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Grande Artista e Goleador

Estamos na final

Jogo quase perfeito do Sporting, que teve em Merlim o desbloqueador (é nestes momentos que aparecem os melhores do Mundo). Dieguinho fechou as contas e ainda deu para sofrer no minuto final, após o golo dos russos.

Parabéns aos nossos rapazes e a toda a equipa técnica e restante staff. Domingo lá estaremos, com vontade de trazer o caneco para Portugal.

 

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É para fazer história

História. Para sair do Cazaquistão no domingo com um título europeu de futsal, o Sporting tem de fazer história. Nuno Dias e os nossos jogadores terão de se superar para escrever mais uma página dourada nas memórias do Clube e, assim, enriquecer ainda mais o nosso Museu.

 

A tarefa não é fácil. Para começar, defrontamos na meia-final o campeão europeu em título, o Ugra Yugorsk, da Rússia. Em caso de vitória, teremos pela frente o Inter Movistar, de Espanha ou o Kairat Almaty, anfitrião da competição. Duas equipas que, em conjunto, têm 5 títulos europeus (2 do Kairat e 3 do Inter).

 

O Ugra está na segunda final-four em apenas duas participações e apenas participa na competição na condição de campeão europeu, já que não foi campeão no seu país, em 2015/16. É basicamente a selecção russa (campeã europeia e vice-campeã mundial) apimentada com alguns brasileiros de qualidade.

O Kairat é o campeão do seu país, título que já revalidou este ano, garantindo assim mais uma presença na prova máxima da UEFA. Está na sua oitava final-four e é, entre todas a equipa com mais participações nesta fase na última década (sete). Foi vencedor de duas das últimas quatro edições e é, para mim, o principal favorito à vitória. O plantel é composto por cazaques e brasileiros, que na verdade são quase todos brasileiros. Destaca-se o "nosso" Divanei, que para além de craque, é o melhor marcador da equipa da casa, com sete golos.

Por fim, o Inter, de Ricardinho. Os espanhóis são os mais titulados entre os finalistas mas não vencem a prova desde 2009 e, daí para cá, estão apenas na sua terceira participação na fase final da prova (menos uma que o Sporting). São entre as quatro equipas e que mais finais tem no palmarés (6) mas "só" ganhou metade dos jogos decisivos. Nas últimas cinco participações na final-four, foram a quatro finais mas só venceram uma.

 

O Sporting não pode contar com Djô e Pedro Cary (lesionados) para esta fase final da UEFA Futsal Cup mas isso não retira ambição aos comandados de Nuno Dias. Tenho a certeza que as limitações físicas de Dieguinho e Deo estão ultrapassadas e teremos a equipa praticamente na máxima força. Gonçalo Portugal teve de ficar de fora dos convocados mas estará, como nós, a torcer de fora.
Diogo é o melhor marcador entre os jogadores das equipas em prova (oito golos) e, para além do título colectivo, disputará o título de melhor marcador da prova com Divanei (sete golos).
Avizinham-se jogos de grande emoção e competitividade, onde os detalhes farão a diferença. Nuno Dias certamente terá preparado os jogadores ao pormenor, estudando os adversários detalhadamente. Já todos saberão quais as movimentações preferenciais dos russos, as suas dinâmicas, forças e fraquezas.
Amanhã, às 13 horas de Portugal, estaremos todos "colados" à TV para puxar pelo nosso Sporting, rumo a mais uma final europeia.

 

Força, leões!

 

Nota final para a cidade de Almaty, onde o Sporting já jogou e perdeu uma final, em 2011 (consequência de uma primeira parte horrível, onde sofremos quatro golos sem resposta), frente aos italianos do Montesilvano, após eliminar a equipa da casa, o Kairat Almaty, na meia-final. Este ano, é para chegar à final e ganhar. Recordemos o jogo épico da meia-final (com Léo do lado de lá e Divanei do nosso lado):

 

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Joana Ramos de bronze no primeiro dia do Europeu de Varsóvia

Joana Ramos Bronze.png

Joana Ramos fez uma prova praticamente imaculada, tendo apenas perdido para a medalhada de ouro e líder do ranking mundial, nas meias-finais, no ponto de ouro.

Antes dessa meia-final, três vitórias por ippon que antecederam uma verdadeira batalha no combate pelo bronze. Joana venceu a israelita Gili Cohen por waza-ari, após 6:40 minutos de verdadeira luta e arrecadou assim uma medalha de bronze.

 

Maria Siderot e Sergiu Oleinic venceram ambos o primeiro combate mas perderam no segundo e, se no caso de Maria Siderot me parece que fez o possível para contrariar o favoritismo da adversária (nº6 do ranking mundial), Sergiu (11º do Mundo) ficou um pouco aquém das expectativas, após ser eliminado por um adversário menos cotado (41º).

 

Amanhã há mais e podes saber tudo AQUI.

 

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À conquista da Europa (Guia do Campeonato da Europa de Judo)

Realiza-se de hoje a domingo o Europeu de judo individual e colectivo. Portugal parte para a Polónia (Varsóvia) com um lote de treze judocas e o Sporting é o clube mais representado na convocatória. São seis os judocas leoninos presentes no certame, metade da comitiva nacional (considerando que Tiago Rodrigues participa a expensas próprias, facto que acaba por permitir a Portugal integrar a competição por equipas masculina - a equipa feminina não apresenta em prova todas as categorias de peso necessárias para o efeito).

 

Joana Ramos, Maria Siderot, Sergiu Oleinic, Luís Carmo, Anri Egutidze e Jorge Fonseca são os judocas do Sporting com a responsabilidade de lutar em nome próprio, por Portugal e pelo nosso clube pela melhor classificação possível.

 

Maria Siderot (-48kg), Joana Ramos (-52kg) e Sergiu Oleinic (-66kg) serão os responsáveis por abrir as hostilidades, competindo hoje, no primeiro dia de prova. 

As eliminatórias começam às 10 horas e as fases finais às 15 horas, com transmissão em directo na Sport TV 3.

Maria Siderot, de apenas 20 anos e 26ª do ranking mundial na sua categoria (embora a fazer o primeiro ano como sénior), começará as eliminatórias frente à romena Alexandra Pop, 48ª do Mundo. Caso passe, terá de imediato a nº 6 do Mundo pela frente (Milica Nikolic).

Joana Ramos, a mais experiente da comitiva portuguesa e uma das maiores esperanças de medalha, terá pela frente a norueguesa Madelene Rubinstein (107ª do ranking mundial). Acredito que Joana Ramos demonstrará as diferenças evidentes entre ambas, que as mais de 80 posições no ranking demonstram (Joana é 20ª da hierarquia mundial). O sorteio não foi amigo da judoca leonina e, na segunda ronda, terá pela frente a romena Andreea Chitu, 9ª do ranking mundial. Para vencer a sua poule e ter acesso à luta pelo ouro, Joana terá ainda pela frente outra romena, 8ª na tabela mundial.

