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Grande Artista e Goleador

De manhã é que se começa o dia

Nada melhor do que ver jogar o Sporting ainda antes do almoço.

Jogo importante na Covilhã, que pode levar a nossa equipa B ao terceiro lugar, encurtando a distância relativamente ao líder para apenas três pontos.

Para além de importante, é um desafio difícil.

O Sporting da Covilhã tem ainda aspirações à subida e terá de fazer pela vida na procura dos três pontos, facto de que podemos beneficiar, aproveitando para explorar as debilidades que João de Deus, com certeza, identificou nos serranos.

Sem Ryan Gauld, convocado para a equipa principal, o meio campo será composto por Palhinha, Wallyson e Francisco Geraldes. Garantia de qualidade que, por incrível que pareça, não só não desfalca a equipa B, como reforça a principal.

Acredito que faremos um jogo inteligente. O crescimento da equipa tem sido enorme nos últimos três meses e nota-se já alguma experiência e matreirice, apesar da equipa apresentar regularmente idades médias abaixo dos 21 anos.

Será importante gerir os ritmos, não deixando partir o jogo. As transições rápidas podem trair-nos, pois o Covilhã tem qualidade no ataque.

Talvez um controlo maior sobre a posse de bola e uma gestão paciente do jogo nos favoreça.

Depois, é esperar que o jogo colectivo e a capacidade individual nos deixem trazer da serra o resultado mais desejado: a vitória!

P. Ferreira 1 Sporting CP 1

Estamos numa época festiva e, como em todas elas, repetem-se os filmes na TV dos quais estamos cansados mas acabamos por, mais uma vez, voltar a rever.

O mesmo se passou ontem em Paços de Ferreira, onde o Sporting nos voltou a mostrar um filme que vimos pela enésima vez.

Estive no estádio e posso afirmar que, sem ser um jogo brilhante, fomos sempre competentes e, não tivéssemos gasto toda a eficácia frente ao Guimarães, estaríamos agora a saborear mais uma goleada e a elogiar treinador e jogadores.

Não há que ter medo de pôr o dedo na ferida. Já se sabe quais são os jogadores em que Marco Silva confia e já nem gasto mais balas nessa guerra. Qualquer jogo mais complicado em que precisemos de sacar um coelho da cartola (neste caso do banco de suplentes) falhamos o truque porque não levamos para o palco os utensílios necessários fazer um brilharete.

Nada a apontar ao nosso treinador no escalonamento do 'onze'. Já o mesmo não se pode dizer das substituições (e já começa a ser recorrente e exasperante). Mas, já lá chego.

Jogo de sentido único. Um golo. Uma boa exibição. Meia dúzia de golos falhados.

Ao minuto 60, quando João Mário e Carrillo, ambos isolados, falham dois golos feitos o meu alarme soou.

Marco, tens de mexer!

Só ao minuto 74 Montero foi chamado ao banco e já tínhamos baixado linhas. Pareceu-me um acto mais consciente do que algo provocado por uma maior pressão ou domínio dos pacences.

Claramente, estávamos a pensar em quarta-feira e o meu alarme continua a soar ruidosamente.

Montero começa a encaminhar-se para o centro do terreno para dar lugar a Slimani. Minuto 75. João Mário faz uma asneira (mais uma) e Rodrigo Galo remata forte e empata a partida (Patrício não fica isento de culpas).

Sem reacção, Marco Silva não altera a substituição. Como é possível?! (penso eu e todos na bancada)

Mais duas boas oportunidades falhadas até final e mais duas substituições sem nexo.

Na conferência de imprensa vem a explicação (esfarrapada e gasta, a meu ver), Slimani e Carrillo estavam desgastados.

Eu respondo... Ai estavam? E não aguentavam mais 10 minutos?! É que, se estavam no limite, deviam ter sido substituídos aos 60 minutos e não aos 80!

Começo a ficar agastado com tudo isto e já só penso na próxima época. Já me entusiasmo mais com a possibilidade de um brilharete da equipa B na 2ª Liga do que com uma vitória na Taça de Portugal que, a meu ver não salvará a época. Será uma boa conquista, mas a prestação no campeonato não passará de mediana.

Que seja como diz o Nani e que, na quarta-feira, o Nacional pague a factura.

Hoje joga o Sporting

Jogo frente a um adversário complicado, bem orientado e num campo tradicionalmente difícil.

Já tinha saudades de um dia de Sporting! Hoje, eu vou lá estar...para apoiar os rapazes de verde e branco.

Como já disse, o Paços é uma equipa 'arrumadinha'. Paulo Fonseca, depois do fracasso (assumido esta semana pelo próprio) no Dragão, voltou ao lugar onde já tinha sido feliz e encontra-se neste momento a apenas seis pontos dos lugares europeus (esperemos que assim se mantenham).

O Sporting estará quase na máxima força e terá apenas de suprir a ausência de Adrien, castigado.

Em treze jogos em casa, apenas o Porto, o Rio Ave e o Nacional venceram na capital do móvel.

Espero que hoje o Sporting se junte ao grupo dos que derrotaram o Paços em casa.

Conto para isso com uma entrada de leão, bem ao contrário do que fizemos em casa, frente a este mesmo Paços.

Acredito que será André Martins a ocupar o lugar de Adrien no 'onze'. Possivelmente obrigando ao recuo de João Mário, apesar de me parecer mais lógico que fosse Martins a ocupar a posição 8.

Não vou opinar sobre o 'onze'. Já deu para perceber que Marco Silva tem o seu núcleo duro e vou, mais uma vez, confiar no nosso treinador.

Vou alegre a Paços de Ferreira e espero voltar contente...com o resultado e, se possível, com a exibição.

SPOOOOOOOOORTING!

Sporting CP 4 Vitória SC 1

O jogo foi tudo o que eu tinha pedido.

