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Grande Artista e Goleador

Resposta de campeão

Antes de mais, há que recordar que o Sporting não vinha de uma derrota com uma equipa qualquer, num pavilhão qualquer. O Porto é o actual detentor das três competições nacionais e há 20 jogos consecutivos que vence em casa em jogos a contar para o campeonato, competição na qual não perde há 38 jogos. O Benfica foi a última equipa a vencer no Dragão Caixa, a 17 de dezembro de 2014. Sim, há mais de três anos que os dragões não perdem em casa para o campeonato e, pelo meio, apenas perderam pontos com o Valongo (dois empates), ganhando os confrontos a todos os adversários directos.

 

Para nós, o jogo com o Porto encerrou com a primeira derrota da temporada em competições nacionais e a pressão extra para o jogo de ontem esteve até mais relacionada com a sequência de duas derrotas, contando com o jogo da Liga Europeia, em Itália.

Ora, depois de um adversário como o Porto, frente ao qual dominámos o encontro no seu terreno e perdemos pela margem mínima, acabando o jogo a atacar sem guarda-redes, seguiu-se a Oliveirense.

 

A equipa de Oliveira de Azeméis, presente nas últimas duas final-four da Liga Europeia e que, apesar de crónico candidato ao título desde às uns anos para cá, nunca levantou o troféu máximo nacional apresentava-se no Pavilhão João Rocha com a pressão de ter de vencer para não perder, mais uma vez, o comboio do título.

 

Os comandados de Tó Neves até entraram bem no encontro mas, praticamente no primeiro remate da partida, João Pinto inaugurou o marcador, num lance que as imagens televisivas não conseguiram esclarecer mas que um dos árbitros, bem colocado, validou.

Estava aberto o caminho para uma vitória esmagadora e para uma resposta contundente, frente a um dos candidatos ao título, que também é uma das equipas mais fortes da Europa.

O resultado ao intervalo era de 5-1 e haveria de terminar num arrasador 9-1, com grande eficácia e enorme qualidade em boa parte das execuções e situações de finalização, mesmo as que não terminaram em golo.

O Sporting foi uma equipa dominadora, voraz, insaciável. Nem por um segundo os jogadores se contentaram com o que tinham e foram sempre à procura de mais, aproveitando e "cavalgando" a onda que atropelava completamente a equipa da Oliveirense.

 

O resultado no final do encontro não só demonstrou uma resposta cabal como uma vontade enorme de ser campeão por parte do plantel leonino.

Paulo Freitas demonstrou-se, naturalmente, satisfeito e orgulhoso da prestação dos seus atletas, que voltaram a demonstrar que são um grupo forte e coeso, digno de envergar as nossas cores e preparado para lutar por títulos.

 

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Jogo decisivo no fecho da primeira volta

O jogo de hoje da equipa de hóquei em patins, a contar para a 13ª jornada do campeonato nacional da 1ª divisão, é decisivo, mesmo que faltem outros 13 jogos por disputar.

A recepção à Oliveirense, quarto classificado, deixar-nos-á com três confrontos directos guardados para o final do campeonato, com deslocações à Luz e a Oliveira de Azeméis (o Porto visitará o Pavilhão João Rocha).

Este jogo, também por ser em casa, é de vitória obrigatória para a manutenção das nossas ambições, rumo ao título nacional.

Benfica e Porto já venceram os seus jogos desta jornada e colocaram ainda mais pressão sobre Sporting e Oliveirense.

Uma vitória da nossa equipa mantém-nos em 2º lugar, no qual iniciámos a jornada, a apenas um ponto do Benfica e com mais um que o Porto, sendo que a Oliveirense ficará a ver o título como uma miragem.

Uma derrota recolocará a Oliveirense na luta e, não comprometendo os nossos objectivos, deixa-nos sem margem de erro (que em nada nos convém), dado o ciclo infernal que enfrentaremos no final da época (o pior entre todos os candidatos).

 

É tempo de afirmação e de vencer. O adversário, como sempre, dará luta e só perdeu uma das últimas quatro deslocações ao reduto leonino (uma vitória para cada lado e dois empates).

Paulo Freitas e a sua equipa têm hoje uma excelente oportunidade para reafirmar que podem e vão contar com o Sporting até ao fim, na luta pelo título de campeão nacional de hóquei em patins.

 

Força, leões!

 

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Um clássico para fazer mais um "teste do algodão"

2013/14 - Porto 11-2 SPORTING CP
2014/15 - Porto 5-2 SPORTING CP
2015/16 - Porto 8-0 SPORTING CP
2016/17 - Porto 4-3 SPORTING CP
2016/17 - Porto 8-3 SPORTING CP

 

Estes foram os últimos cinco resultados do Sporting no Dragão Caixa, casa do Porto. 10 golos marcados / 36 golos sofridos / 5 derrotas.

 

Este ano, em que o Sporting parece finalmente ter equiparado o nível dos seus rivais, todos os confrontos com adversários directos na luta pelo título colocarão à prova a capacidade da nossa equipa.

