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Grande Artista e Goleador

SPORTING CP 0-3 Vitória SC: O que nasce torto...

Um jogo de preparação marcado à pressa, uma convocatória feita como foi possível, um onze que, disse o próprio Jorge Jesus, foi inventado.

A receita perfeita para um mau teste e para 90 minutos dispensáveis em plena recta final da pré-época.

Como se não bastasse, uma expulsão do nosso melhor central, que arrisca falhar a primeira jornada do campeonato.

 

Caso para se dizer que mais valia que tivéssemos ficado em Lisboa. As pessoas que estiveram em Rio Maior, terão achado o mesmo...ou talvez não.

E digo que "talvez não" porque, no meio do caos táctico promovido pelo nosso treinador, que resolveu inventar quando se pedia que se simplificasse face às ausências forçadas e promovidas, acabaram por sobressair algumas notas de destaque e bons indicadores.

 

Contudo, não me vou alongar mais. Não há grandes ilações a retirar de um jogo em que Bruno César é lateral direito e o trio de centrais é formado por Coates, Tobias e Petrovic. Juntamos a isto o facto de termos promovido o "emburrecimento táctico" de Jonathan, que foi para a Argentina "desaprender" o que cá lhe tinham ensinado e temos todos os ingredientes para que as coisas possam correr mal.

 

Sábado há novo teste, o último antes da estreia na Liga com o Aves. Basta que Jesus não invente e certamente correrá melhor.

#EuVouLáEstar

 

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Hoje joga o Sporting

Oportunidade para os ribatejanos verem ao vivo o nosso Sporting. Estou pela zona mas não irei a Rio Maior assistir ao encontro com o Vitória Sport Clube.

Entusiasmam-me mais os embates com equipas nacionais mas tenho saudades de Alvalade. Por isso, trocarei o jogo de hoje por uma deslocação a casa no próximo sábado, antes de partir para férias.

 

Os de Guimarães vêm de uma derrota em casa, frente ao Porto. Pedro Martins assumiu que não ficou satisfeito com o teste e, certamente, quererá hoje emendar os erros e fazer melhor "figura".

Caberá ao Sporting tentar contornar as dificuldades que o Vitória certamente criará, num teste que dará uma visão ainda mais realística daquilo que podemos fazer nos jogos com equipas do nosso campeonato.

 

Não acredito que Jesus rode a equipa e utilize de início os que têm jogado menos. Há um modelo de jogo para cimentar, processos a adquirir e embates importantes nas próximas semanas.

Espero um teste sério e a sério.

 

Posto isto, imagino que a linha defensiva não mude, relativamente ao jogo anterior, com o Mónaco. Já no que respeita ao meio campo e ataque, acho provável que Jesus continue a testar vários figurinos, a pensar nos jogos com o Aves, o Vitória FC e na 1ª mão do playoff da Champions, que se joga a 15 e 16 de Agosto.

Neste momento, já não estamos bem em pré-temporada. Não ganhar ainda não custa pontos mas já pode afectar a moral da equipa e o entusiasmo dos adeptos para os primeiros jogos a doer.

 

Vamos! SPOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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SPORTING CP 2-1 Mónaco: Assim a música é outra. Venham os Violinos!

O primeiro jogo em Alvalade não defraudou as expectativas dos adeptos. Dos presentes e dos que acompanharam pela TV.

Jorge Jesus voltou ao esquema habitual, com quatro defesas, dois médios-centro, dois extremos e dois homens na frente. Surpreendeu com as inclusões de Acuña e Podence e com o facto de ter deixado William e Adrien no banco.

O onze, composto por Patrício, Piccini, Coates, Mathieu e Coentrão no sector defensivo, Battaglia e Bruno Fernandes no "miolo" e Acuña e Gelson no apoio a Podence e Bas Dost, os homens mais adiantados, revelou-se equilibrado e já com algumas rotinas.

 

Em especial, gostei da linha defensiva. Por ser quase totalmente nova e por mostrar já um entendimento interessante, pese embora o pouco tempo de trabalho em conjunto. Piccini e Coentrão fazem esquecer por completo os laterais do ano passado e Mathieu parece estar a subir os índices físicos que o fazem completar uma boa dupla com Coates. Com maior entrosamento, promete ser uma defesa muito consistente.

 

Gelson demonstrou já uma forma assinalável e foi o maior desequilibrador da primeira parte. Bas Dost fez aquilo que melhor sabe e, antes disso, Bruno Fernandes demonstrou uma capacidade de entrar em zonas de finalização que Adrien nunca teve nem terá.

 

Nota positiva para a estreia de Acuña que, ao contrário de Alan Ruiz, gosta de correr, lutar e defender. Parece ser este o tipo de jogador argentino que pega no Sporting; raçudo, solidário e altruísta. Estas características, aliadas à qualidade futebolística, são forma quase garantida para o sucesso. Por tudo isto, confio que Jonathan ainda vingará. Mostrou na segunda parte que pode ser uma boa ajuda na gestão da condição física de Fábio Coentrão ao longo da temporada e parece-me que poderá fazer muitos jogos.

 

Mathieu não retira ao lado esquerdo da defesa a capacidade de ter bola que Semedo revelava mas alia isso a muita experiência e maturidade, factor menos propenso a excessos de confiança. Vem para acrescentar.

