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Grande Artista e Goleador

Hoje joga o Sporting

Há exactamente dez épocas atrás, estávamos prestes a iniciar o período que nos levou ao limite de pedir uma Assembleia Geral extraordinária para pedir a demissão de um Presidente.

Na época 2008/2009, a última que Paulo Bento completou como técnico da equipa principal, o Sporting ganharia o seu último título da "era pré-Bruno de Carvalho"; uma Supertaça (frente ao Porto, com um bis de Yannick Djaló). Hoje a realidade do Clube nada tem a ver com a daquele tempo mas, enquanto treinador, Paulo Bento havia dado ao Sporting alguma estabilidade e uns quantos títulos.

Hoje o Sporting vive o único momento de estabilidade após esse tempo, com um treinador na sua terceira época e uma saúde (a todos os níveis) invejável. No entanto, a exigência que hoje existe (e ainda bem), alicerçada num investimento sem precedentes (sustentado pelos melhores exercícios financeiros da história da SAD) em nada se compara com a daquele tempo, onde o Sporting fazia o que podia com metade do investimento dos rivais, aproveitando o que de melhor a formação nos dava.

Por esta altura, em 2009/2010, Bento já havia sido substituído interinamente por Leonel Pontes, que haveria de dar lugar a Carlos Carvalhal. Jorge Jesus era treinador do Benfica e o Sporting acabaria em 4º lugar, a quase 30 pontos da equipa treinada na altura pelo nosso actual treinador.

Hoje, após uma Taça de Portugal e uma Supertaça (os únicos títulos ganhos após Paulo Bento, que nos ajudou a vencer duas de cada), teremos a possibilidade de regressar aos títulos e reclamar para nós o estatuto de Clube vencedor que já ostentámos no passado.

 

Esta Taça da Liga, que há quase 10 anos atrás teve na primeira final os dois intervenientes da edição deste ano, não servirá para corrigir o passado mas pode servir para desenhar um novo futuro. Um futuro em que a Liga (e esta competição em específico) nos respeite e em que os adversários nos temam como há muito não temem.

Começaremos por devolver ao sadinos essa final perdida de há dez anos, iniciando um ciclo que se quer vencedor da única equipa nacional que se mantém com possibilidades de sucesso em todas as competições.

Iniciemos então um período de dez temporadas onde as duas Supertaças e a Taça de Portugal ganhas nos dez anos anteriores pareçam o ridículo que foram para a grandiosidade do Sporting, que se quer glorioso, tal como no lema.

 

Esforço, dedicação, devoção... Nada disso faltou no jogo da meia-final, nada disso pode faltar hoje.

Se cada jogador personificar em campo o lema do Clube, o Vitória FC não conseguirá fazer frente ao nosso poderio e qualidade.

 

Porque é um objectivo assumido pelo Clube, porque pode motivar e mobilizar o grupo a ganhar mais, esta eventual conquista é importante.

Para mim e para muitos dos nossos adeptos, é e continuará a ser apenas a Taça da Liga, a competição menos importante do calendário competitivo nacional.

 

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