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Grande Artista e Goleador

O que andam eles a fazer?

JUNYA TANAKA (Kashiwa Reysol) - 1987-07-15 (29 anos) - Avançado / Ponta-de-Lança

Contrato (Junho 2019) Cl. Rescisão 60M€

17/07/2016 (J-League) - FC Tokyo - KASHIWA REYSOL (0-1) Tanaka voltou a não sair do banco de suplentes, pelo 3º jogo consecutivo.
Resumo do Jogo

Jogos - 19

Minutos - 958

Golos - 3

Assistências - 1

Classificação - 7º na 2ª fase da J-League / Eliminados da Taça Nabisco

 * * *

SAMBINHA (New England Revolution) - 1992-09-23 (23 anos) - Defesa Central

Contrato (Junho 2018) Cl. Rescisão 45M€

17/07/2016 (MLS) - Real Salt Lake - NEW ENGLAND REVOLUTION (0-0) Sambinha foi suplente e não foi utilizado neste encontro.
Resumo do Jogo 

Jogos - 3

Minutos - 181

Golos - 0

Assistências - 0

Classificação - 6º na Conferência Este da MLS / Nos quartos-de-final da Taça de Abertura

* * *

JONATHAN SILVA (Boca Juniors) - 1994-06-29 (22 anos) - Lateral Esquerdo

Contrato (Junho 2019) Cl. Rescisão 45M€

15/07/2016 (Taça Libertadores) - BOCA JUNIORS - Independiente del Valle (2-3) No jogo que ditou o fim do sonho de disputar a final da Libertadores, Jonathan Silva não saiu do banco de suplentes e correm neste momento rumores de que pode não ficar no Boca.
Resumo do Jogo

Jogos - 1

Minutos - 90

Golos - 0

Assistências - 0

Classificação - Campeonato Argentino ainda não começou / Nos 1/16 de Final da Taça da Argentina / Eliminado da Taça Libertadores

* * *

TOBIAS FIGUEIREDO (CD Nacional) - 1994-02-02 (22 anos) - Defesa Central

Contrato (Junho 2021) Cl. Rescisão 45M€

14/07/2016 (Jogo de Preparação) - União da Madeira - CD NACIONAL (1-1) Tobias foi titular no centro da defesa e jogou apenas os primeiros 45 minutos, período em que a sua equipa vencia por 1-0.
Resumo do Jogo

16/07/2016 (Jogo de Preparação) - CD NACIONAL - União da Madeira (0-0) Tobias foi titular na esquerda do centro da defesa e jogou os primeiros 45 minutos, antes de se juntar à Selecção Olímpica Portuguesa.
Jogo Completo 

* * *

RAFAEL BARBOSA (União da Madeira) - 1996-03-29 (20 anos) - Médio Ofensivo / Extremo

Contrato (Junho 2020) Cl. Rescisão 45M€

14/07/2016 (Jogo de Preparação) - UNIÃO DA MADEIRA - CD Nacional (1-1) Rafael Barbosa foi titular e jogou como 2º avançado, num esquema semelhante a um 4-4-2. Responsável por ligar meio-campo e ataque, conseguiu fazer aquilo que lhe competia. O facto de o ver assumir as bolas paradas, pode ser um bom indicador quanto à sua utilização esta temporada. Saiu ao intervalo, como a maior parte da equipa.
Resumo do Jogo

16/07/2016 (Jogo de Preparação) - CD Nacional - UNIÃO DA MADEIRA (0-0) Ao contrário do jogo anterior, começou o jogo no banco e só jogou os segundos 45 minutos. Voltou a mostrar bom nível, actuando na posição onde temos visto Podence no Sporting de Jorge Jesus. Acho que poderá ser um empréstimo proveitoso
Jogo Completo 

* * *

HELDON (Rio Ave) - 1988-11-14 (27 anos) - Extremo / Avançado

Contrato (Junho 2019) Cl. Rescisão 45M€

16/07/2016 (Jogo de Preparação) - Varzim - RIO AVE (0-4) Heldon entrou na 2ª parte e foi um dos que mexeram no marcador. Marcou o 4º golo, que fixou o resultado final e qualificou o Rio Ave para a final do torneio do Centenário do Varzim SC.