 

No segundo período, com as mexidas, foi difícil ver muito para além de William Carvalho, que continua um jogador de topo naquilo que é a posição 6, a nível mundial. Entusiasmou pela sua qualidade, mas também por parecer já com níveis de intensidade interessantes.

 

Alan Ruiz pareceu um caracol, no apoio à lebre costa-marfinense, contratada por empréstimo à Roma. É certo que Doumbia pareceu algo precipitado nas desmarcações, mas Alan podia, sobretudo num dos lances, ter sido mais lesto a isolar o colega de equipa. O argentino parece perder espaço com o bom momento de Podence e a possibilidade de tanto Doumbia como Bruno Fernandes (entre outros) poderem ocupar a posição de segundo avançado.

Bruno César e Iuri Medeiros voltaram a entrar e sair e ficam algumas dúvidas sobre a permanência de ambos no plantel. A meu ver, será incompreensível que não façam parte do grupo de trabalho para esta época, o primeiro porque, mesmo sem entusiasmar, é fiável e o segundo porque crescerá quanto maior for a confiança que Jesus deposite nele (de momento, parece diminuta).

 

Esta semana que se avizinha promete cimentar ainda mais o modelo de jogo e definir a composição do plantel (mais jogadores devem sair e veremos se entra mais alguém) e espera-se um encontro interessante, no próximo sábado, com a Fiorentina, a contar para o Troféu 5 Violinos.

 

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SPORTING CP 1-2 Marselha: o melhor é voltar a casa

Numa coisa concordo com Jesus. O desgaste destes estágios é enorme. Para além do cansaço acumulado das sessões de treino, ainda há a disponibilidade para estar com os adeptos e as viagens, que servem de atenuante mas não de desculpa (nem quero acreditar que não houvesse a mínima noção das implicações de jogos em diferentes pontos do mapa).

 

Por outro lado, ao quinto jogo de preparação, não escondo que esperava um pouco mais. Mais futebol, mais entusiasmo e mais sinais positivos do novo modelo de jogo.

Digo que o modelo de jogo é novo porque cada vez mais me parece que este sistema de três defesas centrais veio para ficar e não será apenas o plano B que prognostiquei anteriormente.

Confesso que isso me assusta um pouco. Porque assimilar um conjunto tão vasto de novas acções em campo leva tempo e porque, daqui a três semanas há um importante acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões para jogar.

No entanto, teremos meia equipa nova e todos teriam de assimilar processos novos. Creio que Jesus estará a trabalhar dois sistemas de jogo, com modelo e dinâmicas parecidas, em que apenas mudam algumas nuances que pretenderão potenciar cada uma das abordagens.

 

Começo pelos pontos positivos. Podence, Tobias, Matheus Pereira e Pedro Silva mostraram ontem porque devemos confiar nos jogadores saídos da Academia. Tivessem Chico Geraldes, Palhinha ou até Ryan Gauld jogado neste estágio e Jesus teria certamente uma bota complicada para descalçar (talvez tenha sido para evitar isso que alguns nem oportunidade tiveram).

 

Coentrão e Piccini, na minha opinião, começam já a mostrar alguns sinais positivos. Há que ter em conta que, num sistema de três centrais, é pedido um esforço incrível aos laterais, que terão de dar profundidade à equipa, largura, acutilância ofensiva e capacidade para compensar defensivamente, aliada a uma coordenação com toda a linha defensiva. Visto que a capacidade física é ainda deficiente, confio que os veremos subir de rendimento a cada jogo. No caso de Coentrão, é esperar que possa crescer e não seja traído fisicamente por tamanha exigência.

Falta apenas alguém para concorrer com Piccini pela lateral direita, já que à esquerda Jonathan promete dar luta a Coentrão.

 

Confesso que quando vi o onze inicial para o jogo de ontem tive dúvidas que fôssemos bem sucedidos. Bruno César é insuficiente como primeira escolha, seja para que posição for e Bruno Fernandes não é um flanqueador. Com a normal incapacidade física dos laterais, facilmente adivinhei mais um jogo sem oportunidades de golo, sobretudo para Bas Dost, que tem de ser preferencialmente servido pelas faixas laterais.

Basta que mudemos os intérpretes para que Bas Dost seja servido em condições e, já sem o holandês em campo, Podence e Matheus mostraram isso mesmo. Se um dos protagonistas for Iuri Medeiros ou Acuña, ficaremos igualmente melhor servidos do que da forma que nos apresentamos ontem.

 

Qualquer equipa deve ser construída de trás para a frente e, neste momento, preocupa-me que 75% da defesa seja completamente nova. Com tão importantes objectivos já no início da época, temo que este factor aumente as nossas dificuldades.

Este factor (muitos jogadores novos) leva-me a algo que considero das coisas mais importantes e que ontem, em declarações à Sporting TV, Pedro Silva frisou. A química da equipa terá de ser trabalhada. Não existe ainda e não sobressai naturalmente. Pode vir a cimentar-se rapidamente ou não e isso é mais um risco acrescido.

A inclusão dos jogadores da formação e a aposta nos mesmos (seja de início ou como segundas escolhas) será, a meu ver, o mais importante ponto para trabalhar essa química. Facilmente se percebe que a fluidez do nosso jogo aumenta sempre que temos dois / três jogadores da formação em campo. As melhorias são ainda mais evidentes quando dois deles jogam no mesmo sector. Isso notou-se ontem com Matheus e Podence, mas notar-se-ia igualmente com Chico e Podence, Matheus e Gauld ou Gauld e Chico (Palhinha, pelas suas características, é um caso à parte).

