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Grande Artista e Goleador

Andebol do Sporting luta pelo regresso às vitórias

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Se a lógica imperar e os índices anímicos e competitivos estiverem au point, o Sporting confirmará hoje o favoritismo perante os russos do Chekhovskie Medvedi.

Caso o mesmo aconteça nos restantes pavilhões, no próximo domingo, ficaremos com o terceiro lugar à mercê.

Mas não há lirismos. Neste grupo, duas equipas são claramente mais fortes que as restantes e, realisticamente, não me parece que possamos almejar mais do que o terceiro lugar, que não chegará para avançar para a fase seguinte.

A acontecer, não deixará de ser meritório e não sei se, com as cargas competitivas e as lesões que temos sofrido, não seria um milagre alcançar mais do que isso.

 

Não menos importante que uma vitória hoje é o apoio dos Sportinguistas e, numa véspera de feriado, é de esperar um Pavilhão João Rocha bem composto para empurrar a equipa rumo à vitória.

 

Já que falo no Pavilhão, aproveito para falar em algo que detectei no fim-de-semana passado e que acho que deve ser alterado; para as pessoas de Lisboa talvez não seja um problema que as bilheteiras sejam no Estádio José Alvalade mas para quem vem de fora de Lisboa (sobretudo quem vem de longe), caso não chegue com muita antecedência para ver um jogo no Pavilhão, terá uma incómoda ida ao Estádio para comprar bilhete, voltando depois ao Pavilhão.

Ora, as bilheteiras do Estádio não são propriamente ao lado do Pavilhão, obrigando quem necessite de comprar um bilhete à última da hora a contornar metade do Estádio para depois fazer o caminho inverso. Isto facilmente pode demorar uns 20 minutos que, com filas ou apenas uma ligeira demora, certamente inviabiliza quem chegue a menos de meia hora de um jogo de o ver começar.

 

Isto aconteceu-me no jogo de apresentação do hóquei. Cheguei atrasado e a segunda parte já tinha começado. Teria comprado um bilhete e entrado caso houvessem bilheteiras no Pavilhão. Assim não perdi 20 minutos que fariam com que, quando chegasse ao Pavilhão, provavelmente já só visse o apito final do árbitro da partida.

Acho que, sem dúvida, é uma situação a rever e que, a par do modernismo do novo espaço, o Sporting se modernize também e pense em fazer a venda antecipada também através do site já que, com torniquetes, não há qualquer entrave a que isso aconteça.

 

Hoje, cheguem a horas se querem ver uma vitória dos leões de Hugo Canela.

SPOOOOOOOOOOORTING!

 

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Os melhores adeptos do Mundo

Somos nós! Os mais fiéis, os que mais apoiam, os que estão sempre lá.

Não há nada que pare um leão determinado.

Prova disso são as assistências no nosso estádio. Média de 44300 espectadores e a melhor taxa média de ocupação da Liga NOS (88.51%).

Jogos fora?

O Sporting nunca joga fora. 92.62% de ocupação nas Aves, 76.43% em Guimarães, 100% na Feira e 64.62% em Moreira de Cónegos. Isto com bilhetes que chegaram aos 45 euros nas duas últimas deslocações.

Os Sportinguistas sacrificam-se e abdicam de tempo com as suas famílias para acompanhar a apoiar um amor que, na maior parte dos casos vem do berço.

 

Berço que se encarregou de não deixar esmorecer o Sportinguismo de gerações e gerações que pouco ou nada viram o Sporting ganhar.

"Um caso de estudo", disse Jorge Jesus sobre os adeptos do Sporting, acrescentando que, mesmo sem títulos "cada vez há mais Sportinguistas".

Verdade. Cada vez somos mais mas sempre fomos muitos. 

Os últimos anos trouxeram os Sportinguistas de volta mas, só por si, não formaram a massa adepta de mais de três milhões de pessoas. Os três milhões já existiam, formados a alimentados por si próprios e pelo amor ao Sporting que tem passado de geração em geração, de amigo para amigo.

Um amor que não se alimenta de títulos mas sim de valores, que nos unem a um Clube com o qual nos identificamos pela forma como foi "edificado".