17/07/2016 (Jogo de Preparação) - RIO AVE - Vitória SC (2-3) Tal como no jogo anterior, Heldon foi lançado a partir do banco de suplentes, com o resultado empatado a duas bolas. Num segundo tempo, em que o jogo foi mais lento e físico, típico de pré-temporada, acabou por ser o Vitória a vencer, graças a uma grande-penalidade convertida nos últimos minutos do jogo, deixando assim o Rio Ave com o 2º lugar do torneio disputado na Póvoa de Varzim.

* * *

FRANCISCO GERALDES (Moreirense) - 1995-04-18 (21 anos) - Médio Ofensivo / Médio Ala

Contrato (Junho 2021) Cl. Rescisão 45M€

17/07/2016 (Jogo de Preparação) - Freamunde - MOREIRENSE (1-0) Francisco Geraldes foi titular mas não durou mais de meia hora. A gestão do esforço aplicado neste início de temporada levou Pepa a substituir o jovem leão aos 30 minutos, num jogo em que vários outros jogadores nem foram utilizados pelos mesmos motivos.

* * *

O Belenenses, onde estão emprestados Domingos Duarte e Oriol Rosell, venceu no dia 14 o Sindicato de Jogadores por 2-0 e no passado sábado o Real Massamá por contundentes 3-0. Infelizmente não consegui encontrar informação detalhada de nenhum dos encontros.

* * *

Miguel Lopes, emprestado ao Akhisar Belediye GS, da Turquia, ainda não realizou qualquer jogo de preparação.

 

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Tchau, Suiça, não vais deixar saudades

O estágio na Suiça não correu como nós, adeptos, esperávamos. Resultados nada animadores e pouco futebol. Nada de anormal em tão prematura fase da época mas, a cara de quem perde não pode ser igual à de quem ganha.

 

Em contraponto, acredito que tenha servido para o treinador tirar algumas conclusões, tendo em vista a composição do plantel para a temporada que se segue. Não vou tecer comentários sobre quem deve ficar ou sair, até porque, para quem não vê os treinos nem sabe ao certo o que foi pedido aos jogadores, essa se torna uma tarefa meramente especulativa. Ressalvo apenas que ficou óbvio que Ryan Gauld não conta. E não falo de agora. Gauld nunca contou para Jesus e parece ter ido para estágio a 'pedido'. Foi e não jogou (5 minutos não contam) e, se era para ser assim, mais valia estar a treinar com a equipa onde irá jogar esta época (e não quero acreditar que será na nossa equipa B).

 

Quanto aos restantes 28 jogadores, tenho a certeza que Jesus riscará imediatamente os que não interessam e, chegados 4 campeões europeus, ficarão apenas a faltar algumas afinações para que entremos na temporada como se deseja, ganhando.

 

O melhor do estágio? Os adeptos, que nunca faltaram com apoio e deram constantemente banhos de Sportinguismo aos jogadores e restante staff, técnico e directivo. Vendo sob este prisma, e porque me pareceu que, nos últimos dias, a 'alegria' já não era a mesma, aproveito para relembrar que foram quase 3 semanas de trabalho intenso, dos quais 10 dias fora de casa, sem a família e com disponibilidade total para os adeptos, algo que intensifica o cansaço.

 

Resta esperar que o regresso corra bem e que um ou dois dias de folga sejam suficientes para recarregar baterias, até porque no próximo sábado o jogo é em Alvalade, de apresentação aos adeptos, e tenho a certeza que a intenção é fazer um bom resultado frente ao Lyon.

 

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Hoje já espero um bocadinho mais

Não sei quantas semanas de trabalho tem o PSV mas, na 3ª semana de trabalho, espero agora ver mais qualquer coisa da equipa do Sporting.

Na verdade, é no jogo de sábado que espero um desempenho superior mas espero sobretudo verificar hoje menos erros individuais, já que os colectivos são ainda normais, pois dependem de uma articulação perfeita entre todos que, naturalmente, não está ainda afinada.

 

Seja como for, será novamente um gosto voltar a ver jogar o nosso Grande Amor. Vamos lá ver como corre.

 

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Sai um hexa para as campeãs europeias

A equipa feminina do Sporting é hexa-campeã nacional de atletismo. O domínio total ao longo de toda a competição não deixou dúvidas do poderio da equipa actual campeã da Europa e que conta com duas recentes campeãs europeias individuais (Sara Moreira e Patrícia Mamona).

Foi o 21º título feminino nos últimos 22 anos e o 46º da nossa história. O domínio na modalidade é avassalador. As duas equipas com mais títulos a seguir ao Sporting têm pouco mais de metade dos títulos (27).