Jesus vai perder parte desta química natural, criada em anos e anos de convivência conjunta e, no caso de Gauld, em três anos de equipa B. Na minha opinião, para além da qualidade que todos acrescem ao grupo, Jesus vai desperdiçar com as dispensas parte do cimento que poderia juntar ainda mais o grupo. Claro que William e Adrien ainda são jogadores do Sporting mas, ficarão para lá de Agosto.

Essa falta de química é evidente em alguns jogadores que, por diversos motivos, parecem corpos estranhos na equipa. Alan Ruiz é um desses casos e, embora tenha mostrado qualidade a espaços na segunda metade da época passada, falta-lhe ainda qualquer coisa para ser mais útil ao colectivo.

 

Continuo com as mesmas dúvidas relativamente a Battaglia e Mattheus Oliveira. Não tenho dúvidas que crescerão com o tempo, que até virão a ser úteis mas não sei se isso justificará a sua contratação, quando poderíamos ter apostado a sério em Palhinha, Gauld e Geraldes (com o "plus" da tal química, que não me parece de desprezar).

 

Contudo, prefiro esperar pelos próximos dois encontros para fazer o balanço final e lançamento da nossa época. Para já, temos ainda muito trabalho pela frente.

 

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SPORTING CP 2-3 Basileia: errar assim, é fatal

Fui tolerante com a lentidão de processos e a aparente monotonia do nosso futebol. Afinal estávamos a usar um sistema de jogo novo que, embora tivéssemos adoptado duas vezes na temporada passada, não me parece que estivesse a ser trabalhado.

Um sistema de três defesas demora tempo a implementar, mais ainda numa pré-temporada, em que a frescura física não é a melhor. Para funcionar, os laterais / alas têm de conseguir dar largura e profundidade, ao mesmo tempo que recuperam defensivamente. Essa é uma das chaves do sistema e, num momento em que o cansaço impera, é impossível, tanto a Jonathan como a Piccini, desdobrar-se em todas as tarefas que farão tanto melhor quanto maior for a capacidade física. Ambos parecem ter características para encaixar neste modelo mas ainda é cedo para saber se pode funcionar (Coentrão estará dependente da forma que consiga adquirir ao longo das próximas semanas). De qualquer das formas, este parece-me o plano B.

O jogo interior também não teve a qualidade desejada e viveu das investidas de Podence e de alguns momentos de Bruno Fernandes e Alan Ruiz. Bas Dost não teve uma oportunidade de golo em jogo corrido e isso é elucidativo.

 

Mas não há plano de jogo ou modelo que resista a erros fatais. O primeiro pertenceu ao árbitro da partida, que assinalou uma grande penalidade sobre Ricky van Wolfswinkel, quando foi o holandês a derrubar Tobias. O Basileia fez o empate e cresceu, embora não o suficiente para ameaçar de forma evidente Azbe Jug. Porém, o esloveno acabaria por dar uma fífia que levaria os suíços para o intervalo em vantagem.

 

A segunda parte foi fraca de ambas as partes, monótona e, confesso, foi um sacrifício daqueles acompanhar o jogo até ao final. Valeu pela capacidade individual de alguns jogadores que, percebe-se, podem resolver jogos sozinhos. Iuri tira um coelho da cartola e Matheus Pereira aparece a finalizar na zona do ponta-de-lança. Repunha-se a justiça no resultado.

Até final, haveria de ser mais um erro a ser-nos fatal. André Geraldes oferece a um adversário a possibilidade de finalizar na cara de Azbe Jug, o esloveno, pese embora a inaudita surpresa, pareceu-me pouco lesto a fazer frente ao jogador dos suíços e a bola acabou no fundo das redes da nossa baliza. 3-2 para o Basileia, que haveria de ser o resultado final.

 

Posto isto, com quatro jogos decorridos, já consigo tirar algumas ilações, sem que sejam ainda conclusões.

Mattheus e Battaglia, podendo vir ainda a crescer, não parecem ser claras mais valias no imediato. Neste cenário, tenho dificuldades em validar a contratação de ambos quando tínhamos nos nossos quadros jogadores de capacidade igual que acabarão dispensados (alguns deles já receberam até ordem para abandonar os trabalhos da equipa principal).

Continuarei a dar o benefício da dúvida a Piccini (que não conheço e espero que cresça numa posição para a qual não tínhamos alternativas internas), na expectativa que Mathieu e Coentrão atinjam níveis que já demonstraram e que Doumbia seja mesmo a mais-valia que Bruno Fernandes já mostrou que vai ser.

 

Para já, embora fosse mais do que previsível, perece-me um erro dispensar Ryan Gauld, Francisco Geraldes e João Palhinha. As dispensas não são oficiais mas serão uma questão de dias. Espero que possam jogar os três juntos, por exemplo, no Moreirense ou Boavista e mostrem aquilo que valem. Não são inferiores a Petrovic, Battaglia ou Mattheus.

 

Termino com uma farpa a Jorge Jesus que, há uns meses dizia que o Sporting precisava de ter capacidade para comprar mais jogadores de 10 / 15 / 20 milhões de euros. Concordo.

