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Grande Artista e Goleador

Hoje joga o Sporting

Depois do empate de ontem no jogo do Porto, onde o nosso Iuri ajudou o nosso Sporting, temos hoje a possibilidade de passar para a liderança isolada e, para além disso, assumir a vantagem psicológica que quem vai à frente.

Acredito que será mais um jogo difícil, dentro da matriz dos últimos para o campeonato e espero que o resultado seja o mesmo: uma vitória.

Teremos de sofrer, suar e lutar mas acredito que voltaremos a ser felizes.

A nossa equipa tem tido algumas dificuldades na criação de boas oportunidades de golo. Não temos servido Slimani da melhor forma e, talvez por isso, o jogo do argelino não pareça tão eficaz. No entanto, felizmente, temos sido eficazes o suficiente para vencer.

Hoje, se marcarmos dois golos, venceremos.

Será também importante gerir a ansiedade (algo que temos tido dificuldades nos últimos anos), ser fiel à ideia de jogo e confiante nas capacidades da equipa.

O Boavista é uma equipa que não vira a cara à luta e nunca se rende. Serão intensos e aguerridos e nós temos de saber sê-lo na mesma medida.

Confio que Mané e Montero voltarão a ser determinantes e que, esta noite, dormiremos na liderança onde, espero, fiquemos até ao final da época.

Ah...e é importante também que os adeptos marquem presença. Este ano, o 12º jogador entrará sempre em campo e não podemos jogar com menos um.

Eu vou lá estar! SPOOOOOOOOORTING!

Hoje joga o Sporting

Não estarei em Alvalade. Maldita Liga Europa e os jogos empurrados para as segundas-feiras!

O meu lugar estará ocupado por outro leão que, espero, grite bem alto e assista a mais uma vitória do nosso Sporting.

Peço a todos os que possam, que não fiquem em casa. Um jogo às 21 horas é tarde mas até deixa que jantem antes do futebol.

Aos que não podem, e sobretudo aos que no futuro não puderem, façam como eu fiz este fim-de-semana. Compensem a vossa ausência com o apoio a outro escalão ou modalidade.

Será prática comum a partir de agora. Este fim-de-semana, a minha ausência de hoje foi colmatada com uma ida a Freamunde. Estive em Vila do Conde, estarei no Bessa e sempre que não possa ir a Alvalade escolherei outra modalidade ou escalão para apoiar. Porque todos são Sporting!

Quanto ao jogo de hoje, não quero nota artística. Não a enjeitarei mas, quero ganhar. Apenas e só isso, de forma limpa e sem ajudas (já agora que não nos prejudiquem também, como vem sendo hábito).

O Nacional ainda não venceu fora de casa mas os jogos com os grandes são diferentes.

Será mais um jogo difícil com o adversário a querer comer a relva (espero que lhes seja indigesta, mais não seja pelos fungos que por lá andam).

Espero uma entrada de leão, para tentar resolver o jogo cedo. É sempre melhor sofrer cedo por arriscar do que sofrer tarde por gerir um resultado magro. Mas como acredito nos nossos, espero um 2-0 ao intervalo.

Carrillo voltou a ficar de fora e João Pereira também não foi convocado. Parece que acertei, quando disse que Esgaio estava de pedra e cal no onze. 

É provável o regresso de Ruiz e talvez seja Gelson o relegado para o banco de suplentes.

Curioso para ver como Jesus gere a dupla de avançados e se dá continuidade a Montero que, certamente, se encontra moralizado com o golo.

Aos que tiverem o prazer de estar em Alvalade, apoiem do princípio ao fim, não saiam mais cedo e que regressem a casa com o sorriso de quem mantém a liderança.

SPOOOOOOOOOOOOOORTING!

A estatística ajuda a explicar algumas coisas

A estatística, só por si, não explica o sucesso ou o insucesso mas é um elemento importante de análise que ajuda a aferir a competência e o acerto de determinadas acções do jogo.

Quem negar isto ou ignorar os factos que os dados estatísticos demonstram terá mais dificuldades em evoluir e melhorar.

