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Grande Artista e Goleador

Boavista 1-3 SPORTING CP: Je t'aime, Bas!

Dou por mim a pensar que o último francês a ocupar o centro da nossa defesa tinha sido o Naby Sarr. Nem era necessário ter trazido um francês tão bom para nos esquecermos do anterior.

Bem...na verdade acho que já (quase) todos tínhamos esquecido o Sarr. 

Jérémy Mathieu não tem apenas qualidades técnicas e tácticas. É inteligente, perspicaz e transmite uma calma e segurança ao resto da equipa que só os grandes jogadores conseguem.

Ontem foi o melhor em campo e para além dos cinco desarmes e cinco intercepções, participou de forma decisiva em ambos os golos de Bas Dost.

Um verdadeiro patrão e um craque de classe mundial. 

Depois, Bas Dost. Desde Mário Jardel que não tínhamos um ponta-de-lança tão letal e decisivo (sim, eu sei que tivemos Liedson). Bas Dost junta à capacidade finalizadora um profissionalismo a toda a prova e um compromisso com o colectivo que supera o dos já citados.

Para além disso é um tipo com uma mentalidade diferente. Auto-crítico, ambicioso, naturalmente insatisfeito... Marcou dois golos mas assumiu ter feito um dos piores jogos. Talvez por ter achado que não cumpriu com algumas das suas responsabilidades tácticas, mesmo que não tenha deixado em mãos alheias aquela que é a sua principal função; marcar golos.

Voltou a demonstrar uma eficácia impressionante, fez dois golos em três remates e o seu maior falhanço no jogo foi um remate que não fez.

Impressionante!

O jogo foi o que se esperava. De luta, nem sempre bem jogado, frente a um adversário aguerrido e empenhado.

A primeira parte não foi boa mas acabou em beleza e, aqui, acho que Daniel Podence merece uma palavra. Tem sido aposta inconstante por parte de Jorge Jesus e não é fácil mostrar serviço nessa condição. Não fez um bom jogo mas apareceu num momento decisivo, permitindo a Fábio Coentrão inaugurar o marcador, estreando-se a marcar de leão ao peito. O "produto Academia" tem qualidade mas tem que ser implementado com uma elevada dose de paciência. Por parte de quem gere os recursos humanos e por parte dos adeptos. Há que ter o equilíbrio para avaliar os momentos exuberantes, sabendo que virão períodos de menor fulgor.

Podence tem qualidade e acho que, contra as minhas próprias expectativas, poderá vir a singrar. Haja paciência! Pena que na cabeça de Jesus não haja espaço para Iuri que, a espaços, certamente demonstraria qualidade, porque a tem.

 

A segunda parte foi de qualidade, tanto no futebol apresentado como na capacidade de gerir e controlar o jogo. O bis de Bas Dost, logo após o disparate de Coates tratou de acalmar as hostes e reafirmar confiança em mais uma vitória, num reduto muito difícil.

Quanto ao uruguaio, terá de refrear a tendência para adornar os lances. Há uma linha que separa a confiança da displicência. O momento de ontem, sendo o último homem, revela displicência e falta de concentração e responsabilidade. A não repetir.

 

Volto a frisar; grande vitória alcançada num campo tramado, graças a um plantel feito de homens de "barba rija", que sabem trabalhar em grupo e me parecem ter a sintonia e o compromisso ideal para nos fazer felizes.

Assim seja!

Venha o Vilaverdense e o merecido descanso para alguns deles. Tudo isto sem perder o sentido de missão e responsabilidade que teremos de ter, que queremos ser bem sucedidos.

 

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Hoje joga o Sporting

 

A lista de convocados não apresenta novidades mas eu dou-vos uma; estou ansioso e nervoso.

De tal forma que não tenho cabeça para escrever nada.

Ir ao Bessa é sempre difícil. É mesmo uma das deslocações mais complicadas para o Sporting.

É daqueles jogos para ganhar na raça, na entrega e de fato de macaco vestido.

Nas bancadas não faltará apoio. Seis / Sete mil leões mostrarão que o Sporting joga sempre em casa.

Vamos lá manter o percurso ascendente. 

SPOOOOOOOOOORTING!

 

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SPORTING CP 1-0 Belenenses: Golo 50 de Bas Dost resolve

Quinquagésimo golo de Bas Dost em 62 jogos de leão ao peito. Um golo a cada 104 minutos. O holandês resolveu de penálti, facto que não retira mérito à sua eficácia. Fez um golo em dois remates e confirmou mais três pontos nesta caminhada rumo ao tão ambicionado título.

A entrada forte no jogo deu frutos logo aos treze minutos, na sequência de uma falta clara de Hanin sobre Daniel Podence. Bas Dost converteu a grande-penalidade, depois de ter entrado no jogo a atirar à baliza. O cabeceamento, logo no primeiro podia ter saído com melhor direcção.

Os primeiros trinta minutos foram de muito bom nível, com intensidade, dinâmica e a encostar o Belenenses às cordas. Pedia-se que a primeira meia-hora tivesse terminado com mais um golo marcado. Se isso tem acontecido, talvez o jogo tivesse decorrido de forma mais tranquila, sobretudo para nós, adeptos.

O intervalo haveria de chegar com uma vantagem justa no marcador mas a segunda parte trouxe um Belenenses mais afoito e um Sporting mais encolhido.

 

Domingos fez uma substituição ao intervalo, tornou a equipa mais ofensiva e as alterações pareceram ter passado aos jogadores a mensagem de que era possível fazer algo mais.

Foram quinze minutos sofríveis do Sporting que, felizmente, o Belém não conseguiu materializar, sobretudo graças ao acerto da nossa linha defensiva.

A entrada de Battaglia, à hora de jogo, justificava-se plenamente. Era preciso reforçar o "miolo" mas talvez pudéssemos tê-lo feito mantendo Podence em campo. Mesmo menos inspirado que no primeiro tempo, a frescura do pequenino era incrivelmente superior à de Acuña, que já se arrastava em campo.

A insuficiência física do argentino era tão evidente, que dez minutos depois Bryan Ruiz tomou o seu lugar e regressou aos jogos em Alvalade.

Nesta fase os azuis do Restelo ainda assustaram mas os remates eram sempre à figura ou fora dos postes. De realçar que, em todo o encontro, o remate mais perigoso da equipa de Domingos nem tenha acertado na baliza (na minha opinião, o livre de André Sousa, aos 19 minutos).

Os arrepios na espinha eram inevitáveis, mais pela perigosidade do resultado e por já termos visto demasiadas vezes um certo filme do que pela verdadeira intranquilidade da equipa.

Concordo em parte com Jesus. O Sporting nem foi mau a gerir o jogo e em manter o adversário suficientemente afastado da baliza de Rui Patrício, que fez ontem o jogo 500 da carreira como profissional, entre Sporting e selecção nacional. 

Fomos, sim, maus a definir nos momentos ofensivos em que podíamos ter "matado" o encontro e deitado por terra as aspirações do Belém em levar pontos de Alvalade.