 

No que toca à vertente masculina, expectavelmente, o Benfica revalidou o título (o sexto consecutivo). O Sporting tinha como principal objectivo atrapalhar o rival e dificultar a obtenção de mais um título mas isso acabou por não ser totalmente conseguido.

A diferença de 10 pontos demonstra um maior equilíbrio do que o que se verificou na vertente feminina (45) e acho um indicador que podemos estar no bom caminho para atacar o domínio encarnado nos últimos anos. O 2º lugar não satisfaz mas deixa alguns indicadores positivos para o futuro.

 

Para os mais optimistas, ressalvo que o Sporting tem 48 títulos masculinos e 46 femininos. Um domínio claro da modalidade em Portugal.

Para os mais pessimistas com aquilo que tem sido a prestação masculina nos últimos anos, acredito que as coisas estão a melhorar e, embora tenhamos ainda atletas com marcas muito modestas, há que olhar para o futuro com optimismo. Tenho a certeza que o Sporting saberá trabalhar no campo do recrutamento, assim como fará evoluir os atletas presentes nos seus quadros. Relembro também que o Sporting já passou por 'secas' idênticas por duas vezes no passado e conseguiu sempre recuperar, sendo 6 anos o limite máximo em que não ganhámos o título (entre 89 e 94 e 2011 e 2016.

 

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Em casa, há dois anos

Foi desta forma que a 17 de julho de 2014, abriu oficialmente a emissão da Sporting TV nas plataformas MEO e NOS.

Hoje, passados dois anos, pode dizer-se que o principal objectivo foi amplamente conseguido: informar os Sportinguistas.

 

Nunca nos havia sido tão exposto o dia a dia do Sporting. Notícias, jogos em directo, programas de debate, entrevistas, entre outros conteúdos têm feito as delicias de muitos Sportinguistas.

Podia ser melhor? Claro. Há sempre algo a melhorar mas, não sabendo dos meios técnicos e humanos ao dispor, não me considero em posição de criticar o que quer que seja.

Foram dois anos em que as modalidades ganharam um destaque nunca antes visto e em que o acompanhamento por parte dos Sportinguistas, acredito, tenha crescido.

 

Não sou fã de alguns dos conteúdos e acho que pode tentar-se inovar nesse campo. Há programas que, acredito, pouco interesse geral suscitem e acho que podíamos apostar numa oferta mais variada, podendo mesmo depois de um período colocar os programas a sondagem nas redes sociais, onde será fácil aferir as preferências dos telespectadores.

 

Acima de tudo, falta algum contacto mais próximo com os profissionais do Clube, nas várias modalidades. Um compacto semanal dos treinos, com momentos caricatos misturados com situações normais de treino. Uma entrevista menos formal de quando em vez. Um quizz rápido junto do plantel principal de cada modalidades, mesmo que seja com perguntas do mais estúpido que existe (ao bom estilo norte-americano). Há muitas e boas ideias que se podem captar e reproduzir entre os nossos.

 

Espero que a entrada de Rui Miguel Mendonça ajude a dinamizar o canal, dando-lhe um toque mais de profissionalismo e uma maior noção daquilo que deve ser um canal de desporto, sem que nunca deixe de ser um canal de Clube, direccionado para os seus adeptos.

 

Obrigado por estes dois anos e venham muitos mais.

 

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As pernas ainda pesam muito

Como era esperado, nestes primeiros dois jogos, as pernas ainda pesam muito devido às elevadas cargas físicas. Tanto no jogo frente ao Mónaco como no jogo com o Nyonnais a 1ª parte foi aceitável. Na 2ª, sentiram-se em demasia as alterações e o desgaste físico.

 

Não são jogos para tirar conclusões. Nem os frangos de Jug permitem dizer que não serve, nem os erros defensivos devem colocar algo em causa e muito menos os falhanços em frente à baliza nos devem preocupar. Não agora.

 

Olhando aos pormenores, esses sim que podem dar indicadores, ressalto as exibições bem conseguidas de Podence (com o Mónaco), de Alan Ruiz (com o Nyonnais) e de Iuri Medeiros (com o Nyonnais). Do primeiro jogo vi a 1ª parte e pouco mais e saltou à vista Podence. No segundo jogo foram Alan Ruiz e Iuri Medeiros a deixar os melhores indicadores, embora João Pereira se tenha mostrado em boa forma pela direita.

 

Nesta fase nota-se ainda um desfasamento entre os momentos de forma de cada um e, por isso, houve quem não beneficiasse com o ritmo pausado de outros. Gelson, por exemplo, parecia sempre uma ou duas velocidades acima dos outros e o desfasamento de ritmos tornou-o mais inconsequente que o habitual.