Vencemos, convencemos e goleamos, retribuindo com bom futebol a goleada recebida em Guimarães.

O Vitória apresentou-se em Alvalade para discutir o resultado, de igual para igual, e disso poucos se podem gabar (nem o Benfica o fez). Rui Vitória fez o que prometeu: não trouxe o autocarro para o relvado e quase saiu de Alvalade humilhado.

O Sporting foi superior, eficaz e produziu vários momentos de bom futebol, sobretudo durante os primeiros 45 minutos.

Mais um golo de João Mário (e vão sete em todas as competições) desbloqueou o marcador e embalou o Sporting para meia hora de grande nível.

Adrien, de grande penalidade, e já no final da primeira parte Slimani, de cabeça (excelente insistência e cruzamento de Miguel Lopes), fizeram com que ao intervalo o resultado já fosse um volumoso 3-0.

Finalmente, adivinhava-se um jogo tranquilo em Alvalade.

A segunda parte foi menos espectacular e menos intensa. O jogo estava ganho e, embora Marco Silva tenha admitido que as ordens foram para não abrandar, o subconsciente dos jogadores aconselhou uma menor intensidade que levou a uma segunda parte menos bem conseguida.

Após mais uma grande penalidade Adrien, numa atitude de grande altruísmo e de um verdadeiro capitão (mesmo que sem a braçadeira), entregou a bola a Nani e disse-lhe para ser feliz. Nani assim fez. Aninhou a bola na gaveta e cantou-se mais um golo em Alvalade.

Tudo parecia perfeito e, por isso, faltava o momento caricato em Alvalade. Num lance totalmente inofensivo, Rui Patrício hesita (a meu ver, fez bem em voltar para a baliza), o jogador vimaranense cabeceia fraco e Jefferson, quase em cima da linha de golo, falha a bola e o alívio e o Vitória reduz para 4-1

Tempo para verificar a facilidade com que se expulsam jogadores do Sporting quando, num lance perfeitamente normal, Jorge Sousa resolve mostrar o segundo cartão amarelo e consequente vermelho a Paulo Oliveira, facto que obrigou Marco Silva a estrear mais uma dupla de centrais nesta temporada. Tobias Figueiredo entrou para equilibrar o eixo defensivo e fez par com Ewerton que, tudo indica, será seu parceiro no próximo jogo, em Paços de Ferreira.

Confirma-se o grande momento de forma de João Mário que foi, a meu ver, o melhor jogador em campo.

Uma palavra de apreço para Miguel Lopes. Já várias vezes o critiquei mas ontem esteve muito bem, tanto a defender como a atacar e fez aquele que, para mim, foi o seu melhor jogo de leão ao peito.

Hoje joga o Sporting

O fim-de-semana está a correr tão bem, que não podemos ser nós a estragá-lo.

Hoje, às 18 horas, temos de vencer os de Guimarães e, para mim, não é só mais um jogo. Temos o dever de provar que aquilo que se passou no jogo da primeira volta foi um total engano e devemos fazê-lo por vários motivos.

1º Porque a derrota em Guimarães, pela expressividade do resultado, deve ser vingada.

2º Porque mostramos na Cidade Berço uma atitude competitiva miserável onde não tivemos ponta de entrega e união.

3º Porque a sobranceria de Rui Vitória relativamente ao Sporting me enerva.

4º Porque vale três pontos num fim-de-semana em que os dois primeiros perderam pontos.

Sem surpresas na convocatória, apenas Cédric está afastado da mesma, por castigo.

Marco Silva praticamente garantiu que Miguel Lopes ocupará o lugar na direita da defesa mas manteve a dúvida relativamente a quem será o companheiro de Paulo Oliveira no eixo defensivo. Gostava que fosse Tobias, mas 'cheira-me' que será Ewerton o escolhido. A parte boa disto é que confio em ambos e isso é o melhor que posso dizer quanto às qualidades de cada um.

Espero que a equipa se solte, pois temos obrigação de jogar sem pressão. Ninguém nos pressiona atrás e, embora os da frente tenham perdido pontos, não podemos pensar em subir na classificação quando ainda estamos tão longe.

Será naquela do 'jogo a jogo'. Este é mais um e é para vencer, num dia em que se homenageiam em Alvalade as modalidades do clube e logo num ano em que teremos duas equipas na disputa de troféus europeus (futsal e hóquei em patins - e que jogo fizeram os nossos patinadores ontem, frente à Oliveirense).

Não vou apostar uma equipa. Vou confiar que, os que Marco Silva escolher entrarão em campo empenhados em vencer e convencer, lutando com união pela conquista dos três pontos que nos poderão aproximar um pouco dos líderes. Se copiarem a atitude que ontem vi no hóquei, são favas contadas!

SPOOOOOOOORTING!

Oliveirense 1 Sporting CP B 2

O jogo de hoje não teve transmissão televisiva. No entanto, tive em Oliveira de Azeméis um enviado especial para nos trazer o filme do jogo.

Segue o resumo:

Estive no Estádio Carlos Osório para assistir ao jogo da equipa B do SCP contra a UDO. Caíram umas gotas de chuva minutos antes do apito inicial do árbitro Manuel Mota. Mau estado do relvado.