As melhores oportunidades dos últimos quinze minutos acabariam mesmo por pertencer todas do Sporting, que decidiu mal em duas ou três situações ofensivas com o adversário em completo desequilíbrio. Pelo menos William, Bryan e Dost tiveram excelente oportunidades para aumentar a vantagem e evitar os suores frios que qualquer Sportinguista consciente de um determinado "karma" terá sentido.

Os últimos minutos foram depois geridos com mestria e sem oferecer ao adversário qualquer oportunidade de sequer espreitar o nosso meio-campo, ainda com Bruno César a estrear-se na posição de "empata fod**" (mais uma para o currículo).

 

De destacar o bom momento de Gelson Martins, provavelmente o mais esclarecido dos elementos da frente de ataque, em conjunto com o Podence do primeiro tempo, enaltecendo também a competência extraordinária da nossa linha defensiva.

Piccini foi um verdadeiro achado, tal a qualidade das suas acções, a começar pela leitura de jogo, que lhe permite quase sempre tomar as melhores decisões. A sua razoável capacidade técnica é um auxílio importante na hora de executar aquilo que o pensamento manda.

Coates, tirando as vezes em que resolveu inventar em zona proibida, esteve excelente e a experiência de Mathieu e Coentrão é fundamental para o nosso equilíbrio mental, sobretudo em situações de pressão extrema. O lance em que Mathieu faz um pique para "virar" um jogador do Belém, aos 82 minutos, é exemplificativo da noção clara que tem da importância dos momentos do jogo. Deixar que o jogador embalasse naquele momento poderia ter sido fatal e o francês cortou o mal pela raiz.

Dost voltou a não tremer numa situação da marca dos onze metros e marcou o terceiro golo de grande-penalidade esta temporada. Percebo os que falam da escassez de golos em bola corrida mas estão bem para as oportunidade de que tem disposto. Além disso, marcar um penálti não é fácil, sendo que este foi o único que não teve a carga emocional de ter sido apontado mos minutos finais das partidas (Setúbal e Feirense). Em comum, há o facto de todos eles terem dado três pontos.

 

Para o final da noite estaria guardada a cereja no topo do bolo. Os rivais directos empataram e ambos perderam pontos. O cenário ideal, na minha óptica, sendo que o jogo fica marcado pela polémica em torno da arbitragem e do vídeo-árbitro.

Seguimos na perseguição ao primeiro lugar e uma vitória no Bessa deixará a equipa com 36 pontos. A acontecer, será o melhor registo de Jorge Jesus à 14ª jornada, desde que chegou ao Sporting (tinha 35 pontos em 2015/16 e 27 na época passada).

Venha o Barça, em mais uma grande noite europeia onde o sonho dos oitavos-de-final se mantém vivo.

 

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Hoje joga o Sporting

Hoje é para jogar sem pensar no que vai passar-se a seguir. De nada vale esperar para saber se temos ou não a hipótese de subir ao primeiro lugar se não fizermos primeiro a nossa parte.

 

Embora se apresente como uma equipa, para mim, surpreendentemente competente, o Belenenses de Domingos Paciência (de quem já não esperava bons trabalhos) tem tido dificuldades fora de casa.

Apenas ganhou na Feira e nos restantes seis jogos fora de portas só conta com derrotas, com a agravante de revelar imensas dificuldades em marcar golos.

No entanto, é um derby e um jogo especial, com a agravante do Sporting se apresentar muitas vezes pouco seguro nos jogos em casa.

Bruno Pereirinha, Filipe Chaby e Diogo Viana defrontarão o clube que os formou e serão certamente bem recebidos no José Alvalade.

 

Jorge Jesus surpreendeu em conferência de imprensa, revelando que Bryan Ruiz é, neste momento, opção para a posição 8. Não creio que nos possa dar aquilo que precisamos nessas funções mas acho que pode vir a ser útil noutras.

Embora isso pouco importe para o embate de hoje, está-me ainda atravessada a derrota do ano passado em casa, sendo que nos últimos cinco encontros com o Belém apenas vencemos dois (empatámos os outros dois, para além da já referida derrota).

 

Nota final para a já habitual mas hoje especial romaria a Alvalade. Com a recém-inaugurada Loja Verde e o jogo de futsal no Pavilhão João Rocha, espera-se um grande dia de fervor leonino.

Só espero que culmine com o Sporting mais perto do primeiro lugar. 

 

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P. Ferreira 1-2 SPORTING CP: Podem contar connosco

Estamos na luta! Jogo difícil, como se esperava mas onde o Sporting conseguiu vencer com alguma segurança, mesmo que tenha apanhado um ou outro susto.

Jesus não surpreendeu e lançou o onze habitual. Com o regresso de Acuña, voltámos a apresentar o onze mais vezes utilizado ao longo desta época.

 

O Paços entrou afoito e logo nos minutos iniciais criou algumas jogadas de perigo. 

O Sporting equilibrou a partida, assumiu o controlo do jogo, teve duas boas oportunidades (Gelson e Bas Dost falharam) e acabou por chegar ao golo na sequência de um lance de bola parada. Canto de Bruno Fernandes que William desvia para a entrada de Battaglia ao segundo poste. A bola é defendida por Mário Felgueiras, Bas Dost tenta encostar, Felgueiras volta a defender e Battaglia confirmou o golo. Aos protestos dos pacences, não atendeu Tiago Martins e a sua equipa de arbitragem. O VAR tirou as dúvidas e o jogo seguiu.

O Paços voltou a assustar e mostrou não ter abanado com o golo mas o Sporting viria a controlar os dez minutos finais da primeira parte, chegando ao intervalo em vantagem.

 

A segunda parte começa na mesma toada da primeira. Com o Paços a mostrar que estava disposto a anular a vantagem do Sporting, mas a rematar quase sempre fraco.

Jesus mexeu e tirou Acuña (era ele ou Bruno Fernandes, ambos muito apagados) para lançar Bruno César.

Bruno Fernandes apareceu finalmente no jogo, para rematar de fora da área ao poste de Mário Felgueiras (minuto 65).

Aos 71 minutos, a barra de Patrício estremeceu, após cabeceamento de Nabil.

O jogo estava perigoso. Era matar ou morrer.

A um quarto de hora do fim, Gelson fecha da melhor forma uma jogada de Bruno César e Fábio Coentrão, vinda de um lançamento lateral. Coentrão cruza atrasado para Gelson que, com uma recepção orientada, engana toda a gente e remata cruzado para um grande golo que praticamente matou as aspirações do Paços no jogo.

 

Até final, e já com o regressado Bryan Ruiz no lugar do "tocado" Battaglia, o Sporting geriu bem a posse de bola e os ritmos do jogo mas não se livrou do habitual golinho sofrido, como que para nos colocar em sentido nos minutos finais. O Baixinho do Paços jogou, marcou mas não roubou pontos ao leão, que segue assim a dois pontos dos dragões. Na próxima jornada defrontam-se Porto e Benfica.

Mathieu atrás, Battaglia no "miolo" e Gelson na frente foram os melhores em campo mas todo o plantel está de parabéns.