Sergiu Oleinic, 11º do ranking mundial em -66kg é o melhor dos colocados no ranking da equipa Portuguesa e terá de fazer valer a sua experiência e bom momento de forma frente a um jovem sérvio que apenas competiu a nível júnior (embora com alguns resultados interessantes). A medalha de bronze, em dezembro, na Golden League e os recentes quintos lugares em provas da elite mundial podem ter sido apenas aperitivos para algo melhor. Terá como grande adversário na sua poule o georgiano Vazha Margvelashvili, 10º do ranking mundial, que o derrotou este ano na meia-final do Grand Slam de Paris (LINK) mas com quem tem um confronto directo positivo (2 vitórias e 1 derrota).

 

Na 6ª feira entrarão em acção Luís Carmo (-73kg) e Anri Egutidze (-81kg) e, tal como no dia anterior, as eliminatórias disputam-se a partir das 10 horas, tendo lugar a fase final a partir das 15 horas, também com transmissão em directo na Sport TV 3.

Luís Carmo é, entre todos os judocas do Sporting, o que apresenta o ranking mais modesto. É apenas 108º na sua categoria de peso e parte para a competição sem grande pressão. Terá pela frente na primeira eliminatória um perfeito desconhecido de 22 anos, o albanês Armando Mallosmani. Se passar a eliminatória inaugural, apanhará Tohal Butbur, israelita e 10º do ranking mundial.

Anri Egutidze, 65º do ranking mundial, procura esta época afirmar-se entre a elite europeia e mundial. Tem potencial para vir a singrar entre os melhores do mundo mas o sorteio foi perigoso para o português. Calhou-lhe em sorte o belga Sami Chouchi (158º do mundo) que vem de um bronze numa prova europeia e que tem um bom palmarés júnior. O português de 21 anos terá de roer este "osso" belga de 24, antes de se bater com Alan Khubetsov, o 8º do ranking mundial. Esta é talvez a categoria masculina mais imprevisível e na qual, não lhe sendo exigido, Anri pode surpreender. 

 

Para o sábado sobra Jorge Fonseca, a competir em -100kg. Desta feita as eliminatórias arrancam apenas às 11 horas, enquanto que os blocos finais estão guardados para as 15 horas. A Sport TV 5 apenas transmitirá o melhor do dia às 21:50 horas (no entanto, toda a competição, em todos os dias poderá ser acompanhado via live streaming - AQUI).

A competição começa na segunda ronda das eliminatórias, frente ao croata Zlatko Kumric (29º do ranking mundial). Fonseca, 18º da tabela, começará assim com um adversário de grande nível, antes do combate que dá acesso à final de poule, onde poderá apanhar Kiril Denisov (russo, 23º do ranking) ou Oleksandr Romanyuk (ucraniano, 116º). Convém frisar que Jorge Fonseca integra a poule do líder do ranking mundial, o azeri Elmar Gasimov, adversário que só na final de poule se poderá atravessar no seu caminho. O caminho para as medalhas não é fácil mas Jorge Fonseca já mostrou antes que, para ele, não há impossíveis.

 

A todos os judocas do Sporting e também aos restantes portugueses em prova (Joana Diogo, Leandra Freitas, Yahima Ramirez, João Crisóstomo, Jorge Fernandes, João Martinho e Tiago Rodrigues) desejo a melhor das sortes e que consigam superar-se, dando o seu melhor.

No domingo, realiza-se a competição colectiva, com eliminatórias às 11 horas e bloco final às 15 horas (23:40 horas, em diferido, na Sport TV 3).

 

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O encarnado que mancha o desporto português

Será coincidência que, este ano, hajam casos de arbitragem em derbies no futebol, hóquei em patins e andebol? Mais um ponto em comum aos jogos com casos é o clube prejudicado. O Sporting, pois claro. 

 

Era para ter falado disto ontem mas não tive tempo.

Infelizmente não pude ver o jogo. Estava em viagem e foi através do "Game Center" da Federação Portuguesa de Andebol que fui acompanhando o resultado.

Só soube do erro pelas redes sociais, no caso, um post no facebook do nosso atleta, Edmilson Araújo. Tinha de ver o que se passou e foi o que fiz (felizmente o jogo está disponível no youtube).

 

Depois de uma ida para intervalo com os encarnados na liderança por dois golos, a coisa adivinhava-se difícil para o nosso lado.

Só aos 16 minutos do segundo tempo voltámos a empatar a partida, que foi de parada e resposta até ao final do jogo. A vantagem foi sempre caindo para o lado dos da casa e apenas a 10 minutos do final conseguimos a primeira vantagem da segunda parte.

Continuou o golo cá e lá, sempre com as vantagens a surgirem do lado do Sporting.

O caso do jogo ganha mais peso porque acontece na fase decisiva, em que já sobrariam poucos ataques para ambos os lados e numa fase de desacerto de ambas as equipas, que tinham acabado de desperdiçar dois ataques cada.

 

A 2.57 minutos do final, Frankis Carol surge isolado após um roubo de bola de Edmilson Araújo. Como é normal, não falha. O golo colocaria o Sporting na frente por 27-28 mas acabaria por ser o Benfica a adiantar-se no ataque seguinte, ganhando assim o ascendente no marcador e no estado anímico. Afinal, não restariam mais de um par de ataques para cada lado até final do encontro.

 

Como disse, foi nas redes sociais que me deparei com isto. Era a foto de um frame da transmissão, bastante elucidativa para ser admitida como prova. Mas ver o vídeo dá sempre outros pormenores.

O jogador do Benfica pede infracção do jogador do Sporting levantando os braços (no caso, até parece pedir passos - infracção que não existiu, bem como qualquer outra) e o árbitro imediatamente anula o lance, alegando violação da área.

É evidente que a violação da área não existiu, bem como é evidente que o árbitro está bem posicionado para analisar o lance, pois tem a visão completamente desimpedida. Terá sido a pedido?

 

O que é certo é que o Sporting perdeu a hipótese de somar mais um ponto e vê assim ainda mais dificultadas as contas do título. A cinco jornadas do fim, o Porto está à distância de quatro pontos e só uma vitória em casa que anule a desvantagem no confronto directo (30-28 no Dragão Caixa) e outras quatro, esperando que os nortenhos percam mais uma vez nos dão a oportunidade de festejar no final. É certo que o Porto joga três fora e dois em casa e nós o oposto mas o título estará praticamente entregue, sendo que o segundo lugar nunca estará em risco.

 

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Tudo a postos para a fase final de Andebol

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Acredito que a fase final poderá apresentar mais surpresas do que as que se esperam. Jogar na Madeira ou em Águas Santas é muito difícil e o confronto directo entre os favoritos pode cair para qualquer dos lados. Madeirenses e Maiatos lutarão certamente por uma qualificação europeia e, se queremos atacar o título que há tantos anos nos foge, teremos de ser muito fortes, coesos e determinados. Eu acredito!

