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Grande Artista e Goleador

Juventus 2-1 SPORTING CP: Continua a faltar-nos um danoninho

Custa perder assim. Mais uma vez batemo-nos de igual para igual com um dos gigantes da Europa e, mais uma vez, não ganhámos.

Começo por dizer que a excelente actuação do árbitro em todo o encontro, onde apenas faltou admoestar Cuadrado, não merecia dez minutos finais desastrados.

Há falta sobre Bruno Fernandes no lance do 2-1 e, no último lance do encontro, Cuadrado faz penalti sobre João Palhinha que lhe poderia custar um segundo amarelo, caso tivesse já visto o primeiro.

 

Feita esta importante ressalva, destaco mais um jogo muito competente do Sporting. Jesus estudou bem a Juve e a nossa equipa soube condicionar o jogo dos italianos, conseguindo em algumas ocasiões colocá-los em dificuldades na defesa.

 

Bruno Fernandes foi aquele que mostrou mais personalidade e que mais tentou colocar em dificuldades o último reduto transalpino. Piccini fez uma exibição táctica e tecnicamente perfeita. 

Pena que Jesus se tenha precipitado na saída de Fábio Coentrão. Bem sei que o motivo dado na conferência de imprensa foi físico mas o lateral esquerdo parecia estar em boa condição para terminar o encontro.

Acabou por ser Jonathan, devido ao mau posicionamento, a falhar na marcação a Mandzukic, num lance em que o tal bloqueio a Bruno Fernandes lhe retirou capacidade para parar Douglas Costa.

 

No geral, o Sporting fez um bom jogo e nada há a apontar aos jogadores ou ao treinador.

Com estas equipas os pequenos erros pagam-se caros. Marcámos porque provocámos o erro. Sofremos porque errámos.

 

Agora é tempo de mudar o foco para o nosso campeonato, onde os moldes do próximo jogo nada têm a ver com este. Há que assumir o jogo 90 minutos e ser mais acutilante e objectivo no ataque.

Num momento em que Gelson Martins parece menos fulgurante, acho que usar Podence na ala contrária pode também atenuar algumas lacunas ofensivas de Acuña que, embora seja exímio a guardar a bola e um excelente complemento defensivo ao lateral, revela algumas dificuldades em enfrentar o opositor directo em situações ofensivas.

Luís Castro virá a Alvalade sem Domingos Duarte e Matheus Pereira e também temos de saber aproveitar isso.

 

Nota final para o arrepiante minuto em memória das vítimas dos incêndios em Portugal. O Estádio da Juventus é um dos estádios melhor apetrechados em termos técnicos para acrescentar algo ao espectáculo que é um jogo de futebol e aquele minuto foi marcante.

 

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Hoje joga o Sporting

Depois do recital da equipa de Tiago Fernandes em Turim que, com 45 minutos perfeitos geriu na segunda parte o 0-4 acumulado no primeiro tempo, é a vez dos comandados de Jorge Jesus lutarem pelos três pontos no Juventus Stadium.

Os juniores venceram 1-4, com Rafael Leão em destaque. Marcou os dois primeiros golos, sofreu o penalti convertido por Miguel Luís e assistiu Jovane Cabral para o 0-4.

Jovane e Miguel Luís também estiveram muito bem, numa exibição onde a nossa linha intermédia foi bastante sólida, graças às acções de Miguel Luís, Daniel Bragança e Pedro Ferreira. Também a defesa se comportou à altura, com Luís Maximiano a sofrer o único golo do encontro num momento em que já jogávamos com dez jogadores, fruto da expulsão exagerada de Jovane, que viu o vermelho directo.

 

Virando agora agulhas para o que aí vem...Jorge Jesus certamente preparou bem a equipa para uma Juventus que perdeu no passado fim-de-semana em sua casa, onde normalmente se apresenta imbatível, como se jogasse numa fortaleza.

Nos 122 jogos disputados em casa, na Champions, a Juve apenas perdeu 10 e há 20 jogos que não perde no seu reduto (desde 2013, com o Bayern de Munique).

Vão numa série de cinco vitórias consecutivas no Juventus Stadium, com um score de 10 golos marcados e apenas 1 sofrido.

 

Tirando uma Taça Latina em 1952, no Parque dos Príncipes (derrota por 3-2), e um amigável no Canadá, em 2011 (vitória por 2-1), não há registo de confrontos entre ambas as equipas.

Será o primeiro jogo nas competições da UEFA entre as duas equipas e o Sporting também quer entrar com o pé direito, inclinando a estatística dos confrontos directos para o nosso lado.

 

Que seja uma grande noite europeia e que o Sporting se consiga impor à poderosa Vecchia Signora, trazendo pontos de Turim.

SPOOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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Bora lá puxar dos galões, Tiago

Há pouco mais de um mês atrás, Tiago Fernandes cometeu o excesso (ou o erro, se assim preferirem) de se dizer ao nível dos melhores treinadores, alegando mesmo que nenhum outro teria nada para lhe ensinar.

Disse isto depois de afirmar que há um Sporting antes e depois dele e que, na Youth League, onde antes o Sporting era goleado, agora se bate cara a cara com qualquer adversário.

 

Assumo que gosto do Tiago Fernandes enquanto treinador e não são estas declarações que me farão duvidar do seu valor mas elas trazem a si alocadas uma responsabilidade extra. 

Como técnico competente e de grande potencial, é altura de Tiago Fernandes colocar o Sporting a ganhar na Youth League.

 

É que, se antes de Tiago Fernandes o Sporting era goleado, depois de Tiago Fernandes o Sporting praticamente não sabe o que é ganhar.

Antes, em seis jogos, pese embora as goleadas, o Sporting venceu dois jogos. 

Depois disto são oito jogos e apenas uma vitória para amostra.

 

É tempo de puxar dos galões e fazer aquilo que os nossos rivais, sem o selo de qualidade da nossa Academia fazem; ganhar!

Força, Tiago! Acredito em ti e na capacidade dos nossos miúdos.

 

NOTA: O jogo é agora, às 15 horas, e tem transmissão em directo na SportTV1.

 

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Agenda Leonina

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FUTSAL (UEFA Futsal Cup) - Link

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Hoje joga o Sporting: Entre a Europa e a festa da Taça

Antes de Oleiros receber a festa da Taça, o futsal e o ténis de mesa terão a honra de disputar mais um jogo europeu cada, por forma a prestigiar o Sporting internacionalmente, claro está, mostrando que somos dos melhores da Europa.

 

No futsal, depois da vitória contundente de ontem por 5-1, diante do campeão ucraniano e estreante na competição, segue-se hoje o crónico campeão letão, que no ano passado esteve presente na ronda de elite.

Mesmo que seja um adversário habituado a estas andanças, é evidente a diferença de forças entre ambos os conjuntos. O Nikars perdeu ontem frente à equipa da casa, o Ekonomacs, por 2-1 e joga hoje a cartada final na luta pelo apuramento.

Há que ter isso em conta mas o mais natural é que o Sporting se imponha e por números expressivos, até porque a época na Letónia começou há bem pouco tempo e o Nikars, depois de vencer a Supertaça apenas fez ainda um jogo para o campeonato.

O jogo é às 17 horas e tem transmissão em directo na IP Sports Media (Link).

 

Da Sérvia para Portugal, mais concretamente para a estreia do Sporting e do Pavilhão João Rocha em jogos em casa para a Liga dos Campeões de ténis de mesa.

O adversário é o Darton Bogoria, da Polónia, 3º classificado do seu campeonato no ano passado. Os polacos vêm de uma derrota na ronda inaugural frente aos russos do Fakel Gazprom, por 3-0 e têm uma vitória e uma derrota no campeonato polaco. 

Os perigos maiores virão do japonês Yoshida, actual nº 22 mundial. No entanto, o polaco Gorak e o checo Sirucek têm capacidade para, num dia bom, complicar a vida aos nossos atletas. A surpresa dos polacos pode vir da parte do chinês Han Chuanxi, de apenas 22 anos, que não foi utilizado na primeira jornada mas tem dado boa conta de si no campeonato polaco.

Todo o apoio é pouco e espero que possa estar uma boa moldura humana no Pavilhão João Rocha, mesmo sabendo que a hora do encontro (19 horas) acabará por coincidir com a hora do futebol (malta de Lisboa e arredores, é o Oleiros e isto é a Champions!!). A transmissão estará a cargo da Sporting TV mas também online, em Laola1 TV (link).

 

Para o final do dia fica então guardada a festa da Taça, que se espera que aconteça apenas fora de campo.

Oleiros vestiu-se de gala para receber o Sporting e prometeu às suas gentes um dia inesquecível. O espírito da Taça já se vive no distrito de Castelo Branco há pelo menos uma semana e este promete ser um dia que perdurará por muito tempo na memória dos habitantes de Oleiros, sobretudo os Sportinguistas.

Depois das polémicas, alimentadas de fora, o Sporting confirmou que iria a Oleiros com todo o prazer, rejeitando condições diferentes das que teria qualquer adversário menos categorizado. Para além disso, em vez de, como outros, oferecer a receita ao adversário, optou-se por ajudar os bombeiros locais, tão massacrados com os incêndios deste verão.

O jogo? O jogo será aquilo que o Sporting quiser fazer dele. Espero que o encaremos com seriedade e atitude, por forma a mostrar ao Oleiros que, mesmo com uma equipa secundária, somos de outro campeonato. 

O encontro tem início marcado para as 20:15 horas e a transmissão será responsabilidade da Sport TV 1.