Provámos com o Benfica que temos capacidade para ombrear com os melhores. Aliás, provámos que somos dos melhores mas, mesmo os melhores, têm de o provar a cada jogo e a derrota em Itália, para a Liga Europeia, coloca uma pressão extra sobre o jogo desta noite e na obtenção de um resultado satisfatório..

 

Ainda assim, é o Porto quem tem mais a perder no encontro de hoje. O Sporting é líder e um empate não colocará em causa esse estatuto, que passaria a ser repartido caso o Benfica confirme o favoritismo perante o Infante Sagres. Tendo em conta o nosso histórico em casa do Porto e as circunstâncias, seria um resultado que eu assinaria já por baixo.

Apesar de tudo, não tenho dúvidas que lutaremos pelos três pontos. Uma vitória do Sporting deixará o Porto a sete pontos de distância e esse é um cenário com que temos de saber jogar. Se levarmos o jogo equilibrado até final, o estado emocional dos nortenhos poderá fazer a balança pender para o nosso lado.

 

Vamos lá inverter esta série negativa!

 

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Candidatos em tudo

A tarde de ontem veio mostrar que, desta vez, parece mesmo que seremos candidatos a ganhar tudo, em todas as modalidades.

 

O empate com o Benfica em hóquei em patins soube a pouco mas foi bom de ver a segurança e ambição dos nossos jogadores no controlo do jogo e na vontade de o vencer.

O cenário mudou. Já não vamos como "tomba-gigantes" ou como underdog. Estamos na luta com as mesmas armas e isso viu-se na atitude de ambas as equipas ao abordar o último minuto. O Benfica respeitou-nos e guardou um ponto, adiando o "assalto" ao primeiro lugar para a próxima oportunidade e o Sporting mostrou que estava até disposto a correr riscos para ganhar os três pontos que, de resto, merecia.

Seguimos na liderança, permanecemos invictos e perdemos ontem os primeiros pontos da época. Não há drama e confio que, se dividirmos pontos na maior parte dos confrontos directos, não haverá grande mal nisso.

Disputamos o título com grandes equipas e não tenho dúvidas que, em Portugal, moram quatro dos mais fortes conjuntos europeus. Não será um empate com o actual vencedor da Taça Intercontinental que abalará a nossa união e nos desviará do nosso foco.

Este grupo parece-me fortissímo e com mentalidade e capacidade de sofrimento que só os campeões têm. Segue-se uma visita ao Dragão Caixa, com um Porto que ainda jogará hoje com a Oliveirense.

 

Na Luz, o voleibol começou primeiro mas acabou imediatamente depois do apito final no Pavilhão João Rocha.

Destaco também aqui a ambição e determinação que este grupo revela. Só uma equipa, na verdadeira acepção da palavra sairia do Pavilhão do Benfica com a vitória depois de perder os dois primeiros parciais.

O nosso principal rival venceu os dois primeiros sets de forma segura, demonstrando superioridade na fase decisiva de ambos.

O terceiro set foi equilibrado até final, com incerteza no marcador e chegou a pairar na Luz o espectro de uma vitória tranquila e um regresso à liderança do campeonato. 

Só que não... os pupilos de Hugo Silva (que me parece um excelente líder) mostraram que são verdadeiros leões e agarraram o jogo "pelos tomates". Viraram o texto no final do parcial e mostraram que estavam vivos e de saúde.

Os dois últimos sets foram ganhos com a mesma segurança com que o adversário nos venceu os dois primeiros, sendo que a pressão acrescida de lutar duas vezes contra o final do encontro nunca pesou nas costas dos nossos jogadores.

A vitória mantém-nos líderes, ainda que hoje o Benfica possa passar para a frente, visto que disputará mais um jogo, enquanto que nós descansamos.

 

Hoje à tarde, o futsal tem um teste de fogo que será apenas isso; uma boa oportunidade para pôr à prova o líder invicto da Liga SportZone. A liderança não está em causa e o Benfica, 2º classificado, até perdeu ontem em Belém mas são estes jogos que nos acordam para uma realidade em que queríamos estar mais vezes. Esta equipa precisa de desafios constantes e mais exigentes dos habituais para estar no nível que se pretende nas decisões mais importantes da época.

Inter Movistar e Barcelona, dois dos adversários que teremos pela frente em Abril, na final-four da UEFA Futsal Cup empataram ontem em casa e o Barça não venceu três dos últimos cinco jogos.

Nós temos de nos motivar com pequenos objectivos, algo que nos puxe até um limite que só um adversário verdadeiramente forte e competitivo consegue.

O Braga, finalista do ano passado na nossa Liga, é um bom adversário para colocar à prova a nossa invencibilidade. 

Em mais um dia de casa cheia, antes de mais um jogo de futebol no Estádio José Alvalade, prevê-se um excelente espectáculo de futsal e um bom teste à melhor equipa de Portugal.

Vamos a isso!

 

Aproveitem para consultar a Agenda Leonina, onde podem encontrar muitos motivos de interesse (link).

 

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Dér(bi)

Hoje é dia de dérbi...a dobrar. O voleibol desloca-se à Luz para defender a liderança e o hóquei em patins recebe o Benfica também com o propósito de manter a liderança e a invencibilidade na prova.