 

Manifesto alguma tristeza por Ryan Gauld não ter jogado ainda qualquer minuto e tenho pena que Jorge Jesus nem o deixe mostrar-se aos adeptos. Espero que seja no sábado, mesmo que seja previsível a sua ausência do lote final de escolhidos para atacar a época 2016/17.

 

Sobretudo a partir da próxima semana, os indicadores já se tornarão mais elucidativos e, mesmo o próximo jogo (sábado, com o Zenit), não dará ainda para tirar grandes conclusões.

 

Enquanto isso, deliciemo-nos com a possibilidade de ir vendo a verde-e-branca e os jogadores que, certamente, não irão dar muitas alegrias.

 

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Sobre a convocatória para os Jogos Olímpicos

Poucos serão os adeptos dos Jogos Olímpicos a suspirar por um jogo de futebol. Arrisco dizer que a esmagadora maioria (na qual me incluo) anseia por uma final da maratona, dos 100 metros, da natação ou qualquer outra modalidade, em vez de mais um jogo de futebol, mesmo que seja de Portugal.

 

Os Jogos são a melhor oportunidade para que vejamos em acção aquilo que é a 'nata' da alta competição em modalidades menos mediáticas e é essa a essência da maior competição desportiva do planeta.

 

Percebo os lamentos do Comité Olímpico de Portugal e da Federação Portuguesa de Futebol mas, não fazendo os Jogos Olímpicos parte do calendário FIFA e tendo lugar numa fase crucial da época para os clubes (que são quem paga os salários aos atletas - e lhes paga para usufruir dos seus serviços), acho que deve haver dos órgãos competentes a sensibilidade para esta situação.

 

Já nem vou falar que nem faz muito sentido ver futebol nos Jogos, quando competições de futebol é o que mais há durante toda a época.

 

Por todos estes motivos e mais alguns, vejo o futebol nos Jogos Olímpicos como uma oportunidade para jogadores menos rodados nas selecções se mostrarem. Uma espécie de selecção B, composta por atletas que estão ou se prevê que estejam numa terceira linha de sucessão aos habituais convocados para a selecção A.

 

Sendo uma competição sem a pressão de outras, não vejo razão para este alarido, embora entenda que tivéssemos vontade de nos apresentar com os melhores.

 

O Sporting cedeu Carlos Mané, Ricardo Esgaio e Tobias Figueiredo (que foi cedido ao Nacional, por empréstimo), um número que me parece aceitável e razoável. Não se pode 'chorar' a ausência de jogadores que acabaram de se sagrar campeões europeus e só vão gozar de uma semana de férias para irem para o Brasil fazer a pré-época. Nem a selecção beneficiaria com a sua presença nem os clubes com a sua ausência.

 

Depois há outro factor que, enquanto Sportinguista me perturba. Então andam a atrasar a afirmação dos nossos até aos sub-20 e depois, sabendo que nos fazem falta (porque somos dos poucos que verdadeiramente aposta nos miúdos), chamam todos quantos podem dos nossos numa fase que nos é claramente prejudicial!

 

Acho que o Sporting cedeu os que podia (Paulo Oliveira poderia ter ido mas isso faria com que ficássemos privados de um dos nossos 3 melhores centrais disponíveis) e isso não deve levar a lamentos por parte do COP e da FPF. Não pode ir o João Mário, tivessem chamado o Francisco Geraldes. Não pode ir o Gelson, chamassem o Podence. Não vai o William...convocassem o Palhinha. Assim, talvez o Sporting tivesse cedido mais alguns.

 

Espero que no futuro se possam encarar estas convocatórias com mais realismo e se pense também que são os clubes quem assume o desenvolvimento dos jogadores, com vista a deles obter rendimento.

 

Se há clubes, como o Belenenses, que se propõem a ceder todos os jogadores pedidos, é porque ao clube interessa a chamada dos mesmos, por motivos de valorização ou exposição.

 

Boa sorte a Portugal! Tentarei ver algum jogo, embora continue a preferir ver outras modalidades, mais identificadas com o espírito olímpico.

 

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Quiosque Leonino

Nesta edição do Jornal Sporting, onde se homenageiam os campeões da Europa de futebol e atletismo, não faltam espaços para outros temas, dos quais destaco:

Podence JS.png

Grande entrevista de Daniel Podence, que revela uma ambição extrema e grande paixão pelo Clube.

