Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Grande Artista e Goleador

And the best is...Cristiano Ronaldo!

É hoje revelado o vencedor do prémio FIFA "The Best", que distingue o melhor jogador do Mundo. Cristiano Ronaldo é o principal favorito.

Como aperitivo, deixo-vos uma entrevista de Laszlo Boloni sobre CR ao site da FIFA:

FIFA.com: You have coached many talented players during your years in management, and not least Cristiano Ronaldo. Did you notice immediately that he had something special?
Laszlo Boloni: I'd only seen him once, in a friendly between the club's U-16s and U-18s, and I decided straight away that I'd bring him under my wing as soon as I could. That moment came when Portugal faced a pair of matches and I had to fill out my squad with youngsters to make up for all the internationals who'd left. I called up this young 16-year-old boy, but I never imagined I'd be keeping him long term. However, as soon as I saw his first training session, I decided there and then not to let him leave. 

Do you recall how the conversation went when you told him he was staying with the first-team squad? 
At the time, I was only just starting to speak a little Portuguese, and I don't remember if I needed a translator or not for our conversation. But it wasn't too difficult talking to him. I didn't need to say much: he had a big smile and was proud to be training with the pros. I simply told the technical director, Carlos Freitas, that I was keeping him. He looked at me and asked: "Definitively? Do you know he can't play in the league?" I didn't know, but I said yes, so that he could train and play friendly matches with us.

As his first coach, what were you able to bring to his game? What was your role in his success?
The first thing is that I was a little strict. There's an expression I like to use which goes: "I prefer to kiss my children when they're sleeping." I'm quite strict when they're around, but I kiss them when they're not looking. I was the same with Cristiano. I was quite strict and, because of that, the first message he began to understand was to not overdo things and not just put on a show. The end result is what mattered most, despite all his qualities. Sometimes a little sprint is all it takes, and you don't need five, six or seven stepovers. I made him aware of his responsibilities and taught him a way of playing that's more effective than dribbling the ball.

Was he already the same type of player he is today, with the same qualities? 
He played as a centre-forward at the time, but I moved him out to the wing because coming up against two 90kg centre-backs would have been a little too much for a boy of 16 or 17. Plus he was better able to exploit his qualities out wide, without losing his effectiveness. To my huge satisfaction, Alex Ferguson did the same thing when Cristiano joined Manchester United. Today, he's free to go where he wants, but at the time I felt that changing his position was the best thing to do. As he was too young, and the rules prevented him from playing with the first team, we organised a special bodybuilding and fast-twitch-muscle programme to help him stay strong in duels and – to borrow a phrase from Aime Jacquet – "beef up his game". He understood that what's important isn't just the technical prowess that the Portuguese love so much and over-emphasise sometimes. By giving him his start in the professional league, I was able to introduce him to some great players, and that helped his development. 

After all the trophies he has won and the four Ballon d'Or titles, do you think you deserve more recognition?
Perhaps, but I don't expect anything from him or any of my players. I was a player too and I know you need to have an innate selfishness, especially when you're a forward. I understand that very well. I don't expect any recognition, and I've already been very well rewarded. My name sometimes gets mentioned with his, and he invited me to a Ballon d'Or ceremony, where his mother and family expressed their thanks. So I've already received a lot.

In the debate over who is better between Ronaldo and Lionel Messi, do you naturally favour Ronaldo or do you try to be objective? 

Obviously, I can't be 100 per cent objective, but both are phenomenal players – the likes of which have rarely existed. Perhaps [Diego] Maradona, Pele, [Johan] Cruyff, [Ferenc] Puskas and [Alfredo] Di Stefano were at the same level, but not many. Ten at most. Messi is unique in the way he plays, and so is Ronaldo. My heart naturally leans towards Ronaldo, but I have the greatest respect for Messi.  

Would you like to coach Ronaldo again one day? 
No, for the simple reason that it's absolutely certain I'll never coach Real Madrid one day. And I hope that Ronaldo never decides towards the end of his career to drop back down to a level he hasn't played at for a very, very long time – a level which, with no disrespect to any teams, could only cause him harm. I think he should, and will, finish his career at Real Madrid.

 

Sigam-me no facebook e no twitter.

