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Grande Artista e Goleador

O sonho acabou

Para os que viveram o sonho, acabaram por bater com a cabeça na mesinha de cabeceira.

Rinaldo Nocentini não conseguiu responder ao ataque de Alarcón na subida à Torre, Marque não teve forças suficientes para o ajudar na perseguição e, na última subida, o italiano acabou por não ter pernas para De Mateos, acabando no 4º lugar, fora do pódio.

 

Foi o choque de caras com a realidade. A W52 / FCPorto é de outro nível e, sobretudo sem Joni Brandão e Frederico Figueiredo, Nocentini fica completamente vulnerável na alta montanha. 

Nocentini sabia disso e, do alto dos seus 40 anos (respect!) assumiu sem problemas que este Porto, a este nível, se pode bater com muitas das equipas do World Tour (e ele sabe do que fala).

 

A Volta a Portugal terminará hoje e só recuperando os oito segundos de atraso para o espanhol do Louletano / Hospital de Loulé, Nocentini acabará no pódio.

Tem capacidade para o fazer e seria um merecido prémio de consolação pela boa Volta a Portugal realizada.

 

Avaliando pelo que se passou no prólogo e tendo em conta que Nocentini se defende muito bem no contra-relógio, arrisco dizer que o pódio está ao alcance do ciclista do Sporting / Tavira.

No prólogo, de apenas 5.4km, Nocentini ganhou 13 segundos a De Mateos. É, por isso, expectável que consiga melhorar esse ganho em 20km, a distância a percorrer hoje em Viseu.

 

Mas nem tudo é matemático e teremos de contar ainda com a extraordinária motivação de Vicente De Mateos, que certamente fará tudo para não perder os oito segundos que o prendem ao terceiro lugar e lhe darão a oportunidade de subir ao pódio mais do que uma vez, visto que será o líder final da camisola verde (dos pontos).

 

Aconteça o que acontecer, Rinaldo Nocentini fez uma excelente Volta a Portugal.

O azar de não poder contar com a sua principal ajuda, Joni Brandão, e Frederico Figueiredo (fustigado pelas quedas, que o forçaram a abandonar a prova), aquele que seria o segundo fiel escudeiro na luta das montanhas esbarrou ainda na excelência da competência dos azuis-e-brancos, que cilindraram a concorrência.

 

Resta então acabar com a máxima dignidade possível e tentar o pódio com Nocentini e, porque não, fechar o top 5 com Marque (se o desgaste de ontem não for demasiado impeditivo).

Depois, é tirar as devidas conclusões acerca do nível da equipa e avaliar se o investimento não será ainda insuficiente para competir de igual para igual com a W52 / FCPorto. 

A meu ver, desistir não é opção. A aposta na modalidade deve continuar e as pessoas envolvidas na equipa devem saber trabalhar sobre a pressão de melhorar, identificando as lacunas e preenchendo-as o melhor possível para que, para o ano, possamos sonhar a sério, sem acordar antes da parte melhor, aquela em que levantamos os braços e abrimos o champanhe.

 

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Vamos, Rinaldo! Vamos, Sporting / Tavira!

É hoje o grande dia da Volta a Portugal. Não é o decisivo, apenas porque amanhã se corre a derradeira etapa, em Viseu, onde o contra-relógio revelará em definitivo o nome do vencedor da Volta deste ano.

 

Rinaldo Nocentini apresenta-se como o único homem do Sporting / Tavira com aspirações na classificação geral e, neste momento, com apenas 19 segundos a separá-lo de Raul Alarcón, da W52 / FCPorto, tudo é possível.

Alejandro Marque é o segundo leão melhor classificado. Fecha o top 10, a 2.08 minutos do líder da prova e, embora aparentemente afastado dos lugares da frente, espera-se que seja hoje um importante apoio ao italiano, 3º da geral e chafe-de-fila da equipa leonina de Tavira.

 

Estes dois poderão contar com a forte oposição do "comboio" da W52 / FCPorto (que tem quatro ciclistas entre os primeiros sete homens da geral individual), com Vicente de Mateos (em excelente momento de forma) e Rui Sousa (em despedida do ciclismo), entre outros, especialmente da EFAPEL.

 

Hoje era o dia em que o ausente Joni Brandão seria mais importante no apoio a Nocentini. Esta seria a etapa em que Brandão levaria consigo o italiano serra acima, para depois ambos discutirem a etapa na Guarda, deixando o contra-relógio final a cargo de Alejandro Marque e esperando que Nocentini se defendesse o melhor possível num terreno onde sabe fazê-lo.

As expectativas para o contra-relógio mantêm-se e a dúvida prende-se com o facto de não sabermos se Marque terá hoje capacidade ou indicações para levar Nocentini fresco até à subida final, onde só um restrito grupo de ciclistas chegará na frente.