 

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SPORTING CP 0-0 Porto: Rei Patrício segura o empate

No dia em que Adrien finalmente se despediu dos sócios e adeptos do Sporting foi outro dos símbolos da nossa formação a brilhar; Rui Patrício manteve a baliza inviolável e segurou o nulo que permite ao Sporting manter a distância para o Porto (1º) e para o Benfica (3º).

 

Não pude ver a primeira meia-hora que, segundo me pareceu pelos comentários que li e ouvi, foi o pior período do Sporting no jogo.

A verdade é que o Porto demonstrou em Alvalade que é um adversário forte. Moralizados por um início de época quase imaculado e onde perderam ontem os primeiros pontos na Liga, os comandados de Sério Conceição tomaram conta das operações a meio-campo, ganhando a maior parte dos duelos, mantendo assim durante um período largo o ascendente no jogo.

 

A verdade é que chegar ao intervalo com um nulo foi um bom resultado para o Sporting. Havia assim a possibilidade de corrigir posicionamentos e aumentar a intensidade.

Assim foi. O Sporting entrou melhor na segunda parte e começou a aproximar-se mais do último reduto dos portistas.

Mesmo sem criar claras oportunidades de golo, começámos a fazer sentir ao Porto que também tínhamos capacidade para assustar Casillas.

 

A verdade é que os lances de maior perigo (ainda que hipotético) saíram dos pés de Jonathan Silva, que com dois/três cruzamentos bem medidos obrigou a defesa portista a aplicar-se para impedir que Bas Dost finalizasse (o holandês podia e devia ter sido mais "rato" no aproveitamento destes lances).

A melhor oportunidade do jogo acaba por surgir numa recuperação de bola de Bruno Fernandes, após um lançamento lateral a favor do Porto. Na cara de Casillas, o português atirou muito por cima e perdeu-se assim uma boa possibilidade para somar os três pontos.

 

Enquanto isso, Patrício ia salvando tudo o que lhe aparecia no raio de acção em mais uma noite quase perfeita, não fosse um lance em que coloca a bola nos pés de um jogador do Porto, travado posteriormente por Coates.

 

A verdade é que, como já disse, o Porto se mostrou um rival forte e num jogo de futebol muito bem disputado, com entrega e intensidade de ambas as partes, ninguém conseguiu desfazer o nulo com que viríamos a chegar ao final do encontro.

 

Confesso alguma estranheza pela demora de Jorge Jesus a mexer na equipa e até pelas opções tomadas. Bruno Fernandes foi bem substituído, na minha opinião. Estava visivelmente cansado e era necessário refrescar o meio-campo ofensivo. Jesus foi conservador, optando por Bruno César em vez de Podence.

Depois disso até entendo o receio de JJ em mexer. A equipa estava bem e, embora cansados, alguns jogadores continuavam a render o suficiente para serem úteis. Mesmo assim, exigia-se mais algum rasgo, se queríamos atacar os três pontos. A entrada de Podence para o lugar de Acuña (também podia ter sido para o lugar de Gelson) não só é tardia como, feita aos 90 minutos, poucos resultados práticos poderia ter no jogo.

 

Agora vem aí a pausa para as selecções e, como disse Jesus, é esperar que aqueles que mais vão viajar joguem pouco, para não virem ainda mais cansados do que foram.

 

Nota de destaque, mais uma vez, para os adeptos do Sporting que quase lotaram o Estádio e nunca faltaram com o apoio à equipa.

 

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Hoje joga o Sporting

Assumo; estou confiante para hoje.

Normalmente apresentamo-nos fortes nos duelos com o Porto. Há 11 jogos que o Porto não vence em Alvalade e, desde a chegada de Jesus que vencemos sempre os dragões em casa para o campeonato.

 

O foco da equipa nos jogos mais mediáticos abre também boas possibilidades para o duelo de hoje à noite.

Nem as previsíveis baixas de Fábio Coentrão e Doumbia afectam a minha fé, embora tornem a equipa menos forte.

 

Apesar da confiança, não falta o nervosismo e a ansiedade que a bola role. O jogo é importante, não o podemos negar.

Ganhar é o único resultado que interessa. O empate pode dar um importante balão de confiança ao Benfica (que não podemos ser nós a moralizar) e a derrota, para além do que já mencionei ainda afasta o Porto para uma distância considerável.

 

Jesus terá isso em mente. Estudou bem este Porto e conhece bem o Sérgio Conceição. 

O treinador do Porto também conhece bem o modelo de Jesus e o jogo tem tudo para ser interessante, embora seja previsível um receio mútuo inicial que durará até ao primeiro golo.

Marcando primeiro, tenho a certeza que ganharemos. Ganhando, tenho a certeza que Bas Dost "molhará a sopa".

 

Vamos, Sporting!