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Caminho redefinido. Objectivos intactos.

Em muito me agradou a aposta desta temporada em todas as modalidades. Hoje, centro a minha análise nas épocas do hóquei em patins e do andebol que, já no decorrer desta temporada foram alvo de alterações estruturais.

No hóquei, a saída de José Trindade, coordenador geral da modalidade, acabou por ser consequência de erros administrativos, que lesaram o Sporting desportivamente. A punição com derrota e consequente perda de três pontos num jogo do campeonato em que um jogador foi indevidamente utilizado terá sido o episódio com mais peso nesta decisão.

No andebol, assumiu-se que a continuidade de Zupo Equisoain, treinador da equipa sénior, foi um erro e, para já, é Hugo Canela quem fica com um plantel de luxo em mãos mas também com a árdua tarefa de fazer do andebol um projecto bem sucedido desportivamente.

 

Começando pelo hóquei, parece claro que o plantel é de extrema qualidade e bem orientado pelo espanhol Guillem Pérez, que substituiu o carismático e apaixonado Nuno Lopes (que, já agora, ficou com a tarefa de fazer a ponte entre a formação e a equipa sénior, assumindo o comando da equipa B).

O treinador espanhol trouxe à nossa equipa uma forma totalmente diferente de jogar hóquei, mais virada para o ataque e para o jogo em transições do que aquele que Nuno Lopes preconizava (com menos meios humanos, diga-se). Claro que ter jogadores como Pedro Gil, Ferran Font, Caio e Sérgio Miras ajudam a encarar os adversários de outra forma e trazem à equipa o incremento de qualidade e uma variabilidade de opções que antes não existia. No fundo, era isso que se pretendia; aproximarmo-nos dos principais candidatos. Um plantel da valia do nosso tem tornado essa aproximação real, mesmo que não aos olhos de todos.

Não podemos olhar para o nosso investimento  ignorando a maior estabilidade dos projectos dos rivais. Podemos e devemos exigir mas sem nunca perder a noção da realidade.

O Benfica tem provavelmente a melhor equipa do Mundo e tem dominado a modalidade nos últimos anos, juntando o título de campeão nacional ao de campeão europeu.

A Oliveirense vem de anos de investimento consecutivo, com a vantagem de, desde há muito tempo, ter uma estrutura e um projecto consolidado de ataque ao domínio de Benfica e Porto que, na última década, só o Valongo conseguiu furar, aproveitando uma época atípica dos principais candidatos ao título. Para além disso, são vice-campeões europeus e actuais líderes do campeonato nacional.

O Porto, depois de ter perdido o domínio para o Benfica, tem sabido regenerar-se com jogadores jovens de grande qualidade e apresenta neste momento uma equipa de topo, sustentada por uma estrutura que venceu onze dos últimos quinze campeonatos.

Podia ainda falar de clubes como o Barcelos que, amiúde, se intrometem nesta luta de titãs, mas fico-me por aqui.

Tudo isto para que percebamos que o trajecto ascendente, desde a terceira divisão até ao topo foi percorrido em tempo recorde e já coroado de forma incrível com um título europeu.

Esta época que, face à qualidade do plantel, está para muitos a correr abaixo das expectativas, para mim, está a correr dentro do previsto e, não fossem os três pontos perdidos na secretaria, estaríamos a apenas quatro pontos do líder. Realço que a equipa tem neste momento mais seis pontos do que na época passada, que seriam nove caso não se tivesse verificado a perda dos três pontos por violação do regulamento. A melhoria é notória e substancial.

Dos rivais, só o Benfica tem menos pontos do que tinha na época passada, fruto do menor desnível para os rivais.

Assumido foi o fracasso na Liga Europeia que, em última instância, poderá beneficiar-nos internamente, visto que os três primeiros do nosso campeonato seguiram para a fase a eliminar da prova e nós nos mantemos apenas a disputar campeonato e taça de Portugal.

Está tudo em aberto e os confrontos das últimas 5 jornadas (ainda estamos na 17ª de 26 jornadas) decidirão o campeão.

 

No andebol, Sporting e Porto reforçaram-se muito e bem mas, mais uma vez, há que olhar para os investimentos de forma diferenciada. Se é certo que o nível do nosso plantel em nada é inferior ao dos portistas, não é menos certo que o Porto reforçou um plantel com uma estrutura que venceu sete dos últimos oito campeonatos e que, inclusive, teve prestações interessantes na Liga dos Campeões.

Se é certo que Zupo se revelou um erro, não é menos verdadeiro afirmar que, sem ele, dificilmente teríamos atraído jogadores da qualidade dos que dispomos hoje.

O emendar de mão que a saída de Zupo significou e a aposta em Hugo Canela, ex-adjunto do espanhol, tem tudo para dar certo, até porque já se percebeu que, para além da vantagem óbvia de conhecer bem o campeonato e o Clube, Canela tem ideias bem diferentes e demarcadas das do seu antecessor. Parece-me óbvio que o nosso actual treinador pouco ou nada interferia ou colaborava na metodologia e dinâmica de Zupo e a sua liderança tem sido uma evidente lufada de ar fresco para o plantel.

O campeonato deste ano tem mais equipas pelo que, em vez dos pontos, compararei as percentagens de sucesso. Os 92% de pontos conquistados este ano suplantam os 85% do ano passado e é evidente que é no confronto directo com o rival que as coisas têm de melhorar. Perdemos ambos os jogos com o Porto por um golo e em ambos poderíamos perfeitamente ter ganho, sendo que o jogo em casa foi perdido de forma inacreditável e acabou por precipitar a alteração no comando técnico da equipa.

As diferenças entre 1º e 4º classificado estão nos sete pontos, sendo certo que o sistema de pontuação dificulta a aproximação dos perseguidores, visto que todos os resultados dão pontos (3 por vitória, 2 por empate e 1 por derrota).

De resto, estamos na taça de Portugal e mantemos intactas as ambições de vencer a Taça Challenge, onde o próximo adversário serão os gregos do AC Doukas.

Os três pontos de diferença para o Porto no campeonato voltam a colocar-nos a depender de nós próprios mas temos sobre nós a exigência de uma fase final quase perfeita, onde a maior competitividade pode ainda dar azo a uma intromissão por parte de ABC ou Benfica, mais não seja por poderem interferir na luta a dois entre os principais candidatos. A própria luta pelos lugares europeus pode baralhar as contas dois dois primeiros, factor que reforça a necessidade de vencer a maioria dos jogos que restam da temporada.

 

Confio que acabaremos por ter sucesso, tanto no hóquei quanto no andebol, ao qual juntaremos certamente êxitos no futsal e em muitas outras modalidades, algumas delas, como o atletismo, já multi-tituladas este ano.

 

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Grande entrevista, Senhor Carlos Lopes mas, permita-me...

