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Grande Artista e Goleador

Cada um com a sua

Ainda aqui não tinha dito nada sobre os negócios de venda dos direitos televisivos e afins.

Recuso-me a andar aqui a 'medir pilas'. A mim pouco me interessa qual foi o melhor negócio.

Para mim, interessa-me que, dentro das circunstâncias, que nos obrigaram a negociar individualmente em vez de em pacote e de forma centralizada, foi um bom negócio para o Sporting.

É curioso que os que mais se esforçam por tentar explicar que a 'pila' deles é a maior, menorizando as dos outros, são os afirmam taxativamente que fizeram o melhor negócio. Para tantas certezas, igual número de dúvidas.

Parabéns ao Presidente do Sporting, que fez aquilo para que o elegeram: defendeu os interesses do Sporting.

SPORTING CP 3-1 P. Ferreira: Regresso à normalidade

Na prova que menor credibilidade tem em Portugal, onde não raras vezes nos têm maltratado, enxovalhado, roubando-nos inclusive um dos troféus, foram mais de 23 mil os adeptos em Alvalade.

23 mil que mostraram que o compromisso é com o Clube e com a equipa e não em função da competição em disputa, por muito que esta continue a merecer o desprezo de muitos.

Para mim, esta nunca deixará de ser a Taça Lucílio, da Carica. entre muitos outros nomes que lhe foram já atribuídos.

Este ano, depois do protesto, é mais uma vez para ganhar e ontem fizemos por isso.

Num onze tal e qual como eu havia previsto, a exibição não foi deslumbrante mas foi segura e decidida nos momentos certos.

Boa entrada em jogo com um golo como devia ser sempre, dentro dos primeiros 10 minutos, e que nos poupava muitos arrepios na espinha. Selo de qualidade Made in Italia, com assinatura de Aquilani, após assistência de Gelson Martins.

A primeira parte até foi morna e havia de terminar com um frango monumental de Marcelo Boeck. Gosto do brasileiro mas há muito que a sua qualidade deixou de estar acima de qualquer suspeita. Os erros acumulam-se e o aproximar do final do contrato leva-me a pensar porque não se começa a integrar Azbe Jug, jogando.

O cartão amarelo de Adrien, a gestão do seu esforço e a necessidade de dar mais ideias à equipa, trouxe novo figurino para a 2ª parte. João Mário foi o escolhido para render o capitão e a escolha revelou-se acertada.

João Mário trouxe mais velocidade de execução e lucidez no processo ofensivo e a equipa ganhou imenso com isso. O golo de Gelson Martins, após passe de Jefferson, acabou por surgir com naturalidade. Bom remate do jovem extremo da nossa 'cantera' e estava reposta a vantagem no marcador.

A partir daqui Jefferson embalou para uma boa segunda parte e Jorge Jesus resolveu dar minutos a Slimani. Pena que para isso tenha retirado Montero do jogo, que acho que poderia e merecia ter beneficiado do melhor momento da equipa no jogo.

A entrada de Bryan Ruiz, para o lugar de André Martins, veio dar maior apoio a Slimani e acabou por revelar-se decisiva.

Foi o costa-riquenho que num lance de pura classe, após passe açucarado de Matheus (belo jogo do brasileiro) selou o resultado final que só não foi mais dilatado porque Slimani estava em noite perdulária, talvez a guardar os golos para o dia 2.

Assim se acabou o ano, em beleza. Agora que venha 2016, aquele que se espera que seja o ano do leão!

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