Os jogos vão sobrepor-se e obrigarão todos nós a manter o PC, tablet ou telemóvel em funcionamento, ao mesmo tempo que acompanharemos, na Sporting TV, o hóquei (18h). O voleibol tem transmissão às 17h, na BTV.

 

No voleibol, Hugo Silva, treinador do Sporting, frisou que a equipa tem crescido e que a receita para hoje passa por continuar a fazer o jogo que tem feito nos restantes encontros, ressalvando que foi alguma ingenuidade nos momentos de maior stress competitivo que levaram o último dérbi a cair para o lado do Benfica.

Até agora, e após o regresso do Sporting à modalidade, foram dois os dérbis que se realizaram entre águias e leões. O primeiro no Pavilhão João Rocha, a abrir o campeonato, que caiu para o Sporting, e o segundo, no Pavilhão da Luz, para os oitavos de final da Taça de Portugal, que caiu para o Benfica.

Nestes dois jogos, três curiosidades que saltam à vista. Ambos os jogos terminaram 3x1, ambos caíram para a equipa visitada e ambos tiveram um set decidido nas vantagens, acima dos 30 pontos.

Agora, no Dia de Reis, Benfica e Sporting jogam o desempate e a liderança no Pavilhão da Luz. Liderança essa que passou para o poder dos leões antes do Natal, quando acertou calendário com o São Mamede. O Sporting leva uma derrota na prova (com o Espinho) e o Benfica leva duas, numa diferença que está fixada num ponto.

Os dados estão lançados e há, pelo menos, uma certeza. Este será um embate entre dois históricos emblemas do panorama desportivo nacional, de onde apenas um sairá vencedor... e líder.

 

No hóquei, invicto, o Sporting recebe o Benfica que, não esqueçamos, é uma equipa mais habituada a momentos de decisão e grande pressão, tendo recentemente vencido a Taça Intercontinental, frente ao actual campeão europeu, o Reus, de Espanha.

«Se não nos permitirmos sonhar é porque estamos a fazer qualquer coisa mal. Mas o título é mais do que um sonho. É trabalho, qualidade, responsabilidade, compromisso e atitude. Um conjunto de argumentos que temos demonstrado. No sábado vamos disputar o dérbi dos dérbis. Ainda assim, se pensarmos de forma pragmática, que é a forma como gosto de pensar, este é um encontro que vale três pontos. Trabalhar em cima de vitórias é diferente. Até agora, não conhecemos outro resultado, daí o facto de haver boa disposição, pese embora a responsabilidade esteja sempre presente»

Estas foram as declarações de Paulo Freitas, treinador do Sporting, na antevisão ao dérbi.

O Sporting só sabe vencer mas ainda não encontrou pela frente nenhuma das verdadeiras dificuldades deste campeonato, enquanto que o Benfica terminará hoje o ciclo de confrontos entre os principais candidatos ao título sendo que, até ao momento, empatou com Oliveirense e venceu o Porto, actual campeão nacional e vencedor, já esta época, da Supertaça.

Tenho expectativas elevadas para este encontro e para esta equipa de hóquei em patins, que me parece finalmente equilibrada e construída com maior realismo. Sendo que a maior parte dos melhores atacantes a nível mundial alinham nos rivais, o Sporting apostou mais forte na defesa, com jogadores de grande valia e sentido de compromisso.

A equipa de Paulo Freitas é a melhor defesa do hóquei em patins europeu e está na hora de colocar verdadeiramente à prova esse estatuto, frente a uma equipa que não se tem apresentado tão poderosa no ataque como em épocas anteriores.

Há, no entanto, que ter em atenção o tridente ofensivo composto por João Rodrigues, o espanhol Adroher e o argentino Nicolía sendo que, no caso do último, teremos ainda de contar com elaborados números de ilusionismo, nos quais algumas duplas de árbitros nacionais continuam a cair ou a participar (não se percebe bem).

Seja como for, acredito muito na nossa coesão e capacidade de sofrer a defender, confiando em cada um dos intervenientes.

Se há modalidade que vivo com a mesma intensidade do futebol, é o hóquei em patins. Estou com um nervoso miudinho idêntico (talvez até superior) ao da passada quarta-feira.

 

Agenda Leonina.png

Se quiserem consultar a Agenda Leonina completa para o dia de hoje (e seguintes), podem fazê-lo AQUI.

Bom fim-de-semana!

 

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Uma quarta-feira perfeita

Jesus apresentou um onze quase totalmente diferente do que defrontou o Boavista e apenas Bruno César repetiu a titularidade, embora à esquerda, ao contrário do que tinha acontecido no fim-de-semana.

A equipa demorou a encontrar-se e a primeira parte viveu de fogachos, sendo que os mais contundentes vieram dos pés de Iuri Medeiros (que, mesmo assim, não fez metade do que sabe), sempre ajudado por Ristovski.

Acabou por ser Alan Ruiz (que continua a irritar toda a nação leonina) a descobrir o homónimo Bryan no coração da área, que desviou para defesa difícil do guardião de Vila Verde. A bola ficou a centímetros da linha de baliza, à mercê de Doumbia, que encostou para o 1-0 mesmo em cima do intervalo.