A entrevista foi dada ao Tribuna Expresso (LINK) e, como quase sempre, tem vários motivos de interesse, mesmo que algumas coisas sejam inevitavelmente repetitivas, tal é o número de vezes que Lopes foi entrevistado.

A mim, há uma que me salta à vista e, por isso, transcrevo um excerto:

 

"Foi treinador, mas acabou por não seguir a carreira. Porquê?
Gosto muito da honestidade, trabalho com honestidade, gosto de colaborar, às vezes sendo maltratado… e andar a trabalhar, criar jovens para outra dimensão e de um momento para o outro ficar sem os atletas, custa muito.

Está a referir-se em concreto a quê?
Fui treinador no Belenenses, no Maratona, no Sporting, no Núcleo Sportinguista da Lourinhã e um tipo está a fazer uma equipa e de repente ver ser destruído todo o seu tranbalho em prol de…

Mas quem é que lhe tirava os atletas?
Isso agora não interessa. O último foi no Núcleo Sportinquista da Lourinhã, em que andava a treinar um miúdo e quando começo a perceber que havia ali manobras de outros treinadores, não gostei e disse “meu menino vai treinar com quem quiseres” e abandonei a carreira de treinador. À minha custa não, à custa do meu trabalho ninguém vai mais ter atletas. É injusto e como não gosto de injustiças sou muito radical. E como não me quero ofender com ninguém, porque eu estou aqui é porque gosto de viver a vida, é muito simples. Perderam um treinador e perderam se calhar um dinamizador do atletismo para o futuro.

Hoje quando olha para o nosso meio fundo e fundo, o que sente?
Uma grande tristeza. Uma grande tristeza por culpa própria, porque o grande problema hoje em dia é que os treinadores não falam entre si, não criam equipa. Toda a gente acha que sabe tudo, toda a gente quer ser melhor do que o outro.

Há muita competição.
Competição estúpida. Toda a gente quer ser o melhor do mundo, toda a gente quer ser um professor Moniz Pereira, mas Moniz Pereira só houve um, como Carlos Lopes só havia um. Não vale a pena irem por ai. Em vez de se unirem, discutir ideias, fazer trajeto para o futuro, não, toda a gente quer ser o melhor. E porquê? Porque se não houvesse muito dinheiro envolvido possivelmente as coisas aconteciam mais naturalmente.

Foi treinador do seu filho Nuno Lopes.
Sim, e por isso fez os resultados que fez. A partir do momento que saiu de mim, deixou de os fazer.

E porque é que ele deixou de ser treinado pelo pai?
Por causa das tais guerras de bastidores. Você é mãe de um menino ou menina, e dentro das suas condições dá-lhe aquilo que acha que é o ideal, mas se vier outra mãe e disser ao seu filho, se fizeres isto, eu arranjo forma de ter darem isto, mais isto, mais aquilo, o que você vai fazer? O miudo não aceita? No desporto joga-se muito com o factor de quem manda e quem manda às vezes tem muita força, não é pela razão mas pelas convicções. E depois perde-se tudo. E tem-se perdido muitos jovens nestas condições.

Os clubes, a federação, estão todos coniventes com isso?
Claro que estão. E toda a gente sabe disso. Depois temos os resultados que temos.

É frustrante para si?
Não, é um alerta para as pessoas pereberem os erros que estão a cometer. Não ganho nada em sentir-me frustrado. Se eu fosse professor de educação física, se calhar era o melhor treinador do mundo e ninguém me tocava. Mas não sou professor de educação física.

Está a dizer que olha-se demasiado para os cursos superiores que as pessoas têm ou não?
Para o elitismo. Funciona assim em todos os setores da vida. O Moniz Pereira aprendia com aquilo que os atletas faziam e nunca pôs isso em causa. Ele também aprendeu muito com os atletas que treinava. Penso que foi daqueles homens que mais soube tirar partido das características de cada um dos seus atletas.

Então não teve uma carreira de treinador por não ter um curso superior? Não lhe reconheciam valor por causa disso?
Em parte sim. Em parte. E eles sabem que eu sei.

Mas tem um “know how”, uma experência que muitos treinadores não têm.
É verdade e eu sei disso.

E isso não pode ser aproveitado de alguma forma?
Já tenho 70 anos para ter juízo. Mas ainda não perdi a esperança de fazer a minha escola de meio fundo/fundo com o nome Carlos Lopes.

Onde?
Gostava de começar em Lisboa, mas se calhar depois ser transversal a outras regiões do país.

Está dependente do quê?
Da minha vontade.

Já tem apoios?
Estou a tratar disso. Não é fácil, digo já. Jovens com valor em Portugal nós temos. Por aí estamos descansados. E é uma pena perderem-se tantos valores.

E perdem-se também porque os jovens não têm paciência para correr distâncias mais longas?
Isso é outro problema, ninguém tem paciência, toda a gente quer resultados imediatos e o atletismo é um jogo de paciência. Se percebermos que um atleta de meio fundo/fundo demora sete a dez anos a fazer… é muito tempo. Ter capacidade de gerir durante quatro, cinco, seis anos, não é facil. A exigência é enorme. Agora não podemos ter um jovenzinho e fazer logo dele campeão e depois, dentro de três ou quatro anos, já deu tudo o que tinha a dar. Isso é que não pode ser."

 

Ora, temos jovens com valor em Portugal, o próprio Carlos Lopes lidera uma estrutura de atletismo num dos maiores clubes do Mundo (com 16 títulos europeus) e afirma ter competências técnicas que podem levar o meio-fundo e fundo para outros patamares. Então...

Porquê esperar para implementar a metodologia por meios próprios e porque não em articulação com o Sporting?

Se já está implementada essa metodologia no Sporting, porque continuamos a não ver jovens com potencial para se afirmarem no meio-fundo?

 

E não estou a criticar por criticar. O Sporting não teve este ano um único campeão nacional de sub-18 nessas distâncias. Apenas Eduarda Barbosa foi campeã nacional de sub-20, na distância de 1500 metros e, tirando Salomé Afonso (20 anos), não se vislumbra para já mais ninguém que prometa altos voos. Amélia Pinto e Guilherme Vitorino já fizeram resultados interessantes mas tenho dúvidas que atinjam os patamares mais altos. No masculino então, a situação preocupa-me. Temos uma equipa de qualidade mas formada à base de contratados, todos eles com mais de 25 anos.

 

Urge dotar as nossas equipas de jovens de valor, que possam aprender com os mais velhos e que em breve se retirarão. Se para isso tivermos de contratar (como temos feito), porque não fazê-lo mais cedo, desenvolvendo os atletas em nossa casa?

Para já, deixo um nome que, acredito, teremos debaixo de olho: Mariana Machado, 17 anos, atleta do Sporting de Braga, acaba de bater dois recordes nacionais de juvenis no nacional de clubes em pista coberta.

 

Com um centro de alto rendimento projectado para um futuro breve, é tempo de preparar o futuro ainda com mais cuidado.