Como disse, há coisas impossíveis de medir com dados estatísticos. O comprometimento, a garra, a entrega, são coisas que só testemunhando se vislumbram mas nem elas, por si só, trazem ou levam o sucesso.

whoscored.com é um site de análise estatística que mede centenas de dados por jogador e os engloba numa nota final (quem quiser saber mais do método de análise, encontra a explicação do mesmo no próprio site).

Normalmente não uso esta ferramenta para analisar os jogos porque a Liga Portuguesa não é uma das que entra no leque de escolhas do site.

Pelo contrário, as competições europeias entram nessa análise e, através de uma simples consulta, é possível confirmar a deficiências que enumerei no post anterior.

Apenas para dar conta que, em Portugal, só o goalpoint.pt faz análise com base nestes mesmos dados. No entanto, infelizmente, não publica a análise completa e acaba por fazer análises muito superficiais e pouco elucidativas.

Por se basear apenas em dados estatísticos e apesar da escala pontual ser de 0 a 10, não considero que uma nota abaixo de 7 seja elucidativa de uma exibição aceitável. Entre o 7 e o 8 teremos uma exibição razoável. Entre o 8 e o 9, boa. E, entre o 9 e o 10, muito boa.

De referir que apenas Adrien Silva (7.83) e Fredy Montero (7.00) tiveram pontuações ao nível do que considero aceitável.

Vamos aos dados:

- Um dos pontos que referi, foi a total ineficácia dos laterais e se João Pereira ainda se safou mais ou menos defensivamente, Jefferson nem isso.
O apoio dos laterais ao ataque é fundamental no nosso modelo de jogo mas, quando a percentagem de sucesso dos cruzamentos é tão baixa (36% de Jefferson e 13% de João Pereira), num total de 22 cruzamentos, pouco mais há a dizer do sucesso das investidas ofensivas de ambos. Importante referir que o sucesso de um cruzamento, aqui, indica apenas que o jogador acertou num colega de equipa e não tem em conta a qualidade com que a bola lhe foi endossada.

- Tobias foi o elemento em campo com menor pontuação global (5.95). Apenas ganhou um duelo aéreo, algo que, frente a uma equipa que abusou do jogo directo, é manifestamente pouco para um jogador da sua envergadura. Depois há as falhas de posicionamento e concentração em todos os golos, que não podem ser quantificadas em dados estatísticos. Caso o fossem, a pontuação seria quase nula.

- Alberto Aquilani jogou, como se costuma dizer, 'de cadeirinha'. Veja-se o raio de acção dele, quando comparado como o de Adrien.

AQUILANI

1.png

ADRIEN

2.png

A incidência dos movimentos de Adrien na zona de construção indicam quem é que se escondeu do jogo.
Sabendo nós, e Jorge Jesus não saberá pior, de certeza, das limitações de Adrien Silva na construção e mais especificamente no passe, é caso para perguntar o que esteve a fazer em campo um exímio 'passador' como Aquilani, que apenas acertou 81.4% dos passes (Adrien, ao pé dele, pareceu um expert na matéria, com um índice de eficácia de 88.1%). Foram 84 os passes de Adrien, contra apenas 59 do italiano, o que joga ainda mais contra Aquilani. Juntemos a isso o facto de nem um desarme ou roubo de bola ter feito e está tudo dito sobre a exibição do italiano.
Por exemplo, e para mostrar que a substituição foi tardia, quem sabe o que faria André Martins se entrasse com o Sporting ainda na discussão do resultado. Fez um remate perigoso e acertou 95.7% dos passes.

- A Carlos Mané, critiquei apenas a sua ausência do centro do jogo. Escondeu-se em demasia e isso é bem claro quando observamos o número de passes, quando em comparação com Gelson Martins (33 vs 56).
Concordo com Jorge Jesus, que disse que o problema do Sporting não esteve nos que jogaram do meio campo para a frente.

- Destaco pela positiva Adrien Silva, que foi o bombeiro de serviço e o homem que mais bolas recuperou (8, no total).