João Benedito.png

Merecida homenagem à carreira inolvidável de João Benedito ao serviço do Clube, do qual é hoje um dos maiores símbolos.

 

Mais do que motivos para correr ao quiosque e comprar a edição nº 3580 so Jornal Sporting.

 

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É hoje

Mesmo sendo a feijões, já tenho um friozinho na barriga. A curiosidade para ver os novos e aferir a forma em que todos já se encontram. Mais do que analisar o jogo como se de um jogo oficial se tratasse, espero por observar pormenores, aqueles que nos deixam água na boca pelos próximos 10 meses. Que role a bola.

 

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O Euro de Sir William visto à lupa

Perhaps Portugal’s greatest achievement was that they did it without their key man, that they had the team spirit and the organisation to overcome the loss of a player who had been central to everything they had done in the tournament to that point. But enough about the semi-final – at least William Carvalho was back from suspension for the final.

 

The theory is that Cristiano Ronaldo has decided to keep playing till at least the next World Cup, by which time he will be 33, partly because he is in excellent physical shape himself but also because he looks at the midfield quartet that provided a platform for him and sees four players aged 24 or under of considerable discipline and talent.

 

At the heart of them is William Carvalho. His is an ungainly sort of footballer, all telescoping limbs and hunched shoulders, but his effectiveness cannot be denied. For years, it seemed, he has been linked with Arsenal, the final part of the jigsaw to link together their disparate midfield creators. And for just as long, wherever he turned up in the Champions League playing for Sporting against high-class opponents, he looked thoroughly ordinary.

 

There was an emperor’s new clothes vibe to him, a dawning sense that maybe he wasn’t that good, that he was a player of the social media age, overhyped too soon and vociferously promoted by thousands who’d never seen him play. The scepticism was not unjustified but what was perhaps forgotten was just how young he was - young enough in fact, to give further material to the doubters by missing the decisive penalty in the shoot-out at the European Under-21 championship final last year.

But in France, William Carvalho blossomed. Those long, long limbs kept making tackles. Fifteen times opponents tried to go past him; on 13 occasions he thwarted them. He also made seven interceptions and blocked two crosses and two passes. At least as important was his positional sense, something that is hard to measure with statistics, operating as a breakwater in front of the back four. If opponents did break through Portugal’s pack of three tough-tackling aggressive midfielders, there was Carvalho extending a leg to pinch the ball away. And if they somehow got past him, there were still four defenders. Fernando Santos, the Portugal (cliquem, caso tenham cusriosidade em ver os ratings de cada jogador) coach, said he would rather be ugly and still in the tournament than pretty and at home and William Carvalho was the embodiment of that spirit.

 

Yet to think of him as just a destroyer would be inaccurate. He completed 28 of 37 attempted long passes and 260 of 287 short ones. He kept the ball moving. He was a facilitator, a lubricator, not flashy but effective. All seven of the free-kicks he took found their target. But among all that there was just one key pass. Creation wasn’t his job. He was there to plug gaps, win the ball and move it on to others.

 

There will be those who criticise Portugal for their pragmatism and it's true that there seems something amiss when a side can win the tournament having won one and drawn six games in normal time. But those are the rules and the regulations as they stand. Despite the whining every time England fail to skip round opponents like Brazil 82 or Hungary 54, international football is about not losing. It’s not about style it’s about substance. Portugal may, for the neutral, be the least watchable tournament winners in a generation, but that’s what the international game is.

 

If you don’t concede, you don’t lose, and Portugal leaked only one goal in 420 minutes of knockout football. It’s not thrilling but it is effective, and William Carvalho stood at the heart of that.

 

Artigo retirado do site de futebol e análise estatística, Who Scored (original, AQUI)

 

Nota: Deixei o artigo em inglês pois é fácil de compreender para quem tenha as bases. Para os que não têm, o google translator faz o trabalho.

 

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O que andam eles a fazer?