O SCP iniciou a partida com duas alterações relativamente ao jogo do passado Domingo contra o Académico de Viseu. Riquicho deu lugar ao Mica, sendo que o André Geraldes jogou no lado direito da defesa. O Palhinha jogou no lugar do Francisco Geraldes, de modo a conferir mais músculo ao meio-campo leonino. O Xico Geraldes é baixinho. Da TV parece maior :)

A primeira parte foi jogada a um ritmo relativamente baixo. As duas equipas estudavam-se mutuamente. No entanto o SCP assumiu sempre a batuta do jogo. O jogo canalizou-se essencialmente pelo lado direito do esquerdo do ataque leonino, com Matheus Pereira a assumir protagonismo encostado à ala. As três oportunidades mais flagrantes surgiram na sequência de três remates efectuados pelo Brasileiro, a que o guarda-redes da casa correspondeu com defesas apertadas. Ambos os remates saíram rasteiros e com força, obrigando a boas estiradas. A primeira parte, foi jogada com muita dureza por parte da equipa da casa, em três situações o Rubio foi placado com alguma violência. O nosso meio-campo mandava no jogo, embora com uma circulação de bola lenta. O Wally ia conferindo critério e segurança na circulação de bola, apoiado por um gigante Palhinha, implacável na recuperação de bolas. Jogador que não tem medo de ter a bola no pé. O nosso escocês parece algumas vezes alheado do jogo, mas quando damos por ele, a bola está a cair redonda nos pés de alguém. Assim aconteceu numa das oportunidades da equipa verde-e-branca, com o Matheus Pereira a rematar cruzado após uma boa leitura do Ryan. Do outro lado do ataque estava o Gelson. Irreverente, embora nem sempre feliz nas suas decisões. Jogador que poucas vezes baixou os braços quando as coisas não lhe estavam a sair bem. A nossa defesa mostrou-se sempre atenta, embora não tivesse tido muito trabalho. A equipa da casa jogava em contenção, tentando surpreender através de rápidas transições. O Luís Ribeiro foi um espectador. A solidez do Palhinha, a disputar as bolas aéreas, é enorme. Por isso o Sambinha e o Nuno Reis tiveram pouco trabalho. Infelizmente a nossa superioridade não se materializou em golos.

A segunda parte trouxe consigo os golos. Principalmente após a entrada do Ponde e do Francisco Geraldes. Até lá tivemos um cabeceamento do Matheus com algum perigo, um remate de ressaca do Ryan Gauld, bem fora da área para boa intervenção do João Pinho. O escocês começava a soltar-se da timidez e a abrir o livro. No entanto o ritmo mais forte dos leões ia sendo travado pela equipa da casa, através de 'atiranços' para o «batatal», seguido de berros e lágrimas. Na sequência de um lance do género, Matheus Pereira e Rubio foram amarelados. Depois foi o Ryan. O jogo parecia voltar a cair no ritmo do primeiro tempo. Até que o Deus saca o Matheus Pereira, amarelado e com os índices físicos mais baixos, para meter o Ponde. Na primeira vez que toca na bola o Chris obriga o João Pinho a mais uma excelente intervenção… depois segue-se o Ryan com mais um remate manhoso. Cheirava a golo no Carlos Osório. Priiiiiiiiiiiii…. mais uma apitadela do Homem do Talho…. mais um histérico da Oliveirense em gritaria, contorcendo-se de dor. Amarelo para o baixinho escocês. Do meu sítio já adivinhava o que estava para acontecer. E assim foi. Francisco, o último elemento leonino que foi para exercício de aquecimento era chamado a jogo, para substituir o escocês. Passado uns instantes, o Xico assiste o chileno para mais um golo, num remate relativamente frouxo efectuado na quina da grande-área. A bola entra junto ao poste, dando a ideia que o guarda-redes foi mal batido. Bola ao centro… alguns pózinhos depois, boa jogada no lado direito do ataque leonino, com o Xico e o Gelson a entenderem muito bem para um golo de baliza quase aberta.

Já perto do final da partida a Oliveirense reduziu após um lance bem desenvolvido pela direita. Com o extremo a bater o Mica e a cruzar com peso, conta e medida para a cabeça do Rui Lima, que surge nas costas dos dois centrais para finalizar sem apelo nem agravo o Luís Ribeiro. 100% de eficácia.

Antes do final da partida ainda tivemos mais uns minutinhos da categoria do Francisco Geraldes que poderia ter feito o terceiro golo da partida.

Exibição sem categoria do Manuel Mota. O gajo da chouriça que come tem uma cagueiro tão grande que sente enormes dificuldades para se arrastar em campo. Decide os lances sempre longe da bola. Foi muito condescendente na primeira parte com os homens da casa. Na primeira parte deixava andar. Na segunda parte mudou o critério, apitando falta por tudo e por nada. Árbitro facilmente influenciável pelo coro de protestos dos adeptos da casa.

Pólos opostos

Não é habitual usar o mesmo post para comentar os jogos da equipa B e da equipa principal, mas hoje assim será.

Foram duas vitórias. Uma na Academia e outra no Estádio dos Barreiros.

Gostei da vitória da equipa B que, assim, ocupa o 6º lugar a apenas seis pontos do 1º.

Não gostei nada do jogo nos Barreiros apesar de ter gostado da vitória.

Era suposto que fosse a equipa principal a lutar pelo título e não a equipa B mas a verdade é que, sem qualquer responsabilidade neste capítulo, a equipa B vai baralhando a luta pelo título da 2ª Liga sem que ninguém isso lhes exija.

Não quero ser demasiado duro com Marco Silva e os jogadores que têm sido utilizados na equipa principal mas ouso dizer que, neste momento, a equipa B arriscava-se a fazer melhor figura em alguns dos jogos na 1ª Liga.

Porquê?

Sobretudo porque demonstram uma atitude competitiva bastante mais evidente que os colegas do plantel principal.

Também erram o que, de resto, me parece mais 'normal' dada a inexperiência e juventude dos jogadores às ordens de João de Deus.

Depois há outra questão.

Nota-se clara evolução da equipa B. Um estilo de jogo rápido, de posse e com tentativas de jogar sem grandes correrias, sobretudo no meio campo. A equipa parece ter consolidado processos e ter ganho alguma maturidade.

Sinal evidente são, por exemplo, os últimos 10 minutos do jogo de ontem, frente ao Académico de Viseu em que, com menos um, simplesmente não houve jogo até ao apito final, tal foi a capacidade de controlo de jogo dos leões.