O que não concordo é que se continuem a contratar jogadores de 1 / 2 / 3 milhões, quando desses formamos nós todos os anos à mão cheia. O melhor de dois mundos é saber atingir o equilíbrio e a razoabilidade. O Sporting forma jogadores de nível para a equipa principal. Não para emprestar sucessivamente, fortalecendo equipas da mesma competição, que jogarão contra nós enfraquecidas, fruto de uma regra de empréstimos ridícula que ninguém faz por mudar.

A aposta nos nossos jovens reduz a frequência com que se erra na contratação de jogadores vindos de fora. Gastar 1 / 2 / 3 milhões a ver se pega não pode banalizar-se e muito menos desvalorizar-se. Não quando afirmamos (com razão) que somos uma das melhores academias do Mundo a formar jogadores de nível para as melhores ligas.

 

Curioso para o que aí virá, expectante e pouco confiante. A ver vamos.

 

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SPORTING CP 0-3 Valência: tinha tudo para correr mal

Jorge Jesus manteve oito dos onze titulares do dia anterior, no embate frente aos turcos do Fenerbahçe. A tentativa seria a de criar rotinas entre os que, neste momento, parecem ser a espinha dorsal da equipa mas, com o mais que normal cansaço acumulado, aquilo que se verificou foi um conjunto de equívocos de uma equipa sem chama.

Já tinha alertado ontem para a necessidade (a meu ver) de apresentar uma equipa diferente. Dois jogos em dias consecutivos, nesta fase da temporada, fazem mossa e talvez fosse preferível guardar o teste ao onze preferido para o jogo seguinte, mostrando aos restantes jogadores que teriam oportunidades.

 

 

Mas essa seria uma opção contra-natura para Jesus. Mesmo a segunda parte foi uma salganhada. A troca de três elementos da defesa ao intervalo melhorou ligeiramente a performance da equipa mas Mattheus Oliveira e Alan Ruiz não conseguiram dar no ataque aquilo que era necessário. O argentino parece um corpo estranho na equipa (porque parece estar-se a borrifar) e Mattheus voltou a entrar para uma ala, posição que não o favorece.

As constantes mudanças na equipa durante a segunda parte não ajudam à estabilização do jogo da equipa e as saídas de Chico Geraldes e Bruno César após já terem entrado no decorrer da segunda parte são incompreensíveis.

 

Não teria sido melhor mudar os 11 jogadores ao intervalo?

Eu acho que sim. Sobretudo após se constatar facilmente que 45 minutos eram mais do que suficientes, sobretudo para os oito que repetiram a titularidade do dia anterior.

Além disso, Vladimir Stojkovic, Pedro Silva, Domingos Duarte, Ryan Gauld e Leonardo Ruiz ainda nem jogaram em nenhum dos dois encontros em solo suiço.

 

Vi alguns pontos positivos, sobretudo em Jonathan Silva e Tobias Figueiredo, no decorrer da segunda parte.

 

Sábado há novo encontro, desta vez com o Basileia de Ricky van Wolfswinkel, às 18 horas, com nova transmissão em directo na SportTV 1.

 

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Hoje joga o Sporting

O adversário de hoje é o Valência e, tendo eu gostado do facto de termos assumidamente um plano B, porque não experimentá-lo.

Assim sendo, por mim, hoje era assim:

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Coloquei o Gelson Dala ao lado do Doumbia mas pode ser o Podence, que não faz mal nenhum.

Vamos lá ver mais alguma coisa de alguns miúdos, que bem merecem a oportunidade de se mostrar.

 

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SPORTING CP 2-1 Fenerbahçe: sinais positivos

Ganhar é sempre melhor do que perder. O jogo de ontem deu para tirar bons apontamentos, embora seja cedo para conclusões definitivas.

 

Para já, aquilo que me parece mais relevante é que não há jogadores que, de caras, possam ser considerados descartáveis.

Embora nomes como Mattheus Oliveira ou Cristiano Piccini não entusiasmem ainda por aí além, há que ter em conta a fase da temporada em que nos encontramos, as elevadas cargas físicas, a quantidade de informação a absorver e todo o processo de adaptação a uma nova realidade.

 

No pólo oposto, o facto Bruno Fernandes, Seydou Doumbia ou Iuri Medeiros parecerem com vontade de chegar, ver e vencer, poderá nada querer dizer.

Neste momento, tudo é relativo e nada passa de bons ou maus sinais, que serão já mais do que isso daqui a duas semanas.

 

Gostei de ver que já se notam algumas dinâmicas (mesmo que se note que nem todos as têm ainda apreendidas - como é normal) e que, sobretudo, já há individualidades a sobressair.

Desengane-se quem se iludiu com a fotos na praia do Podence. O miúdo não está para brincadeiras. Pode ter acabado de chegar mas isso não quer dizer que esteja mais atrasado que outros.

 

A garra dos argentinos pode ser-nos útil este ano. Battaglia, tal como Palhinha, tem muito a crescer ofensivamente mas, a defender, é uma autêntica "carraça". Jonathan pode parecer pouco culto tacticamente ou até excessivamente agressivo mas adoro o sangue na guelra do miúdo. A sua saída pode ter atrasado o seu processo de maturação mas a sua disponibilidade física pode ajudar a apreender processos com maior velocidade.