 

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Os golos do regresso às vitórias da equipa B

Hat-trick de Gelson Dala, que ainda assistiu Paulinho para o golo da vitória derrota os líderes da 2ª Liga.

O angolano mostra que está num nível acima dos companheiros e Paulinho teve uma estreia com pormenores interessantes.

Sporting B ascende ao 7º lugar.

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Agenda Leonina

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SPORTING CP 0-1 Barcelona: Battaglia inglória

É difícil evitar que esta não pareça, à semelhança dos duelos com o Real Madrid na temporada passada, mais uma vitória moral.

A verdade é que fomos quase perfeitos frente a uma das melhores equipas do Mundo e mesmo a "quase perfeição" não foi suficiente para arrecadar um ponto que fosse.

 

Se o Acuña não faz aquela falta completamente desnecessária...

Se tivéssemos evitado que aquela bola chegasse ao Suárez...

Se não tivéssemos tido o azar do remate desviar no Coates...

Se o Bas Dost tivesse rematado à baliza...

Se o árbitro não nos tentasse condicionar desde o apito inicial com uma gritante dualidade de critério...

 

Mas o futebol não é feito de "ses" e a atitude fantástica demonstrada durante todo o jogo continua a deixar-me a pensar onde ficou esta vontade na visita a Moreira de Cónegos...

Não quero parecer azedo mas a injustiça deste resultado depois do que lutámos não só me deixa frustrado como aumenta ainda mais a minha azia, depois do empate para o campeonato.

No entanto, o grande jogo realizado ontem deixa-me uma certeza quase absoluta de duas coisas:

- Vamos ganhar ao Porto

- O Bas Dost marca dois

Posto isto...jogo incrível de Battaglia. Fui dos que o achou caro, no preço e nas contrapartidas. Hoje começo a engolir tudo isso. O argentino é um enorme jogador e, neste momento, parece mais fácil vendê-lo por 30 milhões em julho do que vender o William por 45. E isto em nada belisca a qualidade do William, que vai ficando e ontem voltou a mostrar que é top. 45 milhões por ele, como está o mercado, seria uma pechincha.

Mathieu...que jogo fantástico do francês, que deve ter deixado interrogações em Valverde sobre o porquê da sua dispensa. Nós agradecemos. Para mim foi, a par de Battaglia o melhor em campo.

Não menos importante foi Rui Patrício. Enorme entre os postes e sem responsabilidades no golo. Não foi por ele que perdemos.

 

Em contraponto...Coates.

Gelson não fez um jogo ofensivamente inspirado mas pelo que ajudou Piccini (e a tarefa de acompanhar Alba não é pêra doce) merece crédito. Já Coates esteve desastrado e pareceu o destino a ditar que fosse ele a enviar a bola para o fundo das redes de Rui Patrício. Esta Mathieu não pôde salvar.

 

Agora é esperar que todo este desgaste físico e emocional não condicione a equipa para o jogo que realmente importa. No domingo recebemos o Porto e uma certeza eu tenho. Com esta atitude, concentração, comprometimento e qualidade, os dragões vão sair de Alvalade sem sequer cuspir fumo, quanto mais fogo.

 

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Hoje joga o Sporting

Época 2008/2009, a única em que Sporting e Barcelona se cruzaram na Liga dos Campeões. Leões e blaugrana acabariam por passar aos oitavos-de-final, com os catalães a levantar o troféu no final. A nossa prestação terminou em Munique de forma humilhante mas com o mérito de uma passagem inédita no novo formato da prova, após uma fase de grupos de grande qualidade, onde o Barça nunca nos envergonhou.

Nessa fase de grupos, com Barcelona, Shakhtar e Basileia, quando o nosso ranking ainda nos permitia encarar os sorteios com algum optimismo, apenas os espanhóis nos haveriam de marcar golos. 3 em Espanha e 5 em Alvalade. O Sporting averbou quatro vitórias nos restantes jogos e marcou sempre ao Barça. 1 em Espanha e 2 em Portugal, em jogos onde o Sporting chegou a discutir o resultado.

Nesse tempo o treinador era Paulo Bento, o Sporting haveria de ser mais uma vez segundo no campeonato (a quatro pontos do Porto de Jesualdo) e a nossa equipa era Liedson, os miúdos e pouco mais.

 

Hoje temos mais recursos financeiros, um orçamento triplicado (ou perto disso) e teremos de igualar em vontade e empenho para discutir o resultado, já agora de forma a roubar pontos a uma das melhores equipas do Mundo.

 

A equipa tanto me faz. Hoje não dou palpites nem "conselhos" a Jesus. É escolher onze, apenas sem inventar em demasia. Não é o tipo de jogo em que a motivação possa estar em causa. Hoje até o Alan corria, porque é o Barcelona e é esta mentalidade que tem de se mudar para se ser feliz internamente.