Claro que a reorganização de Janeiro em muito ajudou a equipa B. Ter um ponta-de-lança ajuda muito e João de Deus soube tirar partido das qualidades de Rubio, que em muito ajudaram à melhoria de toda a equipa que, finalmente, passou a ter alguém de qualidade a quem endossar a bola na frente de ataque. Rubio joga e faz jogar e isso nota-se.

O mesmo não se pode dizer da equipa principal que já jogou bom futebol esta época e que, neste momento, parece um deserto de ideias e um mar de incertezas.

Desde jogadores em défice físico ao défice de índices competitivos, nada tem ajudado a praticar bom futebol. Mais do que os resultados, chateia-me ver que a equipa regrediu em vez de consolidar processos. Deixa-me revoltado ver futebol sem rasgo e sem chama.

Dificilmente seremos alguma vez campeões nacionais a jogar da forma que fizemos ontem e que temos feito ultimamente. Poderemos vencer uma competição a eliminar, como é o caso da Taça de Portugal, mas nunca um campeonato, onde se tem de ser regular em 34 jogos.

Aliás, eu admito até que a equipa seja menos exuberante em jogos a eliminar pois é natural que exista um maior pragmatismo, em face da necessidade de não falhar, pois tudo se decide naquele momento. A mesma paciência já não tenho quando, num momento em que era suposto estarmos 'no ponto', o nosso jogo não passa de aborrecido.

Num momento em que faltam nove jogos para terminar o campeonato e temos a nossa posição praticamente definida, considero importante que se consolidem processos e se integrem jogadores com vista à próxima temporada, não só porque considero que pode trazer melhorias à equipa como também facilitará a preparação da próxima época. Fora o campeonato, a Taça tem de ser para vencer e só essa vitória com uma melhoria na qualidade de jogo nos jogos da Liga me deixará satisfeito.

Quanto à equipa B, nada lhes exijo, para além da atitude, entrega, qualidade e evolução que têm demonstrado. No fim, fazem-se as contas.

Uma nota final para Diego Rubio. Mais um grande golo e a prova de que é um avançado com qualidades raras. Bem sei que aufere um vencimento de cerca de 700 mil euros anuais, bem fora dos valores ideais e que, para agravar a situação, o vencimento dispara com a utilização na equipa principal. Para dificultar ainda mais tem o passe partilhado com fundos e o contrato termina em Junho de 2016, pelo que interessa aos fundos uma transferência que permita reaver o dinheiro investido (recordo que o Sporting adquiriu o jogador por 1M€ e, pese embora o vencimento ruinoso, já alienou partes do passe por cerca de 2M€). Com todas estas condicionantes e, partindo do princípio que Bruno de Carvalho gosta tanto do chileno quanto eu, é falar com o rapaz todos os dias, explicando-lhe que fazemos conta com ele e acenando-lhe com uma renovação de contrato mais consentânea com a realidade do clube, anulando cláusulas estúpidas e definindo objectivos que o motivem.

Hoje joga o Sporting

Mais um jogo para a nossa luta. Uma vitória pode colocar-nos com sete pontos de vantagem para o quarto classificado, colocando alguma pressão ao Porto que, logo de seguida, recebe o Arouca.

Claro que as expectativas passam pelo terceiro lugar, visto que o segundo parece de difícil acesso mas cabe a Marco Silva criar objectivos internos, talvez até que vão para além da simples conquista dos três pontos para que até ao final do campeonato nos consigamos superar e embalar para uma recta final que nos permita terminar a festejar no Jamor.

O Marítimo é uma equipa razoável que nem está a fazer um bom campeonato. Mudou recentemente de treinador e isso faz sempre com que nos primeiros jogos a moral pareça mais elevada.

Veremos se o Marítimo joga positivo, como fez em Alvalade, ou se se limita a jogar de 'autocarro'.

A ausência de William, por castigo, promete dificultar-nos na recuperação de bolas e na nossa fase inicial de construção e espero que Rosell consiga cumprir 'os mínimos'.

Tobias também não jogará, depois da expulsão frente ao Penafiel, e será, em princípio, Ewerton a ocupar a posição junto de Paulo Oliveira. Veremos se aguenta noventa minutos de intensidade de 1ª Liga.

Será importante que os homens da frente de ataque estejam em tarde inspirada para que possamos criar oportunidades um quantidade suficiente para fazer dois ou três golos visto que, normalmente, um não chega para vencer.

Sem novidades na convocatória, poucas novidades (para além das obrigatórias, face aos castigos) surgirão no 'onze'.

Que a uma vitória dos 'B' frente ao Académico de Viseu, na Academia, se dance o bailinho na Madeira com festa em tons de verde e branco.

SPOOOOOOOOOOOOORTING!

Trofense 1 Sporting CP B 1

Foi pena, pois poderíamos ter igualado a União da Madeira no 4º lugar.

Ao que parece o jogo foi de sentido único, o da baliza do Trofense. Como quem não marca, sofre, acabámos por não conseguir segurar a magra vantagem alcançada através do inevitável Diego Rubio.

Foi através de uma grande penalidade cometida por Sambinha que os da Trofa chegaram à igualdade, resultado que não se alterou até final.

Sporting CP 3 Penafiel 2

Gostei do jogo de ontem! Aos rapazes de verde-e-branco, exijo três coisas: entrega total, a vitória e um espectáculo de qualidade. Ontem, conseguimos cumprir com as duas primeiras. Os jogadores foram briosos e entregaram-se de corpo e alma à tarefa de vencer o jogo...e conseguiram. Apenas a espaços se viu futebol de qualidade mas foi, no geral, uma exibição positiva.