 

O italiano já mostrou que pode andar sempre junto dos melhores mas, caso tenha de o fazer sozinho, sobretudo na Torre, não sei se terá capacidade para aguentar o desgaste que os azuis-e-brancos implicarão aos mais directos adversários.

Para os mais esquecidos recordo que, no ano passado, embora a etapa tivesse contornos e circunstâncias diferentes (com duas passagens na Torre), Nocentini perdeu na Guarda a possibilidade de lutar por algo, atrasando-se na segunda subida à Torre e terminando a etapa a perder para cima de 20 minutos.

 

Certo que o Nocentini deste ano não é o do ano passado. Não teve quedas, fez uma temporada com resultados interessantes e apresenta-se em boa forma para os dias decisivos da prova mais importante do calendário nacional.

Estes factores ajudam a alimentar a esperança numa surpresa que, ainda assim, se afigura como pouco provável para a maioria dos conhecedores da modalidade, sobretudo do panorama nacional.

Resta-nos a nossa fé e a moral deNocentini, que parece estar em alta.

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Força, Noce! Vence por nós!

 

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Podem contar com Noce

Hoje a Volta a Portugal dá descanso aos ciclistas do pelotão e é tempo de fazer um rescaldo das primeiras 6 etapas (mais prólogo).

Não há dúvidas do poderio da W52/FCPorto. Têm dominado a Volta a seu bel-prazer e, talvez por isso, seja de espantar que a vantagem não seja maior para os principais candidatos dos rivais.

Os portistas colocam neste momento três ciclistas no top 5 da classificação geral individual e só um super Rinaldo Nocentini (SPORTING / TAVIRA) e um insistente Vicente de Mateos (Louletano / Hospital de Loulé) têm furado o domínio total dos de azul-e-branco.

Raul Alarcón, com duas vitórias em etapas lidera a Volta, com o seu chefe-de-fila, Gustavo Veloso, neste momento em 5º lugar, a 39 segundos de distância.

 

O revés que representou a ausência de Joni Brandão desta Volta a Portugal foi agravado pelas múltiplas quedas de Frederico Figueiredo, que era suposto que fosse um dos suportes de Nocentini nos terrenos montanhosos. Alejandro Marque tem-se revelado com falta de pernas e, assim, Nocentini tem-se visto sozinho a lutar frente ao comboio dos portistas que, mesmo nas chegadas em alto, ataca o final das tiradas com três ou quatro ciclistas colocados na frente.

O terceiro lugar de ontem e a respectiva bonificação permitiu a Nocentini ir para o dia de descanso com um ligeiro ganho face ao líder da classificação geral, dando novo alento ao italiano e a nós, Sportinguistas.

"Noce" tem sido um verdadeiro leão a lutar entre dragões com chamas nas bicicletas e nem o incidente de anteontem, onde disse ter sido impedido por Raul Alarcón de disputar o sprint no final da etapa, o impediu de voltar a ir à luta pelos lugares de bonificação.

 

O que é certo é que, praticamente sozinho, o chefe-de-fila do Sporting / Tavira têm dado água pela barba aos azuis-e-brancos e, não fossem as bonificações, estaria agora a escassos 9 segundos da liderança da Volta.

Amanhã haverá nova chegada em alto e, na 2ª feira, após uma etapa que se espera mais tranquila, o pelotão enfrentará a subida à Torre (Serra da Estrela), seguida de mais três contagens de montanha, uma delas coincidente com a chegada, na Guarda.

 

Vamos,Noce! Força nas canetas!

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Nelson de bronze!

Sei que a ambição do Nelson não tem limites e que, embora satisfeito com o resultado obtido, não ficou convencido com a marca que atingiu.

Porém, é este o nível actual de Nelson Évora. Claro que acredito que possa "sacar" um salto de 17.40 metros mas, aos 33 anos, há coisas que só a juventude traz e o Nelson não só é dos mais velhos como já não está no patamar que atingiu há uns anos atrás.

Os anos 2007, 2008 e 2009 já não voltam e não perspectivo que possa voltar a saltar mais de 17.70 metros. O seu recorde pessoal data de 2007, quando se sagrou campeão mundial com um salto de 17.74 metros.

 

Ainda assim, Évora parece conhecer a poção da juventude. Aos 33 anos compete com jovens dos 19 aos 27 (a idade do novo campeão mundial, Christian Taylor) como se fossem da mesma idade. 

Nesta final, entre os últimos oito apenas Évora e Copello estavam acima da fasquia dos 30 anos. Os restantes tinham menos de 27 anos, sendo que três deles têm ainda 18, 22 e 23 anos.

Há dois anos Nelson Évora venceu o bronze nos mundiais de Pequim com um salto acima dos 17.50 metros. Não saltava acima dessa marca em competições importantes desde 2009.