- Uma nota para a qualidade das acções de Fredy Montero que, em muito menos intervenções que o colega de sector, foi muito mais assertivo. Nos mesmo dois remates que Teo Gutiérrez, fez um golo. Teve dois passes para ocasião (contra zero) e melhor precisão no passe (75% vs 70.5%).

- Palavra de apreço para as tentativas de Teo em se dar ao jogo e criar linhas de passe. No entanto, correu demais e desgastou-se em acções infrutíferas.

- Gelson foi, dos quatro homens da frente o que mais se deu ao jogo e aquele que mais se assumiu. 56 passes (83.9% de eficácia) e 8 cruzamentos (38% de eficácia) mostram bem que tentou. Tendo em conta a idade e inexperiência, merece um louvor por ter sido ele a assumir, muitas vezes, a responsabilidade das acções ofensivas.

Espero que, em vez de aborrecida, tenha sido uma análise interessante e que, como se vê, comprova aquilo que escrevi ontem e foi publicado hoje pela manhã.

Mau demais e a não repetir

Pouco foi o que se aproveitou da exibição da noite de ontem.

Talvez Adrien, uns rasgos de Gelson e o golo de Montero.

Se o resultado não foi bom nem a exibição convincente, o jogo terá dado para Jorge Jesus tirar algumas conclusões, embora possa ainda parecer cedo para o fazer.

Foram demasiados erros defensivos, demasiados jogadores em sub-rendimento e uma falta de dinâmica inacreditável.

Se é verdade que os russos vinham com a lição bem estudada, não é menos verdade que nós falhamos ao executar a nossa.

Rui Patrício falhou pela primeira vez esta época, tendo estado mal no lance do segundo golo, onde pareceu pouco lesto e decidido.

João Pereira demonstrou o porquê de Esgaio lhe ter ganho o lugar.

Jefferson foi o que tem sido na maior parte das vezes: desconcentrado a defender e inofensivo no apoio ao ataque.

Tobias foi uma nódoa. Podia ter sido expulso e não fica bem na fotografia em nenhum dos três golos.

Paulo Oliveira deixou-se afectar pelos erros em catadupa dos colegas de sector mas foi o menos mau de entre todos.

Adrien foi o melhor em campo do Sporting. Não foi por ele que perdemos e dificilmente perderíamos se todos os outros se tivessem entregado ao jogo como ele fez.

Aquilani foi um dos piores em campo e falhou completamente na tarefa que lhe estava atribuída. Foi terrível numa das suas melhores qualidades: o passe.

Gelson tentou, tentou mas não deu para mais. Teve pouco apoio e o que João Pereira lhe deu não foi o melhor.

Mané não esteve muito bem e escondeu-se em demasia. Não soube procurar o centro do terreno e enfiou-se em demasia em cima dos avançados. Fez a assistência para o golo de Montero.

Teo Gutierrez foi demasiado inconsequente, lento de processos e até um pouco trapalhão (algo que nem é normal nele).

Fredy Montero não foi, até ao golo, melhor do que Teo mas depois daquele golão e de um ou outro passe a rasgar a defesa, parecia ser o mais confiante em campo. Acabou substituído e a equipa piorou.

Slimani não foi mais do que um pino na cabeça da área. Ninguém o soube servir com o intuito de aproveitar o seu jogo aéreo.

Bryan Ruiz não entrou com a objectividade que se lhe pedia. Prendeu demasiado a bola, foi lento e pouco objectivo.

André Martins substituiu Aquilani num momento em que pouco já parecia ser possível retirar do jogo. Rematou com perigo à baliza dos russos e, não tendo sido muito dinâmico, acertou quase todos os passes.

No global, os laterais não tiveram a capacidade ofensiva que deviam e todo o jogo da equipa se ressentiu disso pois, no nosso modelo, a subida dos laterais é fundamental para os apoios ao meio campo e ataque. Aquilani não teve a capacidade para ser o organizador de jogo e a quantidade de passes falhados desequilibrou a equipa demasiadas vezes. Os erros no início da nossa transição ofensiva e na transição defensiva foram mais que muitos, ao ponto de me ser impossível enumerá-los todos.