Os primeiros dez minutos, com dois golos, indiciavam um jogo tranquilo para os adeptos leoninos mas, numa jogada daquelas que parecem só acontecer ao Sporting (e a alguns adversários do Benfica), Tobias acaba expulso ao tentar corrigir um conjunto de estupidezes. Chegou atrasado e acabou por impedir, em falta, que Guedes se isolasse perante Patrício. Cartão vermelho bem mostrado, Sporting com um a menos aos onze minutos e golo dos penafidelenses na sequência do livre. Tudo o que podia correr mal neste lance, correu.

Não fosse este lance e Rui Quinta e 'sus muchachos' teriam levado um cabaz para Penafiel.

Marco Silva mandou recuar William para central, continuando com a tarefa de iniciar o processo ofensivo e, na verdade, continuo com dificuldade em afirmar se foi ou não a melhor escolha. É verdade que chegámos ao intervalo empatados mas não me parece que o facto de William ter sido o segundo central (em vez de Ewerton, que passou toda a primeira parte em exercícios de aquecimento) tenha influenciado negativamente pois, o golo do Penafiel surge após mais um erro, desta vez de Paulo Oliveira, que aliviou mal a bola e a colocou nos pés de um adversário, acabando esta por terminar nas redes da baliza do Sporting.

A intervalo, lá entrou Ewerton. Mais para equilibrar o meio-campo do que para resolver um problema na defesa. Em abono da verdade, os de Penafiel foram uma vez à nossa baliza e já tinham feito dois golos. Adrien foi o escolhido para ir ao banho mais cedo.

A segunda parte resumiu-se a uma procura dos verde-e-brancos pela vitória. Já depois de Mané ter saído para dar lugar a Carrillo, o peruano assiste primorosamente Nani para o 3-2 e respectivo salto mortal.

Na verdade o jogo pareceu resolvido, tal a incapacidade dos durienses em se fazerem aproximar da baliza de Rui Patrício.

O outro susto estava guardado para o último lance da partida, onde Rui Patrício teve de se agigantar perante um adversário isolado.

Vitória justíssima numa exibição cheia de erros individuais, passes errados e entrega, muita entrega, coroada com os merecidos três pontos.

Obrigatório dizer que Rui Quinta foi ridículo ao falar de arbitragem no final de um encontro em que Bruno Esteves, apesar do erro ao expulsar Dani (com o Sporting já na frente do marcador) teve uma dualidade de critério gritante, quase sempre em prejuízo do Sporting.

Hoje joga o Sporting

Expectativas baixíssimas para o jogo desta noite.

Não há pressão. O 4º e o 5º perderam e não nos ficaram a morder os calcanhares. Os dois primeiros não parecem ao nosso alcance. Resta jogar com alegria e sem pressão, algo que tem parecido impossível ultimamente.

Só espero que, às 22 horas do dia de hoje, me apeteça escrever algo imediatamente (independentemente se o publico de seguida ou amanhã).

Os convocados são os de sempre e já nem vou esmiuçar isso. Ewerton estreia-se e perfila-se como a única opção defensiva a jogar a partir do banco.

É, como sempre, para ganhar e, infelizmente, por ser segunda-feira não poderei dar o meu contributo com o meu apoio à equipa no estádio. No entanto, já tratei de lá colocar alguém a gritar por mim que, espero, saia do estádio satisfeito com a equipa.

Também não vou dizer quem gostava que jogasse. O treinador está lá para escolher e só quero que os que entrarem em campo dêem o máximo em prol do Sporting Clube de Portugal.

FC Porto 3 Sporting CP 0

Não consegui ver o jogo de ontem. Problemas no PC não me deixaram apanhar um streaming e o tablet não me safou. Nunca consegui ver mais de um minuto sem cortes e acabei por desistir de tentar.

Assim sendo, não consigo fazer uma análise ao jogo pois não o vi.

Li muito do que se disse sobre o jogo pela blogosfera leonina e parece que os problemas do jogo de ontem nem foram causados ontem.

Apostar nos mesmos jogadores semanas a fio tinha de dar nisto. 

A equipa já tinha 'rebentado' no jogo de 5ª feira, não tendo aguentado os últimos 10 minutos do encontro da Liga Europa e era espectável que, apostando nos mesmos, isso acontecesse mais cedo ou mais tarde no Dragão. Surpreendentemente acabou-se o gás em pouco mais de quinze minutos e isso foi-nos fatal. Aparte da menor inspiração deste ou daquele, dos erros individuais, parece que perdemos o jogo na sua preparação.

A verdade é que tem sido recorrente a falta de ideias de treinador e jogadores. E se no caso dos jogadores há solução pois, felizmente, o plantel não tem só 12/13 jogadores, no caso do treinador não se pode dizer o mesmo. Só temos Marco Silva e ninguém deseja que volte o tempo em que despedem treinadores semana sim, semana não.

Só resta a Marco Silva fazer aquilo que devia ter feito logo após o jogo em casa com o Benfica: mudar alguma coisa, agitar as águas, dar oportunidades a outros de mostrarem valor (e alguns bem que têm feito pela vida na B).

Não podemos jogar na Madeira, um jogo decisivo, com os mesmos onze que jogaram ontem. Neste momento, a Taça de Portugal é a nossa única hipótese de festejar algo no final da época e é preciso entrar com jogadores frescos física e psicologicamente.

Hoje joga o Sporting

Estou estranhamente calmo e tranquilo.

Não sei se interpreto este 'estado de alma' como confiança ou desconfiança.

Confiança na equipa do Sporting ou desconfiança na equipa de arbitragem.

Tenho tentado ignorar o facto de Soares Dias ser o árbitro do encontro. Confesso que até o considero um dos melhores árbitros portugueses, mas tem sido óbvia a tentativa de 'agradar' aos dragões por parte do 'juiz' da Associação de Futebol do Porto como ficou bem patente no Penafiel-Porto.