Importa realçar que o Vilaverdense ainda conseguiu esticar o jogo e visar a baliza de Salin um par de vezes, algo que não voltou a acontecer durante os segundos 45 minutos.

 

À hora de jogo Jesus tirou a dupla de "Ruizes" e a coisa começou a ganhar jeitos de goleada, com perfume de bom futebol, sobretudo graças a Gelson Martins (entrou junto com Daniel Podence), que fez aquilo que fazem os grandes jogadores. Não olhou para o adversário, respeitou-o e tratou de marcar as reais diferenças entre ambos os conjuntos. Quatro minutos volvidos e à segunda bola de golo oferecida aos colegas, Doumbia bisa, numa jogada que começa em Podence.

Outra vez Gelson. Bola em Ristovski e hat-trick de Doumbia, que haveria de assistir Gelson para o fecho de contas, após uma "cavalgada" que vincou bem a diferença de andamento entre os dois conjuntos.

Houve festa da Taça mas não houve tomba-gigantes. O Sporting segue para os quartos-de-final, ao contrário do Benfica, que tratou de nos dar a última alegria da noite, graças à eliminação aos pés do Rio Ave, com o nosso Chico em bom plano.

Com dois jogos por realizar, são já conhecidos cinco dos possíveis adversários: Rio Ave, Moreirense, Desp. Aves, Cova da Piedade e Farense.

 

Mas o Sporting não é só futebol e em Braga jogavam-se hoje dois jogos também importantes.

No Pavilhão Flávio Sá Leite, casa do ABC, o Sporting apresentava-se com a certeza que pelo menos um dos rivais directos perderia pontos.

O Sporting derrotou os bracarenses por contundentes 25-33, enquanto que o Porto derrotou, também de forma confortável, o Benfica (30-23).

Assim sendo, o Sporting assume a liderança isolada, com Porto e Benfica a dois pontos de distância.

 

Também em Braga mas com stick e patins, a equipa de Paulo Freitas derrotou sem grandes sobressaltos o Hóquei Clube de Braga.

O resultado final cifrou-se em 2-6, sendo que o Sporting beneficiou da derrota do Porto em Barcelos (3-2) e do empate da Oliveirense em Viana do Castelo (4-4).

A liderança é agora repartida apenas com o Benfica, que também venceu mas ocupa a segunda posição dada a menor diferença entre os golos marcados e sofridos. O Sporting continua a ser, de longe, a melhor defesa da prova, com apenas oito golos sofridos em outros tantos jogos.

 

Para o quadro de resultados do dia ficar completo, realço a vitória dos juvenis B em andebol, na recepção ao Colégio São João de Brito (27-22), enquanto que a equipa de seniores B de hóquei em patins perdeu em Alverca com o Alenquer e Benfica por 2-3, em jogo antecipado da jornada 7.

A equipa B de pool português, derrotou em casa o SS CGD por 9-4 e aproxima-se assim da liderança da zona sul da 2ª divisão. 

No primeiro evento de ontem, os sub-12 venceram, na Malásia, o FF South Australia por 4-0. Depois, João Vital não foi além de um 32º lugar nos 400m livres dos Europeus de piscina curta, a disputar em Copenhaga.

 

Hoje, de manhã, entram em acção Alexis Santos, nos 200m livres e João Vital, desta vez os 400m estilos e à hora de almoço é a vez da equipa de futebol de praia se estrear no Mundialito de Clubes, frente ao Lokomotiv Moscow, no Brasil.

 

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Agenda Leonina (4ª feira)

Agenda Quarta.png

NATAÇÃO (Europeus Piscina Curta) - LINK

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A melhor defesa da Europa mora no João Rocha

Ontem, antes do jogo de hóquei em patins, elogiei aqui (link) a equipa e aquilo que me parece um grupo mais equilibrado, capaz, unido e comprometido.

Este grupo de trabalho, liderado por Paulo Freitas tem-se mostrado "obcecado" pelo processo defensivo e esse foco na união e entreajuda vale, neste momento, o "título" de melhor defesa dos principais campeonatos europeus.

Não há em Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha ou Suíça outra defesa tão capaz e eficaz.

E se noutros anos era fácil entregar a maior parte dos méritos a Ângelo Girão, este ano é mesmo o trabalho colectivo que tem permitido esta assinalável performance defensiva.

O Sporting é a melhor defesa entre o universo referido e a única entre 76 equipas que sofre menos de um golo por jogo.

Segue o top 3 das melhores defesas:

 

SPORTING CP (Por) - 0.90 golos sofridos por jogo

Barcelona (Esp) - 1 golo sofrido por jogo

Benfica (Por) - 1.6 golos sofridos por jogo

 Saint Omer (Fra) - 1.6 golos sofridos por jogo

 

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Os segredos da fortaleza do Sporting de Paulo Freitas

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Se tivesse de definir cinco pilares que definam a nossa equipa de hóquei deste ano, escolheria os enumerados.

Paulo Freitas fez bem análise dos pontos menos fortes da equipa, reforçou-a com elementos válidos, que acrescentam qualidade e tem tentado dotá-la de ferramentas que permitam potencializar a performance desportiva do grupo.

Este grupo mostra uma certa obsessão pelo trabalho e um compromisso evidente em fazer aquilo que o Sporting foi o primeiro a fazer mas não faz desde 1987/88.