O jogo de hoje é pare desfrutar, com entrega e responsabilidade, sabendo que o favoritismo não estará do nosso lado, mesmo que tenhamos o factor casa a favor e Alvalade cheio.

 

Há quase 10 anos recebemos o Barcelona de Guardiola numa fase diferente. De realçar que o Barcelona utilizou 7 jogadores da sua cantera, tantos quanto o Sporting, que os fez alinhar todos de início. À 5ª jornada e já com o apuramento para os oitavos-de-final garantido, entrámos mal e aos 17 minutos o Barça já vencia por 0-2. Messi fez o 0-3 no início do segundo tempo, o Barça baixou o ritmo e nós acreditámos. Veloso e Liedson reduziram para 2-3, com quase meia hora para jogar mas um auto-golo de Caneira e uma grande-penalidade cometida por Rui Patrício voltaram a distanciar o adversário no marcador. 2-5, foi o resultado final (resumo).

 

Detalhes...

 

Mesmo que "a feijões" (que não o era, pois estavam em jogo o prestígio e os milhões), o último duelo mostrou que qualquer erro pode ser fatal frente aos melhores do Mundo e, depois, há Messi.

No entanto, é aqui que se experimenta e se tenta surpreender. É nos jogos em que nada esperam de nós que podemos espantar o Mundo.

É aproveitar para relaxar e fazer o melhor, porque no domingo volta a responsabilidade máxima de não poder falhar.

 

A eles, leões!

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Moreirense 1-1 SPORTING CP: A carroça à frente dos bois

Detesto dizer, "eu avisei".

 

Embora se tenha "cansado" de frisar que só pensava num jogo de cada vez, foi Jesus a passar à equipa o sinal de que já se jogavam os próximos dois jogos em Moreira de Cónegos.

Frente a uma equipa que ia entregar a bola e a iniciativa de jogo e que ia defender junta e agressiva no seu meio campo, pedia-se um onze com maior dinâmica e mais capacidade para desmobilizar o bloco defensivo dos cónegos.

Não tenho dúvidas da utilidade de Bruno César em alguns momentos mas o brasileiro nunca pode ser opção inicial para uma das alas ofensivas. Não quando há melhores opções para oferecer a tal dinâmica e a criatividade que faltam ao "chuta-chuta", que ultimamente já nem à alcunha faz jus.

Juntar Alan Ruiz a Bruno César é meio caminho andado para dar uma parte de avanço ao adversário, como acabou por acontecer.

 

Juntando a isto um Bruno Fernandes com funções que não lhe assentam tão bem e que caem que nem uma luva ao suplente Battaglia, tivemos a receita para 45 minutos de pura desinspiração, "mastigados" e até algo enfadonhos.

 

Ao intervalo entrou Doumbia para o lugar de Alan Ruiz mas, só por si, isso não resolvia todos os nossos problemas. Havia pressa mas teimavam em faltar ideias. Ideias que surgiriam muito mais fluidas se Bruno Fernandes jogasse mais "solto" e se Bruno César tivesse também ficado no balneário (nada contra o brasileiro, atenção).

 

O Moreirense acabou por ser o primeiro a marcar, colocando ainda mais pressão sobre o Sporting, que passaria a jogar mais rápido mas nem sempre tomando as melhores decisões. 

O golo do empate acaba por surgir num lance de bola parada em que me parece, verdade seja dita, que não deveria ter sido assinalado pontapé de canto a nosso favor.

 

A talhe de foice, aproveito para comentar a péssima arbitragem de Luís Godinho e seus pares (os que estavam em campo, já que os outros nada podiam fazer para a evitar).

À semelhança do que vem acontecido noutros jogos, foi demasiado permissivo com as entradas do nosso adversário e acabou por distribuir todos os cartões na segunda parte (a maioria na parte final do jogo), a maior parte deles para o Sporting (!!!).

Mal auxiliado no lance em que corta o ataque ao Moreirense, com dois jogadores com meio campo e apenas Rui Patrício pela frente (convém ressalvar que, embora a bola entre na baliza, há muito que o árbitro tinha apitado e que Rui Patrício se havia alheado do lance).

Mal no lance de Bas Dost com Jhonatan, em que o holandês não faz qualquer falta, antes de Alan Ruiz cabecear para o fundo das redes (também aqui o árbitro apita antes da bola entrar mas, caso não o tivesse feito, teríamos um golo anulado pois aquela bola entraria sempre).

Volta a estar mal no já descrito lance que dá o golo do Sporting.

 

Depois do golo do empate, na minha opinião, Jesus volta a estar mal. Quando parecia ainda mais importante a presença de Bruno Fernandes em campo (mesmo que até ao momento não parecesse inspirado) e quando se impunha a, já de si tardia, saída de Bruno César, foi o português que saiu para a entrada de Battaglia (gestão para quarta-feira, quando o jogo nem estava na nossa mão?!).