 

Algumas coisas parecem-me certas. Pese embora abaixo ainda do desejado (o que a malta queria era um Dani Alves na direita e um Marcelo na esquerda), as alas defensivas parecem-me claramente mais fortes. Aguente-se o físico do Coentrão e consigam Jonathan e Piccini evoluir em alguns aspectos e talvez possamos deixar de ter calafrios com qualquer bola despejada nas alas. Na frente, Doumbia dá um leque de opções que nos faltou no ano passado. Com apenas um jogador resolvemos o problema do parceiro e do substituto para Bas Dost. Começa a parecer-me que Bruno Fernandes dá conta do recado, quer a defender, quer a atacar mas, vamos ver...

 

Hoje há mais e a minha expectativa prende-se com a hipótese de ver o 3-5-2 de início, com os miúdos a dar cartas. Gostava de ver Palhinha, Gauld e Chico Geraldes como titulares.

 

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Hoje joga o Sporting

A curiosidade para ver neste estágio o que Jesus está a preparar para a época que se avizinha é enorme e o jogo de hoje, com um adversário forte, com bons valores individuais, será um bom teste para, sem tirar conclusões definitivas - ainda é demasiado cedo - descortinar algumas das ideias para o modelo de jogo a adoptar esta temporada.

 

São 30 os presentes em estágio e, com jogo amanhã, é natural que uma parte jogue hoje e outra amanhã:

 

3 - Jonathan Silva
4 - Sebastián Coates
5 - Fábio Coentrão
6 - André Pinto
8 - Bruno Fernandes
10 - Alan Ruiz
11 - Bruno César
15 - Paulo Oliveira
16 - Rodrigo Battaglia
17 - Daniel Podence
18 - Francisco Geraldes
20 - André Geraldes
21 - Mattheus Oliveira
22 - Jérémy Mathieu
24 - Domingos Duarte
25 - Radosav Petrovic
26 - Azbe Jug
27 - Ryan Gauld
28 - Bas Dost
30 - Vladimir Stojkovic
45 -  Iuri Medeiros
55 - Tobias Figueiredo
57 - Gelson Dala
66 - João Palhinha
73 - Matheus Pereira
82 - Pedro Silva
88 - Seydou Doumbia
90 - Leonardo Ruiz
92 - Cristiano Piccini
97 - Jovane Cabral

 

Tomara que Jesus prepare dois onzes equilibrados, que mesclem experiência com juventude, por forma a não passar certificados de incompetência a ninguém, facilitando assim que cada um mostre o melhor de si.

 

Que role a bola. A fome é muita.

 

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Acabaram os jogos a feijões

Acabou a pré-temporada e, com isso, lá se vão os jogos de preparação. A partir de agora é a doer e esperei pelo fim desta "dupla jornada" para, em jeito de balanço, dar as notas finais da pré-época.

Foram dois jogos com semelhanças. Alternámos momentos bons, alguns até entusiasmantes, com momentos menos bons, parte deles até embaraçosos.

Nem dá para ficar eufórico com os bons nem deprimido com os maus. A verdade é que, sobretudo o jogo de ontem, teve condicionantes agravadas pelo jogo do dia anterior e, muito por isso, a segunda parte revelou um decréscimo de bons momentos.

Sempre que usámos o onze mais forte ou a maior parte dele, estivemos perto daquilo que de melhor mostrámos na época passada e isso é o mais importante.

Mesmo os erros pontuais de um ou outro jogador não são de valorizar em demasia.

 

O foco está já no próximo sábado e no Marítimo, o primeiro adversário da Liga NOS deste ano.

Em abono da verdade, nem o Marítimo tem o nível de 90% das equipas que defrontámos na pré-temporada nem o Sporting vale aquilo que mostrou na maior parte do período preparatório. O próprio Marítimo fez uma pré-época paupérrima em termos de resultados, tendo ganho apenas um jogo (ao Académico de Viseu) e perdendo com duas das três equipas que defrontou do principal escalão português.

Em casa, no próximo sábado, será o melhor Sporting que subirá ao relvado e, mesmo sem Slimani, castigado, acredito que levaremos de vencidos os insulares. O saldo dos últimos 7 jogos é-nos 100% favorável e, em casa, a média dos últimos quatro encontros é superior a 3 golos marcados por jogo (mesmo que tenhamos sofrido em três dos quatro jogos).

 

No geral, foi uma pré-época que deu bons indicadores no que interessava; o rendimento de algumas das segundas linhas, sobretudo aquelas que são novas no plantel. 

Alan Ruiz, Iuri Medeiros e João Palhinha, sobretudo estes três, para mim, mostraram-se preparados para ser úteis à equipa. O primeiro com direito a papel principal e os segundos certamente com utilidade no decorrer dos jogos.

Marcelo Meli teve alguns pormenores interessantes que farão dele, à primeira vista, mais útil do que Petrovic e até Bruno Paulista deu um ar de sua graça.

 

Certamente Jorge Jesus deixará as decisões finais para mais tarde, mesmo que isso o obrigue a trabalhar com um plantel extenso até 31 de agosto. A calma com que o Sporting tem actuado no mercado deixará as movimentações para a última semana e é aí que se vai desenhar o plantel que atacará a época 2016/17, pelo menos até janeiro, altura em que certamente estaremos atentos e activos no mercado.