 

Não sei se alguma vez voltará a fazer mais do que os 17.50 metros mas uma coisa é certa: Nelson Évora é sempre um nome a ter em conta e ontem voltou a prová-lo.

A prova correu-lhe de feição. Ao segundo salto já estava em posição de medalha de bronze e ir para os três saltos finais com a possibilidade de gerir a prova, vendo saltar antes dele todos os rivais directos era claramente uma vantagem e um decréscimo de pressão se as coisas lhe corressem de feição.

Évora saberia que as marcas atingidas por Taylor e Claye ao terceiro ensaio não estavam ao seu alcance e, assim, controlou a prova com a serenidade que lhe confere a sua experiência.

Vendo que ninguém chegava à sua marca, o atleta do Sporting foi arriscando, na expectativa que a tal marca extraordinária lhe saísse. Não saiu, mas valeu a pena tentar (acabou por fazer dois nulos e um salto muito mau, quando já sabia que o bronze era seu).

 

Apenas para enquadrar, só o recorde pessoal de Nelson Évora daria para ganhar a prova de ontem. Todas as marcas obtidas ao longo da carreira teriam sido insuficientes para bater Taylor.

A prestação do português no triplo-salto do campeonato do Mundo de Londres foi, a meu ver, extraordinária e, neste momento, é difícil prever quando deverão deixar de contar com ele para as medalhas. 

 

Nelson Évora esta aí para ficar. É duro e, se lhe querem comer a carne, terão de roer os ossos. 

Parabéns, Nelson! A medalha também é nossa mas o mérito é todo teu!

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Nocentini disse "presente"

No Alto da Senhora da Graça, apenas Rinaldo Nocentini respondeu à altura do poderio da W52/FCPorto, que colocou quatro ciclistas entre os primeiros oito da etapa.

O italiano perdeu apenas 3 segundos para o camisola amarela Raul Alarcón, que assim reforçou a sua liderança na Volta.

Alejandro Marque não conseguiu aguentar o ritmo dos últimos quilómetros e perdeu 19 segundos e a sua 2ª posição na geral individual.

 

Para quem não viu a etapa, o resultado, mesmo negativo, pode parecer animador mas não me parece que seja (espero enganar-me).

Nocentini parece estar este ano melhor do que no ano passado. Conhece os adversários e os terrenos onde compete e isso, certamente, ajuda a uma melhoria na sua performance.

Pelo contrário, esperava melhor de Marque, que até já venceu a Volta a Portugal.

 

Voltando à aparente ilusão de equilíbrio de forças, parece-me este ano mais evidente que as coisas se resolverão entre Sporting/Tavira e W52/FCPorto. A EFAPEL parece claramente mais fraca e, para isso, em muito contribui a ausência de Joni Brandão, que reforçou o Sporting/Tavira mas acabou por desfalcar a equipa a uma semana da prova mais importante do ano.

Na etapa de ontem ficou mais uma vez evidente que a W52/FCPorto é mais forte. Dominaram toda a subida, nunca deixaram que ninguém chegasse à frente do grupo onde seguia o camisola amarela e atacaram quando bem entenderam. Apenas Nocentini teve capacidade de resposta, mas não de forma a, atempadamente, chegar à frente da corrida.

 

Verifica-se já um padrão na prova, o mesmo do ano passado. O Porto tem capacidade mais do que suficiente para controlar os adversários mas não quer dizer que não venham a ter um dia mau. Nós é que não poderemos dar-nos a esse "luxo".

Com mais três chegadas em alto até final, há que ir amealhando segundos até ao contra-relógio final, onde fará a diferença quem tiver mais força nas pernas.

A 9ª etapa, com chegada em alto após passagem pela Torre, na Serra da Estrela, tem contornos de decisiva.

É ganhar tempo até lá e dar tudo no contra-relógio.

 

Hoje, a etapa parte de Boticas em direcção a Viana do Castelo, terminando em alto, no Santuário de Santa Lúzia, uma subida curta e pouco violenta mas onde se podem perder ou ganhar escassos segundos. Veremos como estão as pernas, após o esforço despendido ontem.

 

Classificação geral individual:

1º Raul Alarcón (W52/FCPorto)
2º RINALDO NOCENTINI (SPORTING/TAVIRA) +0'25''
3º Amaro Antunes (W52/FCPorto) +0'29''
4º ALEJANDRO MARQUE (SPORTING/TAVIRA) +0'35''
5º Vicente de Mateos (Louletano/Hospital de Loulé) +0'43''
...
18º FREDERICO FIGUEIREDO (SPORTING/TAVIRA) +2'22''
32º JESÚS EZQUERRA (SPORTING/TAVIRA) +4'54''
35º LUÍS FERNANDES (SPORTING/TAVIRA) +5'31''
81º MÁRIO GONZALEZ (SPORTING/TAVIRA) +36'47''
97º VÁLTER PEREIRA (SPORTING/TAVIRA) +47'48''
103º FÁBIO SILVESTRE (SPORTING/TAVIRA) +50'46''

 

Classificação geral por equipas:

1º W52/FCPorto 
2º SPORTING/TAVIRA +1'22''

 

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Porque os campeões são os que vencem as mais duras batalhas. Não apenas os que levantam troféus.