Espero que o nível exibicional apresentado na 5ª feira, frente ao Wolfsburg, se mantenha hoje. De preferência acompanhado de maiores índices de eficácia ofensiva pois, sem golos, não se ganham jogos e sabemos bem o quanto uma vitória no Estádio do Dragão pode ser importante.

Já mostrámos que podemos ganhar aqui, quando já esta época 'despachámos' o Porto em sua própria Taça num jogo a contar para a Taça de Portugal e fizemo-lo categoricamente.

Não exijo essa 'limpeza'. Pode ser apenas uma exibição carregada de esforço e abnegação, coroada com a vitória. Dispenso a exuberância e o adorno. Quero vencer...mas não a todo o custo.

A convocatória não nos trouxe surpresas e acredito que o 'onze' também não terá. A dúvida, será quem se vai apresentar na frente de ataque. Tanaka, Montero ou Slimani?

No jogo da Taça, foi Montero quem jogou no Dragão. Em casa, para o campeonato, foi Slimani o escolhido. Neste momento Tanaka é o titular do Sporting.

Será a tentação de colocar Slimani mais forte? Não sei.

Eu jogaria assim:

FCP - SCP.png

 

Vacilei entre Montero e Tanaka. Prefiro sempre Montero, pois acrescenta qualidade e demonstra eficácia semelhante aos restantes, embora reconheça que rende mais numa posição um pouco mais recuada, mas Tanaka está confiante e nem sei se será 'justo' retirá-lo da equipa, sob pena de lhe retirar essa mesma confiança acumulada.

Veremos...

Certo é que confio em Marco Silva (pese embora o seu conservadorismo exagerado) e nos nossos jogadores e, aconteça o que acontecer, Sporting até morrer!

Sporting CP 0 Wolfsburg 0

Relativamente ao jogo de ontem: fomos melhores e fizemos tudo menos o essencial...pôr a bola na baliza.

Claro que estou orgulhoso do que os nossos jogadores fizeram ontem. Jogaram ao ataque, correram, lutaram, remataram e suaram a camisola até ao último minuto, gastando toda a energia de que dispunham.

Foram 60/70 minutos de ataque à baliza de Benaglio que só por uma vez teve de se aplicar a sério para defender uma bola (que golaço teria marcado William). Em todos os outros remates, 'limitou-se' a estar no caminho da bola.

Um facto é que temos, cada vez mais, uma defesa de grande nível. Paulo Oliveira e Tobias estiveram soberbos. Cédric fez um grande jogo, tal como Jonathan, depois de lhe passarem os nervos nos minutos iniciais.

O meio-campo foi trabalhador e impulsionador do futebol de ataque. William foi 'Sir', Adrien foi Adrien e João Mário mostrou que está na melhor forma da época. Talvez abdicar mais cedo de um elemento como Adrien que serve mais para os equilíbrios defensivos do que para a manobra ofensiva tivesse ajudado...ou talvez não.

Nani e Carrillo podiam ter sido mais determinantes. Nani esteve melhor que Carrillo, que apareceu a espaços. No entanto, ambos merecem nota positiva.

Tanaka cria mais oportunidades que Montero mas parece-me menos 'matador' que o colombiano (que aposto que tinha marcado uma das oportunidades de que dispôs o japonês).

Mané, Slimani e Montero não acrescentaram muito, sobretudo porque entraram numa fase em que todos ou outros se começaram a sentir desgastados.

Estou à vontade para dizer isto agora porque já o tinha dito antes. Acho que começámos a perder a eliminatória na Alemanha, sobretudo porque perdemos a jogar para o empate e não com a estratégia que apresentámos ontem. Preferia ter perdido, tentando ganhar e não foi isso que aconteceu.

Claro que foi a ineficácia que nos matou e seria impossível passar esta eliminatória sem ter marcado um único golo.

Não se pode dizer que perdemos a eliminatória na Alemanha, pois em casa também não conseguimos vencer, mas quisemos guardar a decisão para Alvalade e quando cá chegámos já tínhamos dois golos de desvantagem para anular.

Mais uma vez volto a dizer: se Marco Silva assumisse na Alemanha uma estratégia vencedora (bem mais adequada ao clube que representa) talvez a história tivesse sido outra...ou talvez não. Por isso disse e volto a dizer que a estratégia no primeiro jogo não é condenável mas foi castradora, ofensivamente falando.

O que há para retirar desta eliminatória e de todos os jogos europeus desta temporada é que:

- Jogámos sempre com uma intensidade superior ao que fazemos nos jogos das competições internas e isso é preocupante

- Esta atitude, demonstrada e aplicada novamente no Dragão, aproximar-nos-á do 2º lugar

- Esta atitude, empregue em todos os jogos do campeonato não só teria evitado alguns dissabores como nos colocaria, com certeza, numa melhor posição para disputar o título.

Ainda temos 15 jogos (espero eu) para cimentar esta atitude vencedora que nos aproximará de festejar algum título no final da temporada. Espero esta vontade em todos os jogos e, assim sendo, aposto que nenhum adversário sairá de um jogo connosco com pontos. 

Assim seja!

Sporting CP B 1 Chaves 1

Mais uma boa exibição da nossa equipa B, frente ao primeiro classificado da 2ª Liga.

Após uma primeira parte em que o Chaves jogou melhor mas na qual soubemos ser coesos na defesa, assistimos a uma excelente segunda parte dos nossos jovens, que mostram já grande maturidade, entrosamento e dão indicadores claros de evolução.

Mais uma vez, Diego Rubio mostrou que é jogador de 1ª Liga. Grande mobilidade, bom jogo de costas para a baliza, serve bem os companheiros e faz bem aquilo que qualquer ponta-de-lança tem de saber fazer...o golo. E que grande golo marcou hoje, num tiro de fora da área.