Ganhámos agressividade mas não houve acréscimo de criatividade e clarividência na frente. Doumbia não é um "armador" de jogo e, percebendo que Jesus não quis abdicar de Bas Dost, até pelo que ofereceu sempre nos duelos aéreos, eu digo que "nem sempre é com mais avançados em campo que se chega ao golo" (as palavras até são do próprio mestre da táctica).

 

A entrada de Iuri para o lugar de Bruno César aos 73 (!!) minutos já é mais em desespero de causa. Admitindo sem qualquer problema que Iuri podia ter feito melhor nos 20 minutos que esteve em campo, recuso-me a apontar-lhe o dedo por ter falhado alguns passes, que tantos outros falharam antes dele ter entrado.

Sim, é verdade que tivemos ocasiões para ganhar o jogo (Gelson, porra!) mas não é menos verdade que acabámos com o resultado que merecíamos.

 

Nada está perdido e estamos apenas à sétima jornada mas continuo a achar que são nestes jogos que se ganham ou perdem os campeonatos

Agora, já que colocou a carroça à frente dos bois, espero que o Barça saia "atropelado" (1-0 chega) de Alvalade e que isso não prejudique a abordagem à recepção ao Porto.

 

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Hoje joga o Sporting

É nestes jogos que se ganham os campeonatos. 

Frente a um adversário do fundo da tabela e sobretudo por ser antes do jogo com o Barcelona para a Champions, o perigo é enorme.

Perigo de haver quem, por inconscientemente não querer perder um jogo como a recepção ao Barça, não coloque toda a intensidade nos duelos ou não dê tudo naquele último pique.

Claro que isto não pode acontecer mas, em alguns casos, é algo que foge ao controlo dos jogadores.

 

Uma equipa mentalmente preparada, não facilitará e será segura defensivamente o suficiente para que um golo baste para trazer os três pontos de Moreira de Cónegos.

A tal mentalidade de campeão que Jesus tanto fala tem de estar lá hoje, bem presente e vincada.

 

Tenho a certeza que o nosso treinador irá gerir todos quantos se encontrem com algum tipo de limitação, mesmo que mínima. É importante que, quem jogue, esgote as reservas de energia, entrega e querer.

É nestes jogos que se fazem os campeões!

 

Vamos, Sporting!

 

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SPORTING CP 0-0 Marítimo: Ahhh...Doumbia...

A verdade é que foi um bom jogo da equipa do Sporting. Em termos de qualidade de jogo e até de intensidade, sem ser o ideal, foi melhor do que aquilo que eu esperava. Faltaram os golos, não por falta de oportunidades.

O essencial foi amplamente conseguido. Os jogadores mostraram que estão aptos e são capazes de ajudar o Sporting na mesma medida (ou quase) daqueles que o têm feito mais frequentemente.

 

Jonathan (para mim, o melhor em campo) voltou a mostrar que, de quando em vez, Coentrão pode sair para ir fumar um cigarrito e Ristovski foi uma agradável surpresa para quem, como eu, nunca o tinha visto jogar.

Os centrais estiveram bem e Petrovic mostrou que nem sempre a primeira imagem é a que fica (ninguém me tira da cabeça que aquele sérvio enorme que cá andou na pré-época 2016/2017 era outra pessoa).

Alan Ruiz foi, durante grande parte do tempo em que esteve em campo, um dos melhores e dou por mim a perguntar se dá para fazer isto mais vezes e de forma mais consistente, mesmo que a intensidade deste jogo não tenha sido a intensidade normal da maioria dos jogos. O Bruno Fernandes telefonou e diz que não dá.

 

Num plano inferior estiveram:

Salin que, como tinha dito ontem, não acrescentará mais do que aquilo que Pedro Silva poderia acrescentar. Jogo de pés fraco e algum nervosismo que espero só ter acontecido por ser dia de estreia.

Mattheus Oliveira e Iuri Medeiros fizeram ambos uma primeira parte fraca e apagada, com o brasileiro a começar a espreguiçar-se ainda no final do primeiro tempo, enquanto que o português só acordou já na segunda parte. As substituições de ambos já vinham no papel desde o intervalo e é pena, pois ambos estavam a subir de forma quando saíram. Eu tinha esperado mais um pouco para os substituir.

Bruno César fez um jogo como lhe é habitual sempre que nos últimos tempo actua na ala esquerda ofensiva. A sua incapacidade em ganhar lances no 1x1 torna a sua presença em campo muitas vezes dispensável.