 

O Sporting foi o primeiro campeão nacional de hóquei em patins, em 1939 e, no Clube, é uma modalidade com uma história rica, recheada de conquistas nacionais e internacionais, ainda que tenha sofrido com os vários reinícios provocados pelas quebras da prática da modalidade. 

Começado a praticar na década de 20, a modalidade foi obrigada a ressurgir após interrupções da actividade em 1936, 1956, 1995 e 2014, neste caso, após um período em que funcionou de forma independente durante pouco mais de uma década, sob a égide do Engenheiro Gilberto Dias Borges, que liderou um importante processo com base na formação, culminado com a criação do escalão sénior, campeão da 3ª divisão nacional em 2010/11 e de regresso ao convívio dos grades em 2012/13, após mais um título de campeão na 2ª divisão nacional. 

O regresso a título oficial em 2014/15, com a épica conquista da Taça CERS era um objectivo de Gilberto Dias Borges que apostou em Nuno Lopes para liderar um projecto com alguns jogadores da formação e valores seguros do hóquei nacional.

No entanto, em três anos, o Sporting não conseguiu ainda a aproximação definitiva aos candidatos ao título, sendo que este ano a aposta foi mais forte mas também mais segura em seguir o caminho que, se tudo correr bem, nos levará de novo aos títulos.

 

Paulo Freitas tem trabalhado muito nas dinâmicas que fomentam o espírito de grupo, algo fundamental num plantel tão curto como os que se verificam nesta modalidade.

Os dez bravos leões com a responsabilidade de lutar pelo título estão evidentemente empenhados em alcançá-lo e têm usado da melhor forma as ferramentas que lhes foram colocadas ao dispor.

A época começou com uma acção de team building no Parque Aventura Sniper de Bucelas, onde durante 24 horas o grupo, sem contacto com a equipa técnica, foi posto à prova com o intuito de fomentar a união e espírito de grupo.

No passado dia 19 foi a vez de ajudar quem mais precisa e o plantel do Sporting uniu esforços na ajuda à Comunidade Vida e Paz, colocando-se ao dispor da mesma para ajudar na distribuição de bens essenciais aos sem abrigo, mais uma vez fomentando a união e solidariedade do grupo.

 

Todas estas acções, em conjunto com o trabalho técnico e táctico produzido semanalmente têm-se reflectido em campo.

O Sporting conta por vitórias todos os jogos disputados e apresenta um registo defensivo ímpar e inigualável em qualquer das últimas três épocas.

Os cinco golos sofridos em seis jogos são um registo inédito no campeonato nacional da 1ª divisão em qualquer das últimas três temporadas, num sinal evidente que o trabalho desenvolvido se tem reflectido em campo.

 

Compromisso, união, solidariedade, entrega, foco e ambição.

Agora fica mais evidente o porquê de ter escolhido estas cinco características como as mais importantes e evidentes nesta equipa, que mostra a cada dia vontade de quebrar barreiras e tocar o céu.

 

Hoje é dia de mais uma batalha, frente à sempre perigosa equipa do Valongo, a única que nos últimos anos furou a hegemonia de Porto e Benfica.

O Valongo chega à sexta jornada já tendo defrontado quatro das cinco melhores equipas do campeonato. As derrotas com Oliveirense, Barcelos, Benfica e Porto foram todas vendidas a um preço bem alto, com o ex-leão Poka em destaque (marcou em todas as jornadas e leva já sete golos no campeonato). De realçar que o Valongo marcou três golos a cada uma destas equipas, factor indicativo de que a nossa solidez defensiva será hoje colocada à prova.

O jogo tem início marcado para as 15 horas no Pavilhão João Rocha, com transmissão em directo e em exclusivo na Sporting TV.

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Quase dois meses de Pavilhão João Rocha e um balanço da Gamebox Modalidades

Na época 2015/16 a Gamebox Modalidades custava 30€ por modalidade (futsal, andebol e hóquei em patins) e 75€ caso o sócio optasse por adquirir as três em conjunto.

O futsal vinha de uma época em que tinha falhado todos os objectivos mas continuava a ser a nossa modalidade mais competitiva, o andebol sofria mudanças, com a vinda de um treinador ex-campeão europeu, que se esperava que nos levasse ao título e o hóquei vinha de uma época formidável, que culminou com uma conquista europeia no ano de estreia como modalidade oficial.

Vivia-se a época do orgulho restituído. O Sporting recomeçava a reerguer-se.

Nada mais viria a ser "pedido" em troca aos sócios, que prestaram um excelente apoio a todas as modalidades durante a temporada. O preço da Gamebox manteve-se inalterado em relação à época anterior, onde tinha aumentado 5€ por modalidade (em 2013/14, custavam 25€ cada, sendo que não havia para o hóquei, que ainda não competia oficialmente pelo Clube).

Queria contribuir mais para as modalidades e, na impossibilidade de comprar Gamebox para as três, visto que tinha Gamebox para o futebol e as deslocações Porto / Lisboa já eram, por si só, dispendiosas, comprei apenas a do futsal, mesmo sabendo que não veria a maioria dos jogos ao vivo.