João Palhinha surpreendeu-me novamente pela positiva. Querem ver que temos nele um substituto de William Carvalho?! Grande envergadura física, enorme capacidade de recuperação de bolas, técnica e capacidade de progressão em posse. Grande jogo do miúdo!

Muitos outros se destacaram, mas estes dois foram os que mais me encheram as medidas. 

Depois, grande treinador que temos. Nota-se trabalho, muito trabalho com estes miúdos! E agora, com um plantel mais estável é evidente que João de Deus foi uma óptima escolha para liderar esta equipa B. Tem gerido bem o plantel, antes longo, agora mais adequado em número de jogadores e tem trabalhado bem a motivação dos jovens, mesmo com a integração pontual de elementos da equipa principal.

Nota-se que a experiência adquirida como treinador de formação e as experiências positivas na 2ª Liga, bem como o facto de já ter treinado na primeira categoria do futebol português lhe deram 'bagagem' para ser, como tem mostrado, o homem certo no lugar certo.

Como tinha dito há meses, bastava ser paciente para esperar pelos resultados. Já se notam!

Sporting CP 2 Gil Vicente 0

Não foi uma exibição de encher o olho mas foi uma actuação segura dos rapazes de verde-e-branco. Controlo do jogo, oportunidades suficientes para ganhar e duas batatas da baliza de Facchini, que tudo fez para que o nulo se perpetuasse.

Gostei que Marco Silva tivesse dado o abanão que se pedia. Mudou alguns jogadores, poupou outros, utilizou William (a meu ver, bem) e deu uns minutinhos a Gauld.

Correu tudo bem, sem grandes sobressaltos. Gostei de não sofrer golos, depois de quatro jogos seguidos sem manter a baliza a zeros.

Patrício esteve seguro. O Paulo e o Tobias, mais uma vez intransponíveis. Miguel Lopes e Jeff em plano aceitável. William esteve bem e não viu o amarelo. João Mário voltou a mostrar que está num bom momento. André Martins cumpriu. Mané esteve bem e podia ter marcado. Tanaka marcou. Carrillo entrou bem. Gauld sempre que tocou a bola fê-lo com critério. Capel foi igual a si mesmo.

Guardo Nani para último não porque tenha feito uma grande exibição. Nani assumiu que não está num bom momento e que tem jogado diminuído fisicamente para ajudar a equipa. Tem tentado, mas as coisas não lhe têm saído bem. Eu até fui dos que defendeu que não lhe fazia mal ir ao banco. Mas ontem Nani foi decisivo. Decisivo ao desviar o canto de Jefferson para Tanaka empurrar para o fundo das redes e decisivo fazendo um golo de levantar o estádio que festejou em lágrimas. São coisas dele, diz o próprio. 

Nani, nem todos estão contigo. Quase me peguei com três gajos na bancada por tua causa. Porque mereces o mesmo apoio que os outros e não que te insultem a cada intervenção, mesmo naquelas em que tomas a melhor decisão.

Aquele golo de ontem, onde concentraste toda a inspiração que te tem faltado num só pontapé é para eles os três. Para eles e todos os 'assobiadores' de Alvalade: vão para o cara#$&! Apoiem a equipa!

Quinta-feira há mais!

A...e ganhámos graças à nossa qualidade e não à ajuda de terceiros que, aliás, bem nos tentram dificultar a vida!
Nem todos se podem gabar disto!

Hoje joga o Sporting

Jogo importantíssimo para que a equipa possa voltar às vitórias.

O adversário surge motivado por uma série de resultados positivos e apresentará o habitual autocarro de dois andares, precisamente a estratégia que mais nos dificulta a vida nos jogos em casa.

Teremos de ser mais acutilantes do que fomos nos últimos três jogos e temos de arrebatar os três pontos.

A discussão do momento é se William e Adrien devem ou não jogar. Por mim, William é indispensável. Adrien pode ser substituído por André Martins, Montero ou até Ryan Gauld (no caso dos últimos dois implica o recuo de João Mário).

Claro que gostava de uma exibição convincente com futebol bonito mas, o mais importante é vencer.

Espero que Marco Silva saiba gerir os momentos de forma e não tenha receio de mexer na equipa. Será importante um abanão que coloque em campo aqueles que se encontram em melhor momento (seja de forma ou anímico).

Gostava que Gauld não fosse, pela segunda vez consecutiva, ver o jogo para a bancada, sobretudo porque isso o impede de estar quase duas semanas sem competir.

Veremos quantos Sportinguistas estão com a equipa, pois com bilhetes à borla para sócios e acompanhantes (no caso de sócios com Gamebox) é inadmissível não haver casa cheia em Alvalade.

Apostaria num 'onze' composto por:

Rui Patrício; Miguel Lopes; Paulo Oliveira; Tobias; Jefferson; William; João Mário; Montero; Carrillo; Mané; Tanaka.

#EuVouLáEstar

SPOOOOOOOORTING!

Venha o 34º...ou será o 37º?...ou 53º?

Não vi o jogo do Benfica...nunca vejo.

Mas parece que a tradição ainda é o que era.

Colinho do bom!

Podem encomendar as faixas.

Por mim, deviam tê-lo feito em Agosto. Dispensava-se este espectáculo deprimente que se vê a cada jornada.

Nojo deste nosso futebol de corruptos!


A ganhar ou a perder, Sporting até morrer!

Discurso de exigência. Gosto muito!

Não foi um jogo bem conseguido da nossa parte. Entrámos bem e com qualidade mas depois relaxámos com o 2-0 a nosso favor, como de resto tem acontecido. Não temos tido a capacidade de sermos consistentes durante 90 minutos. O terceiro golo acabou por ser injusto porque após a expulsão baixámos as linhas defensivas e deixámos de ter ímpeto ofensivo. Podíamos ter feito mais e melhor”.