 

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Como os maiores da Europa...e do Mundo

Não sei se sou um homem do desporto porque sou do Sporting ou se sou do Sporting por ser um homem do desporto. Sei que tenho esta particularidade, mais comum nos Sportinguistas, de gostar de desporto e de várias modalidades, muito para lá do gosto pelo futebol.

Sou um apaixonado por futebol e foi a única modalidade que pratiquei federado mas sinto que podia ter-me igualmente apaixonado por qualquer outra, da mesma forma que me enamorei pelo "desporto rei".

Mas não é de futebol que falo hoje. Falarei de uma modalidade que me vem conquistando ao longo dos anos, muito pela qualidade dos atletas do nosso Clube, que emprestam à sua disciplina um empenho e qualidade tremendas e, porque não dizê-lo, uma beleza incomum em outras modalidades.

 

Temos campeões europeus, mundiais e olímpicos nos nossos quadros, atletas unanimemente considerados dos melhores do Mundo nas suas especialidades. Nomes como Rui Patrício, Alex Merlin, Pedro Gil, Carlos Ruesga, Patrícia Mamona, Aruna Quadri, Emanuel Silva, Madjer, Diogo Abreu, Alexis Santos, Pedro Fraga, João Costa ou Jorge Fonseca estão entre os melhores do Mundo e, para além destes, tantos outros ou mais ainda ficaram injustamente por nomear.

 

Terminei com Jorge Fonseca por ser um dos principais motivos do meu apreço pelo judo. Gosto igualmente de todos os nossos judocas, sejam do género feminino ou masculino mas, pela agressividade do seu judo, pela audácia e pela energia que transmite no tatami, Fonseca, ainda com apenas 24 anos, é o meu favorito. Fiquem com um vídeo, onde o autor o apelida de "The Killer".

Serve esta publicação para realçar os excelentes resultados que o nosso judo tem alcançado internacionalmente.

Neste mês, Jorge Fonseca foi medalha de bronze no Grand Slam de Paris e no passado fim-de-semana Anri Egutidze (20 anos) e Sergiu Oleinic (31 anos) foram 5ºs no Grand Prix de Düsseldorf.

Joana Ramos e Taciana Lima fazem, igualmente parte do projecto Sporting Olympics e são, também elas, judocas de topo. Miguel Alves (18 anos) integra já o programa olímpico e Maria Siderot promete ser a próxima.

 

Termino com as novidades que as listas actualizadas dos rankings mundiais revelam;

Sergiu Oleinic entrou ontem no top 10 mundial e é 10º na hierarquia dos -66kg.
Jorge Fonseca Manteve a 15ª posição na categoria -100kg.
Anri Egutidze subiu 52 posições no ranking de -81kg e é agora o 56º do Mundo.
Taciana Lima saiu do top 10 mundial em -46kg mas mantêm-se à porta. É neste momento 11ª.
Joana Ramos perdeu uma posição e é agora 28ª, na categoria -52kg.

Três atletas entre os 15 melhores do Mundo, uma com posição sólida nos 30 melhores e o jovem Anri em franca ascensão, no seu primeiro ano como sénior, entre outros judocas de enorme valor.

Parabéns a todos e à nossa secção de judo, que é mais um caso de sucesso no Sporting Clube de Portugal.

 

Nota: Esta publicação pode "ofender" Pedro Madeira Rodrigues

 

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Um ano de sucesso do projecto Sporting Olympics

Assim de repente, lembro-me de finais olímpicas, medalhas em europeus e em outras provas de relevância no panorama internacional. No atletismo, na natação, no judo, na ginástica...

O Sporting Olympics veio alavancar o Olimpismo do Clube!

 

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Resultados do fim-de-semana (com highlights)

FUTEBOL

Seniores / Moreirense 2-3 SPORTING CP / 3º lugar (Resumo)
Juvenis B / SPORTING CP 2-0 Atlético CP / 2º lugar
Iniciados / Vitória FC 2-3 SPORTING CP / 1º lugar
Iniciados 13 anos B / SPORTING CP 1-1 At. Povoense / 1º lugar
Iniciados 13 anos C / S. João Brito 2-3 SPORTING CP / 2º lugar
Infantis 13 anos / Estoril 0-1 SPORTING CP / 1º lugar
Infantis 12 anos B / SPORTING CP 4-0 At. Cacém / 1º lugar
Infantis 11 anos / Sacavenense 4-2 SPORTING CP / 5º lugar
Benjamins 10 anos / Real Massamá 1-1 SPORTING CP / 6º lugar
Benjamins 10 anos B / SPORTING CP 12-3 EAS Turcifal / 2º lugar
Escolas 9 anos / SPORTING CP 9-3 Linda-a-Velha / 1º lugar
Escolas 9 anos B / Olivais 3-7 SPORTING CP / 3º lugar
Escolas 9 anos C / SPORTING CP 7-5 Atl. Povoense / 4º lugar

FUTEBOL FEMININO

Seniores / SPORTING CP 8-0 Albergaria / 2º lugar (Resumo)
Juniores / SPORTING CP 8-1 Ouriense / 1º lugar (Resumo)
Juvenis / Fut. Benfica 1-2 SPORTING CP / 1º lugar

 

FUTSAL

Seniores / Qta. Lombos 1-4 SPORTING CP / 1º lugar (Resumo)
Sub-20 / SPORTING CP 7-5 Boavista / 6º lugar (Resumo)
Juvenis / SPORTING CP 5-1 Caxinas / 3º lugar
Iniciados / SPORTING CP 5-2 Leões P. Salvo / 2º lugar
Iniciados B / Alenquer 2-6 SPORTING CP / 1º lugar
Infantis / Novos Talentos 1-7 SPORTING CP / 2º lugar
Infantis B / SPORTING CP 6-2 Arranhó / 1º lugar
Benjamins / Jardim Amoreira 0-1 SPORTING CP / 1ºlugar

FUTSAL FEMININO

Seniores / Del Negro 2-3 SPORTING CP / 2º lugar
Juniores / Belenenses 0-11 SPORTING CP / 0-1 na 1/2 final
Juvenis / SPORTING CP 4-0 Inter SC / 1º lugar

 

ANDEBOL

Juniores / Belenenses 24-32 SPORTING CP / 2º lugar
Juvenis / SPORTING CP 43-23 Benavente / 1º lugar
Juvenis B / SPORTING CP 45-17 UJ Alverca / 1º lugar
Iniciados / SPORTING CP 27-39 Benfica / 2º lugar
Iniciados B / Benfica B 27-27 SPORTING CP / 3º lugar
Infantis / Passos Manuel 17-47 SPORTING CP / 1º lugar

 

HÓQUEI EM PATINS

Seniores / Valença 2-2 SPORTING CP / 4º lugar
Sub-20 / Oeiras 5-5 SPORTING CP / 2º lugar
Escolares A / Física 0-15 SPORTING CP
Escolares B / Oeiras B 14-0 SPORTING CP 

 

