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Grande Artista e Goleador

Rescaldo da época do ténis de mesa

São 5 os principais nomes que devemos enaltecer...o treinador, Chen Shi Chao e os jogadores, Diogo Chen, Bode Abiodun, Aruna Quadri e João Sedúvem.

O último título datava de 2011/12 e o Sporting havia disputado (embora perdendo) os seguintes. Este ano, a contratação de Aruna Quadri (nº 37 do ranking mundial e ex-jogador do Toledos, dos Açores) veio subir o nosso nível.

Investimos, passamos a ser mais competitivos e apostámos na formação. Diogo Chen e João Sedúvem são 'produtos' da nossa formação e, juntando Bode Adiodun, que tem muitos anos de Sporting, juntou-se assim o grupo perfeito para atacar o título.

Não só disputamos títulos como os vencemos...a todos. Depois da Supertaça, ganha ao Toledos (campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal do ano anterior), veio o campeonato (ganho ao Juncal) e a Taça de Portugal (levando de vencido o Benfica por claros 3-0).

Um 'triplete' que aumenta a responsabilidade para a próxima época e que fará com que siga com atenção a prestação dos dois nigerianos nos Jogos Olímpicos.

Parabéns a todos!

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Foi nos detalhes

O Benfica foi mais concentrado, mais agressivo (às vezes em excesso e com alguma passividade da equipa de arbitragem), mais eficaz e, no final, empatou com justiça a final do playoff da Liga SportZone de futsal.

A entrada forte do adversário surpreendeu-nos e colocou-nos em posição de maior expectativa. Não fomos tão seguros a assumir o domínio do encontro nem tão assertivos a construir o nosso jogo. Mesmo assim, foi sempre um jogo de equilíbrio embora, como já esperava, o adversário tenha criado mais perigo que no primeiro jogo.

 

Demérito nosso, porque falhámos a mais clara oportunidade de golo da 1ª parte. Mérito do adversário, que acabou por chegar ao golo, dando-nos a provar do veneno que havíamos oferecido na tarde anterior. O golo surge de um lançamento lateral onde nos atrasámos a sair ao homem da bola que remata colocado e nos colocava pela primeira vez em desvantagem nesta final. 

 

Num grande lance de Merlim, Cavinato empata o jogo que chegaria assim ao intervalo. Resultado perfeitamente ajustado ao rendimento de ambas as equipas.

 

A segunda parte voltou a surgir com a mesma toada. Oportunidades em ambas as balizas e com o Sporting a demonstrar uma maior fragilidade defensiva, em contraste com a união e coesão do dia anterior. As oportunidades sucediam-se e foi uma questão de tempo até o Benfica voltar a adiantar-se. Boa desmarcação de Ré, atraso no acompanhamento da nossa marcação e estava criado o desequilíbrio. Mérito para o adversário e uma pontinha de sorte (que já tinha dito ser necessária nestes jogos) no ressalto.

 

Logo a seguir, não empatámos porque fomos nós a defender o próprio remate. Cavinato, em cima da linha de golo, tira o golo saído dos pés de Fortino. A sorte não estava connosco e nem no 5x4 fizemos a diferença, aí muito mais por mérito de Juanjo que apareceu finalmente (e infelizmente) nesta final.

 

Bom jogo de futsal, final empatada e vamos para a Luz como começámos...iguais. Será mais um bom jogo de futsal, voltará a não ser fundamental o factor casa e voltaremos a ser excelentes no apoio à equipa. Seremos menos mas pereceremos mais.

 

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