Força, Irina! Lança com confiança.

 

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Hepta-campeãs nacionais!

A equipa feminina de atletismo do Sporting voltou a cilindrar a concorrência e venceu pela sétima vez consecutiva o campeonato nacional de clubes.

Depois de não poder defender o título de campeão europeu alcançado na temporada passada em Mersin (Turquia), o Sporting garantiu presença na edição do próximo ano, onde chegará ainda como campeão em título.

Com 16 vitórias em 21 provas, as leoas mostraram quem domina a modalidade em Portugal e superaram por um ponto a pontuação do ano passado.

 

Nos homens a vitória voltou a escapar, novamente por 10 pontos. O Sporting fez 143 pontos, mais 5 que no ano passado mas a pontuação voltou a revelar-se insuficiente. Nem o percalço no lançamento do martelo, onde o Sporting não pontuou, fruto de quatro lançamentos nulos, teria sedo suficiente para arrebatar o título de campeão nacional.

Apenas 6 vitórias em 21 provas são muito pouco para quem pretende subir ao mais alto lugar do pódio. Não há que olhar para este resultado sob um ponto de vista trágico, mas há que retirar as devidas ilações e evoluir individualmente para que, como equipa, nos apresentemos mais fortes em 2018.

 

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Maria Siderot de ouro!

Avisem aí os meios de comunicação social portugueses que o judo feminino não é só a Telma Monteiro (Parabéns, Telma!...e já agora à Joana Diogo, que roubou o bronze à Taciana Lima, judoca do Sporting).

Prova a roçar a perfeição de Maria Siderot. Passou ambas as rondas preliminares com vitórias incontestáveis por ippon e, depois, soube ter sangue frio e maturidade (apesar dos 21 anos acabados de fazer) para fechar a prova com duas vitórias por waza-ari.

De realçar que a final foi apenas e só frente à 5ª do ranking mundial e bi-campeã da Europa sub-23, a sérvia Milica Nikolic. 

O golpe da vitória veio já dentro do minuto final, o que facilitou a gestão do que faltava do combate, visto que ainda não tinha tido penalizações.

Por fim, evidencio o judo muito positivo e ofensivo praticado pela nossa judoca, que em muito beneficia o espectáculo.

Parabéns, Maria!

(fiquem com o vídeo da final da prova - aos 7h21.11m)

Joana Ramos (-57kg), Sergiu Oleinic (-66kg) e Luís Carmo (-73kg) não foram além das eliminatórias mas estão, também eles de parabéns.

Hoje entrarão em prova Diogo Lima (-81kg) e Jorge Fonseca (-100kg). Força, leões!

 

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As modalidades a dar o exemplo

Já não é nada de novo. Não raras vezes vemos atletas das nossas modalidades a dar o exemplo e a mostrar ao Mundo a essência de ser Sporting.

Ajuda ter em todos os grupos gente da casa, com carisma e amor pelo Clube. Jogadores como João Matos (futsal), Pedro Portela (andebol) ou João Pinto (hóquei em patins), apenas para citar alguns e cingindo-me às modalidades de pavilhão, a que agora se junta o voleibol. Mas isto não explica tudo.

Recentemente, vimos jogadores como Carlos Ruesga ou Matej Asanin fazer declarações públicas que demonstram grande identificação com os ideais do Clube, conhecimento da nossa identidade e noção da exigência inerente ao representar um Clube como o Sporting.

Esta semana foi a vez de Léo Jaraguá que, com apenas um ano de Sporting e vindo apenas por empréstimo, demonstra ser mais um exemplo do bom trabalho que as nossas modalidades fazem em prol da divulgação do Sportinguismo, da nossa história e da nossa identidade enquanto Clube.

Obrigado por tudo Léo e até já!

 

Nota: Aproveito esta publicação para, sem excepção, agradecer a todas as modalidades do Clube por representarem tão bem aquilo que é a nossa essência e, já agora, pego na deixa para agradecer também ao Paulinho, que deixa o nosso futsal ao fim de sete anos de muitos êxitos e conquistas. Obrigado, Paulinho! Estás na nossa história e serás sempre recordado como um dos nossos.

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Entre os melhores da Europa

Mais uma época se aproxima e, no ano de estreia do Pavilhão João Rocha, teremos o futebol e as três principais modalidades nas maiores competições da Europa.