Recordo que, no total, e por serem contas muito badaladas agora, cada jogo custaria aos sócios apenas 1.50€.

Acabei por ver um jogo da meia-final e outro da final do futsal enquanto que, no restante da época, a Gamebox rodou por amigos com maior disponibilidade do que eu para ir aos jogos.

 

Com a perspectiva de um novo Pavilhão, então em construção, a época seguinte não trouxe alteração dos preços mas tinha uma particularidade. Com inauguração do Pavilhão João Rocha prevista para Março, os 75€ de custo total das Gamebox davam apenas para pouco mais de metade dos jogos em relação à temporada anterior.

O Pavilhão acabou por demorar mais tempo a ficar pronto e quem adquiriu a Gamebox viu todos os jogos da época sem custos acrescidos, apesar de algumas confusões nas bilheteiras dos mais diversos pavilhões. Acabou,assim, por ficar novamente cada jogo a cerca de 1.50€.

 

Em todo este período, os sócios cresceram de forma sustentada, ao ponto de hoje o Sporting ser um dos 5 clubes do Mundo com mais associados.

 

Não sei quais os custos operacionais do Pavilhão João Rocha e admito até que sejam superiores aos custos suportados anteriormente com os mais variados pavilhões utilizados para as diversas modalidades. Seria lógico que o Sporting tivesse calculado todos esses custos, acrescidos ou não, e confesso que não esperava um aumento desproporcionado do custo da Gamebox, que hoje contempla mais uma modalidade, o voleibol.

Um produto que poderia potencialmente custar 120€ (ignorando o desconto que existia para a compra da Gamebox para todas as modalidades) passou a custar 250€, com uma campanha que parecia apenas destinar-se a novos compradores, apresentando como "benefício" o custo de 3.10€ por jogo.

 

Naturalmente que isto não "premiava" a lealdade de quem, ano após ano, comprou a Gamebox modalidades, independentemente de saber antecipadamente que nem sempre havia um pavilhão certo para cada modalidade, visto que os jogos estavam sujeitos a alterações pontuais de recinto.

Até mesmo para os novos compradores o preço não era aliciante para uma adesão em massa ao produto. 3€ por jogo seria mais ou menos o que se pagava na compra jogo a jogo em temporadas anteriores.

O que pareceu foi que, depois da ajuda na construção do Pavilhão, da ajuda no reforço das modalidades, teríamos também de ajudar a financiar os custos operacionais do Pavilhão João Rocha.

 

Para mim, como para tantos outros, mais este "esforço" pedido era demasiado para a minha capacidade de dizer "presente".

O preço apresentado, mais do que uma falta de respeito para com os 696 sócios portadores de Gamebox Modalidades desde 2009/10, bem como mais alguns que apenas compraram depois e que não foram abrangidos na 1ª fase de vendas, era uma desilusão e um freio no entusiasmo dos Sportinguistas, ansiosos por frequentar o maior número de vezes possíveis o Pavilhão João Rocha.

 

Não sei quais eram as expectativas dos responsáveis do Clube mas sei que, tirando os jogos de estreia em competições oficiais de todas as modalidades, os jogos de maior cartaz ou em dias em que jogou o futebol (apenas aconteceu uma vez, até à data), a assistência terá ficado bastante aquém das expectativas, sobretudo no passado sábado, onde o hóquei em patis e voleibol não terão ido além de um terço da lotação do recinto.

Não sei qual a conclusão retirada deste primeiros tempos mas eu já tirei a minha.

Foi-se com demasiada sede ao pote do entusiasmo leonino e, tendo em conta que há umas centenas de bilhetes oferecidos às claques e mais uns quantos a elementos ligados à direcção, arrisco dizer que a adesão à Gamebox terá ficado abaixo do expectável, bem como a venda jogo a jogo, sobretudo pela (fraca) amostra do passado sábado.

 

Em média, os bilhetes têm sido vendidos a 5€ / jogo. O valor é lógico e justo, tendo em conta a valorização do produto "major". Se a Gamebox Modalidades foi avaliada em 3.10€ por jogo, nenhum jogo poderá, individualmente, custar menos do que isso. Por isso, é lógico que os preços se tenham, até agora, cifrado entre os 4 e os 6€ por forma a não desvalorizar o produto principal.

Não me interessa minimamente qual o valor que os rivais cobram por produtos semelhantes. Não há que ter problemas em assumir que se esticou demais a corda e que os 250€ são um valor abusivo para a nossa realidade, mesmo para um clube que, como o nosso, faz do ecletismo bandeira.

 

Como já disse antes, adicionando o voleibol, o produto anterior teria um custo de 30€ por modalidade, sendo que a Gamebox para todas as modalidades teria um custo hipotético de 120€.

O facto de se centrarem os jogos num único pavilhão, de passar a ser possível conciliar as idas ao futebol com os jogos das modalidades e a comodidade e modernismo do novo espaço valeriam, na minha opinião, nesta fase inicial, 25% de valorização (isto já ignorando o desconto que era aplicado antes à venda em "pacote").

Significaria isto que 150€ me parecia um preço justo a pagar pela Gamebox que, no ano passado, custou metade a quem a comprou (com o tal desconto).