 

Guardo Doumbia para o fim porque apareceu sempre no sítio certo para fazer a coisa errada. Com isto enquadro a sua exibição na parte dos que corresponderam ou dos que ficaram aquém? Não sei, e por isso falo dele como o carteiro que apareceu sempre nos sítios certos à hora certa mas que se enganou no destinatário da maioria da correspondência. Foi pena, pois teve nos pés (e na cabeça) oportunidades suficientes para construir um resultado positivo. Caso esteja a guardar os golos para ocasiões mais importantes, perdoo-o. Se não for o caso, um dia vou cobrar-lhe estes.

 

Os jogadores que entraram deram mais alguma dinâmica mas não trouxeram grandes ideias. 

 

Voltando ao essencial, não comprometemos o apuramento para a final-four da Taça da Liga e ainda ganhámos opções para ajudar nas competições que realmente são importantes.

Bom jogo, bom teste aos menos utilizados e boas "dores de cabeça" para Jesus.

Venha o Moreirense!

 

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Hoje joga o Sporting

Este é daqueles jogos em que não sabemos bem com o que contar. Com um onze previsivelmente diferente do habitual, há sempre a possibilidade de, no meio dos que querem mostrar serviço, haja alguém desmotivado ou claramente fora de ritmo. Isso pode afectar a prestação colectiva mas há atenuante do adversário também poder vir a apresentar alterações ao seu onze base.

 

Independentemente do onze, há sempre a obrigação de procurar a vitória do primeiro ao último minuto e, embora o Sporting assuma vontade de conquistar a Taça da Liga (CTT), esta será sempre uma competição que a maioria dos adeptos do Sporting encarará com alguma "ligeireza". Em caso de sucesso, "porreiro" mas, a haver insucesso, que seja nesta competição.

 

Jesus certamente aproveitará para testar outros jogadores, que terão um misto de oportunidade e de presente envenenado, pois não é fácil mostrar serviço num onze sem rotinas. Claro que eles treinam juntos e prepararam o jogo mas não é a mesma coisa que ter já um conjunto de jogos competitivos para criar automatismos.

 

A qualificação para a final-four é para decidir nos próximos dois meses (a segunda jornada joga-se no final de outubro e a última no final de novembro) e isso significa que parte dos jogadores que alinharão hoje praticamente só terão estes três jogos para mostrar se são opções válidas. A pressão adicional que isso cria não pode nunca ser superior à motivação de defender o Sporting em campo. São jogos bons para aferir o grau de comprometimento das "segundas linhas". Mas acredito que temos um plantel unido, focado nos objectivos colectivos e pronto a dar resposta a qualquer eventualidade.

 

É no centro da defesa que estão as minhas maiores dúvidas. Tobias veio de uma época difícil em que não deu para progredir mas, embora não seja um Rúben Semedo, tem valor. André Pinto ainda terá de responder à exigência de um clube incomparável ao Braga.

No final de contas, se Jesus rodar mesmo toda a equipa, teremos uma defesa com quatro elementos que nunca foram titulares no Sporting, três dos quais a fazer a sua estreia em jogos oficiais.

 

Curioso para ver se Jesus tenta manter a organização ofensiva e opta por Petrovic, mais capaz na construção, ou se dá oportunidade a Palhinha, um elemento mais de combate, que facilitaria a tarefa dos defesas.

Eu não descartaria a opção de jogar com Petrovic e Palhinha, com o segundo mais adiantado, a fazer o trabalho que nas épocas anteriores era Adrien a fazer, sobretudo porque o terceiro elemento do meio provavelmente será Alan Ruiz que, por norma, ajuda menos nas tarefas defensivas. A outra opção à dupla mais defensiva é optar apenas por um, dando o outro lugar do "miolo a Mattheus Oliveira.

Nas alas devem jogar Iuri e Bruno César e na frente Doumbia.

 

Espero que arrumemos a qualificação nos primeiros dois jogos em casa, de preferência com uma diferença de golos que nos deixe confortáveis para "inventar" um pouco mais no último jogo, em Belém.

Gostava de ainda ver jogar Gelson Dala, Pedro Silva e um ou outro elemento da equipa B. Bem sei que não é muito o estilo de Jesus mas, com a qualificação decidida em dois jogos, pode ser que...

 

Seja como for, nada de pôr a carroça à frente dos bois. Para já é só um jogo e três pontos que estão em disputa e estou curioso para ver o que faremos hoje.

 

SPOOOOOOOOOOOOORTING!

 

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SPORTING CP 2-0 Tondela: Sem nota artística? O caraças!

Se os golos de Mathieu e Bruno Fernandes não valeram pela nota artística de todo um jogo que se assemelhasse a um bailado de uma das maiores academias do Mundo, vou ali e já volto.

 

Não foi um jogo bem jogado. Teve lampejos de qualidade de algumas individualidades até ao segundo golo, melhorou depois, não sei se porque a equipa descontraiu e porque o Tondela baixou os braços se pelo simples facto de Alan Ruiz já não se encontrar em campo...fica a dúvida.