A equipa achou que estava a ser fácil. Pusemos o jogo como queríamos, a vencer desde muito cedo, mas fizemos o mais difícil através de erros individuais que poderiam ter deitado tudo a perder. Valeu-nos o grande golo do Sacko”.


João de Deus, após a vitória de ontem frente ao Beira-Mar por 3-2.

Sporting CP B 3 Beira-Mar 2

Vou aproveitar o jogo de ontem para fazer um pequeno balanço da época da nossa equipa B. 

Antes disso, devo dizer que foi uma boa vitória. Depois de uma boa entrada no jogo, 25 minutos de bom nível e de domínio sobre o adversário deixámo-nos dominar e o intervalo acabou por chegar em boa altura. Convém dizer que Wallyson e Rubio marcaram ainda dentro do primeiro quarto de hora. Dois golos com participação decisiva de Gelson Martins. O Beira-Mar reduziu ainda antes do intervalo de livre directo, após falta de Rabia que viu cartão amarelo.

Após nova falta de Rabia, desta vez dentro da área, os aveirenses restabeleceram a igualdade no marcador. O egípcio viu o segundo cartão amarelo e consequente vermelho e, mais uma vez, o Sporting viu-se a jogar com menos um, quando ainda faltavam cerca de 30 minutos para o final do encontro (situação recorrente esta temporada).

Foi tempo de reorganizar a equipa (Mica já tinha dado lugar a Riquicho). Palhilha entrou para o lugar de Geraldes para reforçar o poder defensivo do nosso meio-campo e a verdade é que passámos a ganhar mais bolas ao adversário. Com o aproximar do final do encontro e vendo que o adversário parecia satisfeito com o empate, foi João de Deus que jogou a cartada final na tentativa de ser bem sucedido. Hadi Sacko substituiu Dramé, que tinha feita até então uma exibição muito fraca e mexeu no jogo com a sua velocidade e verticalidade. Era tempo de apostar no contra-ataque e o francês revelou-se aposta ganha. Foi já dentro do período de descontos que, depois de excelente trabalho de Wallyson, o francês marcou o golo da tarde e resolveu o jogo, arrecadando os três pontos para a turma de verde-e-branco.

Podem consultar aqui o resumo do jogo de ontem.

Neste momento ocupamos o 11º lugar da tabela com 42 pontos, a dois pontos de Benfica B (5º), com mais um que o Porto B (12) e a oito de Tondela e Chaves (1º e 2º).

Equipa B 2014-2015 27J.png

 

Este era o cenário há 28ª jornada da temporada passada, a melhor em termos pontuais, desde o regresso das equipas B (recordo que este ano a 2ª Liga tem mais duas equipas, pelo que as contas no final terão de levar isso em consideração).

Equipa B 2013-2014 27J.png

 

Neste momento, e numa época bastante atribulada em que só foi possível contratar um treinador com a época a decorrer, tendo Francisco Barão assumido interinamente o cargo de treinador principal numa primeira fase do campeonato, temos apenas menos quatro pontos que na temporada transacta.

Isto numa época de grandes dificuldades, onde a dificuldade em colocar jogadores por empréstimo nos obrigou a chegar ao final do ano a trabalhar com excesso de 'mão de obra', numa situação sempre difícil de gerir para os treinadores. A chegada de João de Deus não só foi benéfica na gestão dos imensos recursos como contribuiu para estabilizar a equipa e melhorar o futebol praticado.

Com a reorganização do plantel no mercado de Janeiro, muitos jogadores saíram (a maioria por empréstimo), facto que dará ao treinador melhores condições para desenvolver o seu trabalho, que visa o desenvolvimento dos nossos jovens jogadores.

Os regressos de Rubio e Zezinho são um claro upgrade para as opções do técnico.
Rubio tem quatro golos em apenas cinco jogos e já ultrapassou as marcas de Cissé e Enoh (ambos tinham marcado apenas três golos cada um), aproximando-se de Sacko, o melhor marcador da equipa com sete tiros certeiros. Convém dizer que Rubio, depois de empréstimos castradores a equipas demasiado fracas, conseguiu evoluir em cenários totalmente desfavoráveis. Está mais jogador e mostra-se comprometido com os objectivos da equipa, em vez de chegar triste ou desmotivado pelo pouco empenho do clube na sua evolução como jogador. Espero que saibamos aproveitar o chileno que, para além de um bom jogador parece revelar um grande carácter e profissionalismo.
Já Zezinho chegou completamente fora de forma e precisará de mais tempo para mostrar o seu valor. Já mostrou no passado que tem qualidade e espero que consiga fazer sobressair todo o potencial que lhe reconheço.

Os capitães Mica Pinto e Nuno Reis parecem-me elementos importantes de estabilização desta equipa. Embora nenhum dos dois pareça ter valor suficiente para um dia se afirmarem na primeira equipa do Sporting, são ambos bons jogadores que contribuem com a experiência que falta à maioria dos colegas.

Depois há os casos de Wallyson e Ryan Gauld que cresceram muito no decorrer da temporada e mostram que podem ser opção imediata e certezas para a próxima temporada.

Ver jogadores como Francisco Geraldes, João Palhinha, Mauro Riquicho, Daniel Podence e Gelson Martins deixam-me descansado quanto ao futuro. Mostram já imensa qualidade quando estamos na presença de jogadores que realizam a sua primeira temporada como seniores.

Sacko e Rabia parecem ter valor para se poderem vir a afirmar e confesso que Dramé se mantém, para mim, uma incógnita.

Julgo que temos tudo para melhorar o registo da temporada passada, num contexto de maiores dificuldades e maior instabilidade (felizmente já substituídos por um período mais estável e potenciador dos valores individuais) e acho que podemos neste momento avaliar o trabalho de João de Deus como muito positivo e um valor a manter para o futuro.

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