SPORTING CP 5-1 Desp. Chaves: Em noite da aVARias, o Sporting não facilitou

Bas Dost voltou a marcar, voltou a festejar como um louco, voltou a abraçar efusivamente os colegas e o Sporting ganhou, goleando.

Esta é a normalidade que se deseja mas, sabendo que nem sempre vai acontecer, foi bom desfrutar de um jogo com eficácia máxima, onde cada remate na direcção da baliza deu golo.

O "trovão" holandês mostrou que não há seca que para sempre dure e, em quatro remates, marcou três golos, tantos quantos fez com a cabeça.

Isto num jogo em que o Chaves até rematou mais, mas onde teve de o fazer para lá da "parede" que Luís Castro disse erguer-se cada vez que os flavienses se tentavam acercar do último terço leonino. Mais de metade dos remates do Chaves foram de fora da área, seis deles a uns bons trinta metros da baliza. Rui Patrício apenas fez uma defesa fácil a um dos onze remates feitos pelo adversário.

No final, pena que a agressividade defensiva já estivesse guardada para o próximo jogo naquele minuto final. O golo é de fino recorte técnico mas muito facilitado. Bastava um sopro para o jogador do Chaves abanar mas, em vez disso, deixámo-lo passar.

 

A goleada só não foi maior porque, à meia hora, Rui Costa, com possibilidade de emendar um erro, errou outra vez, mantendo um amarelo por simulação a Gelson quando devia ter marcado grande-penalidade.

Percebo que, em câmara lenta, um árbitro que tinha tomado a decisão de não marcar falta possa ter dúvidas em mudar a decisão mas, não era caso para ter grandes dúvidas. Bastava uma imagem em tempo real para Rui Costa perceber facilmente que a movimentação do jogador do Chaves impede Gelson de prosseguir o lance. A grande-penalidade não deixa de ser evidente em slow-motion mas Rui Costa manteve a decisão e Gelson levou um amarelo desnecessário que, mais tarde, poderá dar jeito aos nossos adversários.

Noutros campos, o VAR deixou convenientemente de funcionar a partir de um determinado momento do jogo em que determinada equipa acabou por beneficiar de uma grande-penalidade mal assinalada e precedida de falta. VARdadeiramente inacreditável!

 

Regresso ao jogo jogado para dizer que foi uma noite de gala, com bom futebol e um Podence focado em mostrar que, como disse Bas Dost, tem muita qualidade e nos pode ser muito útil.

Ter alguém como o baixinho, que em qualquer momento do jogo o agita da forma que Podence o faz, só pode ser uma mais-valia.

Piccini estreou-se a assistir companheiros para o golo, Acuña estreou-se a marcá-los para o campeonato e Bas Dost, em 14 jogos tem 8 golos, exactamente o mesmo registo da época passada em igual número de encontros.

 

No plano negativo, ressalvo apenas que na falta de Jonathan, que ficou na bancada, não entendo o porquê da entrada de Bruno César para o lugar de Coentrão, quando tínhamos um lateral no banco (muitas vezes nem temos e eu tremo sempre que isso acontece). Será que Ristovski abordaria aquele lance final com tamanha displicência? Acho que não.

 

No final de contas, não só foi importante vencer como foi fazendo-o com uma goleada, respondendo na mesma moeda ao líder do campeonato, que havia cilindrado o Paços de Ferreira na véspera (com respectiva "chicotada psicológica", confirmada hoje pelos "castores"). A luta continua renhida e nós à espera de um deslize dos comandados de Sérgio Conceição.

Finalmente a equipa terá cinco dias para abordar novo jogo, tempo mais que suficiente para recuperar e fazer uma análise e preparação sérias para uma das melhores equipas do campeonato, em sua casa, numa das mais difíceis deslocações da nossa Liga. Segue-se o Rio Ave, em Vila do Conde, felizmente sem Francisco Geraldes mas com muita atitude e garra para nos fazer a vida negra. Teremos de igualar em atitude e fazer a diferença com a nossa qualidade individual pois, colectivamente, os vila-condenses também têm argumentos.

 

Sigam-me no facebook e no twitter.

Mais sobre mim

imagem de perfil