JUNYA TANAKA (Kashiwa Reysol) - 1987-07-15 (29 anos) - Avançado / Ponta-de-Lança

Contrato (Junho 2019) Cl. Rescisão 60M€

09/07/2016 (J-League) - Urawa Reds - KASHIWA REYSOL (2-0) Tanaka foi suplente e, mesmo com um resultado desfavorável, não foi opção para o treinador.
Resumo do Jogo

Jogos - 19

Minutos - 958

Golos - 3

Assistências - 1

Classificação - 7º na 2ª fase da J-League / Eliminados da Taça Nabisco

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SAMBINHA (New England Revolution) - 1992-09-23 (23 anos) - Defesa Central

Contrato (Junho 2018) Cl. Rescisão 45M€

07/07/2016 (MLS) - NEW ENGLAND REVOLUTION - New York City (0-1) Sambinha não saiu do banco de suplentes.
Resumo do Jogo 

10/07/2016 (MLS) - NEW ENGLAND REVOLUTION - Columbus Crew (3-1) Sambinha voltou a ficar-se pelo banco de suplentes, não tendo sido utilizado.
Resumo do Jogo 

Jogos - 3

Minutos - 181

Golos - 0

Assistências - 0

Classificação - 6º na Conferência Este da MLS / Nos quartos-de-final da Taça de Abertura

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JONATHAN SILVA (Boca Juniors) - 1994-06-29 (22 anos) - Lateral Esquerdo

Contrato (Junho 2019) Cl. Rescisão 45M€

30/06/2016 (Taça da Argentina) - BOCA JUNIORS - Güemes (4-0) Jonathan Silva foi titular na lateral esquerda, teve pouco trabalho a defender e deu pouco nas vistas a atacar. Cumpriu discretamente os 90 minutos de um jogo ainda em ritmo de pré-temporada.
Resumo do Jogo 

08/07/2016 (Taça Libertadores) - Independiente del Valle - BOCA JUNIORS (2-1) Jonathan Silva cedeu o lugar na lateral esquerda ao colombiano Fabra, como já vinha sendo habitual no final da época anterior e não foi utilizado neste jogo a contar para a 1ª mão da meia-final da Taça Libertadores.
Resumo do Jogo 

Jogos - 1

Minutos - 90

Golos - 0

Assistências - 0

Classificação - Campeonato Argentino ainda não começou / Nos 1/16 de Final da Taça da Argentina / Na 1/2 Final da Taça Libertadores

 

Esta não foi a melhor semana para começar a acompanhar os restantes emprestados, todos ainda em pré-temporada mas, caso consiga e se justifique, começarei a fazê-lo na próxima.

 

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Somos campeões da Europa

Não vou elogiar a capacidade de liderança de Fernando Santos nem de Cristiano Ronaldo. Não elogiarei novamente a nossa capacidade de entrega, união e solidariedade dentro e fora de campo. Fomos um e foi por isso que vencemos.

 

Podia dizer muitas das coisas que já disse mas, quem me segue, sabe o que penso deste trajecto e da forma como soubemos construir em cima do erro que foi a nossa fase de grupos.

 

Hoje, o sonho é real. Somos campeões da Europa e fomo-lo da forma mais trágica possível. Uma verdadeira tragédia à grega, em que estivemos, desta vez, do lado certo.

 

Defendemos a maior parte do tempo, tivemos uma pontinha de sorte, fomos competentes e eficazes. Esta final começa a ser ganha naquela defesa de Rui Patrício ao cabeceamento de Griezmann. A verdadeira união surge após a enorme contrariedade que é ficar sem o melhor e mais decisivo jogador com pouco mais de 10 minutos jogados. Aquela mão divina esteve lá quando aquele remate de Gignac esbarrou no poste e não entrou. A justiça fez-se quando Nuno Gomes encarnou em Éder e a bola beijou as redes de Hugo Lloris.

 

Retiro tudo o que disse de Éder. Condescendo aquilo que critiquei no estilo de jogo escolhido pelo seleccionador. A fórmula revelou-se vencedora, porque todos acreditaram nela, inclusive os adeptos.

 

Embora não me agrade por aí além a nossa forma de jogar, Fernando Santos merece orientar Portugal no próximo Mundial e, mantendo ou não este modelo de jogo, terá o meu apoio. No final, veremos se se abre ou não um novo ciclo.

 

Uma coisa é certa. Talento não vai faltar ao treinador nacional e a tarimba que todos ganharam com esta vitória pode ajudar para criar uma onda vencedora. Saibamos nós construir em cima desta vitória. Uma tarefa mais difícil do que quando se tenta construir em cima do insucesso.

 

Deixo um aparte de clubite para o final. Ver 10 jogadores da formação do Sporting chegar ao topo da Europa e comportarem-se como homens é um orgulho tremendo. Saber que 4 deles ainda nos representam, aumenta a crença no futuro imediato. Ver 1 jogador da formação do rival comportar-se como um puto estúpido, fazendo piadas clubísticas, falando na primeira pessoa do singular e desprezando a ausência de Ronaldo no jogo (algo que nenhum outro fez), diz muito daquilo que apregoamos serem as diferenças entre os formados num lado e noutro. É ver onde ele anda daqui a um ano...