Face a isto, não há estratégia que valha ao treinador.

Jorge Jesus escalonou mais ou menos o 'onze' que eu escolheria. Deu algumas oportunidades e a maioria desiludiu, dando razão ao porquê de não serem opção inicial. Tobias não jogará tão cedo e João Pereira idem.
Mas se não errou ao escolher o 'onze' o mesmo não se pode dizer da leitura de jogo do 'mister'.
Aquilani devia ter sido o primeiro a sair e, no máximo, ao intervalo devia ter ficado nos balneários. Pedia-se a entrada de um médio que fosse mais seguro no passe e mais rápido a fazer os equilíbrios defensivos, que estavam a sobrar todos para Adrien. Eu teria escolhido André Martins.
A dupla substituição é compreensível mas retira de campo as peças erradas. Montero estava confiante após o golo e Aquilani, visto que ainda lá estava, devia ter saído de imediato.
A alteração de Mané por Ruiz poderia ter sido feita quando foi feita a de Aquilani por Martins.

Por certo, a equipa não repetirá os erros na próxima segunda-feira mas fica o aviso.

Nem sempre se joga mal e se sai vitorioso e é já tempo da equipa apresentar alguma evolução no nível exibicional.

Hoje joga o Sporting

E é caso para dizer que mais vale tirar a tarde...e o início da noite.

É que, ás 16 horas, a equipa B recebe o Portimonense, ás 17.30 horas, o futsal decide mais um troféu de pré-época, com o Braga, em Arcos de Valdevez e, ás 19.15 horas, há exame aos comandados de Jorge Jesus em Coimbra, frente á Académica local.

Claro que o prato forte só estará degustado lá para as 21 horas mas, até lá, teremos com que nos entreter.

O Sporting não pode falhar. Porque é importante não prolongar a série negativa de jogos sem vencer, porque os adversários directos já somaram ambos 3 pontos e porque é nossa obrigação vencer um adversário mais fraco, que vai em último no campeonato e ao qual ainda falta cumprir a proeza de marcar um golo.

Gonçalo Paciência, emprestado pelo Porto aos estudantes, será mesmo o maior problema com que teremos de lidar, num jogo em que encontraremos das defesas mais permeáveis da nossa Liga.

Conto com duas ou três alterações na equipa que jogou na Rússia e o regresso ao esquema de dois avançados.

Esgaio será o previsível substituto de João Pereira e conto com o regresso de Slimani e a inclusão de Mané ou Gelson para os lugares de Aquilani ou Adrien e Ruiz.

Jogue quem jogar, há a obrigatoriedade de ganhar, de preferência convencendo os Sportinguistas, proporcionando-nos um jogo mas tranquilo que os que lhe precederam.

Depois, seguem-se uns dias de descanso, onde teremos possibilidades para apoiar as nossas modalidades.

Hoje, como sempre, é para vencer!

Vamos, Sporting!

O teste do algodão

Sábado, às 9 da manhã, joga-se o primeiro jogo de preparação desta pré-temporada. A equipa principal defronta a equipa B naquele que será o primeiro jogo de ambas desde o início dos trabalhos referentes à época 2015/2016.

O jogo será à porta fechada e nem nos será dado o prazer de acompanhar pela Sporting TV.

Para muitos, será o teste do algodão. Caberá a Jorge Jesus analisar e ver quais são os que não enganam.

Com quase duas semanas de trabalho, arrisco dizer que alguns dos jogadores jogarão no próximo sábado a sua continuidade ou não no plantel principal.

Depois de serem observados em treino, chega a vez de ver como põem em prática o trabalho diário.

Claro que nem tudo se decide entre as 9 e as 11 do próximo dia 11. Seria redutor.

Jesus já terá o desenho na sua cabeça mas o jogo de sábado ajudará a dissipar dúvidas que, com certeza, ainda existem.

Cabe aos artistas convencer o 'Mestre'.

Nós, só saberemos o resultado final e os marcadores dos golos. Com sorte, teremos direito a ver as bolas a bater na rede num dos noticiários da nossa TV.

Ficarei à espera.

Que role a bola! 

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