 

Que role a bola e comecem os jogos a sério. Estou farto de jogos a feijões.

A propósito disso, hoje estreia-se a equipa B, na Academia, com o Portimonense, um dos principais candidatos à subida. Será certamente um bom jogo e um teste exigente logo na 1ª jornada. Para os que tencionam ir à Academia, façam-no cedo (mesmo cedo, pois constrangimentos devido à passagem dos corredores da Volta a Portugal podem mesmo só deixar entrar os adeptos às 16.30h) e levem almoço.

Curioso para ver aquilo que João de Deus tem preparado para esta temporada e algo expectante pelos novos valores que podem ser parte do nosso futuro.

 

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Com os 4 violinos, a música é outra

Se alguém tinha dúvidas que estamos quase prontos para o início da época, ontem deve ter ficado esclarecido. Grande primeira parte, a mostrar que com os 4 campeões da Europa a 'música' é mais afinada e melodiosa.

 

A vitória assentou-nos bem e, mais uma vez, o troféu que homenageia o mais famoso quinteto do futebol nacional ficou em casa. O Sporting venceu com justiça e praticou bom futebol, sobretudo na primeira parte e a espaços na segunda.

 

Se há alguém que nem parece ter tido férias, esse homem é William Carvalho. Foi dono e senhor do meio-campo e promete iniciar a temporada da mesma forma que acabou a anterior. Adrien voltou a complementá-lo da melhor forma, mesmo que nele se tenha notado mais os poucos dias de trabalho. João Mário também esteve em bom nível e Rui Patrício voltou a ser "Ruuuuuuuuuuuuui", com um par de defesas 'do outro Mundo'.

 

Destaco estes quatro porque é óbvio que, com eles, todos os outros sobem o nível. Todo o jogo do Sporting está sobre a sua influência, sobretudo a de William e Adrien. O adversário deixa de nos atormentar com passes entre-linhas, que atrapalham o nosso eixo defensivo. A nossa defesa subida e agressiva regressa e passamos a jogar de olhos fechados, quando a bola está na nossa posse. Há jogo interior, exterior e um manancial incrível de variabilidade técnico-táctica que confunde por completo qualquer adversário.

 

O jogo foi para o intervalo com uma justa vantagem de dois golos e com um único remate à nossa baliza. Este, que Rui Patrício parou com a defesa da noite.

Vídeo de Telmo Esteves

 

Na segunda parte, Jesus trocou João Mário por Iuri Medeiros e ficou dado o sinal daquilo que já aqui disse há uns dias: Iuri será fundamental esta época, de início ou vindo do banco. Se já escreveram, agora decorem, para que ninguém se esqueça.

 

Numa segunda parte que, em pouco tempo, já não tinha 5 dos 11 titulares, os momentos positivos foram alternando com o crescimento do adversário. Não sem que Iuri mostrasse credenciais e Palhinha mostrasse que não está ali para brincadeiras. Brincadeiras que Podence mostrou gostar de fazer, mesmo que uma delas lhe tenha valido uma reprimenda. Deu ainda para Alan Ruiz e Aquilani falharem na cara do guarda-redes aquilo que podia ter sido uma goleada, embora não fosse o resultado mais justo. Pena a ineficácia, pois podia ter sido ainda melhor.

 

Naturalmente, tomara que pudéssemos manter todos mas a saída de alguém parece próxima e inevitável. Eu diria que será João Mário a sair e, se os restantes do onze base se mantiverem, estamos mais do que prontos para a luta.

 

Quinta e sexta feira há mais e eu já estou ansioso por dia 13.

 

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Resumo do Águeda 1-5 Sporting B

Os golos foram de Leonardo Ruiz (2), Ronaldo Tavares, Jovane Cabral (GP) e Diogo Nunes (após grande jogada de laboratório).

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Bom teste em Espanha

Mais uma vez a vitória esbarrou no poste da baliza adversária. Não sendo o mais importante, o troféu ficou em Espanha, após derrota nas penalidades. A quem não viu, o empate a zero pode dar a entender um enfadonho jogo de pré-temporada mas não foi isso que se verificou em Badajoz, entre Sporting e Villarreal.

 

O jogo deu os mesmos sinais positivos que o anterior, frente ao Lyon, embora a segurança defensiva tenha tido momentos de menor fulgor, em muito devido às mexidas na defesa e ao tampão que Petrovic ainda não consegue ser.

 

A primeira parte não foi muito bem jogada de ambas as partes mas foram do Villarreal os sinais mais positivos. Felizmente, Azbe Jug mostrou que está ali por algum motivo e terá calado alguns que nas últimas semana o têm dado como dispensável.

As mexidas à entrada para o 2º tempo, aliadas à entrada de João Palhinha, ainda na 1ª parte, para o lugar do 'tocado' Petrovic, deram maior estabilidade à defesa e profundidade e acutilância ao ataque.

 

Mesmo com um relvado péssimo, foram boas as combinações ofensivas demonstradas. Tendo que individualizar um pouco, destaco hoje os miúdos que, na minha opinião, mostraram que estão ali para somar e não para fazer número.