 

A liderança pode estar ao nosso alcance, à entrada para o mês no Natal. Nos últimos 30 anos devem contar-se pelos dedos de uma mão as vezes que isso aconteceu.

Estamos vivos e estamos na luta. Podem contar connosco. Segue-se o Belenenses em nossa casa

 

Nota final para os incansáveis leões, que seguem a equipa para todo o lado. Enorme o apoio na Capital do Móvel. Nunca se calaram do primeiro ao último minuto. FANTÁSTICO!

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Hoje joga o Sporting

Impossível escrever algo muito elaborado, agora. Difícil sequer fazer uma análise ao Paços, ao nosso momento ou ao que temos de fazer para sair da Capital do Móvel com os três pontos.

Os três pontos têm de vir para Lisboa. Ponto final!

 

Estou uma pilha de nervos! Ansioso, expectante pela resposta da equipa, entusiasmado por nos podermos aproximar da liderança.

Aquela treta de que o Sporting não chega ao Natal é passado e, felizmente, temos vindo a afastar esse velho estigma que se nos entranhou, mais por força das circunstâncias do nosso futebol do que propriamente por culpa nossa.

 

Bryan Ruiz está de regresso aos convocados e Rafael Leão é a surpresa entre os 19 eleitos onde, mais uma vez, não consta o nome de Iuri Medeiros (veremos para onde sairá em em que condições).

Vamos lá deixar os pacences a voar "baixinho", já que a palavra tem sido usada ultimamente (link).

 

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SPORTING CP 2-2 Sp. Braga: entre um ponto ganho e dois perdidos

O ponto ganho, da forma como foi, acaba por satisfazer, numa noite em que devíamos ter ganho mas estivémos perto de perder.

Sim, o Braga é uma boa equipa. Jesus referiu isso mesmo no final do encontro. Devia tê-lo reconhecido com o jogo a decorrer pois, assim que nos colocámos em vantagem, tentámos defender os três pontos com jogadores esgotados fisicamente e já sem a frescura mental necessária para tapar os caminhos a um Braga estranhamente mais fresco, talvez pela rotatividade que Abel tem dado ao elenco, ao contrário daquilo que tem feito Jesus.

 

Eu não diria que Abel se superiorizou tacticamente a Jesus. O jogo esteve, em muitos momentos, partido. E isso aconteceu porque as equipas estiveram muito desequilibradas em termos tácticos. Várias foram as vezes que ambas as equipas tiveram oportunidade para explorar o ataque rápido. Na maioria das vezes, faltou esclarecimento a ambas.

Perante este cenário, foi de bola parada que chegou o perigo para a baliza de Matheus (Patrício não teve nunca de se aplicar verdadeiramente em todo o jogo). Coates e Bruno Fernandes deram ao brasileiro oportunidade para brilhar.

 

Mais uma vez ficou evidente que Jesus não joga com o baralho todo. Refiro-me à utilização de todo o elenco. 

A Liga portuguesa não tem as mesmas características e exigências da Champions. A Juventus não é o Braga. No geral, acho que faz falta, por vezes, um estudo mais cuidado das equipas do nosso campeonato.

Na maior parte do tempo, o Braga não nos soube ferir mas mostrou sempre que estaria ali para aproveitar os nossos erros.

Numa competição em que temos a obrigação e a necessidade de provocar o erro ao adversário em vez de simplesmente esperar por ele (é isso que nos distingue do Braga - é por isso que nós somos os "grandes"), fez falta a utilização de outro tipo de armas. Há que surpreender um adversário que estará sempre menos apetrechado que nós, fruto da diferença de valores investidos.

 

Excluído a taça de Portugal e a taça da Liga, tivemos 1530 minutos de competição. Nove jogadores foram utilizados em mais de 80% deste tempo. 11 têm menos de 30% de tempo de utilização. Eu sei que isto, mais coisa menos coisa, é o que acontece em todos os clubes mas, no nosso, é evidente o cansaço acumulado em alguns jogadores, que levou a situações extremas e que prejudicam a competitividade da equipa.

Por vezes é necessário usar o baralho todo e jogar um "duque" para depois sacar um "ás" ou uma "bisca" ao adversário, poupando os nossos para as jogadas decisivas.

A melhor equipa nem sempre é a que apresenta os melhores onze mas sim a que apresenta os onze que estão melhor ou que mais se adequam a um determinado momento.

 

Posto isto, não tenho intenção de bater mais no ceguinho. É rezar para que esta pausa dê para recuperar alguns jogadores, porque nada está perdido. É necessário envolver mais outros jogadores. Mais do que apenas lhes dar minutos nas taças.

Porque os "duques" também precisam de se sentir importantes, porque o Sporting precisa deles para ser bem sucedido mas, mais do que isso, porque eles têm capacidade para, aqui ou ali, serem decisivos para somemos sempre três pontos.

 

Recuso-me a desmoralizar, atirar a toalha ou chão ou a dizer que "já vi este filme". O Sporting constituiu um plantel forte ao ponto de quase não haver um jogador que digamos ter falta de qualidade evidente para jogar no Clube. Um plantel vasto o suficiente para que todos sintam que vão ser importantes.

E não vou lamentar mais o que passou. É hora de arregaçar as mangas, mostrar que no Sporting não há ninguém a fazer número e que o título não é uma miragem, até porque a maratona ainda vai no início e não é agora que um ligeiro atraso vai ser fatal.

 

Há ainda algo que me parece importante frisar. Os jogadores deram tudo. Empenharam-se e mostraram-se comprometidos. Simplesmente, alguns estão presos por arames e outros prestes a ficar. Não há milagres.

 

Palavra final para o érbitro da partida. Xistra é fraco, sempre foi. Não é dos que erra de forma premeditada nem me parece daqueles "habilidosos". É apenas fraco. Ontem acabou por nos beneficiar, sobretudo naquele lance do golo anulado (que não pode ser apelidado como tal, porque Xistra interrompeu o encontro antes da bola entrar, ao contrário do que deveria ter feito, podendo assim beneficiar da correcção do VAR). E isto acontece porque é fraco e mal preparado. No restante, fica uma grande penalidade por assinalar para o Sporting, muita passividade na hora de mostrar cartões aos jogadores do Braga (o Esgaio podia ter ido para a rua no lance em que vê o primeiro amarelo), uma expulsão ao André Pinto, já perto do final do encontro e o lance do penalti convertido por Bruno Fernandes, em que admito que Doumbia possa ter feito falta, mesmo que esta não seja, para mim, assim tão evidente.

Como se vê, não há um padrão. Xistra é fraco e há muito que não devia apitar na 1ª categoria mas, tendo em conta o resto do elenco à disposição, cada vez isso me choca menos.

 

Nota: Como devem ter reparado, está activa a publicidade no site. Aviso assim os que desconhecem, que a mesma se destina a fins solidários (link)

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Hoje joga o Sporting

Diz que é um dia de Sporting à antiga. Infelizmente temos de usar esta expressão, tal é a distância no tempo que temos de recuar para nos lembrar-mos destes dias de Sporting, da Nave ao velhinho José Alvalade. Já o sentimos este ano, mas queremos mais.