 

FUTEBOL

A equipa de Jorge Jesus lutará no playoff pelo acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões e, previsivelmente, terá pela frente adversários como o Sevilha (Espanha), Dínamo Kiev (Ucrânia), Ajax (Holanda), Liverpool (Inglaterra) e Nápoles (Itália). Isto no pior dos cenários, tendo em conta que o mais provável é que não sejamos cabeças-de-série.

Há uma possibilidade remota de evitarmos as equipas mais fortes mas, para isso, será necessário que, de entre Dínamo Kiev, Ajax, Viktoria Plzen e CSKA Moscovo, três caiam na terceira pré-eliminatória.

 

FUTEBOL FEMININO

A equipa de Nuno Cristóvão terá pela frente um grupo com adversários fortes, que obrigarão as nossas leoas a superarem-se, caso queiram passar esta fase de qualificação da Liga dos Campeões feminina.

Os três jogos serão disputados em casa do MTK de Budapeste, na Hungria. Curiosamente, um estádio que o Sporting inaugurou no ano passado.

 

FUTSAL

Enquanto nº 3 do ranking europeu de clubes, o Sporting será cabeça de série na Main Round da UEFA Futsal Cup, a fase que antecede a Elite Round, evitando assim a fase preliminar, a sortear já no próximo dia 6.

Com uma equipa novamente forte e o estatuto de vice-campeão europeu, o Sporting voltará a encarar a competição com o desejo de a conquistar e juntar ao museu do Clube o único título que falta ao nosso futsal.

 

ANDEBOL

Mais de uma década depois, o Sporting regressa à maior competição do andebol europeu. Para alcançar a fase de grupos, teremos de vencer as meias-finais e depois a final da fase de qualificação, pois só uma das quatro equipas avança para a fase seguinte da competição. Os restantes, integrarão (em fases diferentes) a EHF Cup.

O Tatran Presov integrou a fase de grupos da passada edição da Liga dos Campeões e o Cocks ficou pelo caminho na fase de qualificação. Teremos, por isso, pela frente, adversários habituados a estas andanças.

 

HÓQUEI EM PATINS

Tal como na temporada passada, o Sporting qualifica-se para a Liga Europeia, novamente fruto de um 4º lugar no campeonato nacional.

Para além dos candidatos nacionais à vitória na prova (Porto, Benfica e Oliveirense), poderemos ter pela frente os espanhóis do Barcelona (campeão espanhol), Reus (campeão europeu), Liceo da Corunha, Vic e ainda o campeão italiano Amatori Lodi, que destronou em 5 jogos o anterior campeão e adversário do Sporting na Liga Europeia do ano passado, Forte dei Marmi, entre outras equipas de menor dimensão.

 

TÉNIS DE MESA

Se não estou em erro, é o regresso após mais de duas décadas ausentes da prova máxima do ténis de mesa de clubes. O regresso de João Monteiro permitiu ao Sporting apresentar uma candidatura à prova, cumprindo assim com os requisitos mínimos, que nos obrigam a inscrever dois atletas do top 100 mundial (a João Monteiro junta-se Aruna Quadri). Bode Abiodun e Diogo Carvalho, também ele de regresso ao Sporting, completam a equipa que terá certamente dificuldades na fase de grupos.

O Sporting enfrentará o campeão europeu em título (Fakel-Gazprom Orenburg, da Rússia) e um dos semi-finalistas do ano passado (AS Pontoise Cergy, de França). De realçar que estas duas equipas têm dominado completamente o panorama europeu de clubes. Nos últimos seis anos, os russos venceram a prova por quatro vezes e os franceses duas. A outra equipa do grupo são os polacos do Bogoria Grodzisk, que na temporada passada falharam a passagem aos quartos-de-final por um ponto.

 

OUTRAS MODALIDADES

É de esperar que o Sporting se apresente ainda nas maiores provas europeias em Atletismo (os campeonatos nacionais realizam-se entre 22 e 23 deste mês e o Sporting é o grande favorito no género feminino e tentará destronar o Benfica em masculinos), Judo (estaremos na Golden League, no escalão masculino), Futebol de Praia (onde estarão as melhores equipas da divisão de elite nacional) e Goalball (onde o Sporting é campeão da única competição europeia existente, integrada por convite, embora não homologada oficialmente).

 

Esperam-se por isso novos feitos europeus, sendo que esta temporada o nível subiu e, por isso, a glória se nos afigura mais distante. Nada que nos impeça de sonhar e lutar por mais páginas douradas na nossa história.

 

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O campeão bisou

O Sporting sagrou-se bi-campeão de futsal e solidificou a sua hegemonia na modalidade, totalizando agora 14 campeonatos nacionais, 6 deles nos últimos 8 anos.

Desde que o Benfica entrou na modalidade, em 2001, só agora o Sporting conseguiu ultrapassar o rival em número de títulos nacionais durante o período em coincidiram na modalidade (8 títulos para o Sporting, 7 para o Benfica e 1 para o Freixieiro).