 

A verdade é que nem todos os jogos terão o brilhantismo do de Guimarães e, para um aspirante a campeão, será necessário que a nota artística surja em doses mínimas mas suficientes para resolver jogos como o de sábado, onde faltou inspiração colectiva mas não faltou brilhantismo, mesmo que momentâneo, por parte de algumas individualidades.

 

Não foi o caso de William Carvalho, que me leva a agradecer a todos os tubarões europeus, mais todo e qualquer clube endinheirado de meio da tabela de algumas Ligas o facto de não terem resolvido largar 45 milhões de euros por um dos melhores do Mundo na sua posição.

Sir Carvalho é um regalo para a vista. Talvez seja o meu "Barbosa". Aquele que, qual Quinito, eu pagaria para ver jogar todos os dias no meu quintal, caso o tivesse. 

A forma como William retira aos adversários a possibilidade de progredir, como lança os companheiros no ataque, mas sobretudo como sai de forma limpa e em estilo de toda e qualquer situação de aperto é algo pelo qual eu pagaria, só por si.

William ficou (contrariado, para alguns) e ainda bem. Numa equipa com mais qualidade individual do que as antecessoras terá muito maiores probabilidades de cumprir o objectivo de ser campeão no Sporting, clube que o formou, bem como a uma das estrelas maiores do futebol mundial, que ontem se fez notar em Alvalade.

 

Cristiano Ronaldo regressou a casa para ver o Sporting jogar e deliciou-se com o golaço de Mathieu, certamente não menos do que com o golão de Bruno Fernandes, que teima em dar-nos um por jogo e para todos os gostos. 

 

Para a história fica um borrego morto (o Sporting nunca tinha ganho ao Tondela em casa), três pontos amealhados, dois golos de belo efeito, a estreia de Iuri Medeiros como titular (o primeiro de muitos, espero eu) e uma semana para preparar dois jogos, o próximo dos quais propício à utilização dos que têm jogado menos. Venha ele (o Marítimo, para a Taça da Liga), antes da visita a Moreira de Cónegos, para o campeonato.

 

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Hoje joga o Sporting

Felizmente, Petit já não é treinador do Tondela. Confio que foi a sua presença no banco que tornou tão aziagas ambas as visitas dos tondelenses a Alvalade.

Hoje é Pepa quem treina o actual 12º classificado da Liga NOS, que vem de um empate em casa frente ao Paços de Ferreira.

 

O Sporting vem num grande momento, com momentos exuberantes e algumas desconcentrações mas com sete vitórias em oito jogos oficiais e cinco em cinco na Liga Portuguesa.

A facilidade com que temos sofrido golos nos últimos jogos, em contraste com os primeiros encontros da temporada, certamente mereceu atenção de Jorge Jesus, que quererá regressar às vitórias sem sofrer.

 

O Sporting tem sete habituais titulares com a maior parte dos minutos jogados nas oito partidas oficiais até ao momento e há a expectativa para ver se Jesus gere a condição física de algum dos elementos dos quais não tem abdicado.

Rui Patrício e Coates são os únicos totalistas mas Mathieu, Piccini, Battaglia, Acuña e Gelson Martins têm também bastantes minutos nas pernas.

 

Uma coisa é certa. Apenas em caso de extrema necessidade vejo JJ abdicar de algum destes jogadores e talvez o mais prudente seja mesmo entrar com o onze habitual e, caso as coisas corram de feição, haverá então tempo para gerir a condição física de alguns jogadores durante o segundo tempo.

Além disso, há Taça da Liga a meio da semana, fundamental para moralizar os menos utilizados, que poderão assim mostrar serviço.

 

Cláudio Ramos é um daqueles guarda-redes de engate. A cumprir a sétima temporada em Tondela, já faz parte da mobília.

O experiente Ricardo Costa deu a esta equipa uma elevada dose de maturidade e Tomané parece querer confirmar o potencial que mostrou aquando do seu aparecimento, no Vitória Sport Clube.

Pepa gosta que as suas equipas tenham bola e não abdicará disso na totalidade. Certamente montará uma estratégia baseada no aproveitar dos erros do Sporting, mais na expectativa, mas é de esperar um Tondela objectivo e a tentar jogar rápido.

 

Prevejo troca entre Doumbia e Bas Dost, com a entrada do holandês no onze. Bruno Fernandes, o melhor jogador do mês de Agosto na nossa Liga, continuará a ser peça-chave na nossa estratégia ofensiva, onde Gelson continuará a ter o papel de colocar em água a cabeça dos defensores adversários.

Com maior ou menor dificuldade, não podemos deixar fugir estes três pontos, numa jornada onde espero dificuldades para Benfica e Porto. Ficar isolado na frente do campeonato seria um importante balão de confiança para o grupo, que me parece bastante coeso e motivado para fazer história.

 

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