 

Viva Portugal!

 

Nota: Amanhã começa o Euro sub-19, mais um título que Portugal nunca venceu, embora já tenha jogado finais. 

Nota2: Que role a bola dos verde-e-brancos que eu já tenho saudades.

 

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Um domingo perfeito: os maiores da Europa

Sara Moreira vence ouro na meia-maratona dos Europeus de Atletismo e Jéssica Augusto o bronze na mesma prova.

Os contornos trágicos, à boa maneira portuguesa, vinham de há dois dias, quando Sara Moreira desistiu da prova dos 10000 metros, num momento em que se encontrava em 4º e já sem hipóteses de alcançar as medalhas. Também à boa maneira portuguesa, Sara fez das fraquezas forças e voltou mais forte, após umas noites que, certamente, não terão sido tranquilas. O foco e a vontade de fazer mais e melhor, valeram-lhe o topo da Europa, numa prova que dominou por completo.

 

Patrícia Mamona vence ouro na prova do triplo-salto dos Europeus de Atletismo.

A prova de Patrícia Mamona teve também os seus momentos trágicos. Começou com um salto nulo, ao terceiro salto era 3ª, começou a segunda série de três saltos com dois nulos e, à partida para a última ronda, mantinha-se em posição de medalha de bronze. A luta parecia ser entre Mamona, a israelita e a grega mas, no último salto antes destas três saltarem, a polaca salta para o 3º lugar e atira a Patrícia para fora do pódio. No salto seguinte, tivemos resposta de campeã. Com uma chamada a 9 centímetros da tábua, Patrícia Mamona bate o recorde nacional e arrebata o ouro, apenas confirmado após os dois saltos das restantes adversárias. Fantástico!

 

Portugal sagra-se campeão da Europa de futebol pela primeira vez.com 10 jogadores da formação do Sporting, quatro deles ainda em representação da maior potência desportiva nacional. Os meus parabéns a todos, em especial aos 10 formados na Academia e em particular aos quatro que havemos de receber em breve para o início dos trabalhos de início de época do Sporting Clube de Portugal (Rui Patrício, William Carvalho, Adrien Silva e João Mário).

Para não variar, mais um jogo com contornos cinematográficos. A lesão de Cristiano no início do jogo, as defesas sucessivas de Rui Patrício, a bola ao poste da nossa baliza aos 91 minutos, a bola na trave da baliza de Lloris, já no prolongamento e o fantástico golo de Éder aos 109 minutos selaram uma vitória histórica e um feito único para o nosso futebol.

 

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Rinaldo Nocentini vence Troféu Joaquim Agostinho

Foi uma etapa muito difícil. Tive uma grande equipa, que trabalhou muito e bem. A dada altura fiquei sozinho, mas já perto da subida final dois colegas juntaram-se à frente e puderam ajudar. Esta vitória é muito importante para mim, por que é a primeira em seis anos, e é muito importante para a equipa, por ser a primeira da época. Tem sabor especial vencer a prova que lembra Joaquim Agostinho, que era um símbolo do Sporting”, afirmou Nocentini após a vitória no 39º Troféu Joaquim Agostinho.

 

Não podia ter sido de outra forma. Muito esforço, dedicação e devoção, antes da merecida glória.

 

Rinaldo Nocentini, numa demonstração de classe e sangue frio, controlou os adversários, sendo o sétimo classificado tirada, um resultado suficiente para ganhar a corrida. O torriense Hernãni Broco (LA Alumínios-Antarte) foi o segundo classificado, a 24 segundos, e o espanhol Raul Alarcón (W52-FC Porto) fechou o pódio, a 26 segundos.