Hoje a nave é mais moderna e o José Alvalade diferente. Ambos procuram construir a aura de sucesso dos antecessores.

Muitos dos que viveram, em tempos, esses dias de Sporting vão hoje com filhos e netos e vislumbram o regresso do Sporting pujante dos anos 80 e início dos anos 90, que ganhava em todas as modalidades, cá e lá fora.

O "crónico", como lhe chamam alguns, disputará partidas em voleibol e futsal, antes do futebol. Ontem já o hóquei entrou a vencer na Liga Europeia e o voleibol venceu mais um jogo do campeonato, num dia em que Montpellier sentiu um "cheirinho" do poder e valor do Sporting.

Passo a passo, retomamos o nosso lugar entre os melhores da Europa, sabendo que o topo não nos é facilmente acessível mas sentindo que aos poucos nos aproximamos dele.

Precisamos de todos para sermos ainda mais fortes.

 

Esperam-se vitórias fáceis em ambos os jogos no João Rocha. O voleibol recebe o Clube K e o futsal o Burinhosa. 

Um bom aperitivo para o prato forte do dia. No Estádio José Alvalade o Sporting recebe o Sporting de Braga e só os três pontos interessam, num momento em que o Porto se distanciou, fruto de dois golos marcados e dois penaltis não assinalados a favor dos azuis do Restelo. Caso para perguntar: "Onde estava o VAR?"

 

Jorge Jesus confirmou o regresso de Alan Ruiz aos convocados mas espera-se que seja Podence a voltar a fazer companhia a Bas Dost na frente de ataque.

Jogue quem jogar, o foco nos três pontos tem de ser total, num dia de regressos a Alvalade da parte dos bracarenses.

O treinador, Abel Ferreira, regressa após ter jogado no Clube e ter treinado os juniores e a equipa B, João Carlos Teixeira regressa após ter saído antes de tempo e Ricardo Esgaio virá matar saudades de tempos recentes. Desejo sorte para as carreiras de todos, sobretudo os dois últimos, mas hoje só pode dar Sporting, só vai dar Sporting.

 

Depois do jogo de hoje, o campeonato só regressará lá para o final do mês e, também por isso, manter distâncias é imperativo, por forma a facilitar o foco nos próximos objectivos: a fase seguinte da Taça de Portugal e a continuidade na Europa do futebol.

Espera-se Alvalade a rebentar pelas costuras e um ambiente efervescente, num jogo em que normalmente somos felizes.

Apesar da derrota no ano passado, já com Abel no comando técnico dos bracarenses, são apenas sete as derrotas do Sporting em casa em 61 jogos para o campeonato.

Bas Dost ainda não se estreou a marcar ao Braga em Alvalade mas já mostrou na cidade dos arcebispos que é temível. Está a chegar aquela fase da época em que o holandês não passará mais de um jogo sem marcar. Hoje vai voltar a "picar o ponto".

 

Ganhar, ganhar, ganhar e depois preparar bem os jogos com o Famalicão (em casa para a Taça) e com o Olympiacos (também em casa, para a Champions).

A eles, leões!

 

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Rio Ave 0-1 SPORTING CP: Dost resolveu um jogo que Patrício segurou

Não são nestes jogos que se ganham os campeonatos mas são nestes jogos que se fazem os campeões.

Os campeonatos ganham-se no fim. O estofo para estar bem no fim ganha-se nestes jogos.

Tal como eu previa, foi um jogo difícil. O Rio Ave criou-nos muitas dificuldades, independentemente das ausências no seu onze habitual.

O Sporting apresentou-se na máxima força mas não em força máxima. Jesus disse no final que a equipa está a pagar o facto de jogar sempre com os mesmos e, aqui, tenho de o criticar, dando-lhe razão. É trabalho do treinador manter toda a gente pronta. É trabalho de Jesus ter uma segunda linha preparada e não desmoralizada. Só assim aguentaremos uma época com mais de 40 jogos que se quer bem sucedida.

 

O Rio Ave foi quase sempre eficaz a travar a nossa saída em ataque organizado, algo que nunca conseguimos fazer com a organização ofensiva oposta.

A equipa de Miguel Cardoso tinha a lição bem estudada e aproveitou bem a incapacidade defensiva do Sporting de pressionar a sua primeira zona de construção. Dois, três toques, passe vertical e remate à baliza de Rui Patrício. Foi isto a primeira parte toda. Muito por culpa da nossa falta de intensidade e fraco posicionamento defensivo.

 

Ao intervalo Jesus sacrificou Podence para a entrada de Battaglia mas não foi pelo baixinho que as coisas não funcionaram. Acho até que Bruno Fernandes teve um rendimento inferior ao de Podence, embora os problemas defensivos se tenham notado mais por desorganização defensiva do que por falta de disponibilidade para pressionar alto. Havia sempre um elemento mal posicionado e isso condiciona ao fracasso qualquer tentativa de ganhar a bola no último terço do terreno, mais ainda quando o adversário tem qualidade na posse de bola.

 

Ao contrário de Jesus, não acho que a entrada de Battaglia tenha melhorado muito a nossa organização. Melhorámos em agressividade mas a qualidade do posicionamento continuou deficiente. Battaglia é o tipo de jogador que não deixa o adversário avançar e, na impossibilidade de ganhar a bola, mantendo-a jogável, parou algumas jogadas em falta.

Foi mais por aí que o Rio Ave foi perdendo acutilância, enquanto nós continuávamos com imensa dificuldade em atacar, tanto em organização como em transição. Mesmo as bolas que ganhámos no meio-campo adversário não foram convenientemente endossadas, muito pela falta de dinâmica e frescura física que a equipa denotou.

 

No meio disto tudo, mérito para a entrega de toda a gente. Seria fácil, mais ainda frente a uma equipa com qualidade, ficar em desvantagem num jogo mal conseguido.

Valeu Patrício e a falta de acerto do Rio Ave, em determinados momentos.

Numa coisa estivemos, de facto, melhores no segundo tempo; a vigia às movimentações de Rúben Ribeiro. É ele o estratega maior da equipa dos Arcos e soubemos condicionar melhor a sua influência no jogo na segunda parte.

 

O VAR, ao contrário do que acontece em outros campos, funcionou, num raro momento em que ganhámos uma segunda bola em zona adiantada e a entregámos convenientemente. Infelizmente Bruno Fernandes estava adiantado, na sequência de um bom trabalho de Bas Dost.

 

Mas, mais do que assistir, a arte do holandês é marcar. Mostrou-o na recta final do encontro, após uma excelente incursão de Battaglia pela esquerda. 

Este minuto do jogo é exemplo perfeito para a expressão "quem não mata, morre". Após um remate do Rio Ave, mais uma vez defendido por Patrício, Guedes falha a recarga de forma incrível. O Sporting sai para o ataque, mais uma vez com grandes dificuldades, e é um ressalto de Yazalde que, na pressão a William, coloca a bola nos pés de Battaglia e propicia o desequilíbrio.

