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Grande Artista e Goleador

Para o ano há mais

O Sporting fechou a participação na Liga dos Campeões com uma vitória por números esclarecedores, mostrando que a equipa tinha valor para ir mais além.

A derrota no primeiro encontro desta fase de grupos acabou por ser fatal e, agora, sabendo como tudo terminou, podemos até afirmar que nem o empate no jogo inaugural nos seria suficiente para assegurar a qualificação enquanto melhor segundo classificado.

O Zurique reserva assim a última vaga de acesso à fase a eliminar da prova, com sete pontos (quatro deles nos jogos entre o 1º e o 3º do seu grupo - o Sporting apenas fez três) e um goal-average que suplanta o nosso em dois golos (seríamos eliminados por um golo, em caso de empate na 1ª jornada).

A prestação na prova máxima da UEFA mostra que é preciso fazer ainda mais para subir para o patamar das melhores da Europa, sendo que ficou evidente que a qualificação para os 16-avos de final estava perfeitamente ao nosso alcance.

Perder faz parte do desporto e do processo de aprendizagem que nos leva a melhorar. Não coloco nada em causa com esta eliminação e, como no futebol feminino não há desculpas, há que ganhar tudo o que falta para que a época seja bem sucedida.

Quanto à Champions...para o ano há mais.

 

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SPORTING CP 2-1 Estoril: VARdade desportiva

A análise é tardia mas, ainda assim, pertinente.

Foram minutos completamente loucos em Alvalade, com o vídeo-árbitro a corrigir duas decisões da equipa de arbitragem que, em campo, errou e, por isso, será penalizada na nota atribuída.

Na verdade o jogo acabaria 3-2. A verdade desportiva nem estaria verdadeiramente em causa mas este jogo demonstra na perfeição a extrema utilidade do VAR.

Duas decisões erradas foram corrigidas e, assim, prevaleceu a verdade do jogo, que diz que o Sporting marcou dois golos e sofreu um, averbando assim mais três importantes pontos.

 

Basicamente o jogo valeu pela primeira meia hora, onde chegou a "cheirar" a mais um "recital" de bom futebol como aconteceu em Guimarães e, a espaços, em Bucareste.

Primeira meia hora onde Gelson abriu o activo e Bruno Fernandes voltou a fazer um grande golo, desta vez de livre directo, exemplarmente executado.

Depois voltámos a baixar o ritmo e evidenciámos algumas dificuldades em gerir os ritmos da partida, "mastigando" em demasia o jogo. 

Apesar disso, durante a primeira parte o jogo pareceu sempre controlado, com a nossa defesa a limpar literalmente tudo.

 

A segunda parte foi fraca e, no último quarto de hora, previa-se aquilo que veio a acontecer. O Estoril marcou, acreditou e ainda pressionou nos minutos finais.

Felizmente tudo acabou como devia e chegamos à paragem para os jogos das selecções com quatro vitórias em outros tantos encontros.

Mathieu voltou a assumir-se como o patrão da defesa, evidenciando sobretudo nervos de aço. Era impensável ter ao lado de Coates alguém do mesmo nível. Mathieu parece ainda melhor que o uruguaio. Oxalá se aguente fisicamente.

Piccini fez um excelente jogo e vem confirmando tudo o que dele escrevi no início do mês de julho (LINK).

Bruno Fernandes continua a encantar-nos com aquilo que, semana após semana mostra poder adicionar à nossa capacidade ofensiva.

Gelson está cada vez melhor e já leva quatro golos em apenas seis jogos.

Bas Dost esteve apagado e é um óptimo sinal saber que podemos vencer mesmo quando o holandês não está inspirado ou não é servido da melhor forma.

 

Depois da selecção defrontar as Ilhas Faroé, no Bessa, e de se deslocar à Hungria, teremos um ciclo muito importante com três jogos numa semana.

A difícil deslocação à Feira, onde mora o invicto Feirense, antecede o importantíssimo embate na Grécia, para a Champions. Tudo isto antes da recepção ao normalmente incómodo Tondela, motivado após vitória esclarecedora em Moreira de Cónegos.

 

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