 

Seguem as classificações da etapa e da geral individual, que actualizarei mais tarde com os restantes atletas do Sporting:

 

ETAPA

1.º Gustavo César Veloso (W52-FC Porto), 3h48m41s (Média: 38,569 km/h)
2.º Guillaume Almeida (Rádio Popular-Boavista), +00'05''
3.º Aldemar Reyes (Manzana Postobon), +00'07''
4.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), +00'07''
5.º Hernâni Broco (LA Alumínios-Antarte), +00'07''
6.º João Benta (Louletano-Hospital de Loulé), +00'09''
7.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), +00'09''
8.º Thomas Lebas (Bridgestone Anchor), +00'11''
9.º Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte), +00'11''
10.º Henrique Casimiro (Efapel), +00'14''

 

GERAL INDIVIDUAL

1.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), 13h00m18s
2.º Hernâni Broco (LA Alumínios-Antarte), +00'24''
3.º Raul Alarcón (W52-FC Porto), +00'26''
4.º João Benta (Louletano-Hospital de Loulé), +00'26''
5.º Bruno Silva (LA Alumínios-Antarte), +00'54''
6.º Mikel Bizkarra (Euskadi Basque Country-Murias), +00'59''
7.º Gustavo César Veloso (W52-FC Porto), +00'59''
8.º Henrique Casimiro (Efapel), +01'01''
9.º José de Segóvia (Louletano-Hospital de Loulé), +01'02''
10.º Aldemar Reyes (Manzana Postobon), +01'54''

 

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A ver se hoje é o dia

Enxovalharam-nos, maldisseram-nos, vilipendiaram-nos. Disseram que não somos merecedores do lugar na final, insultaram-nos e afirmaram que o nosso futebol não justifica o título que só nós e os franceses disputaremos.

 

Sim, os franceses fizeram-no mas não foram os únicos. Um pouco por essa Europa fora, muitos o manifestaram. "Portugal não presta, não joga nada e não deve estar na final", disseram eles.

 

No entanto, lá estamos. Chegámos lá por mérito próprio. Sem brilho mas com brio. Sem espectáculo mas com entrega. Sem um futebol bonito mas jogado em equipa.

 

Sim. Uma equipa é aquilo que Portugal demonstra ser. Um grupo de jogadores unido, solidário, coeso e conduzido por uma liderança forte.

 

Podem colar-se a Fernando Santos todos os defeitos naquilo que á a nossa proposta de jogo mas nunca a sua liderança poderá ser questionada. Um líder que desde o primeiro dia assume ambição. Um líder que desde o primeiro dia acredita em si e nos seus. Um líder que crê que as suas ideias podem levar a equipa ao sucesso deve ser respeitado e elogiado.

 

Sim, jogamos pouco. Sim, temos um futebol pouco atractivo. Sim, jogamos nos equilíbrios e na expectativa. Não, não temos um modelo de jogo ofensivo e de posse. Assumimos a nossa posição e esperamos o erro do adversário para o 'matar'. Temos qualidade para o fazer e individualidades prontas a sacrificar-se para aparecer apenas no momento certo.

 

Por falar em individualidades... Impossível ignorar o outro líder. Aquele que dentro de campo se tem assumido, sacrificado, lutado em prol dos objectivos da equipa. Cristiano Ronaldo é hoje um verdadeiro capitão. Assume-se, como sempre, mas fa-lo também pela equipa. Mostra que confia nos colegas, incentiva-os, repreende-os mas luta com eles, lado a lado.

 

Sente-se entre todos uma comunhão sincera, uma união verdadeira e um espírito de grupo fantástico. Tudo o que já tínhamos em 2004 mas onde nos faltou a capacidade para atenuar a euforia. Foi o excesso de confiança que nos 'matou', o pensar que estava no papo. Não será isso que nos tirará o troféu este ano. 

 

A França, tendo jogadores de grande qualidade, não é, tal como Portugal, das melhores equipas a jogar futebol neste Euro. E também lá está. São, na verdade, equipas com algumas semelhanças e que, acredito, se vão respeitar muito dentro de campo. Os franceses acham que está no papo. Deschamps, estou certo que não acha o mesmo e não vai abrir o jogo frente a um Portugal, que afinou o processo defensivo no decorrer do Europeu.

 

Sim, começámos mal mas, se mesmo assim tivemos a felicidade de passar a fase de grupos, não nos faltou também a inteligência e perspicácia para entender o que estava menos bem. Mudámos e melhorámos. Defendemos de forma mais compacta, somos mais seguros no meio-campo e partimos melhor para o contra-ataque. Mudámos algumas peças que se têm revelado vitais e depois...há Ronaldo. E com Ronaldo em campo tudo é possível, até saltar a 80 centímetros do chão para, de cabeça, furar as redes adversárias.

 

Hoje, Portugal parará em frente a um televisor para ver se é o dia. Hoje finalmente festejaremos ou voltaremos a chorar, como no passado. Eu prefiro acreditar que podemos ser felizes e estou seguro que trabalharemos em campo para isso.

 

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