O resto foi tudo bem feito pela dupla das "pampas" e finalizado da melhor forma porBas "Thunder"Dost.Battaglia fez a sua melhor acção em todo o jogo. Recebeu a bola, endossou aAcuña e preparou a movimentação de rotura.Acuña atrai o adversário e liberta a bola no espaço.Battaglia recebe e, sem complicar (algo que faz algumas vezes), cruza de imediato paraDost que, no limite do fora-de-jogo (em posição legal, ao contrário do que por aí querem fazer crer), finaliza da melhor forma e liberta a tensão de um jogo de sofrimento, em que soubemos aguentar o barco e matar na hora certa.

Não são nestes jogos que se ganham os campeonatos mas são nestes jogos que se fazem os campeões.

Os nossos souberam sofrer até final, mesmo com Piccini a terminar o jogo lesionado, em superação.

Estamos na frente, o Porto joga hoje um dérbi que já foi mais escaldante mas é sempre emocionante, e vai certamente sentir a pressão do momento.

 

Terça-feira há mais e veremos como responde a linha defensiva, que vai sofrer alterações, fruto das lesões de Mathieu e Piccini.

Nota final para o excelente apoio dos Sportinguistas do norte, que disseram "presente" e, mesmo depois do final do jogo, não arredaram pé para desejar que o Sporting seja, no final, campeão.

 

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Hoje joga o Sporting

A frase vem do nosso futebol feminino e cada vez mais deve ser aplicada a todas as equipas: "Não há desculpas!"

Não porque não haja tolerância a uma noite menos inspirada, a uma bola que teima em ir à trave ou um golo na baliza errada. É porque o nosso estatuto a isso obriga, porque a direcção investiu para que as desculpas de nada servissem. 

Somos melhores que o Rio Ave e, se trabalharmos o mesmo que eles (e eles vão trabalhar muito), sairemos de Vila do Conde com três pontos. Suados ou não, três pontos. 

Se assim não acontecer, não seja nunca por falta de empenho, entrega ou inspiração. 

 

Não há desculpas!

 

Não para o desleixo ou para algum tipo de relaxamento.

É preciso ser sério e competitivo. Que se tenha a noção que em cada jogo se disputa mais do que simples três pontos. Que o orgulho dos adeptos é sempre o mesmo mas a alegria depende do sucesso, mesmo que não seja ele que define se nós lá estaremos ou não.

 

Nós vamos lá estar! ...e não aceitaremos desculpas. Queremos suor e um sorriso no final. Se houver suor, haverá da nossa parte sempre uma palavra de conforto ou alento. Depois disto, às 23 horas, poderemos dizer que terça-feira há mais.

 

O jogo de hoje é muito importante. Este campeonato vai decidir-se no detalhe e será o empenho, a garra, a raça que nos deixarão mais perto do tal pormenor que fará a diferença.

Foi sempre assim no passado. Não será diferente agora.

 

Vamos, leões!

 

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SPORTING CP 5-1 Desp. Chaves: Em noite da aVARias, o Sporting não facilitou

Bas Dost voltou a marcar, voltou a festejar como um louco, voltou a abraçar efusivamente os colegas e o Sporting ganhou, goleando.

Esta é a normalidade que se deseja mas, sabendo que nem sempre vai acontecer, foi bom desfrutar de um jogo com eficácia máxima, onde cada remate na direcção da baliza deu golo.

O "trovão" holandês mostrou que não há seca que para sempre dure e, em quatro remates, marcou três golos, tantos quantos fez com a cabeça.

Isto num jogo em que o Chaves até rematou mais, mas onde teve de o fazer para lá da "parede" que Luís Castro disse erguer-se cada vez que os flavienses se tentavam acercar do último terço leonino. Mais de metade dos remates do Chaves foram de fora da área, seis deles a uns bons trinta metros da baliza. Rui Patrício apenas fez uma defesa fácil a um dos onze remates feitos pelo adversário.

No final, pena que a agressividade defensiva já estivesse guardada para o próximo jogo naquele minuto final. O golo é de fino recorte técnico mas muito facilitado. Bastava um sopro para o jogador do Chaves abanar mas, em vez disso, deixámo-lo passar.

 

A goleada só não foi maior porque, à meia hora, Rui Costa, com possibilidade de emendar um erro, errou outra vez, mantendo um amarelo por simulação a Gelson quando devia ter marcado grande-penalidade.

Percebo que, em câmara lenta, um árbitro que tinha tomado a decisão de não marcar falta possa ter dúvidas em mudar a decisão mas, não era caso para ter grandes dúvidas. Bastava uma imagem em tempo real para Rui Costa perceber facilmente que a movimentação do jogador do Chaves impede Gelson de prosseguir o lance. A grande-penalidade não deixa de ser evidente em slow-motion mas Rui Costa manteve a decisão e Gelson levou um amarelo desnecessário que, mais tarde, poderá dar jeito aos nossos adversários.

Noutros campos, o VAR deixou convenientemente de funcionar a partir de um determinado momento do jogo em que determinada equipa acabou por beneficiar de uma grande-penalidade mal assinalada e precedida de falta. VARdadeiramente inacreditável!

 

Regresso ao jogo jogado para dizer que foi uma noite de gala, com bom futebol e um Podence focado em mostrar que, como disse Bas Dost, tem muita qualidade e nos pode ser muito útil.

Ter alguém como o baixinho, que em qualquer momento do jogo o agita da forma que Podence o faz, só pode ser uma mais-valia.

Piccini estreou-se a assistir companheiros para o golo, Acuña estreou-se a marcá-los para o campeonato e Bas Dost, em 14 jogos tem 8 golos, exactamente o mesmo registo da época passada em igual número de encontros.

 

No plano negativo, ressalvo apenas que na falta de Jonathan, que ficou na bancada, não entendo o porquê da entrada de Bruno César para o lugar de Coentrão, quando tínhamos um lateral no banco (muitas vezes nem temos e eu tremo sempre que isso acontece). Será que Ristovski abordaria aquele lance final com tamanha displicência? Acho que não.

 

No final de contas, não só foi importante vencer como foi fazendo-o com uma goleada, respondendo na mesma moeda ao líder do campeonato, que havia cilindrado o Paços de Ferreira na véspera (com respectiva "chicotada psicológica", confirmada hoje pelos "castores"). A luta continua renhida e nós à espera de um deslize dos comandados de Sérgio Conceição.

Finalmente a equipa terá cinco dias para abordar novo jogo, tempo mais que suficiente para recuperar e fazer uma análise e preparação sérias para uma das melhores equipas do campeonato, em sua casa, numa das mais difíceis deslocações da nossa Liga. Segue-se o Rio Ave, em Vila do Conde, felizmente sem Francisco Geraldes mas com muita atitude e garra para nos fazer a vida negra. Teremos de igualar em atitude e fazer a diferença com a nossa qualidade individual pois, colectivamente, os vila-condenses também têm argumentos.

 

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Hoje joga o Sporting

Hoje, pela primeira vez desde a construção do Pavilhão João Rocha, teremos um dia de Sporting à antiga.

Um dia de Sportinguismo, de união, de solidariedade e de prevenção.

Dia de ajudar os bombeiros...