 

Com a chegada de Nuno Dias o Sporting vive um período de hegemonia pelo qual não passava desde os primórdios da competição. São 4 campeonatos nacionais em 5 épocas e, no total, 13 títulos em 22 possíveis.

 

Esta foi a temporada mais longa de sempre, com um total de 53 jogos (o máximo anterior eram 50, em 2010/11). Na "era playoff" foi repetido o feito de 2005/06 e 2012/13, onde apenas perdemos um jogo a contar para o campeonato nacional, sendo que nessas duas épocas o Sporting teve uma carga de jogos muito inferior, disputando apenas duas competições (campeonato e taça de Portugal).

Tivemos também uma das maiores percentagens de vitórias desde que o campeonato contempla o playoff, apenas suplantada pela da temporada passada (por centésimas) e a de 2012/13.

 

João Matos foi o mais utilizado, participando em 47 dos 53 jogos da temporada.

Diego Cavinato voltou a ser o melhor marcador da fase regular e, este ano, não perdeu o título de melhor marcador do campeonato na fase a eliminar, onde voltou a ser o melhor marcador da equipa, mesmo sem ter marcado em nenhum dos 4 jogos da final. Abanou as redes por 47 vezes, mais 6 que no ano passado e, desta vez, com uma média superior a 1 golo por jogo (1.12).

Alex Merlim, o único dos nossos jogadores nomeado entre os melhores jogadores de futsal do Mundo, esteve este ano mais ao nível esperado nos jogos decisivos, onde marcou 6 golos nos 6 jogos entre a meia-final e a final (no ano passado tinha marcado apenas 2 nos 7 últimos jogos da nossa Liga).

 

Para além do campeonato, vencemos também a taça da Liga e fomos vice-campeões europeus (à terceira será de vez).

 

Ao Nuno Dias e a toda a sua equipa técnica, ao Miguel Albuquerque e restante estrutura directiva do futsal e principalmente aos jogadores, o meu muito obrigado!

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Está aí o baluarte do crescimento do Sporting

"O Sporting é um clube de modalidades que tem futebol enquanto os outros são clubes de futebol com modalidades"

 

A frase é de Paulo Faria, ex-jogador de andebol do Sporting, campeão na "Nave" e treinador da equipa vencedora da primeira Taça Challenge da nossa história.

Faria puxa a brasa à sua sardinha mas, se há clubes onde na maior parte das vezes as modalidades são vistas como os parentes pobres da instituição, muitas vezes pelos próprios atletas, é bom saber que nem só de fora se sente a importância do ecletismo do Sporting.

 

O ecletismo é bandeira, convicção mas tem sido também, nas últimas décadas, a tábua de salvação de uma franja de adeptos, muitos deles até que nunca meteram os pés num pavilhão no tempo da "casa às costas". Os constantes fracassos do futebol fizeram das modalidades um refúgio e uma parte ainda mais importante da alma do Clube.

A frase de Paulo Faria mostra que, lá dentro, mesmo sem pavilhão, jogadores e treinadores sentem-se acompanhados e acarinhados pelos Sportinguistas.

O Pavilhão está aí para acender o rastilho que o próprio João Rocha fez questão de atiçar entre 1973 a 1986.

Avizinham-se tempos de prosperidade para os lados de Alvalade (agora sim, faz sentido dizer isto, relativamente às modalidades).

Tempos em que a nossa tábua de salvação ameaça ser mais do que isso e deve mesmo assustar os "meninos" do futebol.

Os Sportinguistas têm uma nova "menina dos olhos" (ou menino, neste caso) e, sobretudo nestes primeiros tempos, as modalidades serão ainda mais comparadas ao futebol.

 

A responsabilidade aumenta para o futsal, andebol, hóquei em patins e o regressado andebol, enquanto o basquetebol continua a caminhar de forma segura para um regresso, também ele vigoroso.

O facto de haver neste momento uma casa com condições de topo, obriga a que o rendimento acompanhe essa melhoria de condições de trabalho.

Da nossa parte, resta apoiar ainda mais e mostrar que o Pavilhão fazia mesmo falta, que os dias de Sporting, vividos de manhã à noite, eram algo de que o nosso Clube precisava como de pão para a boca.

 

O Grande Sporting está de volta mas, para que isso seja evidente aos olhos de todos, sobretudo aos daqueles que não poderão ser presença assídua no Pavilhão João Rocha, o papel da Sporting TV ganha ainda maior relevância.

É para ver jogos que a maioria passa pelo nosso canal de televisão e, um pavilhão do mais moderno que existe em Portugal, exige mais e melhores transmissões televisivas. É para ver os nossos jogar que os Sportinguistas querem ligar a Sporting TV e não apenas para ver programas de entretenimento ou blocos informativos com demasiada opinião.