TÉNIS DE MESA

Seniores / AR Novelense 0-4 SPORTING CP 
António Malheiro / Miguel Pinto - Bode Abiodum / João Seduvem 1-3 (4-11, 10-12, 12-10, 8-11)
Paulo Silva – Bode Abiodum 1-3 (8-11, 10-12, 11-7, 8-11)
António Malheiro – Diogo Chen 0-3 (3-11, 4-11, 4-11)
Miguel Pinto – João Seduvem 2-3 (11-8, 9-11, 12-10, 11-13, 6-11)
               / GDCAAA GUILHABREU 0 - SPORTING CP 4 / 1º lugar
Jorge Pinheiro / Manuel Balazeiro - Bode Abiodum / João Seduvem 0-3 (6-11, 4-11, 6-11)
Pedro Silva – Bode Abiodum 0-3 (4-11, 8-11, 3-11)
Jorge Pinheiro - Diogo Chen 0-3 (7-11, 6-11, 6-11)
Manuel Oliveira – João Seduvem 1-3 (3-11, 6-11, 11-9, 5-11)

TÉNIS DE MESA FEMININO

SPORTING CP 2-3 Juncal B / 7º lugar

 

POLO AQUÁTICO

Seniores / Vitória SC 7-11 SPORTING CP / 3º lugar

 

ATLETISMO - Campeonato de Portugal

Masculino

60m / 1º Carlos Nascimento / 6,71s / Campeão Nacional
        / 2º Ancuiam Lopes / 6,72s
60m barreiras / 1º Rasul Dabó / 7,92s / Campeão Nacional
                       / 5º Rafael Correia / 8,28s
                       / 6º Bruno Pinto / 8,46s
200m / 1º Carlos Nascimento / 21,58s / Campeão Nacional
          / 4º Ancuiam Lopes / 21,88s
          / 7º João Pinto / 22,06s
          / 8º Ricardo Ribeiro / 22,07s
400m / 3º Sandy Martins / 49,44s
          / 7º Miguel Sambe / 50,20s
          / 8º Tiago Horta / 50,29s
800m / 1º Sandy Martins / 1:53.82m / Campeão Nacional
          / 5º António Moura / 1:55.93m
1500m / 1º Guilherme Pinto / 3:51.23m / Campeão Nacional
            / 3º Paulo Pinheiro / 3:52.00m
3000m / 1º Hugo Correia / 8:22.01m / Campeão Nacional
            / 3º Bruno Albuquerque / 8:22.86m
            / 4º Paulo Pinheiro / 8:23.53m
Triplo Salto / 1º Nélson Évora / 16.55m / Campeão Nacional
                   / 2º Carlos Veiga / 15.52m
                   / 5º Guy Boissy / 15.12m
                   / Gil Manuel / Sem marca
Salto em Altura / 2º Francisco Barreto / 2.07m
                         / 3º Roman Guliy / 1.99m
                        / 6º Nelson Pinto / 1.95m
                        / 7º Stephane Varela / 1.91m
Salto com Vara / 4º Rubem Miranda / 4.96m
                         / 6º Gonçalo Uva / 4.60m
                         / 7º Filipe Corceiro / 4.60m
Salto em Comprimento / 4º Carlos Veiga / 7.12m
                                      / 6º Gui Boissy / 7.01m
                                      / 10º Bruno Pinto / 6.88m
                                      / 12º Gil Manuel / 6.58m
4x400m / 1º SPORTING CP / 3:20.52m / Campeão Nacional
5000m Marcha / 1º João Vieira / 19:54.29m / Campeão Nacional

Feminino

60m / 1º Lorene Bazolo / 7,36s / Campeã Nacional
        / 2º Olímpia Barbosa / 7,53s
        / 3º Carla Gama / 7,73s
        / 4º Sofia Duarte / 7,74s
        / 5º Eva Vital / 7,76s
        / 6º Débora Clemente / 7,86s
60m Barreiras / 1º Eva Vital / 8,51s / Campeã Nacional
                       / 3º Mariana António / 8,91s
                       / 5º Olímpia Barbosa / 9,13s
200m / 5º Cátia Azevedo / 24,94s
          / 6º Filipa Martins / 25,03s
          / 7º Carla Gama / 25,49s
400m / 1º Cátia Azevedo / 54,91s / Campeã Nacional
          / 3º Filipa Martins / 55,93s
          / 7º Carolina Duarte / 59,53s
800m / 1º Salomé Afonso / 2:09.36
          / 2º Amélia Vitorino / 2:09.84
1500m / 1º Amelia Vitorino / 4:34.16m / Campeã Nacional
3000m / 2º Ana Mafalda Ferreira / 8:23.53m
            / 4º Sandra Teixeira / 9:41.71m
            / 6º Solange Jesus / 9:45.80m
            / 7º Susana Godinho / 9:48.25m
Triplo Salto / 1º Patrícia Mamona / 14.05m / Campeã Nacional
                   / 4º Anabela Neto / 12.87m
                   / 7º Lucinda Gomes / 12.27m
                   / 9º Erica Gomes / 11.17m
Peso (4kg) / 1º Jássica Inchude / 16.90m / Campeã Nacional
                  / 3º Francislaine Serra / 14.98m
Salto em Comprimento / 4º Lucinda Gomes / 5.64m
                                     / 5º Lucinda Gomes / 5.56m
Salto com Vara / 1º Leonor Tavares / 4.03m / Campeã Nacional
Salto em Altura / 1º Anabela Neto / 1.85m / Campeã Nacional
                         / 3º Catarina Fonseca / 1.67m
                         / 5º Joana Ogura / 1.59m
3000m Marcha / 3º Vitória Oliveira / 13:08.05m

 

JUDO - Grand Slam Paris

Jorge Fonseca (-100kg) 3º lugar - Medalha de Bronze
vs Elmar Gasimov (Azerbaijão) - Venceu por ippon no ponto de ouro, em 4.49 minutos.
vs Kyu-Won Lee (Coreia do Sul) - Venceu por ippon, após waza-ari, em 3.40 minutos.
vs Karl-Richard Frey (Alemanha) - Venceu por ippon em 21 segundos.
vs Kentaro Iida (Japão) - Perdeu por ippon, após ter estado em vantagem por waza-ari, em 3.36 minutos. Este combate dava acesso à final e Fonseca foi assim relegado para o combate pela medalha de bronze pelo adversário que haveria de vencer a competição.
vs Grigori Minaskin (Estónia) - Venceu por ippon, após já ter marcado waza-ari, em 2.52minutos e arrecadou a medalha de bronze (Combate Final, aos 1:37:19h do vídeo - Pódio aos 2:16:18h)

Sergiu Oleinic (-66kg) 7º lugar
vs Sinan Sandal (Turquia) - Venceu por ippon, após waza-ari, em 2.30 minutos.
vs Sulaiman Hamad (Arábia Saudita) - Venceu por ippon, após waza-ari, em 3.32 minutos.
vs Antoine Bouchard (Canadá) - Perdeu por waza-ari, no ponto de ouro, após 4.18 minutos.
vs Vazha Margvelashvili (Geórgia) - Perdeu por duplo waza-ari, em 4 minutos, no combate que dava acesso à luta pelo bronze. O georgiano acabou por levar para casa uma medalha.