 

João Palhinha, Iuri Medeiros, Daniel Podence e Matheus Pereira mostraram qualidade para ajudar (e muito) nesta época e, sobretudo os três recém-chegados, mostram já uma maior desenvoltura e um acelerado nível de conhecimento do modelo de jogo. Não é fácil para jogadores que vêm de outro contexto apreenderem conceitos com a complexidade dos que Jorge Jesus implementa nas suas equipas.

 

Palhinha apresenta níveis físicos superiores a Petrovic e isso permite-lhe ser mais efectivo defensivamente. Ofensivamente, tendo limitações, senti-o mais confiante para arriscar no passe e vir buscar a bola no meio dos centrais, como tantas vezes vemos William fazer. Palhinha está a crescer e alegra-me a forte possibilidade de o ver a titular no próximo sábado em Alvalade.

 

Iuri tem demonstrado um crescimento defensivo incrível para alguém a quem nunca foi pedido para defender. Miguel Leal soube cultivar em Iuri a necessidade de participar no momento defensivo e Jorge Jesus tem em mão o papel de o desenvolver, aumentando nele os níveis de concentração. Ainda são alguns os momentos em que se sente que não lhe são naturais as movimentações defensivas mas, com o tempo, tudo será mais fácil. O foco nas tarefas defensivas tem feito com que o açoriano não tenha dado tanto nas vistas como muitos esperavam mas, um olhar mais atento detecta no seu momento ofensivo as mesmas qualidades de sempre. Grande capacidade de passe que, com o tempo, se fará notar ainda mais. Iuri será, entre todos os extremos jovens, aquele que mais determinante será a contornar os 'autocarros' da nossa Liga. Podem escrever isto.

 

Podence arrisca-se a começar a época como titular. A ausência de Slimani do primeiro jogo e o bom entendimento revelado com Alan Ruiz (que qualidade tem o argentino) podem colocá-lo na pole position. Tem pecado apenas por excesso de entrega (normal em quem quer mostrar serviço na primeira oportunidade) que, por vezes, lhe retira esclarecimento. Com o tempo pode revelar-se num jogador importante, embora ache que vá ser mais difícil do que muitos esperam a sua afirmação na equipa principal.

 

Matheus é um caso diferente destes três. Tem já um conhecimento total do modelo de jogo e só precisa de mais minutos. Veremos se os terá esta época.

 

Espero agora ansioso pelo próximo sábado, onde farei a estreia desta época em nossa casa.

 

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Um esboço interessante para a equipa B

A minha curiosidade sobre aquilo que poderá ser a temporada 2016/17 da nossa equipa B levou-me a acompanhar via streaming o jogo de preparação entre o Portimonense e a nossa equipa B.

 

Recordo, para os mais desatentos, que o Portimonense é um dos mais fortes candidatos à subida tendo mesmo, para atingir o objectivo, contratado Vítor Oliveira, o 'papa-subidas' da 2ª Liga.

 

Gostei de ver que, tal como no final da época passada, João de Deus pretende usar o esquema de jogo da equipa principal, num modelo que inclui dinâmicas diferentes e mais adequadas ao futebol da 2ª Liga e às equipa que defrontaremos nessa mesma competição. Gostei também de observar a entrega de todos ao jogo e a vontade de mostrar serviço.

 

Este foi o onze apresentado por João de Deus:

 

GR: Guilherme Oliveira (21 anos)
DD: Mama Baldé (20 anos)
DC: Fidel Escobar (21 anos)
DC: Ivanildo Fernandes (20 anos)
DE: David Sualehe (19 anos)
MC: Ricardo Guimarães (20 anos)
MC: Fábio Martins (20 anos)
MD: Filipe Chaby (22 anos)
ME: Jovane Cabral (18 anos)
AV: Juan Cordoba (não conheço o jogador nem vi qualquer informação sobre ele na CS)
AV: Ronaldo Tavares (18 anos)

 

Ainda na 1ª parte, Ronaldo Tavares fez aquele que acabou por ser o único golo da partida, após um belo cruzamento de Fábio Martins. A finalização de pé direito, de primeira e de ângulo difícil é de elevado grau de dificuldade e foi executada com grande qualidade. Veremos se Ronaldo cumpre aquilo que prometeu na equipa de juniores e, quem sabe, não temos ali uma opção de futuro para a equipa principal. Vejo em Ronaldo Tavares qualidades que podem e devem ser potenciadas e aproveitadas por nós.

 

Não vou analisar detalhadamente a exibição de cada um, mas posso dizer que nenhum me deixou desiludido ou desanimado.

 

Aos 56', Fidel Escobar e Juan Cordoba deram lugar Guilherme Ramos (18 anos) e Bubacar Djaló (19 anos), tendo passado momentaneamente Fábio Martins por uma posição de apoio mais directo a Ronaldo Tavares. Este novo posicionamento de Fábio Martins durou pouco tempo pois, aos 61', Cristian Ponde entrou para o seu lugar e passou a formar dupla com Ronaldo.

 

Nesta fase do jogo, sentiu-se que a equipa do Sporting levou o teste demasiado a sério e preocupou-se apenas em segurar a vantagem, tentando explorar (sem sucesso) o contra-ataque. Nada contra e,na verdade, até gostei da atitude competitiva demonstrada.