...e dia de relembrar o quão importante é a prevenção do cancro da mama.

 

Ah...e tão importante quanto as causas solidárias ou de prevenção são as vitórias nos jogos a disputar, tanto no Pavilhão João Rocha, onde o futsal recebe o Desportivo das Aves, como no Estádio José Alvalade, onde o futebol recebe o Desportivo de Chaves.

Vamos, grande Sporting! Vence por nós!

 

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SPORTING CP 0-0 Porto: Rei Patrício segura o empate

No dia em que Adrien finalmente se despediu dos sócios e adeptos do Sporting foi outro dos símbolos da nossa formação a brilhar; Rui Patrício manteve a baliza inviolável e segurou o nulo que permite ao Sporting manter a distância para o Porto (1º) e para o Benfica (3º).

 

Não pude ver a primeira meia-hora que, segundo me pareceu pelos comentários que li e ouvi, foi o pior período do Sporting no jogo.

A verdade é que o Porto demonstrou em Alvalade que é um adversário forte. Moralizados por um início de época quase imaculado e onde perderam ontem os primeiros pontos na Liga, os comandados de Sério Conceição tomaram conta das operações a meio-campo, ganhando a maior parte dos duelos, mantendo assim durante um período largo o ascendente no jogo.

 

A verdade é que chegar ao intervalo com um nulo foi um bom resultado para o Sporting. Havia assim a possibilidade de corrigir posicionamentos e aumentar a intensidade.

Assim foi. O Sporting entrou melhor na segunda parte e começou a aproximar-se mais do último reduto dos portistas.

Mesmo sem criar claras oportunidades de golo, começámos a fazer sentir ao Porto que também tínhamos capacidade para assustar Casillas.

 

A verdade é que os lances de maior perigo (ainda que hipotético) saíram dos pés de Jonathan Silva, que com dois/três cruzamentos bem medidos obrigou a defesa portista a aplicar-se para impedir que Bas Dost finalizasse (o holandês podia e devia ter sido mais "rato" no aproveitamento destes lances).

A melhor oportunidade do jogo acaba por surgir numa recuperação de bola de Bruno Fernandes, após um lançamento lateral a favor do Porto. Na cara de Casillas, o português atirou muito por cima e perdeu-se assim uma boa possibilidade para somar os três pontos.

 

Enquanto isso, Patrício ia salvando tudo o que lhe aparecia no raio de acção em mais uma noite quase perfeita, não fosse um lance em que coloca a bola nos pés de um jogador do Porto, travado posteriormente por Coates.

 

A verdade é que, como já disse, o Porto se mostrou um rival forte e num jogo de futebol muito bem disputado, com entrega e intensidade de ambas as partes, ninguém conseguiu desfazer o nulo com que viríamos a chegar ao final do encontro.

 

Confesso alguma estranheza pela demora de Jorge Jesus a mexer na equipa e até pelas opções tomadas. Bruno Fernandes foi bem substituído, na minha opinião. Estava visivelmente cansado e era necessário refrescar o meio-campo ofensivo. Jesus foi conservador, optando por Bruno César em vez de Podence.

Depois disso até entendo o receio de JJ em mexer. A equipa estava bem e, embora cansados, alguns jogadores continuavam a render o suficiente para serem úteis. Mesmo assim, exigia-se mais algum rasgo, se queríamos atacar os três pontos. A entrada de Podence para o lugar de Acuña (também podia ter sido para o lugar de Gelson) não só é tardia como, feita aos 90 minutos, poucos resultados práticos poderia ter no jogo.

 

Agora vem aí a pausa para as selecções e, como disse Jesus, é esperar que aqueles que mais vão viajar joguem pouco, para não virem ainda mais cansados do que foram.

 

Nota de destaque, mais uma vez, para os adeptos do Sporting que quase lotaram o Estádio e nunca faltaram com o apoio à equipa.

 

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Hoje joga o Sporting

Assumo; estou confiante para hoje.

Normalmente apresentamo-nos fortes nos duelos com o Porto. Há 11 jogos que o Porto não vence em Alvalade e, desde a chegada de Jesus que vencemos sempre os dragões em casa para o campeonato.

 

O foco da equipa nos jogos mais mediáticos abre também boas possibilidades para o duelo de hoje à noite.

Nem as previsíveis baixas de Fábio Coentrão e Doumbia afectam a minha fé, embora tornem a equipa menos forte.

 

Apesar da confiança, não falta o nervosismo e a ansiedade que a bola role. O jogo é importante, não o podemos negar.

Ganhar é o único resultado que interessa. O empate pode dar um importante balão de confiança ao Benfica (que não podemos ser nós a moralizar) e a derrota, para além do que já mencionei ainda afasta o Porto para uma distância considerável.

 

Jesus terá isso em mente. Estudou bem este Porto e conhece bem o Sérgio Conceição. 

O treinador do Porto também conhece bem o modelo de Jesus e o jogo tem tudo para ser interessante, embora seja previsível um receio mútuo inicial que durará até ao primeiro golo.

Marcando primeiro, tenho a certeza que ganharemos. Ganhando, tenho a certeza que Bas Dost "molhará a sopa".

 

Vamos, Sporting!

 

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Moreirense 1-1 SPORTING CP: A carroça à frente dos bois

Detesto dizer, "eu avisei".

 

Embora se tenha "cansado" de frisar que só pensava num jogo de cada vez, foi Jesus a passar à equipa o sinal de que já se jogavam os próximos dois jogos em Moreira de Cónegos.

Frente a uma equipa que ia entregar a bola e a iniciativa de jogo e que ia defender junta e agressiva no seu meio campo, pedia-se um onze com maior dinâmica e mais capacidade para desmobilizar o bloco defensivo dos cónegos.

Não tenho dúvidas da utilidade de Bruno César em alguns momentos mas o brasileiro nunca pode ser opção inicial para uma das alas ofensivas. Não quando há melhores opções para oferecer a tal dinâmica e a criatividade que faltam ao "chuta-chuta", que ultimamente já nem à alcunha faz jus.

Juntar Alan Ruiz a Bruno César é meio caminho andado para dar uma parte de avanço ao adversário, como acabou por acontecer.

 

Juntando a isto um Bruno Fernandes com funções que não lhe assentam tão bem e que caem que nem uma luva ao suplente Battaglia, tivemos a receita para 45 minutos de pura desinspiração, "mastigados" e até algo enfadonhos.

 

Ao intervalo entrou Doumbia para o lugar de Alan Ruiz mas, só por si, isso não resolvia todos os nossos problemas. Havia pressa mas teimavam em faltar ideias. Ideias que surgiriam muito mais fluidas se Bruno Fernandes jogasse mais "solto" e se Bruno César tivesse também ficado no balneário (nada contra o brasileiro, atenção).

 

O Moreirense acabou por ser o primeiro a marcar, colocando ainda mais pressão sobre o Sporting, que passaria a jogar mais rápido mas nem sempre tomando as melhores decisões. 

O golo do empate acaba por surgir num lance de bola parada em que me parece, verdade seja dita, que não deveria ter sido assinalado pontapé de canto a nosso favor.