David Reis (-66kg) 1ª Ronda
vs Adrian Gomboc (Eslovénia) - Perdeu por waza-ari em 4 minutos.

Maria Siderot (-48kg) 2ª Ronda
vs Olfa Saoudi (Tunisia) - Venceu por ippon, no ponto de ouro, em 4.55 minutos
vs Bokyeong Jeong (Coreia Sul) - Perdeu por waza-ari, no ponto de ouro, em 6.40 minutos, frente àquela que viria a ser a vencedora.

JUDO - Campeonato Nacional Cadetes

Duarte Lopes (-50kg) 5º lugar
Tomás Fernandes (-60kg) 3º lugar
Carolina Gonçalves (-57kg) 2ª Ronda

 

NATAÇÃO - Meeting Internacional da Póvoa de Varzim

Mário Bonança
200m livres / 8º / 1.59,96m
400m livres / 6º / 4.09,93m
1500m livres / 6º / 16.26,31m

 

HIGHLIGHTS

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Fim de linha para Zupo

Após a derrota inacreditável com o Porto, Sporting e Zupo Equisoain acabaram por chegar a acordo para a rescisão do contrato do espanhol, que veio com o intuito de marcar superioridade sobre os mais directos rivais mas falhou em toda a linha nessa tarefa.

Em confrontos com os rivais, o Sporting de Zupo acumulou 7 vitórias e 11 derrotas:

- Porto: 5 derrotas, com a perda do 3º lugar do campeonato e respectivo apuramento para a Taça EHF
- ABC: 3 vitórias e 5 derrotas, com eliminação na meia-final do playoff 2015/16
- Benfica: 2 vitórias e 1 derrota, com a derrota a significar a perda da final da Taça de Portugal

Nos momentos decisivos, falhámos por completo, com a agravante do "bloqueio mental" em momentos decisivos se ter mantido ou agravado.

A perda do jogo desta semana com o Porto terá sido mesmo o "ponto alto" dessa incapacidade para enfrentar momentos decisivos, desbaratando uma vantagem de 7 golos nos 10 minutos finais do encontro.

 

No seu lugar, ficará Hugo Canela, treinador-adjunto da equipa sénior desde 2012 e ex-jogador, com uma estadia de 9 anos de leão ao peito e 8 títulos nacionais, entre os quais 3 campeonatos.

Não me parece que Zupo desse grande crédito a Canela na gestão da equipa mas também assumo que não conheço as competências técnicas, tácticas e de liderança do novo timoneiro leonino. Todavia, algumas coisas se ganham. Canela sabe o que é jogar no Clube, sabe o que representa a conquista de títulos, tem presente a mentalidade necessária para os alcançar e tentará certamente incutir na equipa a mentalidade e ambição necessárias para os alcançar. Além disso é jovem, e trará certamente novas ideias à visão aparentemente ultrapassada de Zupo.

Não podemos ignorar que estamos em todas as frentes e, mesmo atrasados relativamente ao Porto, continuamos a ser os principais adversários dos nortenhos.

 

Que a "chicotada" tenha o efeito desejado e que Hugo Canela saiba extrair o melhor "sumo" do melhor plantel dos últimos anos. Nada está perdido e, quem sabe, não encontramos no Hugo o nosso futuro treinador, em vez de apenas uma solução de recurso.

Há uma Challenge para vencer (este fim-de-semana jogam-se os 1/8 final), uma Taça de Portugal para conquistar e o campeonato por que lutar. É ganhar, ganha, ganhar. Boa sorte, Hugo!

 

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11 pecados mortais (como perder uma vantagem de 7 golos em 12 minutos)

Depois de 48 minutos de grande nível, onde nos destacámos com uma vantagem de 7 golos, nem a arbitragem nem o azar explicam o terror que foram os últimos 12 minutos. 11 possibilidades de golo desperdiçadas.

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Dia de derby, dia de afirmação do leão

O derby de hóquei em patins é, sem dúvida, o prato forte do dia de hoje. A equipa de Guillem Pérez desloca-se à Luz para, mais uma vez, se pôr à prova, com o intuito de dar mais um passo em frente na sua afirmação nacional.

 

Não há dúvidas que o campeonato português é, neste momento, o mais forte do Mundo (que pena é que a Federação Portuguesa de Patinagem e a comunicação social não saibam vender este "produto" como aquilo que ele é). Digo-o eu e dizem-no os espanhóis. Se os espanhóis o dizem, tem de ser verdade.

No melhor campeonato do Mundo há três equipas de topo Mundial: Benfica (campeão Europeu e nacional); Porto (hegemónico na última década, procura retirar o domínio dos últimos anos ao Benfica); Oliveirense (vice-campeão Europeu).

 

O Sporting, enquanto Clube, não está ainda neste patamar e fez este ano uma aposta forte para entrar nesta elite nacional e europeia. Depois do desastre que foi a prestação na Liga Europeia (estamos eliminados ainda com dois jogos por disputar) e do amadorismo que nos fez perder 3 pontos na secretaria, a derrota do Benfica na semana passada reacendeu a chama da luta pelo título.

 

O Sporting comportou-se à altura nos jogos com Porto e Oliveirense e resta saber se estará à altura daquela que, nos últimos anos, tem sido a melhor equipa do nosso país.

Falamos de uma equipa que, em três épocas e meia, só perdeu um jogo em casa, frente à Oliveirense, no ano passado, já com a conquista do campeonato assegurada. Resultado que, curiosamente, afastou o Sporting do 3º lugar.

 

Depois de na pré-época termos vencido Benfica e Porto na Elite Cup e de, no campeonato, em casa, termos empatado com o Porto e vencido a Oliveirense, segue-se o teste maior à equipa que desafia as equipas dominantes nos últimos anos. Importa recordar que os de Oliveira de Azeméis vem investindo cada vez mais, ano após ano, na procura de um título que nunca conquistaram.

 

O Sporting tem apenas quatro anos de 1ª divisão e vem subindo a pulso. Depois de ser 12º classificado no ano do regresso, foi 9º no ano seguinte, classificando-se para a Taça CERS.

2014/15 foi o ano mágico da conquista da Taça CERS, tendo o Sporting ficado em 5º, após uma última jornada "estranha", que nos impediu de nos qualificarmos para a Liga Europeia. O Sporting igualou um parcial de 3-0 em Viana do Castelo e o Valongo empatou em casa do Porto, com os últimos 6 minutos a ser jogados sob "pacto de não-agressão".