Aplicando uma lógica económica nisto, diria que devia ter sido seguida a linha de actuação da Gamebox do futebol, que tem aumentado gradualmente de preço, seguindo a lei da oferta e da procura, tendo assim estabilizado no número de vendas, aumentado a receita e mantendo uma taxa de ocupação superior a 85%.

A valorização de 25% proposta permitiria futuros aumentos no futuro projectando, por exemplo, uma chegada aos valores actuais em 2020, já com um produto estabelecido no mercado e familiar para a muitos dos sócios do Sporting (algo que não acontece hoje).

 

Assim, será difícil para os responsáveis valorizar o produto futuramente, eventualmente tendo mesmo de o desvalorizar para aumentar a procura. Isto não só vai contra toda a lógica económica como seria um péssimo sinal a dar ao público alvo.

Acho importante que o apoio às modalidades seja reforçado. Atingir os 85% de ocupação média no Pavilhão João Rocha, tal como acontece no Estádio José Alvalade é importante não só para a motivação como também para a responsabilização dos atletas e equipas técnicas.

O apoio massivo potencia a performance desportiva porque aumenta o sentido de compromisso e responsabilidade. Não é normal as modalidades em Portugal jogarem de forma consistente para uma plateia entre as 2500 / 3000 pessoas. Dar esse passo é importante para a evolução da mentalidade vencedora que se quer definitivamente implementada no Sporting mas não vamos lá só com exigências aos adeptos, que tanto têm feito pelo Clube nos últimos anos.

 

Os Sportinguistas estão gratos à actual direcção pelo fantástico trabalho de crescimento do Clube em todas as suas vertentes, sabemos reconhecer mérito e apontar os erros. Admitimos o erro como normal mas gostamos de o ver assumido e corrigido assim que possível. Espero que a Gamebox Modalidades possa ser repensada na próxima época, pensando mais nos adeptos e no apoio aos atletas do que na fonte de receita imediata.

 

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JUDO (Mundial Juniores) - Link

TÉNIS DE MESA (Mundial) - Link

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FUTSAL (UEFA Futsal Cup) - Link

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Bons indicadores do fim-de-semana

Para além de todos os resultados (muitos positivos mas também alguns negativos) há duas equipas que se destacaram no fim-de-semana em torneios de pré-temporada, dando assim sinais muito positivos para as respectivas temporadas oficiais, prestes a começar.

 

O Sporting venceu o segundo torneio de pré-temporada. Em Lamego, depois de vencer o Vitória SC nas meias-finais, o Sporting derrotou o Benfica na final do Torneio das Vindimas por 3-1, com parciais de 25-23; 23-25; 25-18; 25-20.

Com uma equipa completamente nova onde ainda se nota que as peças estão a encaixar-se, o Sporting demonstrou que não falta qualidade individual para formar um colectivo forte.

A duas semanas de iniciar o campeonato, a equipa está evidentemente no bom caminho. Assim se espera que continue.

Sporting vence Torneio das Vindimas.jpg

Jogo Completo / Ponto da Vitória / Declarações de Hugo Silva

 

Em Cascais, jogava-se a final-four do Torneio Jesus Correia, em hóquei em patins. O Sporting apresentou-se com a equipa B, recém-promovida à 2ª divisão e mostrou um nível muito interessante, frente a equipas com muita experiência na 2ª divisão.

Ontem, depois de ter eliminado o Alenquer e Benfica nas meias-finais, a equipa de Nuno Lopes tinha pela frente o AE Física, que no ano passado discutiu a subida à 1ª divisão até ao último jogo (perdeu 7-6 no payoff de subida, frente ao Infante Sagres). Os de Torres Vedras haviam vencido o Benfica B por 6-1 na meia-final mas acabaram derrotados pelos bravos leões no prolongamento, onde Facundo Navarro fez o 5-4 final, com que o Sporting se sagrou vencedor do torneio.

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Jogo Completo / Golo da Vitória / Declarações de José Costa e Nuno Lopes

 

Por fim, realço também a meritória participação do ténis de mesa no Torneio Internacional de Lagos, onde Bode Abiodun (seniores masculinos) e Patrícia Santos (cadetes e juniores femininas) venceram individualmente e o Sporting venceu colectivamente as competições de cadetes masculinos e femininos, entre muitas outras presenças no pódio.

 

Seta à direita para ver mais fotos

 

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Embirração do dia

Já não é a primeira vez e volto, por isso, a indignar-me com o evidente desprezo da Sporting TV para com algumas modalidades e/ou escalões de formação.

 

Hoje volta a ser o hóquei em patins a "vítima", depois de já o futsal feminino ou os escalões de formação do andebol, por exemplo, terem sofrido do mesmo "mal" da nossa TV; a obsessão com o futebol.

 

Sendo o jogo de hoje frente ao Basileia transmitido em directo pela SportTV, qual a vantagem de ter duas pessoas em frente a uma câmara a comentar o jogo? Alguém vê aquilo?!

Em contrapartida, deixamos de ter acesso à última jornada do campeonato nacional de sub-20 em hóquei em patins, onde uma equipa cheia de talento parte para o derradeiro jogo com hipóteses (embora remotas) de se sagrar campeão nacional.