 

A talhe de foice, aproveito para comentar a péssima arbitragem de Luís Godinho e seus pares (os que estavam em campo, já que os outros nada podiam fazer para a evitar).

À semelhança do que vem acontecido noutros jogos, foi demasiado permissivo com as entradas do nosso adversário e acabou por distribuir todos os cartões na segunda parte (a maioria na parte final do jogo), a maior parte deles para o Sporting (!!!).

Mal auxiliado no lance em que corta o ataque ao Moreirense, com dois jogadores com meio campo e apenas Rui Patrício pela frente (convém ressalvar que, embora a bola entre na baliza, há muito que o árbitro tinha apitado e que Rui Patrício se havia alheado do lance).

Mal no lance de Bas Dost com Jhonatan, em que o holandês não faz qualquer falta, antes de Alan Ruiz cabecear para o fundo das redes (também aqui o árbitro apita antes da bola entrar mas, caso não o tivesse feito, teríamos um golo anulado pois aquela bola entraria sempre).

Volta a estar mal no já descrito lance que dá o golo do Sporting.

 

Depois do golo do empate, na minha opinião, Jesus volta a estar mal. Quando parecia ainda mais importante a presença de Bruno Fernandes em campo (mesmo que até ao momento não parecesse inspirado) e quando se impunha a, já de si tardia, saída de Bruno César, foi o português que saiu para a entrada de Battaglia (gestão para quarta-feira, quando o jogo nem estava na nossa mão?!).

Ganhámos agressividade mas não houve acréscimo de criatividade e clarividência na frente. Doumbia não é um "armador" de jogo e, percebendo que Jesus não quis abdicar de Bas Dost, até pelo que ofereceu sempre nos duelos aéreos, eu digo que "nem sempre é com mais avançados em campo que se chega ao golo" (as palavras até são do próprio mestre da táctica).

 

A entrada de Iuri para o lugar de Bruno César aos 73 (!!) minutos já é mais em desespero de causa. Admitindo sem qualquer problema que Iuri podia ter feito melhor nos 20 minutos que esteve em campo, recuso-me a apontar-lhe o dedo por ter falhado alguns passes, que tantos outros falharam antes dele ter entrado.

Sim, é verdade que tivemos ocasiões para ganhar o jogo (Gelson, porra!) mas não é menos verdade que acabámos com o resultado que merecíamos.

 

Nada está perdido e estamos apenas à sétima jornada mas continuo a achar que são nestes jogos que se ganham ou perdem os campeonatos

Agora, já que colocou a carroça à frente dos bois, espero que o Barça saia "atropelado" (1-0 chega) de Alvalade e que isso não prejudique a abordagem à recepção ao Porto.

 

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Hoje joga o Sporting

É nestes jogos que se ganham os campeonatos. 

Frente a um adversário do fundo da tabela e sobretudo por ser antes do jogo com o Barcelona para a Champions, o perigo é enorme.

Perigo de haver quem, por inconscientemente não querer perder um jogo como a recepção ao Barça, não coloque toda a intensidade nos duelos ou não dê tudo naquele último pique.

Claro que isto não pode acontecer mas, em alguns casos, é algo que foge ao controlo dos jogadores.

 

Uma equipa mentalmente preparada, não facilitará e será segura defensivamente o suficiente para que um golo baste para trazer os três pontos de Moreira de Cónegos.

A tal mentalidade de campeão que Jesus tanto fala tem de estar lá hoje, bem presente e vincada.

 

Tenho a certeza que o nosso treinador irá gerir todos quantos se encontrem com algum tipo de limitação, mesmo que mínima. É importante que, quem jogue, esgote as reservas de energia, entrega e querer.

É nestes jogos que se fazem os campeões!

 

Vamos, Sporting!

 

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SPORTING CP 2-0 Tondela: Sem nota artística? O caraças!

Se os golos de Mathieu e Bruno Fernandes não valeram pela nota artística de todo um jogo que se assemelhasse a um bailado de uma das maiores academias do Mundo, vou ali e já volto.

 

Não foi um jogo bem jogado. Teve lampejos de qualidade de algumas individualidades até ao segundo golo, melhorou depois, não sei se porque a equipa descontraiu e porque o Tondela baixou os braços se pelo simples facto de Alan Ruiz já não se encontrar em campo...fica a dúvida.

 

A verdade é que nem todos os jogos terão o brilhantismo do de Guimarães e, para um aspirante a campeão, será necessário que a nota artística surja em doses mínimas mas suficientes para resolver jogos como o de sábado, onde faltou inspiração colectiva mas não faltou brilhantismo, mesmo que momentâneo, por parte de algumas individualidades.

 

Não foi o caso de William Carvalho, que me leva a agradecer a todos os tubarões europeus, mais todo e qualquer clube endinheirado de meio da tabela de algumas Ligas o facto de não terem resolvido largar 45 milhões de euros por um dos melhores do Mundo na sua posição.

Sir Carvalho é um regalo para a vista. Talvez seja o meu "Barbosa". Aquele que, qual Quinito, eu pagaria para ver jogar todos os dias no meu quintal, caso o tivesse. 

A forma como William retira aos adversários a possibilidade de progredir, como lança os companheiros no ataque, mas sobretudo como sai de forma limpa e em estilo de toda e qualquer situação de aperto é algo pelo qual eu pagaria, só por si.

William ficou (contrariado, para alguns) e ainda bem. Numa equipa com mais qualidade individual do que as antecessoras terá muito maiores probabilidades de cumprir o objectivo de ser campeão no Sporting, clube que o formou, bem como a uma das estrelas maiores do futebol mundial, que ontem se fez notar em Alvalade.

 

Cristiano Ronaldo regressou a casa para ver o Sporting jogar e deliciou-se com o golaço de Mathieu, certamente não menos do que com o golão de Bruno Fernandes, que teima em dar-nos um por jogo e para todos os gostos. 

 

Para a história fica um borrego morto (o Sporting nunca tinha ganho ao Tondela em casa), três pontos amealhados, dois golos de belo efeito, a estreia de Iuri Medeiros como titular (o primeiro de muitos, espero eu) e uma semana para preparar dois jogos, o próximo dos quais propício à utilização dos que têm jogado menos. Venha ele (o Marítimo, para a Taça da Liga), antes da visita a Moreira de Cónegos, para o campeonato.

 

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Hoje joga o Sporting

Felizmente, Petit já não é treinador do Tondela. Confio que foi a sua presença no banco que tornou tão aziagas ambas as visitas dos tondelenses a Alvalade.

Hoje é Pepa quem treina o actual 12º classificado da Liga NOS, que vem de um empate em casa frente ao Paços de Ferreira.

 

O Sporting vem num grande momento, com momentos exuberantes e algumas desconcentrações mas com sete vitórias em oito jogos oficiais e cinco em cinco na Liga Portuguesa.

A facilidade com que temos sofrido golos nos últimos jogos, em contraste com os primeiros encontros da temporada, certamente mereceu atenção de Jorge Jesus, que quererá regressar às vitórias sem sofrer.