 

Aos 67', David Sualehe e Ricardo Guimarães deram lugar a Diogo Nunes (19 anos) e Luís Elói (20 anos) e o figurino mudou para um surpreendente 3-5-2, nunca apresentado desde que João de Deus treina a nossa equipa secundária. O trio de centrais passou a ser formado por Guilherme Ramos (à direita), Ivanildo (ao centro) e Diogo Nunes à esquerda. Bubacar Djaló e Chaby seguraram o 'miolo' e Mama Baldé e Luís Elói tomaram conta das alas. A transição meio-campo / ataque era assegurada alternadamente por Jovane ou Ponde, enquanto Ronaldo se mantinha como referência da equipa.


Aos 79', Mama Baldé, ligeiramente tocado por uma entrada mais ríspida, deu o lugar a Bruno Paz (18 anos), que se encarregou de fazer a ala direita. 
Os últimos minutos foram de algum sufoco e pontapé para a frente e algum anti-jogo da nossa parte, mas conseguimos segurar a vitória sobre uma das melhores equipas da 2ª Liga.

 

Um excelente teste, que me deixou mais descansado relativamente à composição do plantel e a sua qualidade. O jogo, se quiserem, podem vê-lo no vídeo abaixo, onde também é possível ver individualmente os melhores momentos.

 

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Hoje já espero um bocadinho mais

Não sei quantas semanas de trabalho tem o PSV mas, na 3ª semana de trabalho, espero agora ver mais qualquer coisa da equipa do Sporting.

Na verdade, é no jogo de sábado que espero um desempenho superior mas espero sobretudo verificar hoje menos erros individuais, já que os colectivos são ainda normais, pois dependem de uma articulação perfeita entre todos que, naturalmente, não está ainda afinada.

 

Seja como for, será novamente um gosto voltar a ver jogar o nosso Grande Amor. Vamos lá ver como corre.

 

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É hoje

Mesmo sendo a feijões, já tenho um friozinho na barriga. A curiosidade para ver os novos e aferir a forma em que todos já se encontram. Mais do que analisar o jogo como se de um jogo oficial se tratasse, espero por observar pormenores, aqueles que nos deixam água na boca pelos próximos 10 meses. Que role a bola.

 

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Mais uma para o Museu

Vale o que vale mas, uma vitória é sempre uma vitória. 

Foi mais um jogo de preparação...muitos erros, ritmo pausado, muitas faltas (quase todas por parte do adversário) e, hoje, os os jogadores pareceram-me mais cansados (normal para a fase da época em que nos encontramos).

Um Patrício a mostrar porque nunca o substituiremos com facilidade. Um patrão de nome Oliveira. Um Naldo rápido e bem posicionado e depois...Montero resolveu de livre (com sorte) e com um toque de classe para desfazer dúvidas quanto ao vencedor do jogo. 

Mais uma taça para o Museu Mundo Sporting e mais um passo na preparação para os jogos a sério. 

JJ, só não percebi a entrada do Capel em período de descontos!

Hoje joga o Sporting

O início das férias e toda a logística que isso implica impossibilitaram-me de dar o meu parecer acerca do primeiro jogo que nos foi oferecido pela TV.

Não vi a segunda parte com a atenção que queria mas, do que vi da primeira, gostei.

Perceberam-se as intenções de Jesus nas movimentações da equipa: pressão alta, defesa subida, coberturas constantes, linhas de passe multiplas, laterais ofensivos e os extremos a funcionarem como avançados interiores.

Como disse, perceberam-se as intenções e, neste momento, estas já são boas notícias. 

Com a sobrecarga física e intensidade de treinos não seria justo pedir mais a um treinador e jogadores que nem há um mês trabalham juntos.

Como já vos disse antes, abordo esta pré-época com uma frieza que não me é característica. Só peço resultados no primeiro jogo oficial e tenho noção que as melhores exibições podem demorar mais tempo a aparecer, visto que o modelo de jogo e todas as ideias do mister levam o seu tempo a entrar nas cabeças e rotinas dos jogadores em campo.

Ainda assim, gostei especialmente de Patrício (para além dos penaltis,  que defesa incrível na primeira parte), de André Martins e Jefferson, embora ninguém me tenha desiludido.

Agradaram-me sobretudo as óbvias tentativas de respeitar os novos comportamentos em campo e o empenho de todos.

Hoje há mais e espero vencer, frente a uma equipa superior às que temos encontrado e bem orientada por um dos bons treinadores da Premier League.

Hoje joga o Sporting

Não resisto! A fome de bola é tanta que qualquer jogo que pudéssemos testemunhar merece um post.

Hoje, na África do Sul, o Sporting defronta o Ajax Cape Town e todos teremos a possibilidade de ver e apreciar o primeiro esboço de Jorge Jesus.

Claro que as cargas a que os jogadores têm estado sujeitos (já treinaram hoje de manhã) fazem com que não devamos criar demasiadas expectativas quanto ao resultado e à exibição mas queremos vencer e temos obrigação de o fazer.

Vou focar-me mais em tentar perceber as alterações ao modelo de jogo, tentando vislumbrar aquilo que virá a ser a nossa abordagem.

Estou ansioso, entusiasmado e com umas saudades enormes de ver os rapazes de verde-e-branco a jogar e lutar pela vitória.

Não vou arriscar um 'onze', até porque é possível que JJ queira fazer experiências para definir aquilo que ainda se encontra indefinido e acredito que o jogo de hoje será o ideal para isso.

Só quero matar saudades e, já agora, vencer.

SPOOOOOOOOOORTING!

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