 

Foi o respeito pela instituição que vimos nestes últimos anos, o amor à causa que fizeram com que o número de sócios aumentasse em 60%, para os actuais mais de 160 mil, recorde absoluto do Clube, que nem nos tempos áureos de João Rocha ultrapassou os 130 mil.

Os Sportinguistas são gratos, reconhecem valor mas não são cegos.

É isso que nos distingue dos demais. Somos fiéis, presentes, participativos, atentos e críticos. 

Hoje mais do que ontem, fruto da atitude de um Presidente que, quando eleito nos pediu exactamente isso; exigência e espírito crítico, para que o Sporting nunca mais caísse no buraco em que o encontrou.

 

Ora, posto isto, não entendo o porquê de, de há uns meses para cá, serem os adeptos do Sporting um dos alvos das críticas de Bruno de Carvalho.

Adeptos que não são militantes, que fazem o trabalho dos rivais, porque criticam esta ou aquela atitude e que podem ser responsáveis por um futuro desinvestimento nas modalidades, segundo palavras do próprio.

Isto deixa-me perplexo, triste, desiludido e até um pouco irritado.

 

Mas não são os adeptos do Sporting que enchem estádios por todo o país? 

Não são os adeptos do Sporting que nunca abandonaram as modalidades, das quais sempre brotou gratidão pelo apoio em casas espalhadas um pouco por toda a Lisboa e arredores?

Não foi aos adeptos do Sporting que foi pedido espírito crítico?

Não foram os adeptos do Sporting que possibilitaram o aumento do investimento nas modalidades, fazendo-se sócios?

Então, se tudo isto é verdade, porquê estas criticas?

 

Nós fazemos tudo pelo nosso Sporting, como diz na canção. Por amor e dedicação.

Não pedimos nada em troca para além de respeito por nós e pelos ideais sempre preconizados pelos nossos fundadores. Ideais nem sempre respeitados por direcções seguintes, sobretudo algumas do passado recente.

Sim, eu sei que esta conversa dos fundadores se pode virar contra mim:

"Mandamento 6º: Nunca em público amesquinhes os actos de quem represente o teu Clube; roupa suja lava-se em família e o teu dever é criar em toda a parte, pelas tuas palavras e pelos teus actos, um ambiente favorável ao Sporting, enaltecendo-o."

Acontece que os dias de hoje não são como eram há 100 anos. Os directores não são só sete e os sócios não são apenas centenas ou parcos milhares.

Os tempos são outros. Temos adeptos em todos os cantos do Mundo e, para muitos, a internet é dos poucos pontos de encontro para viver, sentir e discutir o dia-a-dia do Sporting.

Nem toda a gente se pode deslocar a uma Assembleia Geral, a uma sexta-feira, para enaltecer ou criticar e, acredito, muitos gostariam de o poder fazer.

 

Pode o Presidente do nosso Clube criticar quem critica em público, sobretudo quem o faz nas redes sociais?

Pode, mas não deve. E não deve sobretudo porque essa tem sido uma ferramenta bastante utilizada pelo próprio para se defender, defender o Sporting mas também para atacar jogadores e adeptos. E ambas as coisas já aconteceram mais que uma vez.

Assim sendo, regresso aos recentes bloqueios de utilizadores no facebook oficial do Clube. Como já aqui referi, muitos (senão todos) foram levantados e as pessoas voltarão, se assim o entenderem, a poder manifestar-se na página oficial do Sporting.

Aquilo que espero é que, daqui para a frente, essas criticas sejam acatadas mas, mais do que isso, sejam respeitadas e equacionadas como sugestões de melhoria, dentro daquilo que cada um entende ser o comportamento ou medidas correctas para a gestão do nosso Clube.

 

Da nossa parte, continuaremos a ser os melhores adeptos do Mundo, Seguiremos fiéis, presentes, participativos, atentos e críticos, sempre que se justifique, seja a critica positiva ou negativa, desde que construtiva.

O Sporting é nosso e, no que depender de nós, continuará a crescer e estará, sem margem para dúvidas, entre os maiores da Europa, como assim foi desejado.

 

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