 

O Sporting tem sete habituais titulares com a maior parte dos minutos jogados nas oito partidas oficiais até ao momento e há a expectativa para ver se Jesus gere a condição física de algum dos elementos dos quais não tem abdicado.

Rui Patrício e Coates são os únicos totalistas mas Mathieu, Piccini, Battaglia, Acuña e Gelson Martins têm também bastantes minutos nas pernas.

 

Uma coisa é certa. Apenas em caso de extrema necessidade vejo JJ abdicar de algum destes jogadores e talvez o mais prudente seja mesmo entrar com o onze habitual e, caso as coisas corram de feição, haverá então tempo para gerir a condição física de alguns jogadores durante o segundo tempo.

Além disso, há Taça da Liga a meio da semana, fundamental para moralizar os menos utilizados, que poderão assim mostrar serviço.

 

Cláudio Ramos é um daqueles guarda-redes de engate. A cumprir a sétima temporada em Tondela, já faz parte da mobília.

O experiente Ricardo Costa deu a esta equipa uma elevada dose de maturidade e Tomané parece querer confirmar o potencial que mostrou aquando do seu aparecimento, no Vitória Sport Clube.

Pepa gosta que as suas equipas tenham bola e não abdicará disso na totalidade. Certamente montará uma estratégia baseada no aproveitar dos erros do Sporting, mais na expectativa, mas é de esperar um Tondela objectivo e a tentar jogar rápido.

 

Prevejo troca entre Doumbia e Bas Dost, com a entrada do holandês no onze. Bruno Fernandes, o melhor jogador do mês de Agosto na nossa Liga, continuará a ser peça-chave na nossa estratégia ofensiva, onde Gelson continuará a ter o papel de colocar em água a cabeça dos defensores adversários.

Com maior ou menor dificuldade, não podemos deixar fugir estes três pontos, numa jornada onde espero dificuldades para Benfica e Porto. Ficar isolado na frente do campeonato seria um importante balão de confiança para o grupo, que me parece bastante coeso e motivado para fazer história.

 

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Hoje joga o Sporting

Jogo difícil, o de hoje em Santa Maria da Feira. Porque vimos de um ciclo complicado que acabou de forma positiva, porque a esse ciclo sucedeu uma paragem para as selecções e porque este é o início de mais um ciclo competitivo apertado e importante, a que se segue a estreia na Liga dos Campeões, frente ao mais directo rival pela continuidade na Europa.

 

O mais importante para o jogo de hoje é garantir que o aspecto mental está bem trabalhado. Só com a mentalidade e foco essencial se trarão os três pontos da Feira.

O Feirense está num bom momento, ainda não perdeu esta época e, em casa, desde que Nuno Manta assumiu o comando da equipa, contam por vitórias sete dos doze jogos em casa, tendo apenas perdido frente ao Boavista, Benfica e Braga.

 

Escusado será dizer que, na deslocação à Feira, o Sporting não venceu na temporada passada, tendo mesmo deixado a norte todos os pontos em disputa naquele penoso final de época.

Todo o cuidado é pouco e o foco tem de ser em tudo fazer para somar mais três pontos, mantendo assim a liderança da Liga NOS.

 

Nuno Manta tem andado à procura das melhores soluções ofensivas e mudou a frente de ataque nos últimos três jogos. Peter Etebo é o único elemento comum a todos os jogos na frente de ataque. 

A defesa tem-se mantido praticamente estanque e, na lateral esquerda, Kakuba manterá o lugar ocupado após a lesão de Barge.

Cris Santos, Tiago Silva e Babanco têm sido os esteios da equipa, formando um meio-campo coeso e de qualidade.

 

Será pelas alas que me parece que podemos ser mais incisivos, explorando assim da melhor forma as debilidades da equipa da Feira. Jean Sony e Kakuba não são defensores de excelência e, por isso, desaconselho a Jesus a opção conservadora de lançar Bruno César no lugar de Acuña. Caso o argentino esteja efectivamente fatigado, apostaria em Iuri Medeiros para, com a sua qualidade de passe, servir da melhor forma aquele que me parece a melhor opção para definir os lances de ataque da equipa; Bas Dost.

 

Vai ser um jogo de luta, difícil, competitivo e só uma equipa focada e solidária sairá do Marcolino de Castro com um sorriso nos lábios.

Vamos, Sporting!

 

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SPORTING CP 2-1 Estoril: VARdade desportiva

A análise é tardia mas, ainda assim, pertinente.

Foram minutos completamente loucos em Alvalade, com o vídeo-árbitro a corrigir duas decisões da equipa de arbitragem que, em campo, errou e, por isso, será penalizada na nota atribuída.

Na verdade o jogo acabaria 3-2. A verdade desportiva nem estaria verdadeiramente em causa mas este jogo demonstra na perfeição a extrema utilidade do VAR.

Duas decisões erradas foram corrigidas e, assim, prevaleceu a verdade do jogo, que diz que o Sporting marcou dois golos e sofreu um, averbando assim mais três importantes pontos.

 

Basicamente o jogo valeu pela primeira meia hora, onde chegou a "cheirar" a mais um "recital" de bom futebol como aconteceu em Guimarães e, a espaços, em Bucareste.

Primeira meia hora onde Gelson abriu o activo e Bruno Fernandes voltou a fazer um grande golo, desta vez de livre directo, exemplarmente executado.

Depois voltámos a baixar o ritmo e evidenciámos algumas dificuldades em gerir os ritmos da partida, "mastigando" em demasia o jogo. 

Apesar disso, durante a primeira parte o jogo pareceu sempre controlado, com a nossa defesa a limpar literalmente tudo.

 

A segunda parte foi fraca e, no último quarto de hora, previa-se aquilo que veio a acontecer. O Estoril marcou, acreditou e ainda pressionou nos minutos finais.

Felizmente tudo acabou como devia e chegamos à paragem para os jogos das selecções com quatro vitórias em outros tantos encontros.

Mathieu voltou a assumir-se como o patrão da defesa, evidenciando sobretudo nervos de aço. Era impensável ter ao lado de Coates alguém do mesmo nível. Mathieu parece ainda melhor que o uruguaio. Oxalá se aguente fisicamente.

Piccini fez um excelente jogo e vem confirmando tudo o que dele escrevi no início do mês de julho (LINK).

Bruno Fernandes continua a encantar-nos com aquilo que, semana após semana mostra poder adicionar à nossa capacidade ofensiva.

Gelson está cada vez melhor e já leva quatro golos em apenas seis jogos.

Bas Dost esteve apagado e é um óptimo sinal saber que podemos vencer mesmo quando o holandês não está inspirado ou não é servido da melhor forma.

 

Depois da selecção defrontar as Ilhas Faroé, no Bessa, e de se deslocar à Hungria, teremos um ciclo muito importante com três jogos numa semana.

A difícil deslocação à Feira, onde mora o invicto Feirense, antecede o importantíssimo embate na Grécia, para a Champions. Tudo isto antes da recepção ao normalmente incómodo Tondela, motivado após vitória esclarecedora em Moreira de Cónegos.

 

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