No ano passado, finalmente qualificámo-nos para a Liga Europeia, depois de termos quebrado o jejum nacional, ao derrotar o eterno rival na Supertaça, vencendo assim o primeiro título em Portugal desde a Taça da Portugal de 89/90. A presença na Taça CERS ficou-se pelas meias-finais.

 

Quanto ao jogo de hoje, o histórico recente é tremendamente negativo; 11 jogos, 1 vitória, 1 empate, 9 derrotas, 24 golos marcados e 61 sofridos.

Esta é a dura realidade que teremos de inverter e que mostra que o investimento forte na modalidade passa agora por mudar o rumo recente dos acontecimentos.

Uma vitória no jogo de hoje poderá colocar em causa a liderança do rival (o Porto ou a Oliveirense podem passar para a frente) e deixar-nos-á, na pior das hipóteses, a 3 pontos do 1º lugar (os três que perdemos com aquela estupidez).

 

Tenho a certeza que os leões hoje se superarão e tudo darão pela conquista dos três pontos. Parte do jogo coincidirá com o futebol. Enquanto não terminar o hóquei, não me centrarei na acção a desenrolar no Estádio José Alvalade.

 

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Agenda Leonina

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Segue o link para os que queiram acompanhar as nossas seniores femininas na Alemanha. Os jogos são indoor, de futebol de 5 e com duas partes de 10 minutos cada (LINK).

Deixo-vos também a imagem do calendário da final-four distrital em basquetebol (sub-14). O jogo de sábado, frente ao Queluz, pode ser visto online (LINK).

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Também na marcha o verde e branco esteve em destaque

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João Vieira foi hoje o vencedor do campeonato nacional de marcha, na distância de 35km.

Também Catarina Santos venceu no seu escalão (juvenis) e é assim a nova campeã nacional.

Estes foram os únicos atletas do Sporting em prova, o que torna a nossa participação 100% vencedora.

Parabéns a ambos! Tem sido um grande fim-de-semana para o nosso atletismo.

 

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Verde e branco na estrada

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Sinais positivos foram deixados no Jamor para a época que aí vem. Às vitórias de Jéssica Augusto e Hélio Gomes juntou-se a conquista colectiva das senhoras, que colocaram quatro atletas posicionadas nos sete primeiros lugares. Nos homens, a conquista colectiva fugiu para o Benfica, numa prova em que 30 segundos separaram o pelotão leonino dos benfiquistas.

Creio que esta vitória é um bom indicador para os campeonatos nacionais de corta-mato, a disputar em Março, em Torres Vedras.

As provas em pista são outra história completamente diferente, onde se espera sobretudo que os masculinos dêem mais luta que nos anos anteriores e lutem pelo título e o consequente acesso á taça dos clubes campeões europeus.

Seja como for, foi um bom início de temporada e só me preocupa e desaponta um bocadinho ver que apenas tínhamos 5 atletas inscritos em idade júnior e que, desses cinco, apenas um compareceu ou terminou a prova.

Bem sei que a maior parte da formação se faz em clubes da zona de residência dos atletas mas não quero crer que não hajam em Lisboa e arredores atletas com potencial a ser explorado por uma Academia de atletismo com a notoriedade da nossa.

Parabéns aos vencedores!

Hoje temos campeonato nacional de marcha em estrada e taça de Portugal de saltos em pista coberta. Ao todo, mais de 20 atletas em prova. Boa sorte para eles!

 

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Fazer regressar o Grande Sporting passa muito por aqui

Adoro atletismo! Talvez por conhecer as sensações de terminar uma prova com dificuldades mas também por já ter 'experienciado' o "poder" que uma conquista individual dá. Nunca fui federado e o único desporto que pratiquei nessa condição foi o futebol mas, graças aos corta-matos escolares e às "corridas de bairro", conheço as sensações por que passa um atleta. Talvez por isso valorize mais o esforço ou aprecie mais uma conquista.

 

Muitos não sabem, outros não ligam, mas haverá quem, como eu, valorize a modalidade que mais títulos e prestígio internacional deu ao Sporting. Não, lá fora ninguém conhece os heróis de 64 nem fazem ideia de quem seja Morais. Mas conhecem Carlos Lopes, Fernando Mamede, entre muitos outros nomes que o atletismo do Sporting deu a conhecer ao Mundo.

16 dos 24 títulos europeus do Clube foram conquistados pelo atletismo, que deu a Portugal o maior número de medalhas olímpicas, muitas delas ligadas ao Sporting, desde logo, começando por Carlos Lopes, o primeiro medalhado de ouro da história do nosso país. 

 

No nosso país, embora sejamos dominadores absolutos, com mais de duas centenas de títulos nacionais conquistados, esse domínio vem sendo ameaçado nos últimos anos onde, sobretudo o nosso escalão masculino tem tido dificuldades em se destacar.

Fruto do desinvestimento nas modalidades verificado nos últimos 20 anos e de um Clube que dirigiu para o futebol todo o dinheiro, acabando com modalidades e deixando outras à deriva ou em "piloto automático", temos agora a responsabilidade, capacidade e ambição de recuperar o tempo perdido.

Bruno de Carvalho trouxe ao Clube uma vitalidade e ambição que nunca verifiquei nas minhas cerca de duas décadas de vivência consciente do Sporting e daquilo que é ser Sportinguista.

 

Tudo isto para introduzir a disputa dos campeonatos nacionais de estrada em atletismo, prova a disputar hoje, às 15 horas, em Lisboa, com partida e chegada no Estádio Nacional do Jamor.

O Sporting marcará presença com mais de 40 atletas e tentará fazer aquilo que raramente conseguiu, tanto nos homens como nas senhoras; vencer.

 

O nacional de estrada é uma prova recente. Foi criado em 1990 e ganhou até alguma preponderância relativamente ao corta-mato, a prova mais importante e mediática das disputadas até então. Hoje, talvez devido ao proliferar das provas de estrada, acredito que o mediatismo que uma transmissão televisiva, bem como a qualidade dos atletas intervenientes, pode dar o click para o ressurgir da modalidade em Portugal que, mesmo sendo uma das que tem os mais bem sucedidos atletas, está longe de captar o interesse de novos praticantes.

 

Voltando à prova em si, o Sporting apenas venceu dois títulos individuais e um colectivo desde a sua criação. Dionísio Castro venceu a primeira edição, que coroou também o Sporting como vencedor colectivo nos homens. As mulheres nunca venceram qualquer título e, no ano passado, Rui Silva sagrou-se campeão nacional, naquele que terá sido o seu último título individual ao serviço do Sporting, antes de se mudar para o rival.

 

Hoje, teremos alguns atletas com capacidade para vencer (vários deles já coroados campeões ao serviço de outros emblemas), tanto nos homens como nas mulheres e o que espero é uma prova espectacular, com aquele ataque fulgurante no quilómetro final mas, mais importante que tudo, com uma camisola verde-e-branca a cortar a meta em primeiro lugar.

Quem puder, não deixe de passar no Jamor para apoiar os nossos.

 

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