 

O Sporting, 3º classificado, recebe em casa (pavilhão do FC Alverca) a Sanjoanense (2º classificado) e ambas as equipas estarão com os ouvidos na luz, onde uma derrota do Benfica pode abrir as portas do título a qualquer dos conjuntos.

É ganhar e esperar o milagre vindo de Barcelos (à Sanjoanense basta um empate no outro rinque). O jogo é às 17 horas.

 

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Entre os melhores da Europa

Mais uma época se aproxima e, no ano de estreia do Pavilhão João Rocha, teremos o futebol e as três principais modalidades nas maiores competições da Europa.

 

FUTEBOL

A equipa de Jorge Jesus lutará no playoff pelo acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões e, previsivelmente, terá pela frente adversários como o Sevilha (Espanha), Dínamo Kiev (Ucrânia), Ajax (Holanda), Liverpool (Inglaterra) e Nápoles (Itália). Isto no pior dos cenários, tendo em conta que o mais provável é que não sejamos cabeças-de-série.

Há uma possibilidade remota de evitarmos as equipas mais fortes mas, para isso, será necessário que, de entre Dínamo Kiev, Ajax, Viktoria Plzen e CSKA Moscovo, três caiam na terceira pré-eliminatória.

 

FUTEBOL FEMININO

A equipa de Nuno Cristóvão terá pela frente um grupo com adversários fortes, que obrigarão as nossas leoas a superarem-se, caso queiram passar esta fase de qualificação da Liga dos Campeões feminina.

Os três jogos serão disputados em casa do MTK de Budapeste, na Hungria. Curiosamente, um estádio que o Sporting inaugurou no ano passado.

 

FUTSAL

Enquanto nº 3 do ranking europeu de clubes, o Sporting será cabeça de série na Main Round da UEFA Futsal Cup, a fase que antecede a Elite Round, evitando assim a fase preliminar, a sortear já no próximo dia 6.

Com uma equipa novamente forte e o estatuto de vice-campeão europeu, o Sporting voltará a encarar a competição com o desejo de a conquistar e juntar ao museu do Clube o único título que falta ao nosso futsal.

 

ANDEBOL

Mais de uma década depois, o Sporting regressa à maior competição do andebol europeu. Para alcançar a fase de grupos, teremos de vencer as meias-finais e depois a final da fase de qualificação, pois só uma das quatro equipas avança para a fase seguinte da competição. Os restantes, integrarão (em fases diferentes) a EHF Cup.

O Tatran Presov integrou a fase de grupos da passada edição da Liga dos Campeões e o Cocks ficou pelo caminho na fase de qualificação. Teremos, por isso, pela frente, adversários habituados a estas andanças.

 

HÓQUEI EM PATINS

Tal como na temporada passada, o Sporting qualifica-se para a Liga Europeia, novamente fruto de um 4º lugar no campeonato nacional.

Para além dos candidatos nacionais à vitória na prova (Porto, Benfica e Oliveirense), poderemos ter pela frente os espanhóis do Barcelona (campeão espanhol), Reus (campeão europeu), Liceo da Corunha, Vic e ainda o campeão italiano Amatori Lodi, que destronou em 5 jogos o anterior campeão e adversário do Sporting na Liga Europeia do ano passado, Forte dei Marmi, entre outras equipas de menor dimensão.

 

TÉNIS DE MESA

Se não estou em erro, é o regresso após mais de duas décadas ausentes da prova máxima do ténis de mesa de clubes. O regresso de João Monteiro permitiu ao Sporting apresentar uma candidatura à prova, cumprindo assim com os requisitos mínimos, que nos obrigam a inscrever dois atletas do top 100 mundial (a João Monteiro junta-se Aruna Quadri). Bode Abiodun e Diogo Carvalho, também ele de regresso ao Sporting, completam a equipa que terá certamente dificuldades na fase de grupos.

O Sporting enfrentará o campeão europeu em título (Fakel-Gazprom Orenburg, da Rússia) e um dos semi-finalistas do ano passado (AS Pontoise Cergy, de França). De realçar que estas duas equipas têm dominado completamente o panorama europeu de clubes. Nos últimos seis anos, os russos venceram a prova por quatro vezes e os franceses duas. A outra equipa do grupo são os polacos do Bogoria Grodzisk, que na temporada passada falharam a passagem aos quartos-de-final por um ponto.

 

OUTRAS MODALIDADES

É de esperar que o Sporting se apresente ainda nas maiores provas europeias em Atletismo (os campeonatos nacionais realizam-se entre 22 e 23 deste mês e o Sporting é o grande favorito no género feminino e tentará destronar o Benfica em masculinos), Judo (estaremos na Golden League, no escalão masculino), Futebol de Praia (onde estarão as melhores equipas da divisão de elite nacional) e Goalball (onde o Sporting é campeão da única competição europeia existente, integrada por convite, embora não homologada oficialmente).

 

Esperam-se por isso novos feitos europeus, sendo que esta temporada o nível subiu e, por isso, a glória se nos afigura mais distante. Nada que nos impeça de sonhar e lutar por mais páginas douradas na nossa história.

 

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