A Sporting TV deve servir cada vez mais para dar a ver os nossos atletas e para informar e documentar tudo o que eles fazem, joguem no João Rocha, na Escola Secundária do Lumiar ou no Pavilhão do Livramento.

Sim, porque continuaremos a necessitar de alugar pavilhões para os demais escalões de formação e porque, também esses atletas gostam de sentir o apoio, o carinho e o reconhecimento da nossa parte.

Por isso, fica aqui mais um reparo à Sporting TV;

"O Sporting é um clube de modalidades que tem futebol" e, por isso, não queremos um fim-de-semana sem jogos na TV quando, no hóquei, tivemos três clássicos em nossa casa (sub-17, sub-15 e sub-13) e o futsal arrecadou o seu primeiro título nacional feminino (juniores).

Os Sportinguistas querem acompanhar as nossas equipas, mesmo as mais jovens e os nossos atletas gostam desse reconhecimento dado pelo nosso canal e também se sentem mais motivados por isso.

Que o Pavilhão João Rocha seja palco de muitas alegrias e ajude a que o nosso canal de televisão preste um serviço ainda melhor aos Sportinguistas.

 

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Futsal feminino vence o primeiro título nacional da sua história

As juniores femininas disputaram entre a passada sexta-feira e a tarde de ontem a fase final da Taça Nacional de Futsal e venceram as campeãs em título no último jogo, arrecadando assim para as vitrines do Museu Mundo Sporting o primeiro título nacional do futsal feminino leonino.

Depois de uma vitória por 4-1 sobre o GCR Nun'Álvares, foi a vez de derrotar o CR Golpilheira por 3-2. No terceiro e último jogo, onde a equipa que saísse vitoriosa levantaria o tão desejado troféu, assistiu-se a um grande jogo equilibrado, onde a vitória sorriu às nossas miúdas por 4-3.

Matilde Vicente, Carolina Lilu, Ana Ribeiro, Soraia Quaresma, Marisa Lucas, Ester Mais, Beatriz Santos, Laura Ferreira, Mariana Ferreira, Bruna Raposo, Beatriz Silva, Marisa Amorim e Antónia Covaci ficam assim com o seu nome na história do Sporting, tendo contribuído para a primeira de muitas conquistas que, esperemos, possam vir no futuro, quem sabe com a contribuição de algumas delas.

 

 

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O primeiro já está

Os comandados de Nuno Dias resolveram sem grandes problemas o primeiro jogo a final da Liga SportZone. Numa primeira parte muito boa, que levava a acreditar até num resultado mais folgado, o Sporting não deu chances ao Braga e o resultado pecava até por escasso no final dos primeiros 20 minutos.

 

Na segunda parte o Braga criou mais dificuldades mas o Sporting, mesmo sem precisar de se apresentar em grande nível, controlou sempre a partida, terminando o jogo com um 3-1 favorável, com sinais positivos para o jogo em Braga, na próxima quarta-feira.

 

Nota final: Que golão do Diogo!

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O primeiro jogo de um título que pode resolver-se em três actos

Eis que chega um dos momentos da temporada. O Sporting inicia hoje a disputa do título nacional de futsal. A final da Liga SportZone começa a jogar-se às 21 horas e o adversário, não sendo o que se esperava, chegou à decisão final por mérito, eliminando o Benfica por 2-0.

O Sporting de Braga marcará assim presença, juntamente com o Sporting, na UEFA Futsal Cup da próxima temporada mas, antes disso, falta apurar o campeão nacional da época 2016/17.

 

O Sporting chega à final do campeonato sem qualquer derrota na Liga SportZone e com apenas duas derrotas em toda a temporada (a Supertaça e a final da UEFA Futsal Cup).

Vencida a fase regular com extrema facilidade e tendo chegado à final sem sobressaltos, o Sporting tem do seu lado o favoritismo teórico. 

Temos melhor equipa, melhores jogadores, melhor treinador e melhores adeptos e o Braga, que na temporada passada vendeu bem cara cada derrota averbada connosco (duas pela margem mínima e uma no prolongamento, para além de um empate na fase regular e uma derrota por penaltis no playoff), não conseguiu este ano colocar-nos as mesmas dificuldades da temporada passada. Após o empate a quatro bolas em Braga, seguiram-se duas vitórias inequívocas. 5-2 na segunda volta da fase regular da Liga e 6-1 nos quartos-de-final da Taça da Liga, que viríamos a vencer.

 

Não quero com isto dizer que será fácil ou que o Braga não criará dificuldades mas não posso também ignorar o nosso claro favoritismo bem como a maior profundidade do plantel que, mesmo não podendo ser usado na sua totalidade em cada jogo, permite a Nuno Dias manter a equipa mais fresca numa semana em que se jogarão três jogos muito intensos.

