogamos antes dos rivais, há que ganhar e colocar pressão sobre eles.

Vamos, Sporting!

 

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