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Grande Artista e Goleador

É só fazer isto, Fernando

É isto, Fernando.png

Se tens mesmo de meter o Renato (sim, eu sei que tu não mandas aí sozinho), não inventes mais do que já fazes, incluindo-o no onze, e faz isto:

Se tem de ser....png 

A ver se ainda vale a pena ver mais algum jogo com o mínimo de entusiasmo...

  

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O derby da Taça

Em dois anos, dois títulos...um deles internacional. O projecto desportivo que visa devolver o Sporting à elite do hóquei em patins Mundial continua o seu caminho.

 

Não foi uma época que tenha correspondido às elevadas expectativas mas é impossível dizer que foi uma má temporada.

Começámos por vencer a Supertaça, chegámos à final-four da Taça CERS (que não conseguimos revalidar), assegurámos a presença na próxima Liga Europeia (a Champions do hóquei) e temos agora a possibilidade de terminar como começámos...com um título, que seria o terceiro em 2 anos, desde o regresso oficial da modalidade ao Clube.

 

A equipa de Nuno Lopes, já bem diferente daquela que atingiu os restantes objectivos acima mencionados, parte como underdog para esta final-four. Tendo em conta as circunstâncias, somos mesmo os menos favoritos e os que, teoricamente, integram o jogo com maior desequilíbrio entre os intervenientes.

Não só vamos defrontar o campeão nacional e europeu como o faremos sem 4 dos jogadores que fizeram parte do plantel desta época (Ricardo Figueira, Tiago Losna, Cacau e Luís Viana).

Restam André Centeno, Tuco, Poka e João Pinto, ladeados por Girão e Zé Diogo, a que se juntam atletas da equipa de juniores, que acumulam a disputa pelo título nacional do seu escalão com a ajuda à equipa sénior.

 

Não se antevê um jogo fácil, onde se prevê ainda o cansaço acumulado pelo maior período em jogo das peças principais. Mas nós nem nos damos mal com este 'estatuto'. A baixa expectativa relativamente à nossa prestação e o nível baixo a que o rival tem jogado após atingir os principais objectivos da época, podem jogar a nosso favor.

É acreditar na surpresa, defender em bloco, com espírito de sacrifício e jogar tudo no contra-ataque, onde até os mais jovens podem fazer a diferença, dada a motivação de estar presente em tão importante fase da competição.

 

O Sporting não vence a taça de Portugal à 16 anos e, depois de quebrar os jejuns da Taça CERS e da Supertaça, talvez possamos matar mais um borrego. Para já, temos pela frente um dos grandes, antes da final de domingo.

 

Força, Sporting!

 

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A tradição ainda é o que era

Tinha aludindo ontem à história para dar o mote para o jogo 3 da final do playoff da Liga SportZone de futsal...bateu tudo certo.

Pela terceira vez o jogo 3 (primeiro da série em casa do rival) voltou a dar vitória aos rapazes de verde-e-branco.

Cumpra-se a tradição na totalidade e domingo será mesmo o último jogo. Se não se cumprir, há histórias diferentes por escrever.

 

O jogo nem começou bem. O Benfica entrou mais forte e agressivo (abusando menos da agressividade, relativamente ao jogo anterior) mas, sobretudo mais seguro. Melhor no ataque organizado e mais coeso na defesa, algo completamente anormal, tendo em conta o modelo de jogo de ambas as equipas.

O empate registado ao intervalo teve mérito (mais uma jogada de laboratório) mas também aquela pontinha de sorte que acompanha os campeões. Até ali, o resultado era melhor que a exibição, mesmo que a superioridade do adversário não tenha sido mais do que mínima. Sobretudo, fomos nós que acusámos um pouco o peso do jogo.

O empate, no momento em que apareceu, foi o melhor que nos podia ter acontecido.

 

Nem entrámos muito bem na 2ª parte mas o talento de Merlim teve o condão de estabilizar os níveis emocionais da equipa e devolver a confiança e segurança no nosso jogo. O golo logo no reinicio do jogo foi um tónico extra, algo que só uma reviravolta num jogo complicado e equilibrado tem a capacidade de dar.

A partir daqui sentiu-se uma mudança de atitude na equipa. Mais confiante, segura, autoritária e perigosa. Foram nossas as melhores oportunidades da 2ª parte e, não fosse Junjo, o resultado ter-se-ia avolumado.

 

Entrados nos minutos finais, chegou a hora de puxar pela união, coesão e entreajuda de todos. Excelentes a defender o 5x4 do rival, fomos felizes como eles já haviam sido em nossa casa. Pelo mesmo resultado e num jogo igualmente equilibrado.

Domingo há mais um jogo e só há uma certeza. O Benfica não sairá desse jogo campeão.

Eu acredito que pode acabar já. Temos qualidade para isso e merecemos ser felizes.

 

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