O facto de termos de deixar de fora três jogadores não formados localmente em cada encontro tem como ponto negativo a qualidade que fica na bancada mas não deixa de ser uma vantagem, não só por estarem mais frescos para ser usados no jogo seguinte como pelas nuances técnico-tácticas que estas mudanças podem introduzir na dinâmica da equipa, baralhando assim um Braga que estaria mais "encaixado" caso soubesse sempre o que esperar.

 

Para além disto, não duvido que Nuno Dias estudou exaustivamente os últimos jogos do Braga, sobretudo os da meia-final do playoff, e terá certamente na manga algumas surpresas para resolver esta final em três jogos.

Hoje, em Odivelas, teremos a primeira de três finais e, pese embora a hora adiantada, teremos um pavilhão cheio e fervoroso no apoio aos rapazes de verde-e-branco.

 

Vamos, Sporting!

 

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Festa a triplicar no escalão de juvenis

E. no futebol masculino, estamos a uma vitória do título, enquanto que, no hóquei, disputaremos a final-four com Benfica, Porto e Valongo.

 

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Obrigado, campeões!

"Allez, allez...allez Sporting allez, allez Sporting allez..."

O cântico continua a ecoar na minha cabeça e a euforia teima em ficar em mim. Apetece cantar e saltar por ti, seja em casa, no autocarro ou no caminho para a escola do mais velho.

 

Ainda hoje isto vai ter de acalmar. Vou tentar fazê-lo enquanto escrevo estas linhas. Caso contrário, pouco conseguirei dizer...

 

Zupo, começo por ti. Não mostraste competência para gerir o grupo mas tiveste a capacidade de formar um plantel de grande nível. A maior parte deles não tinha vindo se não fosses tu o treinador. Obrigado por isso!

 

Canela, esta equipa deve-te tudo. Tu sabias desde sempre qual era o problema desta equipa. Simplesmente nunca pareceu que, enquanto adjunto, tivesses liberdade para fazer aquilo que devia ter sido ele a pedir-te que fizesses para ajudar.

Hoje temos uma equipa. Ganhámos um grupo de jogadores que, pese embora os momentos de medo ou insegurança, viu na tua crença a luz para acender neles a esperança de que era possível.

A forma inteligente como geriste o plantel, como devolveste a alegria ao grupo, foi fundamental para este sucesso.

Tivemos sorte? Claro que tivemos. Porque ela sabe proteger os campeões. E tu és um campeão (bi-campeão, agora).

 

Rapazes...parabéns, malta! Enfrentar esta semana era só para homens a sério. Depois de termos falhado, voltado a tentar e de termos falhado novamente, só podíamos tentar mais uma vez. 

Não enjeitaram a oportunidade, foram felizes e fizeram-nos felizes a nós. Não faltou esforço, a vossa dedicação foi enorme, sente-se a devoção, a glória é merecida.

Ontem foi preciso gente de coragem, homens com tomates. Na primeira parte foram Bozovic, Asanin que estiveram em evidência. Um a marcar, outro e defender. Kopco e Bosko (sobretudo eles) fartaram-se de "brigar" na defesa.

Na segunda parte vimos o rival vir para cima de nós e fraquejámos. O público soube perceber que estava na hora de entrar em acção e, não que o apoio tivesse alguma vez faltado, durante os 60 minutos, naqueles minutos finais foi preponderante. Até a água atirada teve um efeito positivo na equipa, pois permitiu aos jogadores respirar e acalmar. Estávamos mais cansados que eles e naquele período do jogo em que a bola queima. Tempo de aparecerem as estrelas. Ruesga chamou a si toda a responsabilidade (nem tinha feito um grande jogo até então) e mostrou que os melhores têm de estar nos momentos de decisão. Aqueles dois golos foram decisivos mas sobretudo o primeiro, porque foi um grande golo e porque a equipa estava com imensas dificuldades em finalizar.

Neste momento era Cudic que estava na baliza e, justiça seja feita, aquela defesa tinha de ser ele a fazê-la. Depois do que havia acontecido no jogo com o Porto, tenho a certeza que ser decisivo neste jogo ajudou Aljosa a tirar aquele peso das costas.

 

No final, ganhámos. Somos campeões! Comunhão plena entre adeptos e equipa. Lágrimas...de lá e de cá.

 

Manuel Gaspar, Edmilson, João Pinto, Frankis, Carneiro, Pedroso, Zabic, Oneto, Portela, Tavares, Solha e Bruno Gaspar. Parabéns a todos vocês e aos já acima citados. Estão na história do nosso Clube e espero que continuem a engrancedê-la.

 

Está morto o borrego. Agora é celebrar e aproveitar o banquete. Obrigado, campeões!

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Neste momento, com um jogo tão decisivo daqui a pouco, não consigo escrever nada de jeito. É seguir o Canela, que ele sabe o que é chegar, ver e vencer.

Força, equipa!

Eu quero o Sporting campeão!

 

SPOOOOOOOOOOORTING!

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